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sexta-feira, agosto 07, 2020

Um Amigo Único

Talvez nem ele saiba de onde lhe vêem as forças... que o ajudaram a chegar, hoje, aos noventa anos.

A vida teimou, vezes demais, em lhe oferecer "o pão que o diabo amassou". Mas ele enfrentou-a de peito aberto, decidido a construir o seu próprio destino. E conseguiu-o.

Claro que não comemora este aniversário, como desejava, rodeado de amigos. Este tempo maldito tentou "passar-lhe a perna", mas ele continua com a esperança de voltar a abraçar e a beijar os amigos, não fosse ele um Homem de afectos, que nunca teve pudor em utilizar a palavra amor no seio da família e dos amigos.

Para o Orlando o melhor da vida continuam a ser as pessoas. Foi por isso que encontrou no Associativismo um campo de amizade, companheirismo e solidariedade. Foi por isso que sempre que lhe foi possível, criou "tertúlias", para estar com os amigos.

Faço parte da última tertúlia que ele criou (juntamente comigo, com o Chico e com o Carlos), a "Tertúlia do Bacalhau com Grão", que se foi alargando a mais amigos e que foi interrompida pela pandemia.

Sei que a Amizade não se agradece, mas sabe tão bem sentirmos que temos um verdadeiro amigo, único... 

(Fotografia de Carlos da "Olivença" - Almada)

quinta-feira, maio 18, 2017

Tertúlia com Orlando Laranjeiro





















O meu amigo Orlando Laranjeiro no próximo sábado vai levar-nos de "viagem" pela sua história de vida, que se confunde com o Movimento Associativo de Almada, e é cheia de motivos de interesse, como o espectáculo inesquecível que idealizou e encenou há mais de trinta e três anos, "Almada Antes e Depois de Abril".

A não perder, à partir das 16 horas, na sede da SCALA.

domingo, janeiro 15, 2017

Falar Para Ficar Tudo na Mesma...


Ontem assisti à primeira parte do colóquio (intervenções da mesa...) sobre associativismo na Oficina de Cultura, sobretudo pela amizade que me liga a um dos convidados da mesa e a um dos organizadores.

Sabia que ia ouvir as mesmas coisas (embora desta vez uma jovem da mesa dissesse coisas diferentes, e até quase inverossímeis - como que havia jovens de Lisboa que não sabem onde fica Almada...).

Há já algum tempo que tinha decidido não participar nestas acções, por se dizerem muitas coisas bonitas, mas depois não se criarem condições para dar um único passo para se mudar o que está mal...

Ou seja, nunca gostei de participar em acções em que se fala, fala, para que depois fique tudo na mesma.

Até mesmo num meio relativamente pequeno (pelo menos no campo dos proventos), há muitos interesses instalados, e sobretudo, mais vontade de falar que de agir...

Foi também por isso que assim que foi dada "voz à plateia" dei corda aos sapatos e vim embora. Falam quase sempre os mesmos (os "excelentíssimos" que se gostam de ouvir), muitas vezes com mais teoria que prática, do tal mundo do associativismo...

(Fotografia de Luìs Eme)

quinta-feira, novembro 03, 2016

Contar para Viver, Viver para Contar...


As "Tertúlias" alimentam-se muito deste jogo de palavras: "contar para viver, viver para contar..."

É o que espero ouvir logo de Carlos Alberto Rosado, um grande associativista almadense, que irá falar das suas "Memórias das Gentes e Lugares da Rua Conde Ferreira", para todos aqueles que aparecerem às 21 horas na sede da SCALA, que fica nada mais nada menos, que na famosa Rua Conde Ferreira...

segunda-feira, outubro 03, 2016

O 4 de Outubro em Almada

Amanhã, 4 de Outubro, festeja-se mais uma vez a República em Almada, que tal como sucedeu em Loures, na Moita e no Montijo (então Aldeia Galega), foi proclamada um dia antes da data oficial.

