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segunda-feira, agosto 10, 2020

Uma "Pequena (grande) Ilusão" no Ginjal...


Quem passa pelos restaurantes do Ginjal, sente que está tudo normal.

É impossível manter o distanciamento, entre quem passa e quem lancha ou janta... 

E depois, o Tejo, com a sua beleza natural, ajuda a alimentar esta "pequena (grande) ilusão"...

(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)

sexta-feira, agosto 07, 2020

Um Amigo Único

Talvez nem ele saiba de onde lhe vêem as forças... que o ajudaram a chegar, hoje, aos noventa anos.

A vida teimou, vezes demais, em lhe oferecer "o pão que o diabo amassou". Mas ele enfrentou-a de peito aberto, decidido a construir o seu próprio destino. E conseguiu-o.

Claro que não comemora este aniversário, como desejava, rodeado de amigos. Este tempo maldito tentou "passar-lhe a perna", mas ele continua com a esperança de voltar a abraçar e a beijar os amigos, não fosse ele um Homem de afectos, que nunca teve pudor em utilizar a palavra amor no seio da família e dos amigos.

Para o Orlando o melhor da vida continuam a ser as pessoas. Foi por isso que encontrou no Associativismo um campo de amizade, companheirismo e solidariedade. Foi por isso que sempre que lhe foi possível, criou "tertúlias", para estar com os amigos.

Faço parte da última tertúlia que ele criou (juntamente comigo, com o Chico e com o Carlos), a "Tertúlia do Bacalhau com Grão", que se foi alargando a mais amigos e que foi interrompida pela pandemia.

Sei que a Amizade não se agradece, mas sabe tão bem sentirmos que temos um verdadeiro amigo, único... 

(Fotografia de Carlos da "Olivença" - Almada)

quarta-feira, junho 24, 2020

Tudo é Diferente...



A nossa vida mudou...

(Nunca pensei que fosse possível, mudar tanto em tão pouco tempo)

Hoje é dia de São João, é dia da Cidade de Almada e feriado municipal. Infelizmente este ano é um feriado diferente, estranho, que faz de Almada e de todas as Terras que festejam habitualmente os Santos Populares, lugares mais silenciosos, frios e pobres...


(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)

quarta-feira, fevereiro 26, 2020

A Devolução de Subsídios ao Município


A minha primeira impressão sobre a exigência de devolução de subsídios atribuídos a Colectividades almadenses pelo Município, era de que se tratava de uma medida correcta (as verbas não foram utilizadas para o fim a que foram pedidas).

Mas depois de fazer uma análise mais profunda, fiquei com bastantes dúvidas se este era o procedimento que fazia mais sentido, ainda por cima de alguém que já demonstrou, mais que uma vez, que não tem grande respeito pelo passado e pelo presente do Movimento Associativo Popular.

Sei de pelo menos cinco casos de Colectividades que, ou já devolveram, ou vão ter de devolver verbas que lhes foram atribuídas (acredito que deverão existir mais...). E também sei que em alguns casos estas verbas só foram "desviadas" do objectivo para a qual tinham sido concedidas, por uma mera questão de sobrevivência destas colectividades.

Colectividades que se sentem cada vez mais "órfãs", de quem as apoiava (o que acontecia durante a governação da CDU...) e agora parece estar mais apostado na sua extinção, que na sua sobrevivência...

(Fotografia de Luís Eme - Cova da Piedade)

segunda-feira, setembro 30, 2019

Brincar com as Tradições


O protesto do Centro de Cultura Libertária, pode ter sido mais positivo do que se poderá pensar. E não estou a pensar nos animais, mas sim nas pessoas.

O que se organizou no passado domingo não tem nada que ver com as "burricadas" (a corrida sem burros é uma coisa mais carnavalesca que tradicional...).

É preferível manter os passeios (no fundo as burricadas eram isto, passeios de burro guiados, com vários percursos pelo Concelho) no Largo de Cacilhas e o comércio nas ruas, mas colocar de lado as "palhaçadas"...

