Nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
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domingo, outubro 14, 2018
Rui Madeira deu Espectáculo na Lisnave
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sábado, outubro 13, 2018
Lisnave Volta a ter Vida (por um só dia...)
A organização do "Almada Extreme Sprint" no território da antiga Lisnave teve no mínimo uma virtude, voltou a dar vida a este lugar, completamente abandonado há quase duas décadas.
A entrada livre possibilita ao público ver os carros de corrida a acelerarem pelas estradas largas e livres, mas também o espaço e os armazéns, completamente subaproveitados, e os vestígios, a caminho da ruína, daquele que foi um dos grandes estaleiros navais europeus...
(Fotografias de Luís Eme - na primeira podem ver-se os carros do piloto almadense, Rui Madeira, que foi campeão do mundo de ralis na sua categoria, que apadrinhou e participa na prova)
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segunda-feira, janeiro 09, 2017
Ruas com Mais Gritos que Palavras...
Embora me faltem dados sociológicos, penso que há cada vez uma maior dificuldade das pessoas em dialogarem. Facilmente se parte para a ofensa verbal ou mesmo para a violência física.
Há poucos minutos assisti a uma cena, que apesar de caricata e ridícula, me fez pensar naquilo que nos estamos a tornar e que faz com que muita gente de mais idade sonhe com "salazares", para acabar com toda esta selvajaria.
Um taxista que transportava alunos deficientes para uma escola, resolveu parar no meio da estrada (e tinha espaço para estacionar na berma...) e foi ajudando o rapaz a sair e a preparar a espécie de andarilho que o auxilia a deslocar-se, como se tivesse todo o tempo do mundo, enquando atrás dele se formava uma fila enorme de carros, que começaram a buzinar passados segundos.
Nada que incomodasse o chófer de praça, que foi acompanhando o jovem até à escola, enquanto iam conversando. Quando regressava, em vez de se deslocar para o carro e avançar, resolveu ir travar-se de razões com o dono da primeira viatura. Ainda não começara a falar, quando saiu disparado do segundo carro, um individuo grande e com cara de poucos amigos, com o dedo a apontar para o táxi e a mexer os braços, à medida que se deslocava na sua direcção, sem se esquecer de chamar um nome feio à sua mãe.
Felizmente o taxista percebeu a mensagem e sem mais perdas de tempo, acelerou o passo, entrou no carro e fez-se à estrada.
Penso que, num país onde imperasse o bom senso, o taxista teria estacionado o carro em cima do passeio e não interrompia o trânsito (os condutores de ambulâncias também adoram fazer isto, mesmo que tenham lugar para estacionar junto à urgência, preferem ficar parados no meio da estrada. Quem vier que espere...).
Voltando ao primeiro parágrafo, e sem saber se há alguma ligação ao facto de as pessoas estarem a perder o hábito de falarem umas com as outras (a não ser por mensagens ou diálogos virtuais...), penso que alguma coisa terá de mudar, sem precisarmos de mandar vir "salazares". Pois se isso acontecer, ficamos todos a perder...
(Fotografia de Luís Eme)
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quinta-feira, março 06, 2014
As Placas da Cobardia
Já lhe chamei várias coisas por aqui. E porque não chamar-lhes agora, "Placas da Cobardia"?
Quando se colocam placas com o sinal de "Perigo de Derrocada", tanto pode ser entendido com um sinal de alarmismo ou uma brincadeira. Parece-me que é um pouco das duas coisas.
É por isso que não consigo compreender que uma zona repleta de placas com "Perigo de Derrocada" continue aberta ao trânsito, para se transformar diaraiamente em mais um lugar anárquico de estacionamento, na tal Cidade que queria expulsar os carros e devolver as ruas às pessoas...
Eu sei que o Ginjal não se avista das janelas do "poder", mas...
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sexta-feira, fevereiro 21, 2014
Os Buracos da Cidade
Uma boa parte das ruas de Almada são um perigo para os carros, devido aos buracos (quase crateras...) que encontramos e muitas vezes não temos grandes hipóteses de nos desviarmos.
