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quinta-feira, fevereiro 20, 2020

O Uso e Abuso da Memória (Curta) das Pessoas...

Outra prática comum de todos os partidos (de Norte a Sul) é o "deixa andar" durante quase três anos, em que o normal é fingir que governam, porque leram nas "cartilhas" dos seus "clubes" que as pessoas têm a memória curta e que é o último ano de mandato que conta, para as eleições.

Ou seja, estamos quase a chegar ao tempo em que Almada se irá transformando, "cirurgicamente", num "estaleiro de obras"...

(Fotografia de Luís Eme - Cova da Piedade)

sexta-feira, maio 31, 2019

O Cristo-Rei está de Costas, Mas...


Não sei para que serve o "mono" que estão a acabar de construir, quase rente ao Cristo-Rei.

Sei sim que é de um mau gosto incrível, construir um "barracão" (para qualquer negócio...) tão próximo do Monumento.

Eu sei que o Cristo-Rei está de costas, mas mesmo assim, não deve achar nenhuma piada ao que por ali estão a fazer...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, fevereiro 09, 2019

A Petição para uma "Terceira Ponte"


Quando soube da apresentação de uma petição pública, por uma nova travessia do Tejo (túnel Algés-Trafaria), a primeira coisa que pensei, foi que se devia tratar de um grupo de pessoas que queriam marcar a sua posição, política, mesmo que esta estivesse longe de ser uma prioridade, especialmente para a Trafaria.

Para mim, a grande prioridade para a Trafaria, continua a ser a "reconquista" da sua praia, passando de estaleiro das pequenas embarcações para estância balnear (apesar da poluição, tem melhores condições naturais que a maior parte das nossas praias fluviais...)

Mas depois percebi que era uma iniciativa das gentes da Charneca de Caparica e da Sobreda (as freguesias com mais habitantes do Concelho), e que elas têm toda a legitimidade em procurar uma forma de chegar mais cedo a casa, sem perderem o tempo que perdem nas travessias do Rio.

O que eu não sei, é se os peticionários sabem que estão a falar de uma localização que está inserida no chamado "Canal do Tejo", que em alguns lugares do rio, tem a profundidade de 75 metros... O que é capaz de dificultar um pouco as coisas no campo da engenharia e nos custos...).

sábado, setembro 09, 2017

O Caminho Mais Fácil de Resolver os Problemas...

O caminho mais fácil de resolver os problemas do Ginjal é sempre fechar, proibir, entaipar ou colocar sinais de perigo...

Deve ser por essa razão que as escadas da Boca do Vento de Almada estão fechadas há largos meses. Com toda a certeza que durante este período de tempo aumentaram os utilizadores do elevador panorâmico, mas não havia necessidade...

Eu sei que também é o meu lado "anarquista" a falar, mas estou farto da utilização de placas de proibição, como "solução" para os vários problemas do Ginjal.

Custa-me a acreditar que não exista qualquer forma legal de obrigar os proprietários a fazer as obras necessárias... 

Mas no caso particular das escadas da Boca do Vento, tenho quase a certeza de que elas estão debaixo da alçada no Município (ou da Junta de Freguesia)... 

Eu sei que se trata de uma zona sem moradores, ou seja, sem eleitores. Mas é uma tristeza a forma como os governantes, locais e nacionais, tratam o Ginjal. Até por ser um dos pontos do concelho mais procurados por turistas...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, agosto 06, 2016

Há Cinquenta Anos Foi Assim...

Há cinquenta anos, a 6 de Agosto de 1966 todos os caminhos foram dar à nova Ponte Sobre o Tejo, que finalmente iria unir a Capital ao Sul do país e provocar um crescimento desmedido em toda a Margem Sul, especialmente nos Concelhos de Almada e Seixal.

Nesta fotografia assistimos à chegada do Presidente do Concelho (mais pomposo que primeiro-ministro), Oliveira Salazar, que sempre torceu o nariz a esta obra (votou contra, tal como o ministro das finanças de então, no Conselho de Ministros de 14 de Janeiro de 1959 e que seria aprovada por maioria), mas foi forçado a aceitá-la, em nome do progresso (outra palavra que lhe fazia cócegas...).


Ele também "fingiu" não querer aceitar o nome, "Ponte Salazar"... mas lá ficou, pelo menos até à Revolução de Abril de 1974...

