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quinta-feira, julho 30, 2020

Detesto Portas Fechadas "Apenas porque Sim"...

Continuo a não perceber o porquê do encerramento do "Museu da Música Filarmónica"  por parte do Município (não fixei a data, mas já deve ter sido há mais de um ano...), em Almada, até porque as suas instalações, novas, não voltaram a ter qualquer outra utilidade.

Isto lembra-me sempre o que fizeram na minha Cidade Natal ao "Cine-Teatro Pinheiro Chagas" (foi todo esventrado por dentro, para que não se fizesse cultura, cinema, teatro ou outra coisa, mas deixaram o mono  - a estrutura exterior - anos e anos, de pé, sem qualquer utilidade)...

Há gente com muitos complexos sobre algumas culturas, diferentes das que tanto gostam... 

Em Almada há ainda outra questão: será que o "fantasma comunista" também está por detrás da falta de apoio que é dado às bandas filarmónicas centenárias, assim como no desprezo pela sua história?

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

sexta-feira, outubro 04, 2019

O Estranho Encerramento do Museu da Música Filarmónica


Ainda não consegui perceber porque razão o Município resolveu fechar o Museu da Música Filarmónica (por questões económicas, não será, pela certa...).

A medida ainda é mais estranha, se pensar que a Presidente da Câmara cresceu no meio da música, é filha de um dos nossos grandes maestros, que ainda não há muito tempo teve um programa televisivo, em que andou de Norte a Sul, atrás das bandas filarmónicas e dos seus sons.

Quando foi inaugurado no final de 2012 fez-se gala em dizer que era o primeiro Museu de Música Filarmónica em Portugal e que contava a história das filarmónicas criadas pelas colectividades do Concelho. E fora instalado na casa do maestro e compositor Leonel Duarte Ferreira, grande referência musical de Almada (recordado de uma forma dinâmica no interior do museu...).

É importante referir, que se  o Concelho ainda mantém quatro bandas filarmónicas em actividade (com as suas escolas de música, de quatro  Colectividades Centenárias - Incrível, SFUAP, Academia e Trafariense -, isso deve-se essencialmente aos seus associados, porque o  apoio que é dado pelo Poder Local, é meramente simbólico...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

domingo, setembro 29, 2019

O Museu Naval e a Lisnave


No fim da tarde de sexta feira assisti à apresentação do catálogo da exposição, "Pórtico de Identidade. A Lisnave em Almada", patente numa das salas do Museu Naval de Almada há já vários meses (e que merece a visita dos almadenses e de toda a gente que se interessa por história...).

Como me perco quase diariamente por aquelas paragens (o Museu fica depois da Fonte da Pipa, a caminho do Olho de Boi...), conheço bem o Museu (ao contrário da maior parte dos almadenses, que nunca por lá passou...).

Embora a sua localização não seja desculpa para que este não seja visitado, é verdade que está longe de ser um local de passagem...

Não sei se alguma vez verei a "Cidade da Água" (já passaram mais de vinte anos desde os primeiros projectos...), mas era boa ideia existir por lá um núcleo do Museu Naval, até por esta ficar nos mesmos terrenos onde esteve implantado aquele que foi um dos maiores estaleiros navais do mundo...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

quinta-feira, janeiro 24, 2019

«Almada não é Lisboa!»

Enquanto cidadão almadense, começo a ficar incomodado,com as mudanças que o Município está a fazer nas suas estruturas, algumas das quais começam a querer perturbar "o coração da cidade", mexendo inclusive com a sua história e as suas tradições.

Não digo isto apenas por algumas das pessoas escolhidas para cargos de responsabilidade, terem vindo da Capital. Embora sejam quase todos "para-quedistas", um termo que Fernando Gil, dirigente histórico da Incrível, gostava de usar quando aparecia gente de fora a querer "trepar paredes" nas colectividades. Ou seja, gente sem qualquer conhecimento ou identificação com Almada.

Ao contrário do que deve pensar a Senhora Presidente da Câmara, Almada não é Lisboa. A sua história é mais popular e menos cosmopolita. As suas gentes são mais simples, mas também mais solidárias. E talvez até tenham mais história e histórias para contar, de um passado operário de resistência, que  muito as orgulha.

É por isso que não aceito o que estão a querer fazer a algumas instituições museológicas municipais, tentando retirar-lhes a identidade, que foram construindo ao longo dos anos, e até a sua vocação etnográfica e antropológica.

O mais curioso, é que na vereação camarária, estão presentes vários almadenses, que ao que tudo indica, são coniventes com o que se está a passar na Cidade.

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, janeiro 18, 2019

"Na Margem, uma história de rock"


O Museu da Cidade (de Almada...) inaugurou na noite de sábado passado a exposição, "Na Margem, uma história de rock", que faz a viagem deste género musical desde o começo dos anos sessenta do século passado até à actualidade.

Passei por lá hoje de manhã e gostei do que vi, como de costume (parabéns "Meninas"...).

