sexta-feira, outubro 30, 2009

O Antigo Também Pode Ser Bom...

Aqui há dias criticava a postura de um comerciante, em nome de várias coisas, inclusive da modernidade, ou seja do "acompanhar os tempos".

Mas este não é necessariamente o único caminho a seguir.

A "Casa Alves" em Alfama é um bom exemplo de como o antigo pode confrontar o moderno e até dar-lhe cartas...
Os donos mantiveram (e muito bem) a traça inicial, com o cartaz que adjectiva a "Casa Alves" como "a melhor do bairro", em grande destaque.
E é impossível passar sem olhar. A limpeza e o bom gosto fazem com que a "Casa Alves" dê nas vistas, mesmo para quem apenas passa disfarçado de turista...

12 comentários:

Luiz disse...

Não faz falta ir a Lisboa para encontrar deliciosas lojas que são pequenas jóias, limpas, com grande variedade de produtos e novidades a preços competitivos, com serviço personalizado, ainda se contínua a levar as compras a casa dos clientes.

Aqui em Almada temos a DROGARIA CENTRAL com uma antiguedad de 80 anos e que hoje em dia está especializada em uns maravilhosos sabões naturais com infinidade de propriedades que são vendidos a peso.

Podem ver esta delícia de loja na seguinte página de internet.

http://www.drogaria-central.pt.vu

Rosa dos Ventos disse...

Até apetece lá entrar!

Abraço

Cris Caetano disse...

Liiiindo... e faço minhas as palavras da Rosa dos Ventos.

Beijinhos

Maria P. disse...

Pois pode...

:)Beijos, Luís M.

Luis Eme disse...

foi apenas um exemplo, Luíz...

Luis Eme disse...

pois apetece, Rosa. e o senhor foi simpático, quando lhe pedi para tirar uma fotografia...

Luis Eme disse...

é linda mesmo, Cris.

Luis Eme disse...

é só uma questão de gosto e imaginação, M. Maria Maio...

CAP CRÉUS disse...

Adoro este género de casa de comércio. Irrita-me que pensem que o que é moderno é que é bom!

Frades do Vinho disse...

Concordo, Luís, faz falta inovar no comércio: reabilitação dos espaços, renovação de montras , qualidade dos produtos e do serviço, qualificação dos profissionais, parcerias. Todos ganhamos: os centros urbanos, nova vida; os residentes, elos de proximidade; os visitantes, esses voltam, concerteza! Parece-me, todavia, que é difícil convencer a nova geração, filhos de comerciantes, a pegarem no negócio, e muitas lojas vão morrendo. Quantos não começaram aos 14/15 anos no comércio e na restauração e, agora, com 50/60 ou mais anos, depois de uma vida de trabalho, já só esperam que o tempo passe? Para além de todas as problemáticas de contexto, falta também gente nova, com visão e qualificações empresariais, que, infelizmente, ainda não se ensinam generalizadamente desde tenra idade. O nível de exigência, a todos os níveis, deveria subir.

Luis Eme disse...

sim, Cap, é tudo uma questão de gosto e de criatividade...

Luis Eme disse...

e isso tudo, Ana.

mas por estes lados as coisas têm mesmo de mudar, para se inverter o rumo...