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sábado, agosto 22, 2020

As Dores da Idade...


Quando a mãe se queixou das dores de cabeça e culpou as "mudanças de tempo" (cada vez mais repentinas...), a minha filha sorriu, como se se tratasse de uma "invenção", ou de uma "desculpa".

Quando se tem dezasseis anos, duvida-se de tudo, também por o corpo suportar quase tudo... É cedo demais para sentir as dores físicas da idade, sentem-se mais as emocionais...

(Fotografia de Luís Eme - Porto Covo)

domingo, julho 05, 2020

A "Ligação à Comunidade Local"


Há quase 27 anos realizou-se em Almada o "3.º Congresso Nacional de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto".

Houve dezenas de intervenções, algumas bastante importantes, mas que acabaram por passar ao lado de quase todos os participantes, inclusive dos Almadenses. Uma delas foi da autoria do meu amigo Fernando Barão (em representação da Incrível Almadense), que nos deixou em Maio, que passados estes anos, não só mantém a actualidade como nos demonstra todo o tempo que se perdeu, sem fazer essa coisa simples e praticável, que é a "Ligação (das Colectividades) à Comunidade Local", que temos todo o gosto em transcrever os seus três primeiros parágrafos:

«A verdadeira e única saída para a evolução do Movimento Associativo será a sua ligação à comunidade que o rodeia.
Assim é da máxima importância, o estabelecimento de ligações pragmáticas e afectivas de todos os núcleos colectivistas de uma localidade com a sua população, de forma a que esta reconheça as suas validades e sintam, no dia a dia, as suas acções benéficas e altruístas.
Uma instituição colectiva, nos tempos que vão correndo terá de ir ao encontro da sua comunidade local, com objectivos certeiros, perscrutando primordialmente as suas carências. Terá de ser, insofismavelmente, o elemento necessário ao seu abastecimento de índices que alterem superiormente, as formações físicas e anímicas dessas gentes vítimas de uma sociedade consumista onde impera  o lucro fácil em troca de péssimos serviços.»

Todos aqueles que fizeram o que o Fernando, muito bem escreveu, que conseguiram com que as suas Colectividades se aproximassem das comunidades onde estão inseridas e lhes oferecessem o que necessitavam, de certeza que ficaram melhor que, os que se limitaram apenas a assobiar para o ar ou a bater à porta das autarquias, para pedir o respectivo "subsídio"...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

quarta-feira, abril 15, 2020

Bom Dia "Cantores"!

Penso que foi na televisão que ouvi alguém a lamentar-se, que nem sequer ouvia os pássaros...


Mas se há "gente" que tem regressado às cidades, sem medos de "viroses", é a passarada.


Como calculam, não estou a falar de pombos ou gaivotas. Mas de melros, pardais, entre outros pequenos cantores... Até descobri um casal de corvos na antena de televisão dos vizinhos da frente...

(Fotografias de Luís Eme - Almada)

quinta-feira, setembro 26, 2019

O "Capítulo Maldito"...


Há um capítulo do meu caderno "25, uma experiência associativa em almada (1994-2019)",  mais polémico que todos os outros, onde faço uma análise fria e objectiva sobre a relação do poder autárquico com o associativismo ("O Poder Local e o Associativismo").

Não tenho qualquer problema em apontar o dedo a quem em vez de distribuir "canas de pesca", distribuiu "caixas de peixe" (e não existe qualquer desculpa, para quem exerceu o poder durante mais de quatro décadas...) pelas colectividades almadenses.

Embora reconheça que já seja tarde para discutir o que quer que seja, gostava que as minhas palavras servissem para algo mais, que as habituais discussões de café...

Claro que também gostava que alguns amigos meus comunistas não tivessem ficado incomodados com as minhas palavras, que apenas dão "voz" ao meu olhar atento e à minha experiência associativa de 25 anos, mas...

segunda-feira, maio 27, 2019

A Passagem do "Espanta-Peixes"...

Às vezes o cacilheiro aproxima-se ligeiramente da margem e os pescadores não acham muita piada.

Talvez por ser um bocado grande, alguns rapazes habituaram-se a chamar-lhe o "espanta-peixes"...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, abril 17, 2019

Aprender a Dizer Não...


