Nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
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domingo, fevereiro 02, 2020
sábado, maio 18, 2019
Um Quase Vilhena no Ginjal
Uma das coisas mais curiosas da "arte de rua" do Ginjal é o seu prazo de validade.
De tempos a tempos muda-se de cenário (presumo que isso aconteça sem se dar qualquer cavaco aos "artistas" substituídos nas paredes...), umas vezes para melhor, outras para pior, acompanhando os ciclos da vida.
Reparo que nos últimos tempos apareceu pelo Ginjal um tal "latino 89", que dá alguns ares do grande José Vilhena...
(Fotografia de Luís Eme)
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terça-feira, fevereiro 05, 2019
O Associativismo Almadense e o Elitismo Cultural
As demasiadas "transferências" de gente da Capital para Almada, para exercerem funções de chefia em órgãos culturais do Município, faz com que se olhe demasiadas vezes para a cultura local, como uma coisa quase se segunda, principalmente quando esta é difundida pelo movimento associativo.
Até posso perceber que gostem mais de "lagosta" que de "jaquinzinhos" (embora estes hoje sejam muito mais procurados por quem vem de fora...), mas sempre ouvi dizer que os gostos não se devem discutir. A qualidade sim, pode e deve ser discutida. E essa, posso dizer com alguma propriedade, que tem deixado muito a desejar, naquela que quer ser a "grande sala de visitas" de Almada, a Casa da Cerca.
Nunca esqueço uma exposição que esteve patente neste lugar único de Almada, que acabei por visitar com os meus filhos e os meus sobrinhos, depois deles andarem a brincar nos seus jardins. Quando lhes perguntei o o que achavam da exposição, o meu sobrinho mais velho, com a sua "alma de artista", torceu o nariz e disse-me que era capaz de fazer muito melhor, que os quadros que estavam na parede. E tinha toda a razão. As telas penduradas resumiam-se a bocados de cimento atirados para cima do tecido, que depois tinham sido pintado com tintas claras...
Volto a dizer mais uma vez: espero que as pessoas de Lisboa desçam à terra, porque Almada não é a Capital do País...
(Fotografia de Luís Eme)
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terça-feira, maio 09, 2017
A "Arte em Festa" em Almada
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quarta-feira, março 23, 2016
Muralma 16
Esteve patente na Oficina de Cultura, uma excelente exposição de arte urbana, de quatro artistas almadenses (Skran, G. Delaunay, Klit, Ketam), em mais uma edição da "Quinzena da Juventude".
Gostei muito do que vi. Este painel da autoria de G. Delaunay explica um pouco as minhas palavras.
(Fotografia de Luís Eme)
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segunda-feira, dezembro 21, 2015
Terreiro do Paço Multicolor
No sábado fui passear pela baixa lisboeta natalícia e descobri um movimento nas ruas e nas lojas de outros tempos.
Antes de atravessarmos o rio, no regresso a casa, passámos pelo Terreiro do Paço, para ver as projecções animadas adequadas à época no edifício principal da Praça que também é do Comércio.
É um espectáculo que merece ser visto, numa Lisboa renovada, cada vez mais a pensar no turismo, de dentro e de fora.
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sexta-feira, dezembro 11, 2015
A Arte sem Concessão
Vou voltar às belas pinturas que foram feitas no começo do Caramujo, porque houve um "mural" que me fez pensar, por dar a sensação que se tratou de uma "encomenda". Nada de inédito no mundo das artes, diga-se de passagem, mas a Arte deveria ser sempre outra coisa...
Além disso, acho que os exemplos escolhidos, da trabalhadora alentejana dos campos e dos operários da Lisnave, embora façam parte da memória de todos nós, estão longe de ser esperança e futuro em Almada.
E a Arte é presente. O futuro não existe.
Fora estas questões ligadas às palavras, é mais um excelente exemplo de arte pública de rua, apesar dos seus traço reviverem um pouco o "neo-realismo", sem que mal algum venha ao mundo por isso.
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domingo, julho 12, 2015
sábado, junho 27, 2015
A História das Artes Plásticas em Almada
A história das Artes Plásticas em Almada, continua por fazer. Felizmente ainda estão entre nós vários "actores" dos primeiros grandes movimentos artísticos que se realizaram em Almada, e que sempre que são convidados falam da história de Almada no campo das artes, que acaba por se confundir com a história das suas vidas, com essa coisa agradável, de acrescentarem sempre mais algum dado novo e importante.
Foi o que aconteceu no serão de sexta feira, quando a IMARGEM (na sua excelente programação da "Arte em Festa", que decorre até ao fim do mês), convidou Francisco Bronze, Jorge Norwick e Louro Artur, para nos falarem de "Artes Plásticas: Três Monentos - Três Comentários".
Louro Artur falou mais que os seus dois companheiros, provavelmente por ter a memória mais fresca e também por sempre se ter interessado pela componente histórica no mundo das artes (até por ter sido professor...).