Já uma vez furei um pneu numa destas "crateras" (enviei fotografias, do local assim como o recibo do pneu novo para a Junta de Freguesia e para o Vereador respectivo e nunca obtive qualquer resposta...) e tive de arcar com as despesas...
Incomoda-me todo este abandono, até porque, se há coisa que o Município de Almada se regozija - e ainda bem -, é de ter boa "saúde financeira".
Pergunto: se há dinheiro, porque razão as estradas de Almada estão neste estado miserável?
quarta-feira, dezembro 21, 2011
O Ginjal Continua Preso ao Século Passado (3)
Já escrevi mais que uma vez aqui, que uma das coisas que me faz mais confusão no Ginjal é a circulação automóvel.
Como é um lugar tão "sensível", cheio de placas a avisar-nos de "perigo de derrocada" de edifícios e também dos vários cais, permite que os carros dos pescadores e afins, continuem a passear pelo paredão estreito, como se nada se passasse?
Além dos alertas que lanço por aqui, já tive a oportunidade de falar deste contrasenso a um vereador, numa sessão pública (lançamento de um livro sobre Cacilhas...), em que ele achou a critica pertinente (acham sempre...), mas continua tudo na mesma, como a lesma...
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domingo, junho 26, 2011
É Importante não Esquecer
Acho este postal (tal como o filme), muito elucidativo.
Não sei se terá efeitos práticos, mas pelo menos faz pensar.
O acidente do jovem cantor e actor, Angélico, que está hospitalizado em estado grave, diz-nos muito da inconsciência que grassa por aí. Além das velocidades alucinantes na auto-estrada continua a ser comum ver muita gente de carro sem cinto, especialmente crianças no banco de trás...
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quinta-feira, junho 09, 2011
"Marselha no Ginjal"
Voltei a passar os olhos pelas imagens da reportagem publicada no "Mundo Gráfico", de 15 de Abril de 1944, "Marselha no Ginjal", e reparei que logo na entrada do paredão do Ginjal, havia um sinal de proibido para as viaturas automóveis.
Era uma boa ideia que o Município, passados sessenta e sete anos, voltasse a colocar o sinal no sitio devido...
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sábado, junho 26, 2010
Exposição Automóvel
Quem gosta de carros "históricos", ficou agradado esta manhã com a exposição e desfile de Automóveis Clássicos, promovida pelo Clube de Automóveis Antigos da Costa Azul.
Depois de uma primeira passagem pela praça S. João Baptista, em Almada, desceram até Cacilhas, junto à Fragata D. Fernando II e Glória.
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terça-feira, setembro 29, 2009
Os Donos dos Passeios
Vou levar e buscar a minha filha à Escola, diariamente.
O cenário é este, carros nos passeios, adultos e crianças na estrada...
Embora seja fácil criticar esta nova Almada, se há coisa da qual não sinto falta é dos carros que enchiam os passeios das principais avenidas da cidade...
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segunda-feira, maio 25, 2009
A Crise no Comércio
Andava à procura de algo que tinha escrito sobre o Ginjal, quando encontrei um texto datado de 13 de Setembro de 2006 (exactamente, há quase três anos...), na qual me referia à crise do comércio local, quando ainda não se sonhava com a "crise mundial"...
Numa altura que os comerciantes voltaram a protestar, colando nas suas montras um cartaz em que dizem que o "Comércio em Almada está Mal Apoiado". Provavelmente terão alguma razão, mas não acredito muito no seu argumento, de que a circulação de carros na zona onde agora só circulam peões, resolva o problema. A questão é bem mais complicada que isso. Eu em 2006 dizia assim:
«Apesar da Autarquia de Almada andar há meia dúzia de anos, a acenar com alguns projectos megalómanos, para a Quinta do Almaraz e para a Margueira, descubro uma cidade, que "morre" um pouco, todos os dias.
Assusta-me bastante o que se está a passar com o comércio em Almada.