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)

sexta-feira, setembro 27, 2019

As Burricadas em Cacilhas


Como já escrevi no meu "Largo", no dia 29 de Setembro (domingo) realizam-se as habituais "Burricadas", fazendo jus a uma velha tradição local, organizada pelos escuteiros de Cacilhas.

Quem não vai estar pelos ajustes, é o Centro de Cultura Libertária, com sede na rua Cândido dos Reis, por onde de faz o habitual percurso das "Burricadas", que divulgou no seu blogue que iria organizar uma "jornada de protesto" silenciosa, junto ao seu espaço, com o VOE (Veganismo de Oposição à Exploração).

O CCL irá colocar uma faixa com estas palavras: "Os animais não são um brinquedo" e farão ainda uma pequena performance "O burro triste".

Claro que há um excesso de proteccionismo aos burros, que contraria o uso que tradicionalmente se dá a estes animais domésticos (mesmo nos lugares onde existem associações de protecção dos Burros, é normal serem realizados passeios no seu dorso, quase sempre por crianças...). 

Mas todos os "radicalismos" acabam por nos fazer pensar... E neste caso particular, acho que os Escuteiros  deviam  ser alheios à organização, pois como defensores da natureza, deviam proteger todas as espécies animais...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, julho 06, 2019

O Poder nunca Gostou do "Contraditório"


De longe a longe tenho algumas conversas que me fazem lembrar as discussões sobre o "sexo dos anjos". 

A última delas foi com alguém próximo da CDU, que desabafou sobre a falta de um bom jornal em Almada, capaz de denunciar todos os problemas que estão ser criados pela presidência actual socialista.

Talvez não estivesse à espera que eu lhe recordasse, que a CDU nunca apoiou o "Jornal de Almada", de forma a que este pudesse subsistir, porque este tentava exercer o "contraditório" (por vezes de forma excessiva...), o que não agradava a quem exercia o poder há décadas (e quase sempre com maiorias...).

A boca fugiu-lhe para a verdade quando disse que o "Jornal de Almada" sempre fora um "pasquim" da igreja.

Pois é, quando se dão notícias "contra nós", os jornais têm sempre todos os defeitos do mundo...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, abril 17, 2019

Aprender a Dizer Não...


É quase uma verdade "la paliciana", a palavra sim, ser sempre muito mais agradável, e fácil de dizer, que a palavra não.

Durante anos e anos, quase que só "pratiquei a palavra sim", tantos nos meios associativos como nos meios literários locais.

Isso acontecia por gosto (e vaidade claro...), por amizade (é sempre difícil dizermos não a um amigo...) e também por dever (estarmos bastante ligados ao meio e sentirmos que devemos transmitir aos outros as nossas inquietações e os nossos conhecimentos...).

Depois começamos a perceber que estamos a aparecer vezes demais... "ensaiamos o primeiro não", com a desculpa da "agenda" (mesmo que ela esteja quase vazia de compromissos do género...). Achamos que não devemos voltar a escrever o prefácio de um livro do mesmo autor, mesmo que seja de um amigo, para não nos repetirmos (o "não" nem sempre é bem aceite, as pessoas acham que a recusa se deve à sua qualidade - nestes casos, a falta dela...).

O mais curioso, é que quando nos habituarmos a usar a palavra "não", sentimos-nos muito mais livres...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, março 07, 2019

Regras Ambientais Diferentes em Almada...


No sábado o meu filho andou a cortar alguns ramos da nespereira da avó. Passei por lá no fim e ajudei a arrumar num canto do quintal o que se cortara, contrariando a ideia e vontade de colocar tudo junto aos contentores do lixo. Disponibilizei-me a contactar a União de Juntas de Almada, para depois recolherem o "lixo verde" do quintal e não no passeio, em nome das regras de higiene e civismo.

Quando contactei telefonicamente a Junta para a "recolha", acabei por ser surpreendido, pela negativa, para variar. O funcionário que me atendeu disse que a União de Juntas não fazia recolhas em quintais e aconselhou-lhe a ir colocando, ao cair da noite, os ramos da nespereira, junto ao contentor do lixo, que depois seriam recolhidos durante a manhã.