É quase uma verdade "la paliciana", a palavra sim, ser sempre muito mais agradável, e fácil de dizer, que a palavra não.

Durante anos e anos, quase que só "pratiquei a palavra sim", tantos nos meios associativos como nos meios literários locais.

Isso acontecia por gosto (e vaidade claro...), por amizade (é sempre difícil dizermos não a um amigo...) e também por dever (estarmos bastante ligados ao meio e sentirmos que devemos transmitir aos outros as nossas inquietações e os nossos conhecimentos...).

Depois começamos a perceber que estamos a aparecer vezes demais... "ensaiamos o primeiro não", com a desculpa da "agenda" (mesmo que ela esteja quase vazia de compromissos do género...). Achamos que não devemos voltar a escrever o prefácio de um livro do mesmo autor, mesmo que seja de um amigo, para não nos repetirmos (o "não" nem sempre é bem aceite, as pessoas acham que a recusa se deve à sua qualidade - nestes casos, a falta dela...).

O mais curioso, é que quando nos habituarmos a usar a palavra "não", sentimos-nos muito mais livres...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, abril 11, 2019

«O que é isso de 'rabos de palha'?»


Pois é, a sabedoria popular tem muito que se lhe diga. Nem parece que foi criada quase em oposição aos "eruditos" dos tempos passados...

A minha filha com catorze anos, perguntou-me o que era isso dos 'rabos de palha' (ela pergunta-me muita coisa, que eu tenho a mania que ela já devia saber...  esqueço-me de que não passou uma boa parte das férias grandes da infância, na aldeia, na casa dos avós, tal como eu e o meu irmão. Esta passagem pelos campos foi decisiva para o enriquecimento do meu vocabulário, sem que me apercebesse...).

Comecei por dizer que os rabos de palha deixam sempre rasto por onde passam... Depois fui mais longe e disse, que às vezes falamos de coisas, como se não tivéssemos nada a ver com elas, mas há sempre alguém que nos lembra que não é bem assim. Somos traídos pela memória mais vezes do que devíamos.

Acabei por lhe dar um exemplo prático, de Cavaco Silva (que como diz o meu amigo Gui, é a "virgem mais puta de Portugal"...), que sempre que tem uma oportunidade destila os seus "ódios de estimação", esquecido dos seus "pecadilhos" enquanto governante e político. Mas basta perceber que ele é o homem que garante a pés juntos, que nunca foi político, quando foi dez anos primeiro-ministro e outros dez presidente da República (sem somar o seu tempo como ministro das Finanças...).

Pois foi, afinal nos seus governos também havia primos, tios, e até esposas de ministros...

quarta-feira, março 20, 2019

O Velho Hábito de "Atirar Areia para os Olhos" dos Outros...

O "Encontro do Movimento Associativo Almadense" foi de tal forma livre, que houve quem usasse a palavra para defender o indefensável. Falamos de um autarca do PS, presidente da União de Juntas da Charneca de Caparica e Sobreda, que até quis usar palavras caras, dizendo que os problemas do Associativismo são endógenos e não exógenos (internos e não externos...), tentado salvar a face do Município, como se o Encontro tivesse como único objectivo atacar a Câmara Municipal de Almada.

Os problemas internos que existem na generalidade das colectividades (e são vários...) foram quase sempre provocados por factores externos a estas, ou seja, pelas próprias mudanças da sociedade onde estamos inseridos, que se foi tornando, de ano para ano, mais egoísta e individualista, colidindo frontalmente com os princípios do Associativismo.

Não há nenhum modelo Associativo do século XIX, XX ou XXI. Há assim adaptações sócio-económicas, sócio-culturais e sócio-desportivas, que se fazem (ou devem fazer...) naturalmente ao longo dos anos. 

Neste caso em particular, se há alguém que está a abrir "trincheiras" (palavra de Pedro Matias...), é o Município, que nem sequer se dá ao trabalho de ouvir os dirigentes associativos do concelho de Almada.