Viajámos pelas exposições do Convento dos Capuchos (anos 1950), pelo movimento artístico do café "Dragão Vermelho" (1959 a 1961), sem ignorar as várias exposições feitas nas Colectividades e o papel cultural das bibliotecas associativas, muitas vezes contrariado pelas direcções... E claro, os elementos que colaboraram nas muitas iniciativas realizadas, alguns apenas apoiantes, como foi o caso de Jaime Feio e Alfredo Canana, mas não menos importantes na sua divulgação.
Falámos ainda do "Manifesto Cultural" dos anos 1960, do mistério dos imensos quadros perdidos ao longo dos anos, oferecidos ao Município Almadense (desde os anos 1950...) e com mais suavidade do que a organização queria, do "Alternativa - Festival Internacional de Arte Viva" (teve três edições em Almada, 1981, 1982 e 1983).
Tudo isto para dizer que foi muito bom ouvir estes três artistas plásticos, que são uma parte importante da história das Artes Plásticas de Almada, até como fundadores da IMARGEM.
A fotografia é de Gena Souza.
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quarta-feira, abril 30, 2014
O Regresso do "Trafaria Praia"
O regresso do cacilheiro artístico, "Trafaria Praia", de Veneza está a ser bem aproveitado comercialmente pela empresa "Douro Azul" (e provavelmente pela Joana Vasconcelos...), que desceu do Porto para a Capital.
Não sei em que moldes foi efectuada a transferência da obra de arte navegável. Espero que tenha sido transparente.
E pelo preço dos bilhetes, parece que estas viagens são mesmo só para turista...
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quinta-feira, junho 20, 2013
A Casa da Cerca Festeja Vinte Anos
A Casa da Cerca, um dos lugares mais bonitos de Almada, faz a bonita idade de vinte anos e no dia 22 de Junho está em festa das dez às duas horas da manhã, com um dia cheio de Arte e Diversão.
Quem ainda não conhece este espaço de artes, com jardins agradáveis e um dos melhores miradouros sobre o Tejo e Lisboa, não deve perder a oportunidade de visitar a Cerca em Festa.
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domingo, junho 17, 2012
A Casa da Cerca em Festa
Ontem ouve Festa na Casa da Cerca, na comemoração de mais um aniversário deste espaço único em Almada.
Além das exposições, houve feira, oficina de arte, música (com baile armado, como podem ver na fotografia, com "Os Cientistas de Pé") e até "relax", com aulas de yoga, tai-chi e massagens.
Passei lá ao fim da tarde, ainda a tempo de festejar a bonita Casa da Cerca.
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segunda-feira, abril 02, 2012
O Grafite pode ser Bonito
(para a Cris)
Na praça Gil Vicente, em Almada, havia um muro branco, que assim que era pintado, aparecia logo um desses rapazes (desses mesmo, que deixam as suas impressões em tanto lugar, tornando o feio ainda mais horrível...), a borrar o branco.
Desta vez a Junta de Freguesia foi mais inteligente e foi ter com um desses artistas urbanos e encomendou-lhe a obra, que ficou bonita, como podem ver pelas fotografias.
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quarta-feira, maio 18, 2011
Um Jardim e um Miradouro Único
Hoje, Dia Internacional dos Museus, deixo uma referência a um dos melhores cartões de visita deste lado do rio, a "Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea de Almada".
Além de ter sempre duas três exposições artísticas patentes nas suas salas, tem um magnífico miradouro do Tejo e de Lisboa, e ainda o jardim botânico, "Chão das Artes", que embora já tenha merecido mais cuidado, continua a ser um lugar extremamente agradável.
Se não conhecem, apareçam. Vão adorar o espaço e as vistas.
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sábado, abril 30, 2011
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Bonecos do Ginjal (6)
Mais um "autógrafo"...
Mais um "artista" de parede, que deixa a sua marca. É apenas isso mesmo, uma marca, nunca a diferença, a revolução que o Ginjal tanto pede...
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domingo, janeiro 30, 2011
Diários Gráficos em Almada
Foi inaugurada ontem uma bonita exposição intitulada "Diários Gráficos em Almada" - e no Mundo, acrescento eu -, no Museu da Cidade, na Cova da Piedade.
Os muitos diários estão metidos em gavetas, onde podem ser olhados com o encanto que estes rabiscos bonitos nos despertam.
Estavam presentes vários autores, entre os quais o Eduardo Salavisa, que gostei de rever, que escreveu um texto ("Não somos Desenhadores Perfeitos") em que explica que a maior parte dos autores da exposição não pretendem ser artistas e para quem o desenho representa muitas coisas e dá alma á sua vocação de observadores atentos do mundo que os rodeia.
Em suma, uma bonita exposição no concelho de Almada a não perder.
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sábado, janeiro 15, 2011
quarta-feira, janeiro 05, 2011
Bonecos do Ginjal (2)
Penso que estas iniciais são a "marca" de um artista qualquer, que usa as paredes como tela.
Digo isto porque elas aparecem noutros lugares, com outras tonalidades...
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