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sábado, novembro 16, 2019

Emoção, Música e História...

O lançamento do livro, "Pais Fundadores, da Sociedade Filarmónica União Artística Piedense e do Teatro Garrett (1889 - 2019)", da autoria de António Neves Policarpo, foi um excelente momento cultural, com emoção, música (de um jovem pianista e da Banda da SFUAP) e história.

Há três intervenções que merecem um destaque especial. A de Mário Araújo, o actual presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade, que se prepara para deixar de ser dirigente da SFUAP (46 anos depois...), e disse muito do que lhe ia na alma, sem conseguir esconder a emoção. O autor, António Policarpo, que falou do muito que descobriu durante o seu trabalho de investigação, ao mesmo tempo que nos levava de viagem pelo século XIX, desde a Revolução Liberal  ao fim de século, destacando a fundação da SFUAP, sem se esquecer de focar o crescimento industrial da Cova da Piedade. Augusto Flor, o apresentador da obra, completou com grande mestria a intervenção do autor, realçando a importância histórica deste ensaio histórico, até por abrir novos caminhos para investigações futuras (a nova data da fundação da Incrível Almadense, foi um dos dados mais pertinentes, oferecidos à plateia, numerosa e atenta, que marcou presença no edifício polivalente da SFUAP).

(Fotografia de Luís Eme - Cova da Piedade)

sexta-feira, novembro 15, 2019

O Livro da História da SFUAP

No dia 16 de Novembro (amanhã), às 16 horas, será apresentado no ginásio da Sociedade Piedense,  o livro, "Pais Fundadores da SFUAP e do Teatro Garrett", da autoria do escritor almadense, António Neves Policarpo.

É mais uma obra que irá enriquecer a já rica história do Concelho de Almada e das suas Colectividades ( que tanta importância tiveram, no desenvolvimento social e cultural desta nossa Outra Banda).

(Fotografia de Luís Eme - Cova da Piedade)

sexta-feira, outubro 18, 2019

Benfica Visita o Cova da Piedade para a Taça


O Benfica visita logo, ao começo da noite, o Desportivo da Cova da Piedade, actualmente a equipa mais representativa do concelho no "desporto-rei", num dos jogos da Taça de Portugal.

A fotografia que publico (com pouca qualidade e de autor desconhecido), é de 1972, mais concretamente, de 23 de Abril de 1972, quando o Benfica também visitou o Cova da Piedade para a Taça de Portugal, e venceu por 6-3.

Nesta fotografia com os jogadores das duas equipas vêeem-se entre outros, Rui Jordão - que nos deixou hoje e foi um dos grandes avançados do nosso futebol -, Eusébio, Artur, Humberto Coelho, Tony, Nené e Jaime Graça. Não consigo identificar nenhum jogador do Cova da Piedade (embora o último jogador de pé, ao lado do Artur, pareça o meu vizinho Castro, que era defesa do Desportivo nessa época...).

Embora seja benfiquista, não ficava muito chateado se houvesse "taça", como ontem em Alverca, e o Desportivo derrotasse o Campeão Nacional...

domingo, junho 02, 2019

O Livro com a História das "Escolas do Desportivo"


Hoje, às 16 horas, será apresentado, no Salão Nobre do Estádio José Martins Vieira, na Cova da Piedade, o livro, "Escolas do Clube Desportivo da Cova da Piedade - 50 anos ao serviço do ensino popular e da democracia".

Para quem não sabe, as "Escolas do Desportivo" foram fundamentais para que muito boa gente conseguisse ter acesso ao ensino superior, através das aulas de apoio que facultava.

Antes de Abril tiveram também um papel decisivo na consciencialização política de todos aqueles que frequentaram as suas aulas e os seus cursos.

sábado, dezembro 08, 2018

Uma Colectividade Piedense com uma História Diferente...


Esta fotografia tem as iniciais e o símbolo de uma das colectividades da Cova da Piedade, com uma das histórias mais curiosas do seio do movimento associativo almadense.

História que me foi contada pelo meu amigo Mário, filho de um dos fundadores do Clube Recreativo Piedense.

Embora a vertente cultural e recreativa tenha sido a principal motivação para a fundação das grandes  Colectividades Centenárias de Almada ainda no século XIX (Incrível, SFUAP e Academia), que felizmente continuam activas, o Recreativo Piedense foi fundado, no final dos anos vinte do século passado, por uma razão, que até poderá parecer de somenos importância: a criação de um clube para se realizarem bailes (devido ao reduzido espaço oferecido pela sala de danças da SFUAP, que rapidamente ficava lotada e não possibilitava a entrada a mais casais...).

Foi este aspecto simples, que uniu três amigos, que resolveram formar um clube, ao mesmo tempo que alugaram um espaço, com condições para a realização dos tão desejados bailes, de domingo à tarde.

Para todos aqueles que aderiram ao Recreativo Piedense, acabaram-se assim os tempos de espera intermináveis, à porta da sala dos bailaricos da "Sociedade da Piedade"...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, junho 25, 2017

António Policarpo "Mostrou-nos a História"...