É muito fácil falar na "urgência" de trazer os jovens e as mulheres para o Movimento Associativo, para desviar as atenções.  Difícil é alterar o rumo actual da sociedade, cada vez mais desigual, e que trata os jovens como se fossem cidadãos de segunda, apesar das suas qualificações, oferecendo-lhes na generalidade dos casos, trabalho precário e mal pago...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, março 17, 2019

Autarquia Almadense de Costas Voltadas para o Associativismo

Ontem estive presente no "Encontro do Movimento Associativo Almadense", que se realizou na Cova da Piedade, organizado pela Associação das Colectividades do Concelho de Almada, onde se abordaram, com alguma pertinência, alguns dos problemas que afectam o Movimento Associativo Popular do Concelho.

Estiveram presentes cerca de 100 pessoas, cuja maioria eram dirigentes associativos. Houve vinte intervenções, da mesa e da plateia, quase todas elas pertinentes, trazendo para a reunião problemas concretos e oferecendo também algumas pistas para a sua resolução.

Percebemos que existe um problema comum, a falta de apoio e de sensibilidade, por parte do Município, perante a generalidade das Colectividades de cultura, desporto e recreio, que todos sabemos, continuarem a substituir o Estado nos seus deveres, expressos na Constituição...

A ausência de qualquer elemento do Município (foram convidados a Presidente do Município, o Presidente da Assembleia Municipal, os Vereadores e um Director de Serviços...), diz quase tudo sobre sobre a sua posição perante um parceiro, incontornável, em Almada.  

Sim, incontornável. As Associações são as responsáveis por quase tudo o que se faz na cultura, no desporto, no recreio, junto das populações. Nos últimos anos ainda têm ido mais longe, oferecendo apoio nos cuidados primários que são prestados, às pessoas mais idosas e carenciadas de Almada (todas as Freguesias do Concelho têm associações de reformados, às quais se juntam outras IPSS's que diariamente apoiam milhares de pessoas...).

Trabalho esse que sempre foi feito, maioritariamente, de forma voluntária e graciosa.

Durante a próxima semana irei escrever no "Casario" sobre algumas das coisas mais importantes que ouvi (algumas delas completamente incompreensíveis...).

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, março 10, 2019

A Aposta (oficial) na Transformação de Almada em "Cidade Satélite" de Lisboa


A entrevista de hoje da presidente do Município de Almada,  Inês Medeiros, à revista "Visão", acaba por ser positiva, pelo menos para mim.

Já tinha notado (e escrito...) que há a tentativa de "roubar" a identidade local do Concelho de Almada - e até a própria história -, fingindo não perceber que os almadenses não se envergonham do seu passado, das suas raízes operárias e associativas. 

Claro que acho muito bem que se aproveitem as potencialidades da nossa localização geográfica, do "boom" do turismo, mas sem termos de ser, necessariamente, uma "Mini Lisboa". 

Será que não podemos fazer todo esse aproveitamento e continuarmos a ser Almada?

Quando a presidente diz: «Quando chegamos de cacilheiro a Cacilhas, pomos os pés em terra e deixamos de ver Lisboa. Há uma espécie de muro, de muralha de aço [risos]. Não faz sentido sermos o município da resistência. Os próprios almadenses sentiam um desfasamento entre as potencialidades de Almada e a realidade. Tem de haver outra dinâmica.» Também sorrio.

Acho alguma graça a esta caracterização (muito perto da fabulação...). Talvez por nunca ter encontrado nenhum muro, muito menos uma muralha no Largo. 

Encontro sim, um largo feio e pouco agradável para quem chega, sim (desde sempre...), embora perceba que a maior parte das pessoas que chegam do cacilheiro são habitantes da Margem Sul (esquecendo as horas mortas...) que querem apanhar os autocarros e o metro, para chegarem o mais rapidamente a casa... Ou seja, afastar os transportes do Largo, será um problema para toda aquela gente...

Mas basta andar uns metros em direcção ao Farol e apreciar o Tejo que chega a Lisboa (há bancos e tudo para nos sentarmos...).