E vou mais longe, esta exposição deveria ser visitada pela maioria dos almadenses que gostam de música, de história e de estórias... 

Fiquei também a saber que o António Manuel Ribeiro, que tocou na noite da inauguração da exposição com os seus UHF, disse algo de muito honroso para a "minha Incrível": «A Incrível Almadense foi mais importante do que o Rendez Vous. Eu sei do que falo. eu estava lá.»

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, dezembro 04, 2018

A Lisnave no Museu Naval

O Museu Naval no Olho de Boi  inaugurou na segunda metade do mês de Novembro a exposição, "Pórtico de Identidade, a Lisnave em Almada".

É uma exposição identificativa dos estaleiros, embora na minha opinião não consiga dar a verdadeira dimensão dos estaleiros (era maior do que transparece...). Mas não deixa de ser uma boa homenagem à maior empresa de sempre do concelho de Almada.

Trata-se de uma exposição de longa duração, ficará pelo Olho de Boi largos meses, com toda a certeza...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, julho 04, 2018

O "Olhar Intimo (1948 - 2018)" de Albino Moura...

Ontem visitámos no Museu da Cidade (Cova da Piedade) a exposição de artes plásticas, "Olhar Intímo (1948 - 2018), onde é possível percebermos o percurso de 70 anos pelo mundo das artes plásticas, de Albino Moura.

É uma bela exposição, que recomendamos a visita.

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, junho 25, 2017

António Policarpo "Mostrou-nos a História"...

Ontem assisti  ao lançamento do livro, "Quinta dos Frades - Do Paço do Desembargador D' El' Rei a Museu da Cidade de Almada, 1366 - 2016)", de António M. Neves Policarpo.

O livro foi apresentado pelo director do Museu da Cidade, Luís Pequito Antunes e contou com a presença do Presidente do Município, Joaquim Judas. A parte que ofereceu mais entusiasmo à numerosa assistência, foi quando o autor, depois de nos oferecer uns tópicos da obra em primeira mão (não manuseei o livro, pois sai um pouco antes do fim...), pediu para projectarem uma imagem dos anos 1940 (panorâmica aérea...) de toda a freguesia da Cova da Piedade na parede, para depois nos levar de viagem, de rua em rua, de quinta em quinta, de fábrica em fábrica, para vermos com os nossos olhos como uma freguesia rural se torna urbana, em pouco mais de sessenta anos.

Foi muita feliz esta ideia do Policarpo em nos "mostrar a História", em nos levar de viagem através de uma fotografia...

(Fotografia de autor desconhecido - não foi esta fotografia que foi mostrada, mas esta acaba por ser a que tenho que mais se aproxima da excelente ideia de António Policarpo, um dos grandes historiadores de Almada)

domingo, fevereiro 19, 2017

"O Baile do Amor" do Orlando

Uma das atracções da manhã de sábado nos festejos da "Semana do Amor" organizada pelo Museu da Cidade com o apoio do Movimento Associativo, foi a pequena demonstração histórica representada pelo Cénico Incrível Almadense sobre o funcionamento os bailes nas colectividades dos anos quarenta e cinquenta do século passado. 

Destaco as mães sentadas, sempre bem vigilantes aos pares das filhas... e também a presença do chamado "mestre de sala" (o histórico Castelino representado pelo grande Chico Gonçalves...), com ordens para separar os casais de dançarinos, cuja inspiração musical (e não só...) ia ao ponto de quase colar os corpos...

Este pequeno número cénico foi feito a partir de um bonito conto de Orlando Laranjeiro, "O Baile do Amor".

(Fotografias de Luís Eme)

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

A "Semana do Amor" em Almada


O Museu da Cidade de Almada organiza de 13 a 19 de Fevereiro, a "Semana do Amor", com uma série de actividades, alusivas ao tema, em que se procura fazer uma viagem no tempo, através dos afectos e das memórias dos lugares mais emblemáticos da Almada, com o apoio do movimento associativo almadense.

Além de ser um dos participantes da exposição de fotografia, "Olhares com Amor", patente na sede da SCALA, também escrevi um poema e algumas quadras "amorosas".

Durante esta semana além de colocar as minhas fotografias que fazem parte da exposição, também publicarei as quadras aqui no "Casario"...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, setembro 08, 2016

quarta-feira, maio 18, 2016

Hoje Festejaram-se os Museus

Hoje foi dia de festejar nos nossos Museus.

Felizmente Almada hoje é uma terra rica em espaços museológicos.

Penso que a dispersão dos espaços existentes (Almada,  Cacilhas e Cova da Piedade) faz com que alguns passem ao lado dos turistas.

Onde existe uma melhor concentração de espaços é na chamada "Almada Velha" (o Centro Histórico da Cidade). Aqui é possível visitar: Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea; Museu da Música Filarmónica; Centro de Interpretação de Almada Velha (na foto) e Núcleo Medieval Moderno de Arqueologia.

