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quinta-feira, julho 30, 2020

Detesto Portas Fechadas "Apenas porque Sim"...

Continuo a não perceber o porquê do encerramento do "Museu da Música Filarmónica"  por parte do Município (não fixei a data, mas já deve ter sido há mais de um ano...), em Almada, até porque as suas instalações, novas, não voltaram a ter qualquer outra utilidade.

Isto lembra-me sempre o que fizeram na minha Cidade Natal ao "Cine-Teatro Pinheiro Chagas" (foi todo esventrado por dentro, para que não se fizesse cultura, cinema, teatro ou outra coisa, mas deixaram o mono  - a estrutura exterior - anos e anos, de pé, sem qualquer utilidade)...

Há gente com muitos complexos sobre algumas culturas, diferentes das que tanto gostam... 

Em Almada há ainda outra questão: será que o "fantasma comunista" também está por detrás da falta de apoio que é dado às bandas filarmónicas centenárias, assim como no desprezo pela sua história?

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

quarta-feira, abril 15, 2020

Bom Dia "Cantores"!

Penso que foi na televisão que ouvi alguém a lamentar-se, que nem sequer ouvia os pássaros...


Mas se há "gente" que tem regressado às cidades, sem medos de "viroses", é a passarada.


Como calculam, não estou a falar de pombos ou gaivotas. Mas de melros, pardais, entre outros pequenos cantores... Até descobri um casal de corvos na antena de televisão dos vizinhos da frente...

(Fotografias de Luís Eme - Almada)

domingo, dezembro 15, 2019

O Concerto de Natal da Incrível


Ontem foi um dia cheio de música para os Incríveis e para os Almadenses.

Depois da Arruada de manhã, seguiu-se o também tradicional Concerto de Natal, durante a tarde, no Salão de Festas da Colectividade de Almada.


O Concerto teve um atractivo especial, a interpretação musical (e teatral) do conto "Pedro e o Lobo", que contou com a colaboração do Teatro Independente de Loures, que deu vida às personagens da história, narrada pela presidente do Município de Almada, Inês Medeiros, que aceitou o desafio do maestro Jorge Camacho, da Banda da Incrível, para participar nesta festa com música, teatro e natal, do movimento associativo almadense.

(Fotografias de Luís Eme - Almada)

sábado, dezembro 14, 2019

A Arruada de Natal da Incrível


A Banda da Incrível saiu à rua na já tradicional "Arruada de Natal", tendo oferecido a sua música, alusiva à época, a todos aqueles que a meio da manhã andavam pelo Mercado ou pelas principais artérias e praças do centro de Almada.


Foi bom sentir a alegria a irradiar os rostos de quem passava, ou simplesmente estava nas esplanadas do centro da Cidade a beber um café e a conversar com amigos, com esta bela surpresa, Incrível e natalícia.

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

terça-feira, dezembro 10, 2019

O Associativismo, Abril e a Música...


Apesar de vivermos tempos complicados no nosso país, que acabam por afectar quase todas as áreas da sociedade, não posso deixar de apoiar a "minha" Incrível Almadense, por tentar que a música chegue aos bairros do Concelho de Almada, mais afastados da cultura, com o apoio das Juntas de Freguesia, respectivas e dos "Amigos da Banda".

Apesar de partir de uma colectividade com 171 anos de vida, é também uma boa forma de lutar e abraçar o futuro.

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

sexta-feira, dezembro 06, 2019

UHF na Academia


A banda de rock/pop mais emblemática de Almada - e uma das mais do País - vai estar na noite de sábado na Academia Almadense.

Apesar da história de que "os santos da casa não fazem milagres", com toda a certeza que os UHF terão uma boa recepção da Cidade e do Concelho a que pertencem e a quem dão música, da boa, há mais de quatro décadas...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

quarta-feira, dezembro 04, 2019

Natal Almadense com Cheiro a Lisboa...