Como se costume dizer "quem manda pode" e mesmo a contragosto, lá colocámos as folhas e os bocados de troncos junto ao contentor mais próximo.

Curiosamente, hoje acabei por achar piada a este placard informativo do Município, que até fala de "coimas", para quem deixar "monos" e outro lixo, junto aos contentores...

Parece-me que era boa ideia, que se entendessem sobre este assunto. Não faz qualquer sentido que o Município diga uma coisa e a União de Juntas outra... Até porque estou de acordo com o placard informativo, quero uma Almada mais limpa...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, fevereiro 08, 2019

As "Danças Políticas" da Dança em Almada...

A notícia da criação da Casa da Dança de Almada, em Cacilhas, num primeiro olhar, pareceu-me quase uma "brincadeira", por saber que já existe há bastantes anos na Cidade, a Companhia de Dança de Almada.

Mas vamos lá transcrever a notícia que li no "JN":

"A Companhia Paulo Ribeiro - Associação Cultural receberá 120 mil euros para a concretização, dinamização e programação deste projecto, a instalar no Ponto de Encontro, em Cacilhas", indica, em comunicado, o Município do distrito de Setúbal. Segundo a mesma fonte, a Casa da Dança de Almada será uma estrutura centrada na dança contemporânea, com dois objectivos principais: "garantir uma oferta de qualidade ao nível da programação de espectáculos de dança contemporânea e promover o ensino das diferentes modalidades de dança contemporânea e, sobretudo, junto da população mais jovem de lançar novos horizontes e de resgatar talentos."

Este episódio faz com que comece a acreditar que os "boatos" que ouço por aí têm alguma razão de ser, e que possa haver mesmo uma "guerra surda", socialista, que quer acabar com o que entende serem os "feudos comunistas" associativos e culturais.

Como sempre me manifestei contra o "compadrio" que existia entre a CDU e algumas associações, no passado, não posso aceitar, de maneira nenhuma, que também se façam "perseguições políticas", no presente...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, janeiro 24, 2019

«Almada não é Lisboa!»

Enquanto cidadão almadense, começo a ficar incomodado,com as mudanças que o Município está a fazer nas suas estruturas, algumas das quais começam a querer perturbar "o coração da cidade", mexendo inclusive com a sua história e as suas tradições.

Não digo isto apenas por algumas das pessoas escolhidas para cargos de responsabilidade, terem vindo da Capital. Embora sejam quase todos "para-quedistas", um termo que Fernando Gil, dirigente histórico da Incrível, gostava de usar quando aparecia gente de fora a querer "trepar paredes" nas colectividades. Ou seja, gente sem qualquer conhecimento ou identificação com Almada.

Ao contrário do que deve pensar a Senhora Presidente da Câmara, Almada não é Lisboa. A sua história é mais popular e menos cosmopolita. As suas gentes são mais simples, mas também mais solidárias. E talvez até tenham mais história e histórias para contar, de um passado operário de resistência, que  muito as orgulha.

É por isso que não aceito o que estão a querer fazer a algumas instituições museológicas municipais, tentando retirar-lhes a identidade, que foram construindo ao longo dos anos, e até a sua vocação etnográfica e antropológica.

O mais curioso, é que na vereação camarária, estão presentes vários almadenses, que ao que tudo indica, são coniventes com o que se está a passar na Cidade.

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, outubro 12, 2018

Sem Qualquer Desculpa...


Um ano de governação é mais que suficiente, para que se acabem com dúvidas ou desculpas, sobre o que continua a correr menos bem no nosso Concelho.

E há de facto muita coisa a correr menos bem em Almada (sem me afastar muito da Cultura e do Associativismo...).

O facto da "Agenda Cultural" ao dia 12 ainda não ter sido distribuída ao povo almadense, é apenas um sinal (pequenino...) do aparente "desnorte" (não sei se propositado ou não...), do governo local, socialista e social-democrata...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, setembro 14, 2018

Mais Vale Tarde que Nunca...

