Mostrar mensagens com a etiqueta Barcos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Barcos. Mostrar todas as mensagens

domingo, agosto 16, 2020

O Tejo está a Voltar a Ter Movimento...

Os turistas estão a voltar à Capital, e seduzidos pelo Tejo, não perdem um bom passeio do Estuário à Foz...

(Fotografia de Luís Eme - Tejo)

domingo, julho 26, 2020

O que o Tejo Une e Separa...


Penso que o Tejo é o principal responsável pelo facto das localidades ribeirinhas, próximas da Capital, possuírem uma identidade própria, que também tem sido alicerçada por séculos de história.

Almada, Barreiro, Seixal ou Montijo, por exemplo, são muito diferentes da Amadora, de Odivelas ou de Loures.

Esta "fronteira" natural só começou a ser esbatida nos últimos cem anos, com a melhoria das condições de travessia do rio, com o começo da oferta de carreiras regulares entre as duas margens do rio. 

E a partir de 1966, com a construção da Ponte 25 de Abril (é muito mais bonito que o nome anterior...) que liga Alcântara ao Pragal, tudo ficou mais próximo...

(Fotografia de Luís Eme - Tejo)

sábado, junho 29, 2019

"Salvos" pela Largueza do Tejo...


A largueza do Tejo poupa-nos da visão catastrófica da quase "invasão" turística e capitalista (sim é o dinheiro que faz com que circulem tantos "monstros gigantes", que navegam por aí e deixam a sua pegada por onde quer que passam), que se faz pelos grandes portos do Mundo.

As imagens que o Malomil divulgou sobre Veneza não precisam de mais palavras...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, setembro 18, 2018

O Ginjal com Barcas e Gentes ao Fim da Tarde...


Toda a gente quer ganhar dinheiro com os turistas.

Esta é a explicação óbvia para o encontro com tantas barcas a passearem Tejo abaixo, Tejo acima, povoadas de gente, cada vez mais rendida aos encantos do melhor rio do mundo...

E é também por isso que a gente de fora continua a encher as esplanadas e  os passeios rente às duas Margens.

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, dezembro 12, 2017

Afinal não Houve "Batalha Naval" no Tejo...

Não, não houve qualquer "batalha naval" no Tejo, comemoraram-se 700 anos da Marinha de Guerra Portuguesa...

Foi por isso que hoje andaram mais de uma dezena de navios de guerra da Marinha (de várias classes e tamanhos...) a navegar pelo Tejo. 

O Cacilheiro juntou-se à festa...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Os Cacilheiros do Luís Serra


Almada é uma Terra de excelentes artistas. Uns mais conhecidos, outros menos.

Luís Serra é um deles, não fosse um fazedor de cacilheiros em miniatura, com uma perfeição que espanta.

No dia 25 de Fevereiro os seus barcos visitam a Escola Cacilhas-Tejo e ficam por lá até ao dia 6 de Março, na exposição, "Memória (s) dos Barcos do Tejo".

segunda-feira, julho 14, 2014

Boca do Vento


Almada tem uma característica especial, é um dos melhores lugares para "comer paisagem", deixando-nos deliciados em vários miradouros, voltados para o Tejo e para Lisboa.

A Boca do Vento é um desses lugares. Hoje é conhecida sobretudo pelo seu elevador panorâmico (a Boca do Vento fica na parte superior). 

O seu topónimo faz todo o sentido, pois é um dos melhores lugares para sentirmos o vento, seja sentados nos seus bancos de cimento ou na ponte que nos leva ao elevador.

Vento que nos refresca com a brisa do rio.

quarta-feira, abril 30, 2014

O Regresso do "Trafaria Praia"


O regresso do cacilheiro artístico, "Trafaria Praia", de Veneza está a ser bem aproveitado comercialmente pela empresa "Douro Azul" (e provavelmente pela Joana Vasconcelos...), que desceu do Porto para a Capital.

Não sei em que moldes foi efectuada a transferência da obra de arte navegável. Espero que tenha sido transparente.

E pelo preço dos bilhetes, parece que estas viagens são mesmo só para turista...

quinta-feira, abril 17, 2014

Muito Tejo


Se há fotografia da minha exposição que se identifica com o "Casario do Ginjal" é "Muito Tejo", com um dos cais do Ginjal a caminho das ruínas, um cacilheiro no meio do rio e Lisboa como pano de fundo...

Falta só o quase poema que escrevi como complemento da imagem:

Muito Tejo

Esta podia ser
a barca do MUITO TEJO
que o poeta Ary popularizou
entre muitos poemas e canções
como as "Portas que Abril Abriu"
um hino de todas as revoluções...

sábado, fevereiro 22, 2014

A Festa das Artes da SCALA

Participo mais uma vez na "Festa das Artes da SCALA", com quatro fotografias, que será inaugurada logo às 16 horas e pode ser visitada até ao dia 9 de Março, na Oficina de Cultura de Almada.

Escrevi um pequeno texto que acompanha as imagens, que tenta explicar o óbvio...

Partir...

Pelo Tejo vai-se para o Mundo,
empurrados pelas ondas
e pelos ventos do Atlântico...


Chegar...

Chegar é quase sempre melhor que partir.
Trazemos sempre histórias para contar
e abraços para dar...


Voltar...

É o dia-a-dia de quem trabalha na Lisboa,
que olha a janela do cacilheiro e esquece
a constância dos dias sempre iguais...



Ficar...

O nosso destino também é ficar.
Não esquecemos os "velhos e novos do Restelo",
nem aqueles que se disfarçam de pescadores
e ficam a acenar as barcas que vão para o Mar...

sábado, novembro 16, 2013

O Árabe que Quis "Comprar" a Trafaria


O Tejo continua a fazer "milagres" todos os dias.