O Natal almadense volta a ter um cheiro a Lisboa, tal como aconteceu no ano passado, com a realização de vários espectáculos que, provavelmente, vão encher a tenda de circo, montada no parque urbano do centro da cidade.

Não tenho nada contra as visitas de Pedro Abrunhosa, Miguel Esteves Cardoso, Gregório Duvivier, Aldina Duarte, Miguel Araújo ou Ana Bola, entre outros comediantes e músicos, que vão tentar animar Almada.

Mas como morador e contribuinte cá do burgo, ficava mais satisfeito se pelo menos 10 por cento da despesa que o Município irá fazer com toda esta animação, fosse gasto com as bandas filarmónicas do Concelho e com os seus grupos corais ou de música popular...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

domingo, outubro 27, 2019

Domingo Incrível


Passei a tarde de domingo no Salão de Festas da Incrível Almadense, a assistir à sessão solene da Colectividade Rainha de Almada.

A sessão teve início com a actuação da sua banda filarmónica, que mantém a qualidade de sempre.

Depois foi tempo de discursos e entrega de prendas, para depois se entregarem emblemas de prata (fui um dos contemplados...), de ouro e de diamante (pela primeira vez foram premiados os 75 anos de associado, com a entrega de três emblemas a três Incríveis históricos...).

Foi aquilo que se pode chamar, um Domingo Incrível.

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

domingo, outubro 13, 2019

Música no Jardim do Castelo


Ontem à tarde a banda da Academia Almadense deu música aos almadenses, no coreto do Jardim do Castelo, na Almada Velha.

Hoje de manhã foi a vez dos músicos da banda da Incrível Almadense, actuarem, naquele local histórico.

E no próximo fim de semana será a vez das bandas filarmónicas da Musical Trafariense e da SFUA Piedense, animarem o Jardim do Castelo.

É uma pena a pouca divulgação destes eventos junto da população...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

sexta-feira, outubro 04, 2019

O Estranho Encerramento do Museu da Música Filarmónica


Ainda não consegui perceber porque razão o Município resolveu fechar o Museu da Música Filarmónica (por questões económicas, não será, pela certa...).

A medida ainda é mais estranha, se pensar que a Presidente da Câmara cresceu no meio da música, é filha de um dos nossos grandes maestros, que ainda não há muito tempo teve um programa televisivo, em que andou de Norte a Sul, atrás das bandas filarmónicas e dos seus sons.

Quando foi inaugurado no final de 2012 fez-se gala em dizer que era o primeiro Museu de Música Filarmónica em Portugal e que contava a história das filarmónicas criadas pelas colectividades do Concelho. E fora instalado na casa do maestro e compositor Leonel Duarte Ferreira, grande referência musical de Almada (recordado de uma forma dinâmica no interior do museu...).

É importante referir, que se  o Concelho ainda mantém quatro bandas filarmónicas em actividade (com as suas escolas de música, de quatro  Colectividades Centenárias - Incrível, SFUAP, Academia e Trafariense -, isso deve-se essencialmente aos seus associados, porque o  apoio que é dado pelo Poder Local, é meramente simbólico...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

segunda-feira, fevereiro 25, 2019

Uma Rua para o Zé Pedro em Almada


Disseram-me que o Zé Pedro, o saudoso líder dos "Xutos e Pontapés", vai ter uma Rua em Almada.

Provavelmente estavam à espera que criticasse esta decisão camarária, só que eu gostei da ideia... 

E vou mais longe, acho que se trata de uma bonita homenagem, a alguém que foi mais almadense, que a maior parte dos vultos que têm nomes de ruas no nosso concelho.

A banda mais emblemática de rock do nosso país é de vários lugares, e um deles, é Almada. E não o digo apenas porque o Tim e o João Cabeleira são "filhos da terra".

Digo-o porque durante anos os "Xutos" ensaiaram no centro de Almada, numa garagem que fica próxima do quartel dos Bombeiros Voluntários de Almada, que visitei mais que uma vez.

