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sexta-feira, agosto 24, 2012

As Escadas da Boca do Vento


Neste Verão farto já é possível subir e descer as escadas que ligam o Ginjal à Boca do Vento.

Só espero é que seja feita alguma manutenção, que de vez em quanto passe por lá alguém dos serviços de limpeza do Município, para que aquele espaço agradável não se torne uma "lixeira".

sexta-feira, agosto 20, 2010

Uma Vergonha!

Não me apetecia voltar ao tema, mas a "lixeira a céu aberto" continua impávida e serena, sem que alguém mexa um dedo. Quer a Junta de Freguesia de Cacilhas quer a Câmara Municipal de Almada, têm conhecimento, pois já foram feitas várias queixas de munícipes sobre a situação.


Mesmo sabendo que a responsabilidade maior é de quem deita o lixo em qualquer lado, os serviços de recolha de monos e de lixo não lhe ficam atrás, pois este amontoado de porcarias está ali há mais de uma semana.

Será que o serviço de recolha de "monos" do Município está fechado para férias?


quinta-feira, novembro 08, 2007

A "Moral" do Motorista da TST


Todos os dias de manhã levo o meu filho à escola. Vamos a pé e somos obrigados a passar diariamente pelas obras intermináveis da praça Gil Vicente e a percorrer os habituais carreiros criados pela construtora.
Por razões compreensíveis, as passadeiras, mudam várias vezes de sitio, na mesma semana, causando sempre maior transtorno aos peões que aos automobilistas. Isto faz com que os condutores respeitem menos as passagens para as pessoas e estas também tenham uma atitude mais defensiva, só passando (mesmo nas passadeiras) quando vêm os carros a reduzir a marcha.
O facto de algumas passadeiras serem colocadas em lugares estranhos, faz com que quase todos nós, atravessemos as estradas onde se torna mais fácil (sim, há passadeiras, colocadas em lugares, que são verdadeiros obstáculos, principalmente para quem anda com mais dificuldade, sem falar de cadeiras de rodas ou carros de bebé...).
Estava num desses lugares, sem as riscas, mas com mais segurança para se atravessar, parado, com o meu filho distraído a olhar para as máquinas e a mexer-se, o que fez com que um condutor da TST começasse a mandar vir, como se o meu filho fosse atravessar à sua frente, embora não tivesse parado o autocarro... limitou-se apenas a refilar. Uma senhora a nosso lado abanou a cabeça e disse: «o mundo está mesmo perdido».
Depois do almoço, estava numa outra passadeira, quando descubro o mesmo sujeito a conduzir o autocarro, desta vez a fingir que não via ninguém e a tentar continuar a marcha. Claro que, como sou um gajo lixado, meti-me à frente do autocarro e obriguei-o a parar. Ele ofereceu-me o seu melhor olhar de "amigo". Claro que lhe lembrei que estava a atravessar numa passadeira e que ele tinha de parar, apenas com gestos...
Notei qualquer coisa nos seus olhos, quase a faiscar, sorri, abanei a cabeça e segui o meu caminho. Provavelmente o senhor motorista não se devia lembrar da cena de manhã...
Infelizmente esta é a moral da generalidade das pessoas que conduzem nas nossas estradas. E é por essa razão que acontecem tantos atropelamentos, mesmo nas passadeiras...

quarta-feira, agosto 22, 2007

Ainda a Selva Urbana


Depois de ter escrito sobre as diferenças que existem na sociedade de hoje, no seio dos jovens, fiquei logo com a sensação que o texto poderia ser confundido com a acção de luta contra os transgénicos de Silves.
Quando escrevi, estava a pensar nas traços de tinta sem qualquer sentido estético que invadem as ruas da maior parte das nossas localidades, e que nem sequer poupam edifícios históricos e artísticos; estava a lembrar-me da destruição de coisas tão simples como caixotes do lixo, que têm como função, tornar as ruas mais limpas, ou ainda do roubo de sinais de trânsito, que depois até são vendidos como objectos decorativos.
Continuo a ter dificuldade em perceber, e aceitar, esta postura tão evidente de desprezo pelas coisas públicas, que deviam ser consideradas de todos e preservadas por todos.
Claro que se tratam de práticas de civismo, de cidadania, da qual a nossa sociedade continua tão ausente. Não podemos exigir que parte das gerações de hoje tenham comportamentos pacíficos e de respeito, quando sabemos que cresceram em "guettos", sem fronteiras e sem distinções, entre aquilo que sempre nos dividiu, o bem e o mal...
Não posso nem devo confundir uma invasão politica concertada, a uma propriedade privada, com os actos de selvajaria urbana sem rosto, apesar de considerar ambos os actos infelizes.
Tinha pensado colocar junto a este texto um busto artístico do Parque das Caldas da Rainha, que alguém resolveu pintar, num acto de selvajaria e de mau gosto. Mas como não consegui encontrar a fotografia, deixo-vos uma foto dos silos abandonados das Caldas da Rainha, que em tempos guardaram cereais como o milho, quando ainda não se falava de transgénicos...