Mostrar mensagens com a etiqueta Restaurantes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Restaurantes. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, junho 30, 2026

Mesa cheia na nossa "Tertúlia do Bacalhau com Grão"...


Esta segunda-feira o Restaurante Olivença voltou a ter uma mesa cheia, a querer recordar os velhos tempos da "Tertúlia do Bacalhau com Grão", que de 2014 a 2020, reunia neste primeiro dia de cada semana uma dúzia de amigos, que gostavam de estar uns com os outros e de partilharem memórias, histórias e também anedotas, normalmente contadas pelo bom do Orlando.

Aos três "habitués" (Chico, Carlos e Luís), juntaram-se o Mário, o Henrique, o Tomás, o Pedro e a Sónia.

Conversámos, sorrimos e viajámos no tempo, graças à memória do Chico, que continua a adorar caminhar pela Capitão Leitão da sua juventude...

(Fotografia de Eliane - Almada)


quinta-feira, fevereiro 27, 2025

O Ginjal no filme os "Verdes Anos"...


Uma das coisas curiosas do filme "Verdes Anos", de Paulo Rocha, foi a travessia do rio de cacilheiro e a passagem pelos restaurantes do Ginjal.

Claro que a visita ao saudoso "Floresta do Ginjal", teve uma nota crítica, dita pela personagem interpretada por Paulo Renato. Este sentou-se viu a lista e depois ensaiou uma "saída à francesa".


Já na porta virada para o Ginjal, disse que o restaurante (sem dizer o seu nome...) "era bom para ver as vistas e para enganar estrangeiros", acabando por ir almoçar um pouco mais à frente ou logo ao lado, à "Tasca do Pescador", dos Bagueiras, onde havia sempre peixe e marisco fresco, a preços mais convidativos...

 (Fotogramas do filme "Verdes Anos")


domingo, março 15, 2020

A "Quarentena" no Ginjal


Não só é normal, como é natural, que as ruas (por todo o lado) comecem a ter pouco movimento.

Esta fotografia foi tirada sábado, ao fim da manhã, no miradouro do Jardim do Castelo, com a esplanada do "Ponto Final" limpa de gente.

Apesar de ser possível "manter as distâncias" nos restaurantes do Ginjal, estes sabem que o melhor que têm a fazer é acompanhar estes tempos, fechando portas, até porque a sua clientela é quase toda de fora...

(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)

quinta-feira, janeiro 28, 2016

Bela Viagem pelo Ginjal, Porta a Porta

Todos aqueles que assistiram ontem à viagem proporcionada pelo Luís Bayó Veiga, "Ginjal de porta em porta", com o apoio de João Valente e Henrique Carvalho, em Cacilhas (sede da ARPIFC) ficaram deliciados pelo estudo pormenorizado feito, número a número, desde o um ao setenta e três, ou seja, do "Farol" ao "Ponto Final", dois bons restaurantes que não só resistem a  o tempo no Ginjal, como são um dos seus melhores cartões de visita no campo da gastronomia.

Eu que sei bastante sobre o Ginjal, fiquei a saber ainda mais coisas sobre este lugar único no nosso Concelho, graças ao Luís.

Foi uma bela viagem povoada de pessoas, de profissões e de empresas, que durante muitos anos deram vida a esta "rua marginal" do Tejo e de Cacilhas...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, maio 29, 2010

Centros de Lazer Ambulantes

Lisboa é invadida diariamente por paquetes gigantescos, que dão um bom contributo à economia das duas margens (há grupos com refeições marcadas para restaurantes ribeirinhos de Cacilhas).
Claro que não pernoitam nos hotéis da Capital, têm a "barca" gigante da imagem, onde encontram um pouco de tudo, para se divertirem, para descansarem ou para outra coisa qualquer...
Felizmente turistas não faltam a Lisboa e arredores, gente de todas as idades, gostos e nações...

domingo, fevereiro 10, 2008

Chegada a Cacilhas


Domingo de manhã.

O cacilheiro aproxima-se do cais colorido,
transporta turistas, trabalhadores,
gente à procura de gente...
e porque não, também de almoço,
num dos muitos restaurantes cacilhenses?...

terça-feira, dezembro 18, 2007

Sorte Ser Natal...

