Nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
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quarta-feira, agosto 19, 2020
segunda-feira, outubro 21, 2019
Manuel Lima: a Excelência da Ciência para Todos
O professor Manuel Lima apresentou no sábado, em Corroios mais um livro da sua autoria ("À Descoberta dos Fósseis em Portugal"), onde volta a demonstrar a sua grande capacidade intelectual, como pedagogo, escritor e observador, sempre atento a tudo o que está relacionado com as ciências da natureza.
À qualidade literária a que Manuel Lima já nos habituou - com uma linguagem cientifica acessível a todos -, juntam-se as centenas de fotografias que ilustram a obra, também da sua autoria, que é do melhor que já se fez nesta área, no nosso país.
É uma maravilha este "À Descoberta dos Fósseis em Portugal".
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quarta-feira, março 21, 2018
Porque Hoje se Abraçam os Poetas...
Não esqueço a Primavera e as queridas Árvores... Apenas lembro com um abraço os Poetas. E é por isso que vos ofereço a minha "Rima de Poetas", cheia de gente bonita:
Rima de Poetas
Camões começou a epopeia
Pessoa trouxe a complexidade
Natália quis ser sereia
Torga agarrou a realidade
Zé Gomes foi militante
Florbela a deusa do amor
Ary o poema cantante
Herberto pintou a dor
Rosário abraçou a saudade
Luísa a memória
Teresa a felicidade
Vasco a história
Adilia é a infância
O’Neill as frase certas
Alegre a errância
David as portas abertas
Zeca foi revolução
Sophia é tranquilidade
Belo a inquietação
E Sena a verdade.
Luís [Alves] Milheiro
(Fotografia de Luís Eme)
quarta-feira, março 14, 2018
A "(Na)Tureza" de Anabela Luís
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sexta-feira, fevereiro 09, 2018
domingo, maio 22, 2016
Publicidade Positiva
Gostei de ver a publicidade que a Junta das Freguesia da Charneca de Caparica e da Sobreda colocou na contracapa do boletim que publicou no mês passado. É aquilo que eu chamo publicidade positiva, para o ambiente e para todos nós.
Esta autarquia oferece aos habitantes das suas localidades números de telefone para um novo serviço de recolha de entulho.
Que sejam usados e que sejam reduzidas as "lixeiras a céu aberto" que encontramos um pouco por todo o lado.
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segunda-feira, março 21, 2016
quarta-feira, fevereiro 24, 2016
A Beleza Indestrutível do Ginjal
O Ginjal vai caindo um pouco todos os dias.
Mas esta "erosão" natural (se esquecermos que tudo aquilo tem dono...), não se intromete na beleza natural deste lugar marginal do Tejo.
O Rio é o grande responsável pelo encanto que se descobre na parede pintada, por artistas à procura de espaço e de mais qualquer coisa (porque a arte não são apenas rabiscos...) ou no muro cheio de castanhos da areia que se misturava com o cimento, a que se junta a tonalidade quase encarnada do tijolo ou o branco sujo da tinta que resta...
É por isso que muita gente atravessa o rio e transforma este lugar num "estúdio" fotográfico, como esta dupla que apanhei na Praia das Lavadeiras, numa paragem a discutir planos.
(Fotografia de Luís Eme)
terça-feira, agosto 11, 2015
terça-feira, agosto 04, 2015
Fim de Tarde no Ginjal
Há pouco Tejo neste fim de tarde (domingo...), com o rio praticamente sem ondas.
Ando e sinto que nada mudou nas paredes, nem nas pessoas...
São quase todas de fora, os que passeiam e os que se plantam nas esplanadas do "Atira-te ao Rio" e do "Ponto Final".
Escuto distraído inglês, francês e espanhol (este de forma mais audível, porque os nossos vizinhos são muito mais palavrosos...). Pouco português, porque até os empregados de mesa tentam acompanhar a "dança" das palavras dos clientes.
Perguntam-me porque tenho de voltar sempre aqui.
Respondo com uma frase curta: «porque amo este lugar».
sábado, maio 09, 2015
O Carro Já Era, Ficou o Buraco...
Já "despacharam" o carro que estava de pernas para o ar no Ginjal (não era assim tão grande como isso...), provavelmente por via fluvial.
Agora fica o buraco, com as grades ainda mais caídas, que não deixa de ser um "lugar de interesse turístico", no meio de novas placas de proibição afixadas, agora amarelinhas...
domingo, abril 19, 2015
Os Contrastes do Modesto
Na tarde de ontem assisti ao lançamento do livro de fotografias, "Contrastes / naturezavsurbano", da autoria do fotógrafo almadense, Modesto Viegas, na Livraria Ferin.
A obra foi apresentada por Rúben Neves, amigo, fotógrafo e companheiro de muitas das aventuras registadas no álbum (com e sem animais).
Gostei de ter aparecido e de assistir a uma apresentação onde o companheirismo e a amizade, substituíram com grande vantagem a coloquialidade que surge por vezes nestes lugares, oferecendo mais alegria e descontracção ao momento.