Ontem assisti  ao lançamento do livro, "Quinta dos Frades - Do Paço do Desembargador D' El' Rei a Museu da Cidade de Almada, 1366 - 2016)", de António M. Neves Policarpo.

O livro foi apresentado pelo director do Museu da Cidade, Luís Pequito Antunes e contou com a presença do Presidente do Município, Joaquim Judas. A parte que ofereceu mais entusiasmo à numerosa assistência, foi quando o autor, depois de nos oferecer uns tópicos da obra em primeira mão (não manuseei o livro, pois sai um pouco antes do fim...), pediu para projectarem uma imagem dos anos 1940 (panorâmica aérea...) de toda a freguesia da Cova da Piedade na parede, para depois nos levar de viagem, de rua em rua, de quinta em quinta, de fábrica em fábrica, para vermos com os nossos olhos como uma freguesia rural se torna urbana, em pouco mais de sessenta anos.

Foi muita feliz esta ideia do Policarpo em nos "mostrar a História", em nos levar de viagem através de uma fotografia...

(Fotografia de autor desconhecido - não foi esta fotografia que foi mostrada, mas esta acaba por ser a que tenho que mais se aproxima da excelente ideia de António Policarpo, um dos grandes historiadores de Almada)

sexta-feira, dezembro 11, 2015

A Arte sem Concessão


Vou voltar às belas pinturas que foram feitas no começo do Caramujo, porque houve um "mural" que me fez pensar, por dar a sensação que se tratou de uma "encomenda". Nada de inédito no mundo das artes, diga-se de passagem, mas a Arte deveria ser sempre outra coisa...

Além disso, acho que os exemplos escolhidos, da trabalhadora alentejana dos campos e dos operários da Lisnave, embora façam parte da memória de todos nós, estão longe de ser esperança e futuro em Almada. 

E a Arte é presente. O futuro não existe.

Fora estas questões ligadas às palavras, é mais um excelente exemplo de arte pública de rua, apesar dos seus traço reviverem um pouco o "neo-realismo", sem que mal algum venha ao mundo por isso.

domingo, dezembro 06, 2015

A Menina e o Cacilheiro


Hoje esteve um dia quase londrino.

Mas não vou falar disso. Vou sim falar dos excelentes grafites que foram pintados no começo do Caramujo (Cova da Piedade).

Publico aqui a menina que segura o cacilheiro, pela sua beleza e também pelo simbolismo.
Como todos nós já percebemos, a arte de rua pode ser muito mais que uns rabiscos feios, pintados nas paredes...

segunda-feira, setembro 28, 2015

Visita Guiada ao Caramujo


No sábado à tarde participei numa visita guiada à antiga zona industrial da Cova da Piedade, que tinha como epicentro o Caramujo, pela sua proximidade com o Tejo, organizada pelo Museu da Cidade e pelo Centro de Arqueologia de Almada.

Aprendi algumas coisas, como acontece sempre nestes passeios. Por exemplo não fazia ideia que o cais que se prolongava ao longo do Caramujo esteve activo até ao final dos anos 1960, princípios dos anos 1970 (começou a ter problemas de assoreamento depois da construção dos Estaleiros da Lisnave...).

Mas o pior de toda aquela história é o seu abandono (aqui também entra a Câmara Municipal de Almada, proprietária dos Silos e de toda a zona envolvente). 

Provavelmente acabará por ser tudo destruído, depois de anos e anos de pilhagem, só não sabemos em que ano...

No final da visita guiada realizou-se um colóquio no Museu da Cidade onde se iriam debater questões relativas ao passado, presente e futuro do espaço. Não tinha pensado ir por várias razões. Uma delas é o facto de estar cansado de participar em encontros onde se dizem muitas coisas interessantes para no fim ficar tudo na mesma...

quarta-feira, agosto 26, 2015

Um dos "Hotéis" Sem Estrelas na Nossa Banda


Não deixa de ser curioso que os novos "nómadas" que fogem da guerra e arriscam a vida para chegar ao Velho Continente, quando são entrevistados para a televisão, sonham com a Suécia e com a Alemanha, nunca com Portugal...

Eles conhecem o mundo e sabem o que querem e o que não querem. Sabem quais são os países de primeira, de segunda e de terceira na Europa.

E o que não querem mesmo é ficar num dos muitos "hotéis" sem estrelas, que abundam no nosso país.

Este que ficou na fotografia fica na Cova da Piedade, rente às velhas fábricas do Caramujo...

sexta-feira, outubro 10, 2014

Viagem pela Cova da Piedade


Nas várias actividades programadas pelo Museu da Cidade, da exposição, "O Povo Saiu à Rua", a Visita Orientada pela Cova da Piedade de amanhã, interessa-me bastante. Foi por isso que me inscrevi.

Além de ter a apresentação de um pequeno caderno de poemas da minha autoria, às 16.30 horas (a visita começa às 15 horas), tenho algum receio de ficar muito tempo parado de pé, que é o pior para mim, que ainda não estou completamente recuperado do meu novo "tendão de aquilies"...

E espero também que o tempo seja bom camarada.

sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Quase no Coração da Cova da Piedade


Esta casa fica quase no coração da Cova da Piedade.

