Nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
Mostrar mensagens com a etiqueta Natal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Natal. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, dezembro 24, 2019
sábado, dezembro 14, 2019
A Arruada de Natal da Incrível
A Banda da Incrível saiu à rua na já tradicional "Arruada de Natal", tendo oferecido a sua música, alusiva à época, a todos aqueles que a meio da manhã andavam pelo Mercado ou pelas principais artérias e praças do centro de Almada.
Foi bom sentir a alegria a irradiar os rostos de quem passava, ou simplesmente estava nas esplanadas do centro da Cidade a beber um café e a conversar com amigos, com esta bela surpresa, Incrível e natalícia.
(Fotografia de Luís Eme - Almada)
Marcadores:
Alegria,
Almada,
Associativismo,
Cultura,
Incrível Almadense,
Música,
Natal
quarta-feira, dezembro 04, 2019
Natal Almadense com Cheiro a Lisboa...
O Natal almadense volta a ter um cheiro a Lisboa, tal como aconteceu no ano passado, com a realização de vários espectáculos que, provavelmente, vão encher a tenda de circo, montada no parque urbano do centro da cidade.
Não tenho nada contra as visitas de Pedro Abrunhosa, Miguel Esteves Cardoso, Gregório Duvivier, Aldina Duarte, Miguel Araújo ou Ana Bola, entre outros comediantes e músicos, que vão tentar animar Almada.
Mas como morador e contribuinte cá do burgo, ficava mais satisfeito se pelo menos 10 por cento da despesa que o Município irá fazer com toda esta animação, fosse gasto com as bandas filarmónicas do Concelho e com os seus grupos corais ou de música popular...
(Fotografia de Luís Eme - Almada)
sexta-feira, março 22, 2019
"Colisão" entre o Lazer e o Desporto na Sobreda...
Talvez por ter feito atletismo, senti próximas as inquietações relatadas por uma dirigente do clube de atletismo da Charneca de Caparica, no "Encontro do Movimento Associativo Almadense". Preocupações extensivas a todos os clubes que treinam as disciplinas técnicas na pista municipal da Sobreda (especialmente os lançamentos do disco e do martelo...).
Antes do Natal foram instalados rente à pista de atletismo um conjunto de diversões de inverno, sem que houvesse a preocupação de manter o normal funcionamento dos treinos, que se realizavam naquele espaço, especialmente o treino de lançamentos, pois com todas aquelas barracas brancas próximas do sector de lançamentos colocado fora da pista, é impossível treinar o disco ou o martelo ali, por questões de segurança.
O que estranhamos é que esta situação se arraste no tempo (praticamente não há clientes para a "pista de gelo" e deverá ser assim, até ao próximo Natal...) e não se tenha feito nenhuma tentativa de "deslocalizar" as diversões, para uma área segura, que permitisse uma convivência saudável entre as actividades de lazer e as desportivas...
Nota: faz-me confusão que o senhor Pedro Matias, tão diligente a defender o Município dos Associativistas, ainda não tenha tido a preocupação de arranjar uma solução para este problema, a contendo das duas partes, até porque se trata de uma questão localizada geograficamente na Freguesia que dirige...
(Óleo de Jean Metzinger)
Marcadores:
Associativismo,
Atletismo,
Bom Senso,
Desporto,
Natal,
Poder Local,
Prazeres,
Segurança
sábado, dezembro 22, 2018
sexta-feira, dezembro 22, 2017
quinta-feira, dezembro 22, 2016
domingo, dezembro 18, 2016
Uma Cidade Quase a Gritar, ao Fim do Dia...
A festa de Natal da SCALA tinha acabado e lá vim eu a pé, até Cacillhas. Já na Avenida Afonso Henriques reparei na fila enorme de carros e nos polícias que condicionavam o trânsito, proibindo a passagem por algumas ruas.
Olhava as pessoas dentro dos carros, quase em fúria, provavelmente a maldizer a hora que tinham vindo às compras ou simplesmente passear na Cidade...
Já na Gil Vicente perguntei a um polícia se tinha havido algum acidente. Disse-me que não, era apenas a "Corrida de São Silvestre de Almada".
