
Há dois ou três anos, o meu filho perguntou-me, se as crianças na Palestina e em Israel, também brincavam...
Disse-lhe que sim.
Algumas brincam mesmo nos cenários de batalhas, porque são quase "filhas da rua". Gozam de uma liberdade excessiva, com todos os perigos que existem nos territórios de guerra, com minas e bombas perdidas aqui e ali...
Outras mais resguardadas pelas famílias, brincam fechadas em casa...
As crianças do Tibete, também brincam, quando e onde os chineses deixarem...
O mais grave disto tudo, é serem sempre as crianças, as principais vitimas dos erros dos adultos...
Na Páscoa, costuma haver tréguas, mas no dia seguinte, volta tudo à "normalidade"...
18 comentários:
E como é triste essa "normalidade", em Portugal existe um programa de apoio às crianças que são recolhidas pelos mosteiros, em que podemos ser padrinhos de uma dessas crianças, ajudar na sua educação e desenvolvimento, por uma quantia que nem é elevada.
Beijinhos e uma Páscoa Feliz*
Olha, Luís, até sobre o Tibete as coisas estão muito confusas.
Tibetanos pacifistas a vandalizarem casas de chineses?
O que nos mostram está bem contado?
Eu confesso que já não sei em que acreditar, do que vejo e leio.
Beijinho e Páscoa Feliz
Um texto belo e muito pertinente.
As crianças fazem sempre as perguntas certas...
Mas elas brincam mesmo? Elas conseguem aprender a brincar, naquelas condições? Há tantas crianças dos países ditos desenvolvidos que já não aprenderam a brincar...
O Japão sugeriu uma fase para conversações.
O Tibete aceitou. A China não.
Onde está a diferença?
O domínio da China no Tibet é tremendo...
O que eu duvido é que os tibetanos fiquem melhor se voltarem a ser esmagados pelo poder feudal, religioso e friamente brutal dos dirigentes budistas e os seus autómatos-monges fanáticos.
Há tanto por saber sobre aquele fenómeno!
Abraço
também acho que há sempre dois lados a ter em conta...mas as crianças essas são as vítimas inocentes de todas as guerras...até porque não as deixam ser crianças
boa semana
Sigo o teu blog mas nunca comentei... Obrigada pelas tuas visitas no meu blog! Beijinhos!
Não sabia, Maria Maio.
Claro que existe um pouco de tudo no Tibete, não são todos monges e pacifistas, Sininho...
Obrigado Rui.
Brincam, Ignota.
A sua própria inocência faz com muitas vezes não tenham noção da realidade...
O teu comentário reflete a maior das diferenças, Observador...
Pois... não deixa de ser pertinente. Mas apesar de tudo, que venha a autodeterminação, Samuel, para vermos...
Pois são, Carla, de todas as guerras, até das domésticas...
Pikenatonta, agradeço as tuas visitas...
mas podes dizer sempre qualquer coisa, nem que seja um bom dia, boa tarde ou boa noite...
Não imagino a idade do teu filho quando te fez essa pergunta, mas é interessante a preocupação dele, já demonstra ter caráter. :)
As crianças são sempre as maiores vítimas das guerras, perdem tudo: família, inocência e o legítimo direito de terem uma infância feliz.
E quanto ao Tibet: espero ansiosa por um dia ver a sua independência...
Beijinho
Devia ter sete anos, Cris...
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