A informação (ainda incerta...) espalhada por alguns republicanos em Cacilhas da sua vitória na Capital fez com uma boa parte dos operários industriais abandonassem as fábricas e viessem para as ruas comemorar a queda da Monarquia. 

A manifestação atingiu tais proporções que os Paços do Concelho e o Castelo de Almada foram ocupados e posteriormente hasteadas as bandeiras da República a 4 de Outubro de 1910, com as principais figuras locais deste movimento a discursarem e a gritarem vivas à República, nas escadarias do edifício sede do Município de Almada.

Amanhã a festa começa com música e depois, às 18.15 horas decorrerá uma Tertúlia na Sala Pablo Neruda do Forum Romeu Correia, que irá recordar este dia na história de Almada, onde também irei participar, organizada pelos Amigos da Cidade de Almada.

sábado, outubro 01, 2016

Os "Pormenores" do Luís e do Modesto...


Na próxima quinta-feira regressam a Almada as "Tertúlias da SCALA", com a projecção multumédia, "Pormenores, Imagens d'hoje sobre Lisnoa d'ontem", da autoria de Luís Bayó Veiga e Modesto Viegas.

Os autores sintetizam desta forma este trabalho que já foi projectado na FNAC do Chiado:

'Caminhando pelas ruas de Lisboa, em particular nas zonas mais tradicionais, ainda é possível nos dias de hoje, observar com um olhar mais atento, pormenores, aspectos curiosos e objectos insólitos, que se encontram nas fachadas dos prédios, nas lojas antigas ou em sítios diversos que ainda resistem no mesmo local desde sempre e que são testemunhos da Lisboa do passado.
Passamos por eles várias vezes, porém, a rotina dos nossos trajectos diários, faz com que nem sequer lhes demos atenção ou lhe dedicamos especial interesse.
Se por acaso nos chamam a atenção para eles ou os descobrimos, ficamos surpreendidos e olhamo-los como se nunca os tivéssemos visto...
O conjunto de olhares e descobertas que vamos fazendo por Lisboa fora, conduz-nos a uma enorme vontade de colaborar na preservação de tudo aquilo que ainda resiste, sinais de um tempo, e que fazem parte de uma identidade e alna tão própria reportada ao quotidiano que pertenceu a uma Lisboa de outrora...»

terça-feira, março 18, 2014

«Os portugueses não gostam de Cultura.»


No domingo a SCALA realizou o almoço comemorativo da passagem do seu vigésimo aniversário. Felizmente foi possível juntarmos-nos novamente no 1º andar do café Dragão Vermelho, em Almada, onde durante mais de dez anos realizámos as "Tertúlias do Dragão".

Na parte final do repasto houve oportunidade para algumas pessoas falarem, entre elas o meu amigo Fernando Barão, um dos fundadores da SCALA, que entre outras coisas teve o seguinte desabafo: «os portugueses não gostam de cultura.»

Eu disse-lhe que não era bem assim. Se a maioria das pessoas nem sabia muito bem o que era isso da cultura, pois limitava-se a receber a "cultura televisiva", em que já se serve tudo triturado, para não haver dificuldades na "digestão"...

sexta-feira, junho 07, 2013

Tudo Pode Ser Cultura


Ontem realizou-se mais uma "Tertúlia do Dragão", organizada pela SCALA.

Para a gente da cultura o título poderia não ser o mais apetecível, "Alimentação para Séc. XXI". 
Mero engano, pois foi uma excelente tertúlia, graças à capacidade de comunicação da  nossa convidada, Ana Paula Marum, médica, que, através de uma linguagem bastante acessível, conseguiu transmitir-nos uma série de dados estatísticos (assustadores...) sobre os efeitos das alterações dos hábitos alimentares no nosso país, especialmente nas camadas mais jovens da nossa população.