Já tinha estranhado a data da prova, mas nunca mais liguei ao assunto. Agora voltei a estranhar, o dia e também a hora. Para quem não saiba as "Corridas de São Silvestre" normalmente realizam-se no último dia do ano e festejam (embora a morte não seja uma festa...) a data do falecimento de São Silvestre, um papa mártir da igreja católica, ainda dos tempos do Império Romano, que depois foi canonizado, sendo um dos primeiros Santos da Religião Católica.
O que é facto é que os organizadores das provas de corrida, que nem sequer devem saber (ou ter a curiosidade de...) quem foi Silvestre, acham que, tal como o Natal, a corrida de São Silvestre também pode ser quando o homem quiser...
E claro que é um absurdo fazer esta corrida tradicionalmente nocturna, às 19 horas, no centro de Almada... pois é hora de ponta em qualquer cidade num sábado das vésperas de Natal...
(Fotografia de Luís Eme)
quarta-feira, dezembro 23, 2015
segunda-feira, dezembro 21, 2015
Terreiro do Paço Multicolor
No sábado fui passear pela baixa lisboeta natalícia e descobri um movimento nas ruas e nas lojas de outros tempos.
Antes de atravessarmos o rio, no regresso a casa, passámos pelo Terreiro do Paço, para ver as projecções animadas adequadas à época no edifício principal da Praça que também é do Comércio.
É um espectáculo que merece ser visto, numa Lisboa renovada, cada vez mais a pensar no turismo, de dentro e de fora.
Marcadores:
Arte Contemporânea,
Lisboa,
Natal,
Olhares,
Turismo
sábado, dezembro 12, 2015
Natal Associativo
A SCALA a Incrível e a Universidade Sénior Dom Sancho promovem hoje um Espectáculo de Natal, com a participação de várias atracções musicais ligadas às Colectividades do Concelho, no Salão de Festas da Incrível Almadense, às 15.30 horas.
É uma boa oportunidade para se ver o que se faz em Almada no campo da chamada Cultura Popular (que ainda existe e resiste, nestes tempos austeros).
A entrada é gratuita.
Marcadores:
Associativismo,
Convites,
Cultura,
Incrível Almadense,
Música,
Natal,
SCALA
quarta-feira, dezembro 24, 2014
terça-feira, dezembro 24, 2013
A Noite de Natal
Em
a noite de Natal
Alegram-se os pequenitos;
Pois sabem que o bom Jesus
Costuma dar-lhes bonitos.
Alegram-se os pequenitos;
Pois sabem que o bom Jesus
Costuma dar-lhes bonitos.
Vão
se deitar os lindinhos
Mas nem dormem de contentes
E somente às dez horas
Adormecem inocentes.
Mas nem dormem de contentes
E somente às dez horas
Adormecem inocentes.
Perguntam
logo à criada
Quando acorde de manhã
Se Jesus lhes não deu nada.
Quando acorde de manhã
Se Jesus lhes não deu nada.
–
Deu-lhes sim, muitos bonitos.
– Queremo-nos já levantar
Respondem os pequenitos.
– Queremo-nos já levantar
Respondem os pequenitos.
Mário de
Sá-Carneiro
O óleo é de Alvaro Reja.
sábado, dezembro 21, 2013
A Banda da Incrível Voltou a Animar Almada
Como de costume a banda filarmónica da Incrível Almadense saiu à rua, neste sábado, pela manhã, para espalhar pelas ruas de Almada, músicas alusivas a esta época festiva.
O ponto alto voltou a ser o mercado municipal da rua Olivença, completamente invadido pelos músicos, para gáudio dos comerciantes e dos clientes.
segunda-feira, dezembro 24, 2012
Feliz Natal, Natal Feliz
Natal, e Não Dezembro
Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio,
no prédio que amanhã for demolido ...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos, e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave ...
Entremos, despojados, mas entremos.
Das mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio,
no prédio que amanhã for demolido ...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos, e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave ...
Entremos, despojados, mas entremos.
Das mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
David
Mourão-Ferreira
Marcadores:
Escritores,
Festas,
Natal,
Palavras,
Poesia
sábado, dezembro 22, 2012
A Arruada de Natal da Incrível
Fazendo jus à tradição, a Banda Filarmónica da Incrível Almadense andou esta manhã a espalhar alegria pelas ruas de Almada com a execução de belas músicas de Natal, animando um pouco mais as pessoas, com um notório semblante carregado, devido a este tempo pouco dado a alegrias, apesar da quadra festiva que se aproxima.