Depois de anos de "abandono", os autarcas da junta de Freguesia "acordaram" e andam por aí, a tapar buracos nas ruas e nos passeios.

O mais curioso, é a "auto-publicidade" que fazem, deixando em cada obra a "marca pessoal".

É caso para dizer: «É de político!»

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, junho 08, 2018

Ecos da "Revolução" Política em Almada (2)


A parte que considero mais desagradável das mudanças políticas dos governos (locais e nacionais), são as exonerações, que muitas vezes não passam de saneamentos políticos. Se algumas são necessárias e outras razoáveis, há muitas completamente injustas.

Normalmente os visados são colocados em lugares pouco compatíveis com a sua experiência e competência. Em alguns casos há mesmo a tentativa de "humilhar" e de "destruir", todo um passado construído com anos de dedicação e conhecimento, colocando-os nas chamadas "prateleiras".

Ferreira Fernandes numa das suas crónicas do "DN" (29 de Dezembro de 2010) explica o fenómeno:

«Um profissional faz carreira, chega a um patamar e um dia sabe que já não o querem mais ali. Seja porque ele atingiu o seu patamar de Peter (não exerce bem o cargo) ou porque é vítima de injustiça - não interessa o facto e que quem de direito o quer demitir. O normal seria mandarem-no para cargo compatível com o que ele sabe fazer ou despedirem-no. Em Portugal há uma terceira via: a prateleira. A empresa ou a repartição poupa um pouco nos gastos, mas fica também com um peso absolutamente morto. O ex-chefe de qualquer coisa passa a ser o mais inútil dos empregados, não faz nada. Nem de conta. É o pegar de cernelha aplicado aos nossos recursos humanos.»

Se por um lado, compreendo perfeitamente as mudanças em lugares de chefia e de confiança política, já não percebo muito bem, outras, a nível intermédio. Mesmo sabendo que existem algumas pessoas capazes de "causar mais danos" com as suas "sindicâncias" e proliferação de boatos, no seio dos trabalhadores, que muitos chefes competentes e com brio profissional...

E há outros exemplos que não deixam qualquer dúvida, pelo menos na minha cabeça. Quando um funcionário municipal, que é também deputado, vai para as assembleias insultar a presidente da Câmara ou os vereadores, com meias verdade e meias mentiras, não tem condições para exercer qualquer cargo de responsabilidade no Município...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, junho 04, 2018

Ecos da "Revolução" Política em Almada (1)

Já andava há tempos para escrever que uma das coisas que mais me incomoda na vida política, são as mudanças absurdas levadas a cabo pelas novas forças partidárias, quando passam a governar uma cidade ou um país. 

Normalmente, depois de se fazerem as contas, ficamos todos a perder.

Almada, depois de mais de 40 anos de governação comunista, também está a ser alvo de uma autêntica "revolução", que ainda não é muito visível no exterior, mas promete continuar a agitar as águas (até mesmo as do Tejo...), nos próximos tempos.

Nos meios culturais e associativos (os que mais frequento...), tenho escutado coisas quase do arco da velha (umas credíveis outras nem por isso...). Pessoas próximas da CDU dizem que "A nova presidente está a matar o Associativismo". Espero que sejam apenas desabafos de quem não aceita muito bem as mudanças, e ainda menos o fim de determinados privilégios...

Sim, porque sempre me fez confusão que um partido que defende a igualdade de oportunidades e a justiça social, tivesse uma política tão pouco transparente, na atribuição de subsídios e apoios às colectividades (sei do que falo, até por ter sentido na pele algumas dessas "injustiças"...). Mas a prática política dos socialistas nestas coisas de apoios está longe de ser linear... ou seja, os "benefícios" podem apenas mudar de "clube", assim como as "injustiças"...

Já em relação às instalações municipais (museus e galerias...), não entendo algumas das mudanças de que se fala (embora possam ser apenas "conversas de café"...), inclusive do fecho de alguns espaços.

Mas o melhor mesmo, é esperar para ver, pois a "revolução" ainda vai no adro...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, maio 30, 2018

Mais um Exemplo da Nossa "Sociedade do Espectáculo"...


