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terça-feira, setembro 24, 2019

O Comércio no Largo de Cacilhas


Há meia-dúzia de dias quando saía do cacilheiro, vi mais bancas de venda que o costume, logo ali rente ao cais, quando as pessoas aceleram o passo para apanharem os transportes que as levam de volta a casa.

A diversidade de venda de produtos (frutas, legumes, queijos, roupas, malas...) fez com que pensasse pela primeira vez, na possibilidade de se criar um "mercadito de venda", com mais espaço para os vendedores e consumidores, ali naquele mesmo sítio...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Homem Novo?

Não me parece que exista o homem novo, que a "Visão" publicita.

Há sim um país que se transformou há trinta e quatro anos, com uma revolução que mudou tudo (e ainda bem), abriu mentalidades, aproximou mais a mulher do homem. Quem nasceu em liberdade é de facto um homem novo.
Mas não tem necessariamente que se depilar ou tratar das rugas. Quanto aos perfumes, sempre existiram. Nem sequer conheço pessoas que tenham prazer em cheirar mal. Lembro-me de o meu pai trazer perfumes de Espanha, antes de Abril, além dos caramelos, da laranjada e da bonbazine...
Há sim um negócio crescente de beleza, incentivado por uns gajos amaricados que têm alergia a pelos e que não gostam de rugas, que já foram "metrossexuais" e não sei o que serão amanhã...
Eu? Gosto dos meus pelos e das minhas rugas, tal como começo a gostar dos cabelos brancos que vão aparecendo. Claro que tenho a vantagem de não trabalhar num lugar onde é obrigatório usar terno e gravata, em que o cartão de crédito também tem umas despesas no "spa"...
Que bom que é sentir-me um homem "velho".

segunda-feira, maio 05, 2008

Coisas do Mundo...

Ao folhear um álbum de fotografias de Robert Doisneau, descobri várias preciosidades. A que achei mais estranha e curiosa, foi o "Urinol dos Halles", um dos mercados de Paris, datada de 1953.
Apesar de conhecer vários "urinóis" públicos, nunca tinha imaginado um como o da imagem...
Além da sua posição cimeira, com vista para o mercado, permite manter a conversa em dia com os utilizadores dos lugares em frente.
Quem foi que disse que o "aliviar das águas" era uma actividade solitária?