E até levou consigo um Pai de Natal "Incrível", bem mais elegante que o convencional.
E até levou consigo um Pai de Natal "Incrível", bem mais elegante que o convencional.
Além da sua passagem pelas ruas, também entrou no mercado da rua Olivenza, para gáudio dos mercadores e clientes, que aplaudiram com satisfação esta bela surpresa natalícia da Incrível.
Marcadores:
Almada,
Gente de Almada,
Incrível Almadense,
Música,
Natal,
Ruas
terça-feira, dezembro 18, 2012
Não Fui, Não vou à Missa
Se tivesse alguma dúvida, em ir ou não à missa, perdia todas as que tivesse ao ouvir aquele "beato Salu", deliciado com o Natal cheio de pobres e desta caridadezinha (falo disso no "largo"...) que lhes enche o "coração".
Provavelmente é um dos muitos que enchem o confessionário de histórias para receber o perdão desejado, pois segunda feira começa uma nova semana com novos pecados, porque deus lá estará à sua espera, no dia de conversar a sós com o padre, naquele cubiculo, onde até se pode falar da cobiça pela vizinha, mais uma vez, coisa que se resolve com dois ou três "pais nossos" ou "avé marias"...
A superioridade que saltava do seu corpo era tanta em relação a nós (talvez herejes ou pior...), que devia estar convencido que já tinha um banco no céu, aliás um sofá, que tinha muito mais a ver com ele.
Não, não fui, nem vou à missa. Nem sou do clube destes "cristãos". Sou pela solidariedade e não pela caridade.
E continuo satisfeito por não querer ser mais nem menos que ninguém...
Marcadores:
Almada,
Gente de Almada,
Natal,
Palavras,
Religião,
Solidariedade,
Tempos,
Vidas
quinta-feira, dezembro 23, 2010
Natal à Beira Rio

NATAL À BEIRA-RIO
É o braço do abeto a bater na vidraça?
E o ponteiro pequeno a caminho da meta!
Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,
A trazer-me da água a infância ressurrecta.
Da casa onde nasci via-se perto o rio.
Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!
E o Menino nascia a bordo de um navio
Que ficava, no cais, à noite iluminado...
Ó noite de Natal, que travo a maresia!
Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.
E quanto mais na terra a terra me envolvia
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.
Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me
À beira desse cais onde Jesus nascia...
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?
David Mourão-Ferreira
É o braço do abeto a bater na vidraça?
E o ponteiro pequeno a caminho da meta!
Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,
A trazer-me da água a infância ressurrecta.
Da casa onde nasci via-se perto o rio.
Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!
E o Menino nascia a bordo de um navio
Que ficava, no cais, à noite iluminado...
Ó noite de Natal, que travo a maresia!
Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.
E quanto mais na terra a terra me envolvia
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.
Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me
À beira desse cais onde Jesus nascia...
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?
David Mourão-Ferreira
A bonita fotografia é da Luisa, que tem um blogue estupendo, "Beira-Tejo".
Marcadores:
Blogosfera,
Fotografia,
Natal,
Poesia,
Rio Tejo
segunda-feira, novembro 22, 2010
Pequenas Coisas que me Fazem Ver Mais Longe
Critico como sou, disse logo que era cedo demais para a "coisa" e que poderiam ter esperado pelo menos pelo primeiro de Dezembro. Sim, com o dinheiro poupado nas iluminações de Natal em onze dias, era possível fazer centenas (milhares, mais por aí...) de cabazes de Natal, que poderiam ser oferecidos, criteriosamente, às famílias mais desfavorecidas do Concelho.
Levei como resposta, «mas é tão giro, não sejas estraga prazeres. Além disso nota-se que há muito menos exuberância nas luzes.»
Calei-me e percebi que o povo também se alimenta destas luzes (e também do fogo de artificio do fim de ano, que para mim é um desperdício de dinheiro, mas eu sou um antiquado...). O povo e os "eleitos", claro. Eles não querem que "nos falte nada", neste e noutros natais...
Marcadores:
Almada,
Dinheiro,
Festas,
Gente de Almada,
Natal
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)