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, setembro 30, 2015

Depois da Biografia a Exposição


Na próxima quinta-feira, dia 1 de Outubro, às 17.30 horas, será inaugurada a exposição, "António Henriques, um Homem Incrível", no edifico da sede social da Incrível Almadense (sala de reuniões do 2º andar, com ligações ao Salão de Festas, Biblioteca e Salão Nobre).

Estou directamente ligado a esta iniciativa com o meu amigo Carlos Guilherme (também fomos os autores da biografia do seu pai e agora é a vez da exposição...).

Apesar da simplicidade desta mostra, ambos sabemos que poderá ser muito importante para a concretização de um "espaço-museológico" na Incrível, a curto prazo.

Para que isso seja possível basta conciliar vontades, o que nem sempre é fácil no mundo dos humanos...

Eu e o Carlos que o digamos.

Se puderem apareçam!

segunda-feira, setembro 28, 2015

Visita Guiada ao Caramujo


No sábado à tarde participei numa visita guiada à antiga zona industrial da Cova da Piedade, que tinha como epicentro o Caramujo, pela sua proximidade com o Tejo, organizada pelo Museu da Cidade e pelo Centro de Arqueologia de Almada.

Aprendi algumas coisas, como acontece sempre nestes passeios. Por exemplo não fazia ideia que o cais que se prolongava ao longo do Caramujo esteve activo até ao final dos anos 1960, princípios dos anos 1970 (começou a ter problemas de assoreamento depois da construção dos Estaleiros da Lisnave...).

Mas o pior de toda aquela história é o seu abandono (aqui também entra a Câmara Municipal de Almada, proprietária dos Silos e de toda a zona envolvente). 

Provavelmente acabará por ser tudo destruído, depois de anos e anos de pilhagem, só não sabemos em que ano...

No final da visita guiada realizou-se um colóquio no Museu da Cidade onde se iriam debater questões relativas ao passado, presente e futuro do espaço. Não tinha pensado ir por várias razões. Uma delas é o facto de estar cansado de participar em encontros onde se dizem muitas coisas interessantes para no fim ficar tudo na mesma...

segunda-feira, maio 18, 2015

Dia dos Museus


Hoje todos os nossos Museus podem ser visitados gratuitamente, porque se comemora o Dia Internacional dos Museus.

De manhã fui com a minha filha ao Museu da Cidade (de Almada) ver a exposição "Ir a Banhos", que faz um bom resumo da história das nossas praias (Costa de Caparica e Trafaria, e também de algumas fluviais, como as da Margueira...).

É uma exposição que merece ser visitada por todos os que gostam de visitar o passado, pelas muitas imagens antigas que nos são oferecidas e também pelos objectos expostos, no mínimo curiosos (desde fatos de banho antigos a materiais de salvamento).

quinta-feira, maio 14, 2015

Vamos a Banhos


No próximo sábado, dia 16 de Maio, às 16 horas, será inaugurada no Museu da Cidade de Almada a exposição, "Ir a Banhos", onde se fará uma retrospectiva histórica da evolução dos hábitos e costumes das nossas idas à praia, dando uma particular atenção às praias da Trafaria e da Costa de Caparica de outros tempos.

Se não gosta das confusões das inaugurações (e dos discursos, etc), pode aproveitar para visitar o Museu no domingo e da segunda, que estará aberto excepcionalmente, por se comemorar o Dia Internacional dos Museus a 18 de Maio.

sexta-feira, outubro 10, 2014

Viagem pela Cova da Piedade


Nas várias actividades programadas pelo Museu da Cidade, da exposição, "O Povo Saiu à Rua", a Visita Orientada pela Cova da Piedade de amanhã, interessa-me bastante. Foi por isso que me inscrevi.

Além de ter a apresentação de um pequeno caderno de poemas da minha autoria, às 16.30 horas (a visita começa às 15 horas), tenho algum receio de ficar muito tempo parado de pé, que é o pior para mim, que ainda não estou completamente recuperado do meu novo "tendão de aquilies"...

E espero também que o tempo seja bom camarada.

sexta-feira, junho 28, 2013

Centro de Interpretação de Almada Velha


Amanhã, às 11 horas, é inaugurado o Centro de Interpretação de Almada Velha, na Antiga Ermida do Espírito Santo, que foi tantas coisas durante o século XX...

O nome pela qual é mais conhecida, é nada mais nada menos que, "Salão das Carochas". Não sei a origem deste nome, sei sim que foi palco de cultura, sede de mais que uma colectividades. Dançou-se, fez-se teatro, fez-se desporto, discutiu-se, e sei lá que mais...

Agora vai ser o Centro de Interpretação de Almada Velha, uma coisa mesmo virada para o século XXI.

Não sei se este é o seu melhor uso, sei apenas que se trata de um lugar que sempre o conheci fechado, pelo que a sua abertura, enquanto espaço de conhecimento e de cultura, tem de ser entendido sempre como uma mais valia para Almada.

Estarei lá, na sua inauguração.