(Fotografias de autor desconhecido)

sexta-feira, agosto 05, 2016

Ponte Sobre o Tejo - Antes e Depois

Estas duas fotografias são bastante elucidativas do que mudou na paisagem do Tejo.

É o antes e o depois...


Embora não tenham sido tiradas exactamente do mesmo local, são ambas da zona de Belém, na Margem Norte do Rio. 

E valem bem as tais "mil palavras"...

(fotografias de autor desconhecido)

quinta-feira, agosto 04, 2016

Ponte Sobre o Tejo - a Construção

As obras de construção da Ponte sobre o Tejo decorreram entre Novembro de 1962 e Agosto de 1966, naquela que foi a obra mais arrojada do "Estado Novo", transformando um sonho de quase um século em realidade.

Houve muitos aspectos inovadores e impressionantes nesta notável obra de engenharia. Mas aquele a que iremos dar um maior relevo e homenagear serão aos muitos operários, que foram forçados a ser uns autênticos "trapezistas" (muitas vezes sem qualquer rede).


Apesar dos riscos corridos houve poucas vitimas mortais (pouco mais de uma dezena, embora oficialmente só tenham sido divulgado quatro...).

Talvez tenham beneficiado da vigia atenta do "Cristo Rei"...

(Fotografias de autores desconhecidos)

sábado, maio 09, 2015

O Carro Já Era, Ficou o Buraco...


Já "despacharam" o carro que estava de pernas para o ar no Ginjal (não era assim tão grande como isso...), provavelmente por via fluvial.

Agora fica o buraco, com as grades ainda mais caídas, que não deixa de ser um "lugar de interesse turístico", no meio de novas placas de proibição afixadas, agora amarelinhas...

quinta-feira, abril 30, 2015

Novo Objecto Promocional do Ginjal


Embora seja quase ridículo falar do desabamento de uma pequena parte do Cais do Ginjal, se pensar na tragédia que aconteceu no Nepal, não posso deixar de comentar o comunicado do Município, que empurra toda a responsabilidade do que aconteceu  para cima da empresa - Tejal - Empreendimentos Imobiliários Lda. - proprietária de 90 % daquela área.

A Câmara Municipal de Almada queixa-se da ausência de resposta da empresa, quando lhe foi solicitado que fizesse obras de beneficiação no local, por este estar cada vez mais em risco para todos aqueles que por ali circulam.

Também diz que foi decidida a interdição total da circulação automóvel naquele espaço.

Embora saiba que há acordos que se estabelecem entre várias entidades (e devem ser respeitados...) faz-me alguma confusão que toda a margem do rio rente ao Ginjal seja considerada "privada". Será que no futuro podemos ser proibidos de circular por ali? Podem-nos "roubar" o Tejo?

E claro que ainda hoje circularam carros pelo Ginjal, sem contar com os parados, de todos aqueles que utilizam o espaço como "parque de estacionamento" (e não existe qualquer sinal de proibição visível)...

Não deixa de ser curioso que o veiculo acidentado - a fotografia foi tirada na tarde de hoje - continue no mesmo local onde caiu (como foi notícia na televisão, talvez esteja a ser utilizado como objecto promocional do Ginjal)...

sexta-feira, fevereiro 21, 2014

Os Buracos da Cidade


Uma boa parte das ruas de Almada são um perigo para os carros, devido aos buracos (quase crateras...) que encontramos e muitas vezes não temos grandes hipóteses de nos desviarmos.

Já uma vez furei um pneu numa destas "crateras" (enviei fotografias, do local assim como o recibo do pneu novo para a Junta de Freguesia e para o Vereador respectivo e nunca obtive qualquer resposta...) e tive de arcar com as despesas...

Incomoda-me todo este abandono, até porque, se há coisa que o Município de Almada se regozija - e ainda bem -, é de ter boa "saúde financeira". 

Pergunto: se há dinheiro, porque razão as estradas de Almada estão neste estado miserável?

domingo, fevereiro 16, 2014

A Costa de Caparica e a Polis


Devo confessar que desde que o mau tempo se instalou entre nós, ainda não fui à Costa de Caparica (esta foto tirei-a ainda em 2013). Até porque não costumo fazer parte do tradicional  "grupo excursionista" que não falha uma tragédia...

