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sábado, outubro 05, 2013

A Arruada da Incrível e o Poder do Dinheiro


Todos os anos a banda da Incrível Almadense realiza uma arruada pelas ruas de Almada,  no primeiro sábado de Outubro, mês da comemoração do seu aniversário. Esta "marcha musical" também faz várias paragens para apresentação de cumprimentos junto às sedes das Colectividades vizinhas e amigas, oferecendo música aos seus dirigentes, sócios e a quem passa pelo coração da Cidade.

De uma forma geral as pessoas reagem com satisfação a esta Incrível oferta musical, mesmo os automoblistas que têm de circular em marcha mais lenta ou até de parar.

Este ano houve um pequeno incidente, apareceu a divisão de trânsito da PSP, que embora tenha sido informada  da arruada e do respectivo trajecto (tendo inclusive efectuado três dias antes um telefonema para a Incrível a dizer que este serviço era pago, recebendo como resposta que a Incrível não estava a requisitar nenhum serviço à PSP, mas  sim a informá-la, como fazia todos os anos. E que além disso era uma colectividade centenária que vivia com dificuldades, sem dinheiro para pagar este ou outro serviço policial...), fez-se de novas e começou por perguntar, quem é que era o responsável por aquela "manifestação cultural", pedindo a sua identificação e dados sobre o número de "manifestantes", etc.

Além dos modos pouco amigáveis do agente, foi notória a sua ignorância e a falta de respeito pelo Movimento Associativo e pelas Tradições Almadenses.

Parece que tudo tem um preço nesta era, em que nos querem  "troicar" todas as voltas. Dizemos isto porque nem nos tempos salazarentos foram colocados obstáculos às Arruadas...

sábado, março 31, 2012

Quem Foi que Disse?


Quem foi que disse que em Portugal já não se vive em Democracia?

Não sei.

Sei apenas que alguns governantes, muitos polícias, pensam mesmo que é verdade, a Democracia já era.

O melhor é não nos distrairmos muito.

Podemos começar por pintar um cartaz no Chiado, na segunda-feira...

sábado, março 24, 2012

Os Tiques Autoritários dos Falsos Sociais-Democratas


Os acontecimentos do Chiado na passada quinta-feira lembraram-me outras contas deste PSD, que não consegue esconder os tiques autoritários, de quem preferia viver e governar em ditadura. 


Um deles foi o percurso da bala traiçoeira, que atirou o jovem almadense, Luís Miguel, para uma cadeira de rodas no começo do fim do cavaquismo. Este incidente da "batalha da ponte 25 de Abril", em 1994, embora possa pairar na consciência do agente da GNR que fez aquele disparo, pouco acidental de pistola, também teve o "dedo" de Cavaco Silva e Dias Loureiro.


Estes exemplos apenas nos dizem que estes falsos sociais-democratas, sempre que podem, empurram a democracia pela porta dos fundos.


Pode ser que mais uma vez o "tiro lhes saia pela culatra", porque o povo é sereno mas nunca gostou de ser corrido a pontapé e à bastonada.

quinta-feira, setembro 16, 2010

Ezequiel não é Nome de Cão

Ezequiel não é nome de cão, mas sim de alguém que pode muito bem retratar a prática uma boa parte dos nossos políticos, que se acham acima da lei.

Falo de um senhor que é adjunto de Isaltino Morais e que foi durante anos presidente do Município de Sesimbra.

Como deve ser um "duro" e viu que o seu cartão de "vip autarca" não fazia cócegas aos agentes da autoridade, depois de terem rebocado o carro da filha estacionado em cima de uma passadeira, partiu primeiro para o insulto e depois para a agressão física, com dentadas e cuspidelas, à boa maneira rufia.

Li a notícia aqui, no blogue do Pedro, onde também se encontra um link do "CM", o nosso campeão de histórias de "faca e alguidar"...

Claro que esta sobranceria de quem tem algum poder, infelizmente, recebe muitas vezes como resposta, o silêncio e a complacência dos agentes de autoridade.

Alberto João é a figura modelar desta gente, que pensa que pode fazer e dizer tudo o que lhe "vem à veneta", e pior, que todas as pessoas têm preço...