O livro é de uma beleza inquestionável, com oitenta belas imagens, num "contraste" que passa a ser, por agora, o melhor cartão de visita do Modesto, enquanto "fixador de imagens".
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sábado, março 21, 2015
Porque Ainda se Festeja a Poesia...
Porque ainda se festeja a Poesia, a Primavera e as Árvores...
PRIMAVERA
Fico
emocionada
Com a
Primavera
Quando os
verdes campos
Estão à
minha espera
É tudo tão
verde
E com tanta
flor
Corações em
festa
Falam-nos de
amor.
Verdes são
os campos
Da mãe
natureza
Que com seus
encantos
Falam de
beleza.
Searas tão
belas
São da cor
do ouro
Sendo tão singelas
São nosso
tesouro.
Papoilas
vermelhas
No meio do
trigal
Com o verde
da esperança
Canta
Portugal…
Clara Mestre
(O óleo é de Parviz Payghamy)
sábado, novembro 01, 2014
O Milagre de Cacilhas (1 de Novembro de 1755)
Novembro começava:
nem farrapo de tule
a perturbar o céu,
do mais profundo azul.
O Tejo preguiçoso e calmo,
deslizava, ao receber
os beijos que o astro
rei lhe dava,
E o povo sereno,
por esse raro encanto,
sentia-se feliz,
naquele dia santo...
mas eis que num momento
quem pensar poderia?!
Apagava-se o sol,
o céu escurecia,
as árvores gemiam
(pois seus troncos vergavam)
e logo emudeceram
as aves que cantavam:
a Terra começava a tremer
a tremer... a tremer...
era a mão da tragédia
a fazê-la mover!
As águas do Tejo
as margens galgaram,
horror de miséria
p'las ruas entraram,
em Cacilhas junto ao mar,
a tragédia era irreal,
o pobre povo a chorar,
pedia a Deus um sinal.
Mas eis que um pescador,
cheio de fé e confiança,
foi à capela buscar,
Nossa Senhora da "Esperança"
naquela hora em que,
nos braços a Virgem leva
ele entra nas ondas bravas,
quando o mar galgava a Terra.
E tudo se aquietou,
naquele tão triste dia,
foi um milagre de Amor,
da Virgem Santa Maria
e passados estes anos,
voltamos a recordar,
a tragédia e o milagre
que houve aqui neste lugar.
Clara Mestre
(Este bonito e sentido poema de Clara Mestre - Amiga e Gente grande da poesia almadense - foi publicado aqui, porque hoje é o dia grande da Cacilhas, o dia da procissão e da homenagem dos cacilhenses a Nossa Senhora do Bom Sucesso, pelo seu milagre, bem descrito nas palavras da Clara)
sexta-feira, julho 18, 2014
quarta-feira, fevereiro 05, 2014
terça-feira, janeiro 14, 2014
segunda-feira, novembro 25, 2013
Sempre a Costa, do Nosso Descontentamento...
Esta capa de mais um folheto turístico, dos anos cinquenta do século passado, do Concelho de Almada, escolheu para capa a Costa de Caparica.
Na época, esta praia enorme, tinha todas as potencialidades para se tornar um dos grandes casos de sucesso turístico do país.
Mas a proximidade de Lisboa, os seus muitos quilómetros de praias, fizeram com que acabasse por ser uma "praia de massas", quase sem lhe darem tempo de se embelezar...
Por outro lado o Município de Almada nunca se revelou muito preocupado com o que estava a acontecer, com o que lhe estavam a fazer, especialmente nos anos oitenta e noventa, em que podia ter tido um papel decisivo no seu ordenamento e na procura de um equilibrio, que nunca aconteceu...
Nem mesmo com a "Polis", que não passou de mais um fracasso e de um desperdício de dinheiro.
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segunda-feira, setembro 02, 2013
O Tejo é Quase um Mar
É uma benção poder olhar o Tejo quase de mil e uma maneiras, com e sem ponte.
Não é por acaso que uma das coisas que mais seduzia os lisboetas, entre os séculos XIX e XX, era vir à Outra Banda olhar a sua cidade...
Ainda hoje é assim.
Não ficamos atrás de Lisboa, na colecção que temos de miradouros...
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terça-feira, agosto 27, 2013
Nunca lhes Seremos Suficientes Gratos
Os Bombeiros Voluntários de Almada comemoraram ontem o seu centenário, ao serviço da população Almadense.
Agosto é o mês em que os "Soldados da Paz" são mais solicitados, devido às centenas de incêndios que destroem as nossas matas, de Norte a Sul.
Combatem de uma forma heróica, quase sempre colocando em risco a própria vida (este ano já faleceram quatro, a defenderem a nossa natureza, tão maltratada por quase todos nós).
Vivam os Bombeiros Voluntários de Almada!
Vivam todos os Soldados da Paz do Mundo Inteiro!
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