Fiquei na dúvida se ainda era habitada, mas pareceu-me que sim, pelo menos num dos andares...

O mundo está cheio de "acrobatas" e também de gente cada vez com menos "eira e beira", até mesmo em cidades modernas como Almada...

Fico sempre a pensar se a protecção civil não terá uma palavra a dizer nestes casos...

sábado, agosto 03, 2013

As Memória de Almada do Manuel


Hoje apresentei o livro, "Algumas Memórias de Almada e de Outros Lugares", da autoria de Manuel Alves Pereira, um jovem que tem a bonita idade de 90 anos.

Normalmente estas coisas não são programadas para Agosto, mas aconteceu.

Foi muito bom sentir a alegria do Manuel e dos amigos que estiveram presentes, na sede do Clube Recreativo Piedense, na Cova da Piedade (a obra foi editada pela Junta de Freguesia da Cova da Piedade) para aplaudir este grande almadense, que tinha o sonho de deixar um livro seu para a posteridade. Felizmente conseguiu concretizá-lo.

Apenas mais uma curiosidade, a fotografia da capa do livro é da minha autoria.

quarta-feira, outubro 28, 2009

José Freitas - o "Golfinho de Gibraltar"

No próximo sábado José Freitas, treinador de natação da SFUAP, vai apresentar o seu livro autobiográfico, "José Freitas (O Golfinho de Gibraltar) - Memórias", no pavilhão da colectividade piedense, pelas 16 horas.
A 16 de Setembro de 2005, escrevi no "Jornal de Almada" uma crónica em sua homenagem (José Freitas, o "Homem-Peixe"), na rúbrica "Almada no Centro do Mundo", que assinava no semanário almadense. É com todo o prazer que a transcrevo no "Casario":
«A SFUAP e o concelho de Almada têm a felicidade de contar com o numeroso clã da “família Freitas” na direcção técnica da secção de natação desta Sociedade, já centenária. Desde o avô – a figura central desta crónica – aos filhos e netos, toda a família tem dedicado grande parte das suas vidas à colectividade da Cova da Piedade, que é, cada vez mais, uma referência da natação nacional.
Lisboeta natural da freguesia do Socorro, José Freitas nunca perdeu de vista o Tejo, onde aprendeu a nadar, numa época em que as piscinas eram uma raridade e a água do rio tinha um “manto” azul prateado, com o qual recebia alguns ilustres visitantes, donde se destacavam os golfinhos.
A sua ligação ao Tejo fez com que se transformasse num nadador de médio e longo curso, passando horas e horas dentro de água. A especialização em grandes distâncias longas aproximou-o do então famoso Baptista Pereira, que foi imortalizado por Soeiro Pereira Gomes no romance “Esteiros”, através da personagem Gineto, nadador de quem se fez amigo e com quem treinou inúmeras vezes nas águas do Tejo.
Depois de muitas vitórias e classificações honrosas, dentro e fora do país, José Freitas preparou com afinco aquela que seria uma das suas missões mais arriscadas, a Travessia do Estreito de Gibraltar.
Em Setembro de 1962 conseguiu o feito de atravessar o Estreito de Gibraltar em tempo recorde, uma das grandes proezas desportivas da época.
Depois de se retirar como nadador de competição, tornou-se técnico de natação.
Graças ao trabalho que desenvolveu na Capital, José Freitas acabou por ser convidado pela direcção da SFUAP para organizar e lançar as escolas de natação do clube. Felizmente, para todos nós, no já longínquo ano de 1968, o técnico de natação aceitou o desafio que lhe colocaram, desenvolvendo de uma forma extraordinária a modalidade na Margem Sul.
Além de ter ensinado a nadar milhares de almadenses, José Freitas criou a vertente competitiva no clube da Cova da Piedade, formando uma das melhores equipas nacionais, donde têm saído grandes atletas nível internacional, com extraordinários resultados desportivos, com particular destaque para Ana Francisco, campeã europeia de juniores.
Não temos dúvidas que José Freitas é digno do maior respeito e aplauso de todos nós, pela sua grande dedicação, e amor, ao desporto almadense.»

domingo, junho 01, 2008

Mário Araújo Homenageado

Ontem Almada homenageou um grande asssociativista e democrata.
Estou a falar de Mário Araújo, um daqueles homens que têm sempre algo para nos ensinar, fruto da sua rica experiência de vida.
Também estive no pavilhão da SFUAP, para lhe dar um abraço amigo e para lhe agradecer por nunca ter desistido de lutar, por um país mais livre, justo e fraterno.

sábado, março 01, 2008

A Liberdade...

Não fui, mas apeteceu-me bastante ir, marchar pela Liberdade e Democracia...
Recebi ontem uma mensagem e um poema de um Senhor Democrata, chamado Cid Simões, que fez muita cultura e política, quando as paredes tinham ouvidos, inclusive no concelho de Almada, na sua Freguesia mais democrata, onde Humberto Delgado conseguiu vencer as presidenciais, apesar das chapeladas salazaristas...
Exactamente, na Cova da Piedade!
O Poema é lindo e é da Cecília Meireles.

Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda.

Obrigado Cid Simões