Há uma outra frase, que diz muito da presidente: «Almada tem de sair do estado de bela adormecida e acordar para todo um fervilhar que existe na Área Metropolitana de Lisboa, assumindo a sua centralidade, tendo um espaço público mais qualificado, sendo um município de referência a nível universitário e criando um conjunto com a capital. Somos dois municípios que se olham nos olhos. Encaramo-nos de frente.»

No meu olhar, descubro uma lisboeta estrangeirada, apostada (são suas as palavras...) em criar um conjunto com a Capital. Isso explica em parte a aposta de tantos lisboetas em lugares-chave da Autarquia, em detrimento de almadenses. E explica também algum cosmopolitismo, que tem pouco a ver com a realidade do Concelho.

Acredito que a presidente ainda vai perceber que as coisas não mudam apenas por "decreto", ou porque achamos que estamos certos e os outros estão todos errados...

(Fotografia de Luís Eme - o Largo de Cacilhas, sem qualquer muro ou muralha, o Tejo está logo ali, a dizer-nos olá...)

quarta-feira, fevereiro 13, 2019

O Livro como Obra de Arte


No sábado à tarde fui à Casa da Cerca assistir a uma conferência bastante educativa, com Ana João Romana, que nos falou da "Lenda de São Julião Hospitaleiro" (que desconhecia...) e que também inspirou Amadeo de Souza-Cardoso, que fez um quase desconhecido Livro com Obras de Arte, inspirado na lenda, escrita por Flaubert (que copia integralmente e ilustra...), em 1912, quando ainda estava em Paris.

Não fazia ideia que no século XVIII William Blacke publicara um minúsculo livro  (mais pequeno que o A5...) com a sua arte, ou seja, os seus poemas e as suas pinturas (inspiradas nas suas palavras). Algo que seria complementado quase um século depois por William Morris, um dos grandes pioneiros do design moderno... 

Foi muito bom ouvir a Ana João, que com uma linguagem simples, ofereceu às pessoas que a rodeavam (quis que a conversa fosse quase em mesa redonda...), mais conhecimento sobre essa coisa bonita, que é o livro como obra de arte.

Gostei de aparecer e de aprender mais um pouco sobre estas coisas do mundo das artes, que complementam a exposição "O Futuro do Passado", patente na sala principal de exposições da Casa da Cerca.

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, setembro 28, 2018

O Portugal Manso...

As povos são que são. Nós portugueses, somos seguramente, pouco dados a aventuras e sobressaltos. E tenho muita dificuldade em culpar o Salazar por isso.

Normalmente gostamos do conforto, preferimos sempre não sermos incomodados. Acreditamos que há sempre alguém que faz barulho e luta por nós na rua.

Gritamos muito, mas é em casa e nos cafés, no convívio com os amigos. E agora também fazemos "revoluções" nas redes sociais. 

Quando chega a hora de agir, tentamos sempre escapar. Somos capazes de inventar mil desculpas para não termos de fazer alguma coisa, para não lutarmos pela mudança.

Embora tenha falado na primeira pessoa do plural, felizmente não faço parte do Portugal destes portugueses. 

Talvez a culpa seja do "sangue gitano", que ainda corria nas veias do meu pai...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, agosto 22, 2018

Não há Placas de Proibição...

Como deixei de responder a comentários aqui no "Casario", acho por bem, fazer uma pequena nota (com uma fotografia tirada ontem ao fim da tarde...).

Não não é proibido tomar banho nas praias do Ginjal. As pessoas não o devem fazer por duas coisas, por terem a sensação de que não são "praias" (normalmente não há pessoas deitadas ao sol nem chapéus e toalhas), e também por que as correntes do Tejo são perigosas. Alguém mais aventureiro, distraído, poderá ser levado com facilidade alguns metros para o meio do rio, sem se aperceber...

Mas aparentemente as praias continuam nossas.

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, novembro 04, 2017

Uma Tarde Memorável...

Foi muito bom poder apresentar o "Passeio Mágico com Romeu Correia", rodeado de tantos amigos (dos bons).

Eu sabia que o Fernando Barão iria alongar-se na apresentação, por adorar viajar com as palavras, mas é sempre um prazer escutá-lo e sentir o seu carinho e amizade. E ninguém diria que aquele jovem tem 93 anos (talvez possa entrar para o "guiness" como apresentador de livros, como ele próprio referiu), porque manter toda aquela lucidez e bonomia, está só ao alcance dos quase "imortais".