Houve uma interacção  muito boa entre todos, não só pelas questões que foram levantadas pela assitência, mas também através  do preenchimento de um pequeno inquérito, que depois foi descodificado e analisado pela dra. Ana Paula, para satisfação de todos os presentes, que mais uma vez perceberam que tudo pode ser Cultura.

O óleo é de Ernesto Arrisueno.

sexta-feira, dezembro 07, 2012

O Melhor dos Filmes


Os filmes têm essa coisa boa de nos fazerem pensar. E pensamos mais quando estamos na presença do inesperado, da estranheza, da diferença...

O "Passar a Ferro", de Ana Pissarra e Maria Emília Tavares, através da sua projecção dupla, não nos conseguiu transmitir apenas que o ir e o  voltar de cacilheiro, são duas viagens quase antagónicas. Foi mais longe.

No fim da projecção foi bom trocar ideias com a Ana e a Emília, assim como assistir a várias conversas cruzadas, que embora não tornassem o diálogo muito compreensível, colocaram toda aquela gente a conversar, e pior que isso, a opinar, sobre as travessias no Tejo de cacilheiro e as histórias das suas vidas.

Neste mundo de perdas e de ganhos, falámos muito mais do que perdemos do que das nossas vitórias, até por haver gente presente que já viajava de cacilheiro nos anos cinquenta...

Mesmo eu que só comecei a viajar diariamente nestas barcas na segunda metade dos anos oitenta, sinto muitas diferenças.

Perdeu-se sobretudo a familiaridade e a camaradagem tão presentes ainda nesse tempo, os amigos que não se importavam de esperar o barco seguinte, só para se sentirem bem acompanhados, trocar uns dedos de conversa, contar uma ou outra anedota, porque sorrir ao fim de um dia de trabalho, nem sempre fácil, era um bálsamo, sentindo que não se perdera tudo, que era possível agarrar alguma alegria no regresso a casa.

É nestes pequenas coisas que percebemos o quanto a nossa sociedade mudou nos dez anos de reinado de Cavaco, com a entrada na Europa dos "ricos".  Perdemos entre outras coisas a alegria dos "pobres"...

E assim se explica que nas viagens de hoje, o "passar a ferro", a rotina, a melancolia e a solidão (quebradas episodicamente por algum "louco" que gosta de espalhar alegria, sem ter medo do ridículo...) estão muito mais presentes que a espontaneidade e o calor humano dos tempos idos.

A fuga à esta quase tristeza, é encontrada na beleza do Tejo que espreita em todas as janelas, num rosto que nos prende o olhar por mais de um segundo ou na leitura de um jornal ou livro...

E como são viagens de apenas dez minutos, nem sequer têm tempo de se tornar pesadelo...

E eu só tenho de agradecer esta "viagem" à Ana e Emília.

terça-feira, dezembro 04, 2012

Um Filme Sobre a Travessia do Tejo


Na próxima quinta-feira será projectado um filme-documentário de trinta minutos na "Tertúlia do Dragão", organizada pela SCALA, às 21 horas, no 1º andar do café Dragão Vermelho, no centro de Almada.

As autoras, Ana Pissarra e Maria Emília Tavares,  estarão presentes e irão falar sobre este, "Passar a Ferro", que significa na gíria dos marinheiros a rotina das viagens entre as duas margens do Tejo.

sábado, novembro 10, 2012

A Fotografia Artística e a Fotografia Documental


Um dos aspectos que retive na última "Tertúlia do Dragão", organizada pela SCALA em Almada, foi a dificuldade de algumas pessoas em olharem para a fotografia apenas como um objecto artístico.

O fotógrafo Modesto Viegas mostrou-nos as suas fotografias, extremamente belas, em dois trabalhos distintos, um sobre as Cidades (Recantos Urbanos) e outra sobre a Natureza (Recantos na Natureza). Após a primeira projecção citadina fez-se uma pausa e a conversa estendeu-se até à plateia. 