Só em três vias de Cacilhas - Rua Cândido dos Reis, Rua D. Sancho I e Avenida 25 de Abril -, encontrei vinte e uma casas comerciais fechadas, ou em vias disso, com avisos informativos de venda ou trespasse.
Se continuasse a contagem pelo centro da cidade, sei que este número ultrapassava a centena.
O começo desta crise começou com a inauguração do Almada Fórum", uma grande superfície comercial, capaz de "secar" tudo à sua volta, graças à sua excelente oferta.
Os responsáveis do Município, cujo discurso "propagandista" surge sempre cheio de palavras bonitas, como a solidariedade, a igualdade e a justiça social, esquecem-se, cada vez mais, de as colocar em prática...
Quem diria que o "Comunismo" ia realizar uma união de facto com o "Capitalismo", tão às claras...
Infelizmente, não vi, nem vejo, uma única medida da Câmara de Almada, que tenha como objectivo a protecção ou o desenvolvimento do comércio local.
É por isso que as ruas estão cada vez mais desertas... e Almada prepara-se para ser, dentro de pouco tempo, uma cidade com menos pessoas e menos vida.
Hesitei no título desta crónica, que também poderia ser a "Balada da Cidade Triste"...»
Assusta-me bastante o que se está a passar com o comércio em Almada.
Só em três vias de Cacilhas - Rua Cândido dos Reis, Rua D. Sancho I e Avenida 25 de Abril -, encontrei vinte e uma casas comerciais fechadas, ou em vias disso, com avisos informativos de venda ou trespasse.
Se continuasse a contagem pelo centro da cidade, sei que este número ultrapassava a centena.
O começo desta crise começou com a inauguração do Almada Fórum", uma grande superfície comercial, capaz de "secar" tudo à sua volta, graças à sua excelente oferta.
Os responsáveis do Município, cujo discurso "propagandista" surge sempre cheio de palavras bonitas, como a solidariedade, a igualdade e a justiça social, esquecem-se, cada vez mais, de as colocar em prática...
Quem diria que o "Comunismo" ia realizar uma união de facto com o "Capitalismo", tão às claras...
Infelizmente, não vi, nem vejo, uma única medida da Câmara de Almada, que tenha como objectivo a protecção ou o desenvolvimento do comércio local.
É por isso que as ruas estão cada vez mais desertas... e Almada prepara-se para ser, dentro de pouco tempo, uma cidade com menos pessoas e menos vida.
Hesitei no título desta crónica, que também poderia ser a "Balada da Cidade Triste"...»
Como hoje continuo sem saber se foram tomadas medidas sérias de protecção e desenvolvimento local, tenho dificuldade em me pronunciar sobre estas manifestações. A única coisa que sinto, é que pecam por tardias...
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sexta-feira, janeiro 23, 2009
O Poder da Blogosfera
Não estava à espera que tapassem os "buracos" próximo da minha casa, tão rapidamente. Coloquei aquela fotografia a poucos metros da minha casa, apenas pelo seu simbolismo.
Quando falava de buracos, falava de todos aqueles que andam por aí, espalhados pela cidade, e que são mais notórios e perigosos quando chove (foi num deles que cortei um pneu, do qual tive o cuidado de tirar fotografias, e enviar, juntamente com o recibo, de um pneu novo, que comprei há mais de dois anos e que nunca mereceu qualquer resposta do respectivo pelouro Municipal, apesar de serem eles os responsáveis pelas vias rodoviárias urbanas...)
Não sei se os remendos foram simples coincidência, ou se há de facto uma atenção especial aos "blogues" locais por parte da Autarquia Almadense.
Talvez a blogosfera comece a ser realmente importante, no dia a dia de todos nós...
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domingo, janeiro 11, 2009
Eléctricos a Mais e Carros a Menos
A lógica do Município de colocar mais eléctricos que carros no centro da cidade, tem mais aspectos negativos que positivos no dia a dia de Almada.