Gostava muito que o senhor Ezequiel Lino fosse punido de uma forma exemplar, mas neste país, a justiça tem demasiadas curvas...
E é mais uma bela história para o cinema, ao jeito de um "Kilas", tão bem interpretado pelo Grande Mário Viegas.
Adenda: Não deixa de ser interessante lerem isto...

segunda-feira, março 02, 2009

Somos um País Mesmo a Brincar...

Hoje senti-me insultado, ao ver uma reportagem na SIC sobre as "Novas Oportunidades" na GNR.

Só neste país é que um agente da GNR (podia ser outra profissão qualquer...), com a quarta-classe, inscreve-se no programa "Novas Oportunidades" e passado quatro meses, recebe um diploma do nono ano.
O que pensarão deste caso os alunos da secundária? Talvez achem graça e perguntem onde se podem inscrever...
Quando penso que a maior parte de nós, para ter mais habilitações, teve de frequentar com aproveitamento os vários escalões do ensino normal, muitas vezes em horário pós-laboral, só me posso sentir insultado com todo este facilitismo e mais esta "mentira" socrática.
E não quer o senhor ser comparado com o Pinóquio...
É por estas e por outras, que não passamos da cepa torta.

quarta-feira, agosto 06, 2008

Um Exemplo de Coragem

Li hoje no "DN" uma notícia onde se salientava o facto de uma almadense ter atingido mortalmente um dos três assaltantes encapuçados que tentaram assaltar a sua vivenda, na Charneca de Caparica, onde estava na companhia do marido e dos seus dois filhos menores.
O título da notícia era, "mulher que matou ladrão ficou em liberdade".
E ficou muito bem, já que agiu em legítima defesa, depois dos ladrões terem surpreendido e ameaçado o marido com uma arma, entrando de seguida em casa pela porta da garagem. Quando eles pensavam ter a situação controlava, eis que apareceu a senhora, de arma em punho e ordenou aos assaltantes que se pusessem em fuga. Eles não acreditaram na coragem da mulher e só ficaram convencidos com os tiros disparados pela arma, que deixou um dos bandidos no chão. Os outros fugiram, deixando atrás de si, um rasto de sangue.
Claro que esta casa foi assaltada porque pertencia aos donos de uma ourivesaria de Almada. Os três assaltantes vinham atrás do cheiro do ouro...
Era bom que este exemplo fosse seguido por mais vitimas, apesar dos riscos que se correm e de as polícias aconselharem a que não se reaja a assaltos. De certeza que a onda de criminalidade começava a diminuir no nosso país...
A pintura que ilustra o texto é de André Lhote.

sexta-feira, junho 27, 2008

Os Pesos da Balança...

Em primeiro lugar, sei que o Vale Azevedo é um grande vigarista.
E foi graças a ele que o nome do Benfica andou pelas ruas da amargura.
Mas o homem já esteve preso seis anos, ao contrário de muitos outros grandes vigaristas deste país, que têm lesado o Estado em tantos milhões, e que nem uma única vez, estiveram fechados numa cela.
E nem vou falar dos futebóis, do papa do norte que se diverte com isto tudo, que no final dos anos oitenta, principio de noventa, até se dava ao luxo de ter uma guarda particular, mesclada de polícias e ladrões, que abanava os túneis dos estádios e virava jornalistas de pernas para o ar. Ainda deixou várias marcas nuns quantos repórteres incómodos (silenciados até pelos próprios jornais). Embora o guarda Abel pareça uma figura da banda desenhada ou de um filme de malandragem, existe mesmo. Aliás, nesta altura do campeonato já deve ter lugar cativo honorifico no Dragão...
Quando Vale Azevedo diz que a justiça gozou e brincou com ele, tem toda a razão. Quem é que foi posto em liberdade, neste país, por apenas dezassete segundos?
E não se esqueçam de pagar o bilhete de avião, de volta...

A fotografia que escolhi é de Henri Cartier-Bresson, é toda ela carregada de simbolismo, tem grades, escadas, alguém em fuga de bicicleta, embora todos nós saibamos, que de avião escapa-se mais rápido à justiça, e se for a jacto então...

sexta-feira, maio 16, 2008

Eu Vi!