Os comentários fizeram com que percebesse que uma boa parte das pessoas olharam para as fotografias mais como um objecto documental que como um objecto artístico.

Chegaram mesmo a dizer ao autor, que este devia ter colocado uma legenda nas fotografias, para saberem onde tinha sido tirada. Ou seja, estavam mais preocupados com a localização da imagem que com os pormenores particulares que lhe davam uma beleza própria.

Foi então que Modesto  Viegas  fez a sua defesa e explicou (muito bem) que a sua única motivação enquanto fotógrafo, foi tentar fixar a beleza que encontrou em vários lugares, através da fotografia,  oferecendo ao seu espaço físico um papel secundário. 

Lá volto eu às palavras do outro: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa...

quinta-feira, novembro 08, 2012

Os Recantos do Modesto


Hoje ao serão realiza-se mais uma "Tertúlia do Dragão" organizada pela SCALA. O convidado é o fotógrafo Modesto Viegas, grande apaixonado pela fotografia de natureza, que irá projectar uma selecção das suas melhores imagens, Urbanas e da Natureza.

Quem gosta de fotografia, não deve perder esta projecção, que se realiza como de costume no 1º andar do Café Dragão Vermelho, em Almada.

quinta-feira, maio 03, 2012

Um Passeio Ilustrado pelo Chiado


Hoje, no primeiro andar do "Café Dragão Vermelho", os meus amigos, Luís Bayó Veiga e Modesto Viegas, vão apresentar o seu último roteiro multimédia, "Passeando à volta do Chiado", que nos mostra a Lisboa do século XIX e XX, com imagens de grande beleza, com música de fundo e também com notas históricas.

É um trabalho extraordinário realizado por estes dois amantes da imagem e da história de Lisboa.

A sessão começa às 21 horas e faz parte das "Tertúlias do Dragão", organizadas pela SCALA.

quinta-feira, abril 12, 2012

Orlando Laranjeiro na Tertúlia da SCALA



A Tertúlia do Dragão organizada pela SCALA faz dez anos e o convidado é Orlando Laranjeiro, grande figura do movimento associativo almadense.

«A presença de Orlando Laranjeiro na nossa “Tertúlia”, neste dia de Festa, reveste-se de um grande simbolismo, por estarmos na presença de um dos grandes defensores dos ideais Colectivos no nosso Concelho.
Foi um excelente andebolista no Almada e no Benfica e um notável poeta, actor e declamador na Incrível. Foi autor e encenador da peça, “Almada Antes e Depois de Abril”, que foi um êxito há quase trinta anos.
Como dirigente ocupou os principais cargos na sua Incrível Almadense, sendo recordado  com amizade pela generalidade dos dirigentes com ele trabalharam, graças à sua capacidade de trabalho e de coordenação.
Temos a certeza de que iremos sair daqui todos mais ricos, com as palavras e com a experiência de vida do Orlando, tantos foram os acontecimentos marcantes que viveu na sua Incrível e no seu Almada, tantas foram as pessoas que conheceu e que lhe deram as lições de vida, que o transformaram neste CIDADÃO ALMADENSE, SOLIDÁRIO E AMIGO DO SEU AMIGO, que todos respeitamos e abraçamos.»

Texto escrito por mim para um folheto que será distribuído a todos os presentes, hoje, às 21 horas, no "Café Dragão Vermelho", no centro de Almada.

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

O Tejo, da nascente... à foz


O excelente livro-álbum do professor Manuel Lima, "O Tejo, da nascente... à foz", dá o mote à "Tertúlia do Dragão", que se realiza amanhã, no café almadense, "Dragão Vermelho", organizada pela SCALA.

A obra editada pela Plátano é muito boa, pela história que contém e também pelas fotografias que nos oferece.