Esta época continua a inspirar novas histórias, entre os muitos usos e abusos que se fazem em nome do Menino Jesus e do Pai Natal, por aí...
A mais caricata a que assisti, passou-se num restaurante familiar do Bairro Alto, com uma senhora que já devia ter passado os sessenta, vestida e pintada de uma forma demasiado visível, que na hora de pagar a refeição, desculpou-se que se tinha esquecido de colocar dinheiro na carteira. O empregado, com a discrição possível chamou o dono. Quando este chegou ela perguntou-lhe se não a conhecia. Ele abanou a cabeça. Ela disse que era a Lena Alves, irmã da Laura Alves, e que também era actriz. O senhor Joaquim disse-lhe que nem sequer imaginava que a Laura Alves tivesse uma irmã, mas isso não era importante, até podia ser a esposa do presidente da República, ali toda a gente pagava a sua refeição. Frisando que a única excepção da casa era o Eduardinho, que tinha sempre direito a uma sopa, quando se encostava á soleira da porta. O dono referia-se a um dos pedintes do bairro que não tinha o tino todo, mas que não fazia mal a ninguém.
A senhora nunca perdeu aquele seu ar superior, provavelmente encenado para aquela fita do almoço, colocando um ar triste, exclamando que o senhor não acreditava nela, virada para a plateia, que se estava a divertir com o número.
O senhor Joaquim, como tinha mais que fazer, disse-lhe que podia fazer três coisas: colocá-la na cozinha a lavar louça, mas isso ia estragar-lhe as mãos e fazer saltar o verniz das unhas; chamar o polícia de serviço na esquadra mais próxima; ou deixá-la partir na paz dos anjos, por ser Natal...
Claro que pediu à senhora para se despachar, que estava um casal à espera para almoçar, não sem antes lhe, desejar Boas Festas e enviar recomendações à família Alves...

domingo, novembro 04, 2007

A Princesa do Tejo

Gosto bastante da Trafaria.
Acho mesmo que não me importava de viver nesta vila do concelho de Almada, ancorada rente ao Tejo.
Apesar do abandono a que tem sido votada nas últimas décadas - parece que parou no tempo -, transpira tranquilidade.
Além de ter restaurantes óptimos, possui uma atmosfera artesanal muito própria, ligada ao mundo da pesca. Todos aqueles pequenos barcos estacionados rente à praia, assim como os que se amontoam no areal sujo, de tantas cores e nomes de baptismo, dão uma beleza especial a este lugar.
Quem diria, nem mesmo o abandono e a falta de limpeza da areia da praia, que já foi das mais concorridas e chiques da área de Lisboa (na primeira metade do século XX), retiram beleza a esta "Princesa (do Tejo) da Adiça"...
Além do excelente repasto que me foi servido - massada de peixe e marisco -, soube-me bem ter passado um pedaço da tarde solarenta de ontem, nesta terra cheia de potencialidades turísticas...

terça-feira, outubro 23, 2007

A Teresa Salgueiro e o Ginjal


Poucas pessoas sabem que Teresa Salgueiro tem ligações familiares ao Ginjal, através dos bisavós, Maria e Zé Bagueira, que possuíram uma casa de pasto onde se confeccionava a caldeirada mais afamada de Cacilhas, dos anos vinte e trinta do século passado.
«[...] Assim, nos anos trinta, a caldeirada mais afreguesada era a da Maria Bagueira, uma excelente criatura que entrosava os seus dotes de cozinheira com o afago e a simpatia, que é meio caminho andado para que, em cada cliente, tenha adquirido um amigo. Assim o convívio era são e os comensais estavam tão à vontade como nas suas casas.
[...] O seu marido, o Zé Bagueira, era um pescador na acepção total do termo. Nunca o conheci a não ser com calça de ganga, camisa de flanela, em grandes quadrados coloridos como matriz. botas de borracha e o velho boné castanho, como usam os pescadores de Sesimbra. Este homem, pai de uma prole abundante (e bisavô da cantora Teresa Salgueiro dos Madre Deus, de fama internacional) estava sempre bem disposto - assim como a mulher - e era um conhecedor profundo das matreirices que é necessário conhecer para que o peixe venha parar à mão. [...]»

Extraído de um dos capítulos do livro "Cacilhas - a Gastronomia, a Pesca e as Tradições Locais", da autoria de Fernando Barão e Luís Alves Milheiro, em pré-publicação.

quinta-feira, agosto 16, 2007

O Papo Seco

Ultimamente tenho coleccionado alguns recortes publicitários da primeira metade do século passado.
A minha pesquisa tem tido como grande objectivo descobrir coisas sobre Cacilhas, algumas das quais ainda poderão ser utilizadas para ilustrar uma obra da qual sou co-autor e deverá ser lançada em Outubro.
Este recorte da Costa de Caparica de 1933 chamou-me a atenção por se tratar de uma Pensão Restaurant "Chic", e também por ser propriedade do senhor José Alves Martins, conhecido popularmente como o "papo seco".
Além disso trata-se de: «A casa mais bem situada e antiga nesta Praia.»

segunda-feira, maio 07, 2007

Fonte da Alegria


Em 1933 um restaurante do Ginjal já publicitava a concorrência que fazia aos vizinhos de Lisboa.
Estou a falar da "Fonte da Alegria", que se situava onde hoje está o restaurante-marisqueira "Farol", próximo do cais de embarque dos cacilheiros.
O curioso são as palavras do anúncio, que nos dizem que é a única casa que rivaliza com as congéneres da Capital.