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quinta-feira, agosto 22, 2019

O Ginjal não Começa nem Acaba...


Não sabem onde começa e onde acaba...

Uns pensam que acaba no último armazém em ruínas, outros quando o rio fecha portas (Quinta da Arealva).

Claro que isso não tem qualquer importância... o Mundo sempre me pareceu melhor sem fronteiras, apesar de haver muita gente que gosta de viver rodeada de muros...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, abril 02, 2017

O Meu "Passeio dos Tristes"


À terceira foi de vez, acertei no título da exposição.

Depois de tentar encontrar pontos de encontro entre as minhas fotografias, achei que "Passeio dos Tristes", era o melhor título para uma exposição com Cacilhas, Ginjal e Arealva, que fazem parte de um dos meus passeios preferidos, muito graças ao Tejo.

quinta-feira, abril 08, 2010

A Nossa Arqueologia Industrial

A Margem Sul é especialmente rica em Arqueologia Industrial, mesmo que todo este património esteja completamente entregue à "bicharada".
Então no Ginjal os vestígios têm sido engolidos por um tempo que deixa quase sempre, marcas demasiado tristes...
Praticamente já só restam as paredes das fábricas, dos armazéns...
Esta porta escancarada é da Quinta da Arealva, aliás, do pouco que resta da Quinta onde se fabricaram uns bons vinhos, mais virados para a importação (aliás, exportação - "gracias" Nabisk) ao longo de todo o século XX.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Dias com Quatro Estações

Os dias não estão apenas pintados de negro, em apenas um só dia encontramos a calmia primaveril, o brilho do Sol de Verão (de trovoada...), o cinzento e o castanho do Outono, e claro, a chuva e o frio de Inverno...

a fotografia mostra um "grafitte" da Quinta da Arealva.

domingo, janeiro 03, 2010

Passeio de Cacilhas à Arealva

Antes do almoço já tinha previsto dar um passeio por Cacilhas, à beira do Tejo.

Depois de passar pelo café e conversar um pouco, acabei por receber um companheiro inesperado de passeio. Chama-se Luís como eu e também se interessa pela história local, com a particularidade de ter vivido a infância próximo do Cais de Cacilhas, conhecendo muito bem toda aquela zona.
Fomos andando e conversando, identificando espaços de antigas fábricas, armazéns e moradias, quando demos por isso estávamos no Olho de Boi, a um passo da Quinta da Arealva, que também acabou por receber a nossa visita.
Foram mais duas horas de passeio, com a visita a alguns recantos mais escondidos, contando histórias da história de Almada com as pessoas do Ginjal dentro.

segunda-feira, junho 15, 2009

Janelas Abertas de Par em Par para o Tejo...


O Tejo não envelhece, da mesma forma que as casas.
Muda sim de cor, e de cheiro, consoante a acção humana.
E claro, a proximidade, ou não, do Mar...

Na televisão hoje fala-se de reabilitação urbana...
Palavras, daquelas que o vento costuma levar.
Aliás, o programa da Fátima, é bom nisso. Fala-se, fala-se, mas raramente se conclui o que quer que seja...

segunda-feira, abril 27, 2009

A Praia das Lavadeiras

Ontem, antes do almoço, fiz uma passeata um pouco mais longa pelo Ginjal, chegando mesmo até à Quinta da Arealva, cada vez mais destruída...
A maré estava baixa, era possível andar pela areia, cada vez mais clara, das praias do Rio nesta Margem Sul.
Esta é a melhor prova de que o Tejo está mais azul e mais vivo que há dez ou vinte anos atrás.
Não sei se será possível o regresso dos golfinhos ao Estuário, mas pelo menos fica a esperança...

segunda-feira, julho 14, 2008

Quinta da Arealva I

Só aqui,

se juntam os pássaros
para cantar.

Só aqui
as árvores
se precipitam no vazio
e se curvam ao meu passar

Só aqui,
o silêncio
é mais verde
do que a terra,
e tão verde
quanto o mar.


Verde...
só este recôndido lugar!

O poema, "Quinta da Arealva I", é da autoria do poeta almadense Alberto Afonso, do livro "Recantos de Minha Terra".