Um dos futuros donos de um império petrolifero das arábias passou por Lisboa e ficou encantado com muito do que viu. Numa viagem que fez de iate, entre o Sado e o Tejo, cruzando o Cabo Espichel, já dentro do "rio da minha Aldeia", pediu para visitar a Terra que tinha muitos barcos pequenos ancorados (Trafaria...). 

Fizeram-lhe a vontade e o homem, temporariamente sem turbante, ficou maravilhado com aquele lugar. Não tanto com o que viu, mas sim com o que pensou: a possibilidade de fazer algo diferente, mais bonito e moderno.

Uma das primeiras coisas que quis saber, foi se havia alguma possibilidade de arrancar dali as torres circulares, que lhe explicaram que eram depósitos de cereais. Disseram-lhe que não e ainda acrescentaram a história dos "contentores"...

Soltou apenas duas palavras: «que pena.»

Nota: esta pequena história não passa de ficção. Mas é pena ver a Trafaria, irremediavelmente perdida, e provavelmente ainda mais abandonada, uma vez que deixou de ser Freguesia...

sexta-feira, setembro 13, 2013

Depois...


«Os trabalhadores da LISNAVE que contactámos, não conseguiram esconder a nostalgia e o desencanto que sentem, por verem os estaleiros completamente abandonados, a caminho da degradação total.

Muitos continuam a pensar que os estaleiros poderiam ter continuado a laborar na Margueira. Não com os serviços de “decapagem” (nocivos para o ambiente e para a saúde), mas apenas como estaleiro de reparação naval. Poderia oferecer trabalho a muita gente necessitada, nestes tempos em que o desemprego tem atingido números impensáveis no nosso País…»

(O texto é meu e a fotografia do João Soeiro)

quinta-feira, setembro 12, 2013

Durante...


«Ultrapassados os percalços normais dos primeiros meses, que surgem em qualquer grande empreendimento, os anos seguintes de laboração revelaram-se de grande sucesso, com o aumento encomendas e também de funcionários. De 1967 até 1974, o número de operários dos estaleiros quase que duplicou.

A LISNAVE era praticamente uma cidade dentro de outra cidade, a funcionar 24 horas por dia, 365 dias por ano…»

(o texto é meu e a fotografia de João Soeiro)

segunda-feira, setembro 09, 2013

"Lisnave, Uma Viagem no Tempo"


Está é a capa do Livro/ Catálogo, com textos da minha autoria e fotografias de João Soeiro, que será apresentado em Cacilhas, no próximo sábado.

Será tema de conversa durante esta semana aqui no "Casario".

Começo por publicar o texto que escrevi para a contracapa:

«A LISNAVE não foi apenas um empreendimento gigantesco, que rasgou o Tejo, colocou Portugal no “mapa-mundo” da indústria naval e fez crescer todo o Concelho de Almada, particularmente, Cacilhas.

Foi muito mais…

Foi o começo de um sonho para milhares de portugueses, que sentiram que era possível “emigrar” sem sair do país.»
                                                

terça-feira, agosto 06, 2013

A Barca, Entre as Árvores


São cada vez mais raras as vezes que os "ferrys" navegam no rio.
Fados da crise...

Este encontrei-o, quase casualmente,
entre as árvores do Ginjal...

segunda-feira, julho 15, 2013

Hoje está Sol


Hoje está Sol, mas nos últimos dias um manto de nuvens tem coberto o astro solar, que tanto nos ilumina...

Mas não foi nada desagradável esta frescura, depois de vários dias com temperaturas acima dos quarenta graus...

Na fotografia surgem os meus filhos, numa das esplanadas ribeirinhas da nossa Margem. 

Foram eles que quiseram dar uma volta até ao Ginjal, na sexta feira...

sábado, fevereiro 23, 2013

Os Cacilheiros


Não imagino Cacilhas sem os Cacilheiros.

Nem tão pouco o Tejo, o rio da minha aldeia, que quase nos oferece "cruzeiros", um tudo nada rápidos, entre Cacilhas e Lisboa.

Quando digo um tudo nada rápidos, estou a pensar nos dias que não tenho pressa, em que era capaz de deixar a "barca laranja" ser levada pela corrente...

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

Olhar o Ginjal no Tejo


Já têm perguntado por aqui onde fica o Ginjal.

Esta é uma das fotografias que identifica muito bem este lugar ribeirinho, da Margem Sul, que também é conhecida como Outra Banda ou ainda Margem Esquerda.

Muito casario abandonado, mesmo no fim da fotografia aparece o elevedor panorâmico, que nos leva à Boca do Vento e até à Casa da Cerca (um dos lugares mais bonitos de Almada...)

A fotografia foi tirada a bordo do "Eborense", que faz cada vez menos travessias. E eu que gosto de viajar no convés e sentir o ar fresco do Tejo, mesmo nos dias calmos...

terça-feira, setembro 04, 2012

Barcas do Tejo no Ginjal


A praia das Lavadeiras, além dos dois bons restaurantes ("Atira-te ao Rio" e "Ponto Final", também é o porto de abrigo de algumas embarcações, que costumam ficar por ali, nas proximidades, antes de partirem pelo Tejo acima...

quinta-feira, agosto 16, 2012

O Tejo e o Turismo


Faz-me confusão que a Transtejo (entre outras tantas empresas portuguesas...) não utilize mais a inteligência, que não aproveite as potencialidades que o Tejo lhe oferece.

Ao longo das suas margens, não faltam pontos de interesse para se fazerem vários cruzeiros, a pensar nos turistas.