A "Tertúlia" será de certeza um excelente momento de cultura e de convívio, pela projecção multimédia e por o professor Manuel Lima ser um excelente comunicador...

terça-feira, março 02, 2010

Vasco Lourenço nas "Tertúlias do Dragão"


O coronel Vasco Lourenço, figura cimeira da Revolução de Abril, é o próximo convidado da SCALA nas "Tertúlias do Dragão", que se realizam na primeira quinta-feira de cada mês, no café Dragão Vermelho, no centro de Almada.

Quem gosta de "tertuliar", pode e deve aparecer no primeiro andar do café almadense. A sessão começa às 21 horas (se quiser jantar, deverá aparecer pelo menos uma hora antes).

sábado, agosto 08, 2009

A Generosidade de Raul Solnado

Raul Solnado deixou-nos, hoje.

A sua presença em Almada, a 6 de Junho de 2007, na "Tertúlia do Dragão Vermelho", a convite da SCALA - Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, uma pequena associação almadense, explica um pouco a sua grandeza como ser humano.
Este foi o texto que escrevi há dois anos, para ser distribuído pelos tertulianos, que tem o autógrafo do Raul para o meu filho...

quinta-feira, abril 02, 2009

Premunições...

Jorge Gomes Fernandes, filósofo e historiador, teve uma premunição certa antes do tempo, que descobri com a reedição de uma pequena entrevista que lhe fiz entre Outubro e Dezembro de 2000...
«O fim do capitalismo já se deu e está a dar-se, porque já não existe liberalismo puro. Vivemos numa social democracia. E só se devem analisar as coisas em prazos mais longos.
Apesar de haver quem tente evitar ou a prolongar a agonia do capitalismo, o liberalismo tende a morrer, tem os seus dias contados.
Só há uma maneira de nos preparamos para o ajudar a morrer, e para vivermos após a sua morte, e para isso só há uma coisa a fazer: melhorar a justiça social, melhorar o serviço de saúde, aumentar a educação e a cultura ao maior número de pessoas.»

Só não sei é se a gente que domina o poder económico terá inteligência e humanismo para o perceber...

quarta-feira, julho 04, 2007

Histórias de Vida...


Estamos sempre a descobrir coisas novas...
Ontem, aconteceu mais uma tertúlia, em Almada. Além de todo o saber transmitido pelo professor Manuel Lima, sobre a história de Corroios, desde os tempos em que toda aquela área era composta por quintas de frades, pertencentes a várias irmandades de Lisboa, que semeavam e colhiam os produtos para a sua subsistência, nas suas ordens e conventos da Capital, houve algo mais que ficou...
Quase a leste do tema da tertúlia, a descoberta de um simples nome, Brites, pouco feminino, que nem sequer imaginava que existisse (embora fosse o nome verdadeiro da Padeira de Aljubarrota), fez com que me intrometesse na conversa de algumas mulheres da geração da minha mãe, que me contaram a história triste desta senhora, que infelizmente teve muito pouco de "padeira de aljubarrota"...
O marido era mau como as cobras (foi a expressão usada, claro que as cobras não têm nada a ver com isto...) e batia-lhe praticamente todos os dias, deixando-a toda negra e ela, pequenina, aceitava tudo aquilo como se fizesse parte do seu quotidiano.
Disse-lhes o que senti, o quanto devia ser triste ser propriedade de um homem, e fazer parte de uma sociedade que assistia impávida e serena a estes casos de violência, como se fosse algo natural.
Elas acenaram que sim, que era muito triste...
Felizmente as coisas mudaram, a mulher dos nossos dias já não é propriedade de ninguém, seja ele pai, marido ou irmão, tem os mesmos direitos e deveres do homem.
Claro que há muita "besta" por aí à solta, que ainda não assimilou isso. É a única explicação que encontro, para o número de casos de violência doméstica que ainda acontecem no nosso país, alguns com consequências mortais...

Escolhi a ilustração da Padeira de Aljubarrota, porque há muita gente por aí, a precisar de levar com umas pazadas de uma mulher com a energia e a força da Senhora Dona Brites de Almeida...