Embora os problema da falta de areia das praias da Costa, sejam muito diferentes dos da Foz do Arelho, Vila Praia de Âncora e de tantas praias de Norte a Sul, que foram o "maná" de tanto vendedor de areia do mar, não são menos preocupantes.

Mas o que é mais incrível é a forma como foram feitas todas as obras do programa "Polis", especialmente as do paredão, que segundo as imagens televisivas, estão cheias de brechas, com a água a invadir os parques de estacionamento e de campismo...

Pergunto: como é que é possível, que obras com menos meia-dúzia de anos estejam assim? 

Provavelmente a culpa é do maldito Mar e nunca dos responsáveis por tão boa "empreitada" (para os seus bolsos, claro)...

terça-feira, março 12, 2013

O Tempo dos Contentores


Ainda não escrevi sobre esta coisa feia e estúpida que querem colocar na Trafaria, por onde passei ao fim da tarde de domingo. 

Nem tão pouco sei se é uma acção com pés e cabeça, ou apenas mais uma "mania" destes governantes, que têm tanto de incompetente como de insólito.

Se a maior parte das mercadorias tiver como destino a margem norte do Tejo, faz algum sentido colocar mais um conjunto de monos na Outra Banda, que depois terão de atravessar o rio, pela sempre congestionada ponte 25 de Abril?

Eu sei que esta gente nem as pensa. Quando me lembro do aeroporto da Ota, está tudo dito. Andámos quase vinte anos a navegar no erro e deitar dinheiro fora...

Aliás, o segredo da poupança dos tais quatro mil milhões, está mesmo no fim do desperdício feito por esta gente que se governa e alimenta tantos escritórios e ateliers  de advogacia, economia, arquitectura, etc,  bons a fazer estudos disto e daquilo, que normalmente apenas servem para lhes encher os bolsos de euros...

terça-feira, novembro 13, 2012

Há "Petróleo" em Cacilhas


Quem passa pelo antigo "Largo da Bomba" (junto ao antigo quartel dos Bombeiros de Cacilhas e agora Centro de Turismo) fica no mínimo surpreso, perante o quadro que encontra.

Nem estou a falar do buraco e das máquinas (no nosso país é normal esburacar estradas e praças, acabadinhas de arranjar...). A questão que me chamou mais a atenção foi o cartaz azul, que quase que chama ignorantes aos "velhos de Cacilhas", que sabem muito bem onde ficava o poço e a respectiva bomba.


Mas é notório que o Município gosta de "descobertas", é por isso que faz publicidade como se houvesse petróleo em Cacilhas ou se o poço fosse um achado arqueológico, do tempo dos romanos ou fenícios...

Nota: O poço é do século XX.

domingo, maio 27, 2012

Cacilhas já Está Diferente


Sempre defendi que os carros deviam ser retirados da rua Cãndido dos Reis, por isso estou satisfeito com o que já está a acontecer, mesmo sem as obras estarem concluídas.

E também saúdo o regresso do Chafariz ao começo do largo de Cacilhas, porque tal como Farol, é um elemento fundamental da história da Freguesia.

Agora só falta limpar um pouco as margens, torná-las mais suaves e atractivas (porque não colocar meia dúzia de árvores resistentes e mais bancos de jardim?) na frente ribeirinha do largo, para se olhar o rio com olhos de ver...

quinta-feira, agosto 18, 2011

Ainda o Ginjal e o Futuro


Em 1993 os proprietários (Imobiliária e Construtora Grão-Pará; João Teotónio Pereira Junior Lda; Soturis; Castro e Melo) de então da área do Ginjal realizaram um projecto extremamente completo, cujo programa preliminar abordava todas as áreas de estudo, inclusive a caracterização climática de toda a zona, por possuir um microclima muito especial.


Embora não conheça o projecto actual ao pormenor, o mapa que foi divulgado pela comunicação social não difere muito do desenvolvido no princípio da década de noventa.

Foi pena que a Autarquia tenha colocado uma série de obstáculos e que não viabilizasse o projecto de então, tendo sido perdidos quase vinte anos.

Hoje a realidade é diferente, há novos proprietários do Ginjal e a posição do Município também parece ser mais aberta.

Mas falta o principal: dinheiro para grandes obras.