Ontem assisti à oitava edição dos "Talentos da António", uma espécie de "ídolos" escolar, com duas variantes, música e dança de um dos agrupamentos de escolas de Almada.

De uma forma geral gostei do que vi, especialmente da dança (com bastante qualidade e diversidade...).

Mas como considero que tenho gosto, achei a entrega dos prémios injusta. Ou seja, como costuma acontecer muito por aí, penso que os prémios não foram atribuídos aos melhores.

Por exemplo na dança, o que foi premiado foi o "número", a coreografia (os "efeitos especiais" feitos pela professora que encheu o palco de pó...), e não a qualidade da bailarina, que não executou um único exercício de dificuldade média... Quando houve três excelentes participantes a nível técnico, tanto na ginástica rítmica, no ballet ou simplesmente na conjugação feliz da música com a ginástica.

Na música aconteceu o mesmo. Foi premiada a diversidade (alguém que cantou - pessimamente - ao mesmo tempo que tocava dois instrumentos...) e não a qualidade vocal.

Só me resta lamentar que, mais uma vez, o "espectáculo" tenha suplantado a "qualidade individual", algo que começa a acontecer com frequência no nosso país.

Quem esteve bem foi o actor que fez parte do júri, que teve o cuidado de dizer aos participantes que não venceram, para não se preocuparem, porque os únicos culpados foram os elementos do júri...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, maio 12, 2018

Agenda Municipal Continua Fora de Horas


Não consigo compreender, por que razão é que a "Almada Agenda" (agenda cultural em papel...) continua a ser distribuída ao público, praticamente a meio do mês.

Não faz muito sentido que metade das notícias impressas na Agenda percam actualidade e só cheguem ao conhecimento dos almadenses depois de terem acontecido.

Já ouvi várias versões sobre  o facto (inclusive a mudança de fornecedores...), mas nenhuma me convence.

A única coisa que sei, é que já estamos em Maio, e ainda não se conseguiu resolver o problema, com prejuízo para os agentes, para as actividades culturais desenvolvidas e sobretudo para a população do Concelho.

terça-feira, abril 24, 2018

Abril em Duplicado em Almada...


Sei que as mudanças políticas têm destas coisas, mas não consigo perceber porque razão o 25 de Abril em Almada vai ter duas comemorações, quase em simultâneo, na manhã do Dia da Liberdade...

Eu vou estar na Praça da Renovação, como de costume, com o Povo Almadense.

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, abril 18, 2018

Aparentemente Almada ficou mais Próxima de Lisboa (e do Poder)...


Aparentemente Almada ficou mais próxima de Lisboa, onde continuam (e continuarão...) "sitiados" os senhores que mandam em coisas tão vulgares como o preço com que  se tabelam "as batatas e as galinhas", aqui e ali.

Isso acontece porque a Presidente é uma figura pública ligada à cultura, com um ar leve e simpático, e claro, não podemos esquecer o mais importante: pertence ao partido do poder.

E nós esperamos que Almada consiga ganhar alguma coisa com esta maior visibilidade de Inês Medeiros, além do "duelo criativo", proposto pela "Visão"...

quinta-feira, novembro 02, 2017

As Mulheres Conquistam o Poder em Almada

Embora as mulheres não estejam em maioria no conjunto da vereação (apenas por uma nesga...), estão no Governação da Cidade de Almada (eleitos com pelouros).

Dos quatro eleitos pelo PS três são mulheres. Inês Medeiros, a presidente eleita, Francisca Parreira (que conhece bem a realidade local, pois já foi presidente da Junta de Freguesia da Trafaria) e Teodolinda Silveira.

No conjunto de todos os vereadores contam ainda com a companhia de Amélia Pardal da CDU e Joana Mortágua do BE.

Embora isto por si só não seja significativo, é no mínimo curioso (e histórico...).

Esperamos que a tal falada "sensibilidade feminina" faça a diferença, na resolução dos problemas de Almada...

Fotografia de Tomasz Frakas)