O corte do trânsito entre parte das avenidas Afonso Henriques e D. Nuno Álvares Pereira, criou filas intermináveis de carros, em ruas aparentemente calmas, causando um grande transtorno a todos aqueles que se têm de deslocar diariamente a Almada, entre outras coisas, para levar e trazer os filhos às escolas, jardins de infância ou casa de familiares.
A mudança dos sinais de trânsito, em alguns casos é de uma aberração, que não obedece a qualquer lógica. De todas as mudanças, a que me parece mais surrealista é a da rua Capitão Leitão (agora mudaram as coisas, ainda para pior...).
Por outro lado, as composições de eléctricos (vulgo Metro de superfície) chegam a circular de minuto a minuto, quase sem passageiros, accionando os sinais luminosos e criando confusão e filas nas principais rotundas onde passam linhas. Pergunto, porque razão se mantêm estes horários, que criam dificuldades aos próprios maquinistas das composições e até podem ser perigosos pela sucessão de passagens nas principais artérias da cidade? Nem parece que estamos em tempo de crise, ou então estes eléctricos são de tal maneira evoluídos que trabalham a "ar"...
Moral da história, o centro da cidade está mais deserto, mas ruas que eram calmas, como as Bernardo Francisco da Costa, Francisco Andrade ou Lourenço Pires de Távora (especialmente esta...), chegam a estar atoladas de carros, durante várias horas. Além das já movimentadas, praça Gil Vicente, rua D. Sancho e avenida Rainha D. Leonor, onde o trânsito agora chega a ficar paralisado. Não tenho dúvidas de que há mais poluição na cidade, porque este novo "pára-arranca", não só tem aumentado o desperdício de gasolina e de gases (é uma boa altura para se estudar a poluição do ar...), como provoca múltiplas apitadelas, causadas pela irritação de quem já está cansado de um dia de trabalho e quer chegar a casa, mas tem de ficar retido em mais uma fila de trânsito...
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quinta-feira, setembro 04, 2008
Uma Cidade com Pouco Sentido
Tenho assistido a este "filme" na plateia, em silêncio, como se deve estar numa sala de cinema.
Tinha algum receio de estar a ser injusto, de estar a falar antes do tempo.
Mas já chega de silêncio, de estar comodamente sentado na cadeira, a ver esta colocação de sinais de trânsito, luminosos e de proibição e obrigação, em quase todo o lado, sem descobrir qualquer benefício para o trânsito e para os almadenses...
Estive uns dias ausente da cidade, a gozar a vida prazenteira do Interior.
Regressámos ontem à noite a casa. Retirámos a bagagem e fomos jantar fora.
Cacilhas era o primeiro destino escolhido, mas como começou a "borraçar", resolvemos ir de carro e decidimos-nos por "Almada Velha".
Com a mudança de sentidos no trânsito e com a invasão de sinais proibidos e obrigatórios, quase rua sim rua sim, a maior parte deles desprovidos de sentido, demos várias voltas para trás e para a frente, até conseguirmos chegarmos ao destino...
À medida que íamos avançando pelas estradas molhadas, íamos percebendo a monstruosidade que nos estavam a fazer...
E, sinceramente, tenho pena que quem governa Almada não perceba, que ao retirar os carros da cidade, de uma forma quase compulsiva, também está a afastar as pessoas e que a nossa terra está a ficar quase deserta. Nem estou a falar por mim, uma vez que me desloco quase sempre a pé pelas ruas da cidade.
Claro que não é apenas por isso, mas ultimamente também tenho pensado bastante no assunto. E talvez esteja na altura de mudar, de voltar à minha cidade natal ou de descobrir outra terra diferente para viver...
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quinta-feira, abril 05, 2007
Clássicos em Almada
Mesmo tendo em conta que a visita às "catedrais do consumo" está longe de ser um dos meus programas favoritos, não deixo de vos fazer um convite, especialmente para quem gosta de veiculos automóveis.
Visitem a Exposição de Clássicos que está patente no "Almada Fórum", nos seus vários pisos, digna de qualquer museu do género, sem ter de pagar bilhete...
Não se descuidem porque a exposição só fica em Almada até ao dia 9 de Abril.
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