Por isso é que penso que se perdeu uma oportunidade de ouro em 1993, de se desenvolver e dar uma vida nova ao Ginjal.

domingo, janeiro 02, 2011

Reforço de Placas no Ginjal


O final de ano foi aproveitado para afixar mais placas de "perigo", para afugentar os turistas, que mesmo assim preferem aproveitar a beleza do Tejo e enfrentar as frases proibitivas de peito aberto, tal como eu.


Espero que as placas não sejam mais um prenúncio de um novo adiamento nas obras, com um atraso de pelo menos uns vinte anos...

quinta-feira, novembro 06, 2008

«Isto está Porreiro Pá!»

Nunca assisti em "directo" a tanta incompetência, como nas obras para o Metro de Superfície de Almada.

Á boa maneira portuguesa, dizem-me que todas as obras do Estado são assim. É possível. Mas não deixa de ser a negação do tal país que nos tentam vender, em quase todas as notícias, mais moderno, mais capaz e mais rigoroso.
São as obras do "nacional-porreirismo", onde ninguém fiscaliza ninguém e os trabalhadores a soldo das incontáveis sub-empreitadas, fazem o que todos observamos diariamente. Assentam os mosaicos sem qualquer esquadria ou nível; colocam a calçada cheia de lombas e de espaços entre pedras; abrem valas e esquecem-se sempre dos fios ou tubos de qualquer coisa; remendam as estradas e os passeios sem qualquer sentido estético, etc.
Talvez seja este o, «porreiro pá!», do primeiro-ministro.
Responsáveis? Ocorre-me imediatamente a empresa que ganhou o concurso para a realização das obras, essa mesmo, a Mota e Engil, do senhor Coelho, que deve estar cheio de cartolas lá em casa.
Entretanto fico sentado na plateia, a ver se a Autarquia, quando receber a "Nova Almada", vai fazer ou não ondas...

segunda-feira, outubro 27, 2008

Mar com Ruinas

As obras do Polis lá vão avançando, lentamente, na Costa de Caparica, rente às praias, que ganharam bastante areia, neste Verão e Outono.

As novas instalações dos restaurantes e apoios de praia também têm bom aspecto. Claro que o que se ganha em modernidade perde-se em diversidade, de cores e modelos. Mas o saldo final é muito positivo.
Em contrapartida, o centro da cidade está cada vez mais feio e abandonado. Casas degradadas ou a precisarem de obras, abundam em quase todas as ruas...
Nunca percebi as razões da Costa de Caparica e da Trafaria, terem sido tão ignoradas nos últimos trinta anos, pelos poderes local e nacional. Não se conseguiu tirar qualquer partido das condições naturais destas localidades para o turismo. Porquê?

sábado, outubro 11, 2008

As Derrapagens do Costume...

Se há algo me faz confusão nas obras públicas, são as habituais derrapagens de muitos milhões. Não duvido que nesta "contabilidade" existem sempre grandes aproveitamentos, de todas as partes envolvidas, para ludibriar o Estado (ou seja, todos nós).
Mas há outro factor importante, que tomei conhecimento, por ser um espectador assíduo das obras
intermináveis do Metro de Superfície de Almada, ainda que de forma involuntária. Refiro-me ao desperdício de tempo, materiais, e claro, a mais que notória, incompetência da construtora e respectivos técnicos.
Há locais onde se abriram, fecharam e voltaram a abrir, buracos, três e quatro vezes no mesmo sitio, por se terem esquecido de qualquer coisa. Em alguns lugares já estava tudo pronto no exterior...
Não percebo porque razão não se chama ninguém à responsabilidade, neste caso particular de Almada, sabendo que a Câmara tem no terreno pessoal especializado a acompanhar as obras.
Será que os engenheiros da Autarquia não têm olhos para tanta incompetência?

quarta-feira, setembro 17, 2008

Louvor às Mulheres Corajosas

Começo por dizer que este texto não tem uma ponta de ironia.

É sim uma mostra da identidade feminina das algumas mulheres, que não dispensam o salto alto, mesmo em "tempos de guerra"...
Só mulheres com coragem, vaidade e bastante amor próprio, são capazes de desafiar os arruamentos do centro Almada, constantemente em mudanças e povoados de buracos para todos os gostos.
Provavelmente estas mulheres já deram cabo de alguns saltos, e até já torceram os pés, mas nem por isso desistem, de andar de salto alto, porque a beleza é fundamental nestes tempos que correm...