Mostrar mensagens com a etiqueta Protecção Civil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Protecção Civil. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, julho 03, 2019

A Solução do Costume...

Hoje passei por Cacilhas e descobri que a escultura de Jorge Pé-Curto, que homenageia Cacilhas, as crianças e as tradições (Burricadas), estava vedada.

Como de costume, a solução para os problemas em Almada são placas de aviso (o Ginjal está cheio delas, embora muitas já estejam quase ilegíveis...) ou vedações a proibir a passagem das pessoas (que normalmente não são cumpridas, com a da escadas que vão dar ao parque de estacionamento do Morro de Cacilhas, com já mais de um ano...).

As obras de recuperação ou de melhoramentos, essas, normalmente são inexistentes...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, janeiro 27, 2018

A Mania de Proibir, de Fechar, Continua...


Hoje de manhã fui dar a minha "volta" e quando me preparava para descer as escadas que nos levam do Morro para o Largo de Cacilhas, descubro uma vedação com o já famoso emblema da protecção civil.

Desta vez "infringi as regras" e desci as escadas (mais por curiosidade, para ver o que se passava...). A meio descobri que era possível descê-las sem qualquer risco, pois não descobri nada de anormal (nada que não existisse há anos...) e até havia uma passagem ao lado da vedação já nas proximidades do Largo...

Continuo sem perceber esta "sanha" de colocar placas  e "portas" em vez de resolver os problemas de segurança, nesta nossa Almada...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, setembro 09, 2017

O Caminho Mais Fácil de Resolver os Problemas...

O caminho mais fácil de resolver os problemas do Ginjal é sempre fechar, proibir, entaipar ou colocar sinais de perigo...

Deve ser por essa razão que as escadas da Boca do Vento de Almada estão fechadas há largos meses. Com toda a certeza que durante este período de tempo aumentaram os utilizadores do elevador panorâmico, mas não havia necessidade...

Eu sei que também é o meu lado "anarquista" a falar, mas estou farto da utilização de placas de proibição, como "solução" para os vários problemas do Ginjal.

Custa-me a acreditar que não exista qualquer forma legal de obrigar os proprietários a fazer as obras necessárias... 

Mas no caso particular das escadas da Boca do Vento, tenho quase a certeza de que elas estão debaixo da alçada no Município (ou da Junta de Freguesia)... 

Eu sei que se trata de uma zona sem moradores, ou seja, sem eleitores. Mas é uma tristeza a forma como os governantes, locais e nacionais, tratam o Ginjal. Até por ser um dos pontos do concelho mais procurados por turistas...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, fevereiro 23, 2017

Mais uma Porta Fechada para o Rio...

Ontem à tarde fui surpreendido com uma grade metálica que nos proíbe de descer as escadas da Boca do Vento para o Ginjal.

Mesmo que tenha havido alguma derrocada (algo que estranho, porque toda aquela parte da arriba está protegida por redes metálicas...) e seja perigoso caminhar por ali, continuo a não gostar de grades, de muros ou de placas proibitivas e intimidatórias.

Ainda perguntei ao funcionário do elevador, se com a interdição da passagem pelas escadas, a viagem de elevador era gratuita. Disse-me que não e apontou-me a descida na direcção do Olho de Boi...

O que lamento é que seja fechada mais uma "porta" para o rio e para as suas margens, que continuam a ser pouco convidativas para os almadenses...

Às vezes penso que sou "estrangeiro", porque pelo que observo quase diariamente tudo indica que só os estrangeiros (e os pescadores...) é que gostam da beleza do Tejo e do Ginjal...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, março 17, 2015

Nada é Eterno


O "passeio público" do Ginjal (hoje apeteceu-me chamar-lhe isto...) levou mais um chega para lá do Tejo, num daqueles dias em que o vento sopra forte e o rio se arma em Mar.

A protecção civil alertada, colocou logo umas grades para que ninguém se descuide, ao mesmo tempo em que se livra de responsabilidades.

Acho que gosto de ir para o Ginjal, entre outras coisas, por ser um território livre, onde ninguém se responsabiliza por nada, afixando placas de perigo e de proibição, que ninguém leva a sério.

Claro que corremos o risco de ficar sem passagem para o outro lado, se se continuar a colocar apenas placas e grades, cada vez que há uma derrocada, porque nada é eterno...

sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Quase no Coração da Cova da Piedade


Esta casa fica quase no coração da Cova da Piedade.

Fiquei na dúvida se ainda era habitada, mas pareceu-me que sim, pelo menos num dos andares...

O mundo está cheio de "acrobatas" e também de gente cada vez com menos "eira e beira", até mesmo em cidades modernas como Almada...

Fico sempre a pensar se a protecção civil não terá uma palavra a dizer nestes casos...

terça-feira, agosto 27, 2013

Nunca lhes Seremos Suficientes Gratos


Os Bombeiros Voluntários de Almada comemoraram ontem o seu centenário, ao serviço da população Almadense.

Agosto é o mês em que os "Soldados da Paz" são mais solicitados, devido às centenas de incêndios que destroem as nossas matas, de Norte a Sul.

Combatem de uma forma heróica, quase sempre colocando em risco a própria vida (este ano já faleceram quatro, a defenderem a nossa natureza, tão maltratada por quase todos nós).

Vivam os Bombeiros Voluntários de Almada!

Vivam todos os Soldados da Paz do Mundo Inteiro!

domingo, janeiro 02, 2011

Reforço de Placas no Ginjal


O final de ano foi aproveitado para afixar mais placas de "perigo", para afugentar os turistas, que mesmo assim preferem aproveitar a beleza do Tejo e enfrentar as frases proibitivas de peito aberto, tal como eu.


Espero que as placas não sejam mais um prenúncio de um novo adiamento nas obras, com um atraso de pelo menos uns vinte anos...

segunda-feira, novembro 24, 2008

O Simulacro em Almada

Na tarde de sábado pude assistir "in loco", a algumas operações que se desenrolaram na chamada Almada Velha.

A passividade dos intervenientes era tal, que percebia-se que o simulacro ia seguir dentro de momentos...
Não sei como foi efectuado o planeamento, mas era notório que a coordenação da Protecção Civil com todas as entidades presentes (forças policiais, bombeiros, emergência médica e voluntários), deixava muito a desejar.
Claro que isso irá acontecer sempre, a não ser que queiram tornar os simulacros quase reais, provocando mesmo acidentes (como foi feito em alguns locais), de forma a ter de haver mesmo uma intervenção no terreno. Não basta andar a apitar por toda a cidade, a cortar estradas, etc.
No entanto devo referir que acho extremamente úteis todas estas operações, especialmente em locais onde seja necessária a evacuação de milhares de pessoas. É com os erros "a brincar", que se podem corrigir as eventuais falhas, numa situação real...