Em suma, foi uma bela tarde de sábado, passada na Sala Pablo Neruda, do Fórum Romeu Correia.

(Fotografias de João Miguel)

quarta-feira, outubro 25, 2017

O Meu Próximo Livro...

A partir de hoje irei falar do meu próximo livro, que será apresentado no dia 4 de Novembro, pelo meu amigo Fernando Barão.

Chama-se "Passeio Mágico com Romeu Correia", porque foi construído como se fosse uma conversa (ou entrevista...), entre dois amigos, sobre a história de vida de um deles.

Foi escrito intencionalmente para ser editado neste ano de 2017, em que se comemora o Centenário do nascimento de Romeu Correia.

Posso acrescentar que todas as palavras ditas pelo Romeu, são mesmo dele (extraídas de entrevistas, crónicas e ensaios publicados na imprensa nacional e local). Eu limitei-me a "perguntar" e a "organizar" (tentar dar uma ordem cronológica e algum sentido literário).

Há ainda uma segunda parte do livro, mas a explicação fica para outra "posta"... 

domingo, agosto 13, 2017

Não há Pés para Tantos Tiros...

A oposição em Almada usa "armas" que só parecem ser usadas por quem não conhece a cidade.

Esta série de cartazes foi capaz de dizer coisas, daquelas que até fazem pensar: «será que eles querem mesmo dizer isto?» Ou pior ainda: «eles não têm mais nada para nos dizer?»

Será que eles querem chamar às pessoas "lixo"? É que há bastante tempo que não notava as ruas de Almada tão limpas. Nem mesmo os contentores tem sido transformados em lixeiras a céu aberto como noutros tempos de má memória...

Será que a oposição só sabe falar aos almadenses de coisas pequeninas, ignorando os verdadeiros problemas da cidade?

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, maio 27, 2017

Uma Bela Surpresa


Ontem acabei por ter uma bela surpresa, no Centro de Documentação das Instituições Religiosas e da Família, por ver na assistência muitas pessoas que não conhecia, para além dos amigos, claro, que não nos deixam "desamparados" nestes momentos.

E nem vou falar de uma Amiga que veio de mais longe, e por ser de fora, andou perdida por Almada, encontrando a Capela da Ramalha, já próximo do fim. As surpresas, mesmo as boas, nem sempre correm da melhor maneira...

Apesar de ter cinco folhas com palavras, funcionaram mais como auxiliares, pois acabei por falar quase de improviso, prolongando até um pouco a palestra. Isso aconteceu pelo entusiasmo que fui sentindo, ao falar sobretudo do Romeu Correia (fiquei com a sensação de que falei mais dele e da sua obra que das Bibliotecas e da Cultura Almadense...), e também por descobrir interesse nos olhares da plateia...

Houve também algumas intervenções da plateia, que acabaram por enriquecer a sessão.

Um dos aspectos mais importantes que retive, foi ter conseguido despertar a curiosidade e o interesse pela obra teatral do Romeu, que penso ser a mais desconhecida da maior parte das pessoas.

(Fotografia de Mimi)

quarta-feira, maio 24, 2017

Romeu, Bibliotecas, Culturas...


O convite inicial foi para falar dos meus livros, com total liberdade. Acabei por decidir ir mais longe e falar de coisas mais abrangentes, sem me esquecer de que estamos no ano do Centenário do Romeu Correia.

É já na sexta.

terça-feira, maio 02, 2017

Abril em Maio na Incrível

No próximo sábado será inaugurada na sede da Incrível a exposição, "A Incrível na História da Resistência em Almada", que tem o meu dedo. 

Há alguns episódios e algumas pessoas que merecem ser recordadas. É isso que iremos procurar fazer.

Após a inauguração haverá um colóquio, que tem como convidados principais Alexandre Castanheira e Carlos Alberto Rosado, dirigentes e activistas culturais na Incrível em dois períodos distintos, e que será moderado por mim.

São dois motivos de interesse para quem se interessa por história e gosta da Incrível Almadense.