Se me contassem com todos os pormenores, talvez duvidasse. Mas foi mesmo assim.
Em plena Praça do Areeiro, numa passadeira com o sinal aberto para os peões, uma dúzia de pessoas caminhava, quando um individuo com um mercedes, creme cor de táxi, resolveu passar o vermelho, depois de dar uma grande buzinadela. Quase por artes mágicas furou pelo meio das pessoas, que se desviaram como puderam. A única senhora que não se conseguiu desviar totalmente, levou um toque de raspão que a empurrou para o chão. Felizmente sem consequências, além dos collans rasgados e o joelho ligeiramente ferido.
O condutor, como é da praxe, pôs-se a milhas. O polícia que estava a menos de dez metros do local, começou a caminhar na direcção contrária, como se não tivesse acontecido nada...
Ligando estas personagens ao post anterior, o guarda e o condutor não estavam vestido do avesso, estavam "nus" de dignidade e civilidade...
A fotografia é de Robert Doisneau, de 1952, tem como o título, "Inferno". Colando-a ao episódio, não deixa de ter a sua lógica...

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Olá Justiça!

Pode parecer uma piada, mas não é...
A justiça portuguesa, é sim, uma coisa que nos vai envergonhando, a cada dia que passa, em que somos forçados a acreditar (através dos exemplos quase diários de arquivamento de processos...), que só existe para alguns, em completo desiquilibrio e desrespeito pelas regras elementares de qualquer Sociedade.
Ontem foi dia de uma blogagem colectiva, com um grito de "Não à Pedofília".
Por achar que dias não são dias, deixo aqui o repto, para não deixarmos silenciar o "Caso Casa Pia", em que toda a intoxicação posta em prática, um pouco por todo o lado (inclusive na blogosfera) pode mesmo fazer parir um rato, deixando os Ritos, os Cruzes, os Abrantes, os Bibis, os Marçais, os Pedrosos, e tantos outros seres disfarçados de humanos que conseguiram "apagar" os nomes do processo e que continuam a atacar pobres inocentes, na sombra (com mais cuidado, claro), para satisfazer as suas taras doentias...
Claro que é mais fácil chamar populista ao bastonário dos advogados e dizer: «prove!» A palavra chave desta nossa Justiça!
Só que, quando se tem poder para comprar testemunhas, advogados, polícias, juizes, jornalistas, etc, não há prova que resista...
O desenho é de Pedro Palma.

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Um Tiro Certeiro no Dedo Grande do Pé

Embora este "blogue" seja regional, é impossível passar ao lado das afirmações de Alípio Ribeiro, director nacional da Polícia Judiciária.
A sua afirmação, de que, «houve uma certa precipitação», na constituição de Kate e Gerry McCann como arguidos, fazendo fé na sua experiência como magistrado do Ministério Público, abana mais a credibilidade desta nossa polícia, que as prováveis falhas que poderão ter existido na investigação dos casos mais mediáticos dos últimos anos: Casa Pia e Maddie.
Mas não fica por aí, abana todo o edifício da justiça, desde os juizes aos magistrados do Ministério Público, passando pelos inspectores e agentes da Polícia Judiciária...
Não percebo porque razão, não surge ninguém a pedir a "cabeça" do senhor...

sábado, novembro 24, 2007

A ASAE e os Informadores

Apesar de vivermos em Liberdade há mais de trinta anos, continuamos a cultivar velhos hábitos, estranhos e nocivos para a sociedade.
O mais execrável de todos é a manutenção e o elogio ao bufo, em tudo o que são entidades policiais, fazendo jus às práticas da famosa PIDE.
Incomoda-me que a generalidade das polícias, em vez de fazerem o trabalho de investigação que lhes compete, funcionem, vezes demais, graças a denúncias (quase sempre anónimas), que têm como intuito principal lixar a vida a alguém...
No tempo da outra senhora também era assim...
Em relação aos inspectores da ASAE, além de não gostarem de "ginjinha", nota-se que andam aqui e ali, a pensar no espectáculo televisivo e em tramar alguém, mesmo que nem faça parte do lote de casos deploráveis que se conhecem, aqui e ali.
O mais grave é a ramificação destes maus exemplos também fazer escola em algum jornalismo, que não resiste à tentação de apelar à denúncia anónima...
E como não custa nada esticar o dedo e apontar...