(Fotografia de Alexandre Nobre)

sexta-feira, janeiro 18, 2019

"Na Margem, uma história de rock"


O Museu da Cidade (de Almada...) inaugurou na noite de sábado passado a exposição, "Na Margem, uma história de rock", que faz a viagem deste género musical desde o começo dos anos sessenta do século passado até à actualidade.

Passei por lá hoje de manhã e gostei do que vi, como de costume (parabéns "Meninas"...).

E vou mais longe, esta exposição deveria ser visitada pela maioria dos almadenses que gostam de música, de história e de estórias... 

Fiquei também a saber que o António Manuel Ribeiro, que tocou na noite da inauguração da exposição com os seus UHF, disse algo de muito honroso para a "minha Incrível": «A Incrível Almadense foi mais importante do que o Rendez Vous. Eu sei do que falo. eu estava lá.»

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, dezembro 08, 2018

Uma Colectividade Piedense com uma História Diferente...


Esta fotografia tem as iniciais e o símbolo de uma das colectividades da Cova da Piedade, com uma das histórias mais curiosas do seio do movimento associativo almadense.

História que me foi contada pelo meu amigo Mário, filho de um dos fundadores do Clube Recreativo Piedense.

Embora a vertente cultural e recreativa tenha sido a principal motivação para a fundação das grandes  Colectividades Centenárias de Almada ainda no século XIX (Incrível, SFUAP e Academia), que felizmente continuam activas, o Recreativo Piedense foi fundado, no final dos anos vinte do século passado, por uma razão, que até poderá parecer de somenos importância: a criação de um clube para se realizarem bailes (devido ao reduzido espaço oferecido pela sala de danças da SFUAP, que rapidamente ficava lotada e não possibilitava a entrada a mais casais...).

Foi este aspecto simples, que uniu três amigos, que resolveram formar um clube, ao mesmo tempo que alugaram um espaço, com condições para a realização dos tão desejados bailes, de domingo à tarde.

Para todos aqueles que aderiram ao Recreativo Piedense, acabaram-se assim os tempos de espera intermináveis, à porta da sala dos bailaricos da "Sociedade da Piedade"...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, outubro 21, 2018

Os "Resistentes" de 2018

Embora não tenham sofrido as agruras dos "resistentes" de 1872 e de 1894, que dizem muito do carácter e da dignidade da Incrível Almadense, os músicos da banda da Colectividade mais antiga de Almada, também lutam para honrar a sua história e para arranjar um lugar no futuro para ela.


De manhã deram música a todos os que apareceram no Largo Gabriel Pedro e à tarde honraram os pergaminhos incríveis no tradicional encontro de bandas (já é XVI...) com as Sociedades  Musical Aljustrelense (que grande banda!, jovem, mas de grande qualidade) e  Filarmónica Alverquense, no Salão de Festas da Incrível, que continua a ser a "Catedral do Associativismo Almadense".

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, maio 30, 2018

Mais um Exemplo da Nossa "Sociedade do Espectáculo"...


Ontem assisti à oitava edição dos "Talentos da António", uma espécie de "ídolos" escolar, com duas variantes, música e dança de um dos agrupamentos de escolas de Almada.

De uma forma geral gostei do que vi, especialmente da dança (com bastante qualidade e diversidade...).

Mas como considero que tenho gosto, achei a entrega dos prémios injusta. Ou seja, como costuma acontecer muito por aí, penso que os prémios não foram atribuídos aos melhores.

Por exemplo na dança, o que foi premiado foi o "número", a coreografia (os "efeitos especiais" feitos pela professora que encheu o palco de pó...), e não a qualidade da bailarina, que não executou um único exercício de dificuldade média... Quando houve três excelentes participantes a nível técnico, tanto na ginástica rítmica, no ballet ou simplesmente na conjugação feliz da música com a ginástica.

Na música aconteceu o mesmo. Foi premiada a diversidade (alguém que cantou - pessimamente - ao mesmo tempo que tocava dois instrumentos...) e não a qualidade vocal.

Só me resta lamentar que, mais uma vez, o "espectáculo" tenha suplantado a "qualidade individual", algo que começa a acontecer com frequência no nosso país.

Quem esteve bem foi o actor que fez parte do júri, que teve o cuidado de dizer aos participantes que não venceram, para não se preocuparem, porque os únicos culpados foram os elementos do júri...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, abril 14, 2018

A "Ciclovia" do Ginjal...


O paredão do Ginjal (ou um longo cais...) presta-se a tudo, felizmente.

Se de segunda a sexta é parque de estacionamento para aqueles que se levantam cedo e não se assustam com as placas que ameaçam derrocadas há quase uma década, de domingo a domingo têm muitas mais funções:

É o espaço de entretém de múltiplos pescadores de água já pouco doce;
É lugar de passagem para os frequentadores dos dois restaurantes mais concorridos pelos turistas das europas;
É "passeio dos tristes", para muitos almadenses que gostam de passear à beira rio;
Mas não é tudo, é também uma ciclovia, para quem gosta de pedalar e fintar a gente que acredita que o "paraíso" fica lá para a frente, quando o rio abraça o mar...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, setembro 14, 2016

À Sombra do Cristo Rei


A música é um dos melhores legados da cultura almadense. 

São inúmeras as bandas e os músicos que nasceram, cresceram e encontraram inspiração na Margem Sul.

"À Sombra do Cristo Rei" - um cd (distribuído na revista "Blitz" de Setembro) e um espectáculo que se vai realizar na próxima sexta feira, às 22.30 horas, no "Cine Incrível" - é uma forma de homenagear todas estas bandas e estes músicos de Almada.

Tim é o "pai" do projecto e dá voz a vários sucessos de bandas como os UHF, Roquivários, Da Weasel, Margem Sul ou Agora Colora, acompanhado pelos filhos, Sebastião e Vicente, e também por Nuno Espírito Santo.

Na entrevista que deu à revista disse: «senti uma nostalgia dos primeiros concertos a que assisti na Incrível Almadense... UHF, Iodo...»

Almada e a Cultura agradecem a lembrança.

sábado, setembro 03, 2016

A Festa Esteve Boa

Apesar da concorrência da Festa do Avante (é mesmo um acontecimento na Margem Sul...), a inauguração da exposição, "Três Fotógrafos, Três Olhares", correu bem. 

Apareceram vários amigos e amigas, que não quiseram deixar de apreciar as fotografias de Aníbal Sequeira, Modesto Viegas e Luís Eme (esse mesmo...), que lhes ofereceram três exposições completamente diferentes, que acabam por se completar, graças à diversidade temática.

Amigos que também puderam escutar quatro bonitas canções do projecto musical, "Palavras de Abril, Cantigas de Maio", que deu outro brilho à sessão.

(fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, maio 09, 2016

A Magia do Vinil em Cacilhas


Na próxima quarta feira a sede da ARPIFC em Cacilhas recebe José António Santos, coleccionador e musicólogo,  que nos irá levar de viagem pela música dos anos 60 em mais uma das "tertúlias das quartas".

quinta-feira, março 03, 2016

Luísa Basto, 45 anos a Cantar o Povo e a Liberdade

Amanhã realiza-se um espectáculo musical da comemoração dos 45 anos de carreira de Luísa Basto, uma das vozes mais bonitas e expressivas de Almada, às 21 horas, no Salão de Festas da Incrível Almadense.

Como muito bem diz o cartaz, são 45 anos da Luísa a cantar o povo e a liberdade.

Todos nós que conhecemos e admiramos a Luísa, ficamos sempre com a sensação de que ela poderia ter ido muito mais longe, com a sua qualidade vocal e interpretativa. 

Mas a vida é o que é. 

O que ninguém deverá ter dúvidas é que a Luísa Basto continua a ser uma das nossas grandes interpretes do fado e da canção.

(Fotografia de Luís Eme)