Nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
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domingo, julho 15, 2018
sexta-feira, julho 15, 2016
Está Quase...
Estou quase a viajar para o Sul...
Talvez este ano me sinta mais em Marrocos, à entrada do deserto, que em outros anos.
Espero descansar, ler, olhar e sorrir...
Mas também pode ser que o tempo se torne mais ameno, contrariando as teses dos meteorologistas...
Deixo-vos mais uma fotografia em tons "Blue & Yellow"...
(Fotografia de Luís Eme)
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segunda-feira, agosto 18, 2014
O Sol de Verão Sempre Veio
Quem escolheu a segunda quinzena de Agosto para férias, desta vez parece ter acertado. Pelo menos neste primeiros dias tem sido brindado com o Sol de Verão, sem as "avarias" de Julho ou da primeira quinzena, que tentaram dificultar a vida a quem só gosta de fazer férias na praia, em busca dos tons acastanhados na pele.
Como as minhas férias este ano foram forçosamente diferentes, nem sequer senti falta do Sol de Verão na segunda quinzena de Julho.
Nesta minha foto vemos o Jardim do Castelo, mais outro belo miradouro de Almada...
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sábado, setembro 01, 2012
Olá Setembro!
Gosto de Setembro.
Lembro-me que nos primeiros anos de trabalho, gozei as férias em Setembro, porque o Agosto estava reservado para os "mais antigos" da casa.
E normalmente ainda passava uns bons tempos de férias, mesmo com os dias menos largos e mais ventosos.
Nessa altura ainda não vivia em Cacilhas (nem pensava que isso viesse a acontecer...) e passava as férias na minha praia de sempre, a inesquecível Foz do Arelho, que tem o melhor mar do mundo.
Mas já gostava muito do Tejo, embora o conhecesse melhor do lado de lá...
sábado, julho 21, 2012
sábado, julho 16, 2011
Em Agosto Volto
Como tem sido hábito, na segunda quinzena de Julho vou de férias. Tento mesmo que seja um período de descanso, é por isso que me afasto de todas as rotinas do dia a dia, inclusive a blogosfera.
São quinze dias em que não terei nenhum computador por perto (eles também vão de férias...), porque sabe bem voltar a um mundo mais calmo, mesmo que seja por pouco tempo, sem relógios e sem a pressão de ter de cumprir prazos.
Em Agosto volto.
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domingo, agosto 08, 2010
terça-feira, agosto 03, 2010
domingo, agosto 01, 2010
quinta-feira, julho 15, 2010
Os Mares do Sul
sábado, setembro 12, 2009
Quase um Conto de Fadas...
A melhor imagem que guardo da visita à "Disneylândia" de Paris é o ar de felicidade da minha filha de cinco anos, sempre que encontrava um dos figurantes vestido de personagem do Mundo Disney.
Especialmente o abraço apertado que deu à Minnie...
Para ela, era como se aquelas personagens fossem de carne e osso...
sexta-feira, setembro 11, 2009
O Sena e o Tejo
O tráfego fluvial do Sena é espantoso e faz roer de inveja o Tejo, apesar do rio parisiense ser um "pigmeu" em relação ao nosso "rio largo"...
Claro que beneficia (e muito) da sua pouca largueza, da mansidão das suas águas e da monumentalidade das suas margens...
Mesmo assim dá que pensar o uso que damos ao nosso Tejo...
quarta-feira, julho 15, 2009
Partir...
É sempre bom partir de férias, mudar de ares, recarregar baterias para mais um ano de trabalho, que vem logo a seguir...
E tanto podemos partir de veleiro, de comboio, de avião, de carro, de bicicleta ou a pé...
O que é preciso é fazer as malas (ou a mochila) e partir.
Depois é fazer de conta que o mundo vai mudar, acordar sem preocupações, jornais ou televisões. Reapreender a respirar de peito aberto, os ares do campo ou do mar. Passear sem pressas dentro da noite, com tempo para descobrir as estrelas...
O "Veleiro Branco" é de António Soares Marques Perdigão.
segunda-feira, dezembro 22, 2008
quinta-feira, julho 31, 2008
Voltar...
quarta-feira, julho 23, 2008
Olhar o Tejo...
Hoje apetecia-me olhar o Tejo, mesmo que fosse de uma janela velha, como esta, da Quinta da Arealva...
Como as férias são das coisas mais efémeras que nos acontecem, daqui a uns dias, volta tudo ao circuito normal...
E Lisboa sabe sempre bem em Agosto, se não fossem os muitos estrangeiros, quase que se podia dizer, que tinha "fechado" para balanço...
terça-feira, julho 15, 2008
Madrugada
quinta-feira, setembro 27, 2007
Um Símbolo de Resistência

Quando visitei o Arquipélago dos Açores, em 1995, fiquei maravilhado com tanta beleza natural.
De todas as Ilhas que visitei, o Faial marcou-me de uma forma especial, ao ponto de ter escrito, que foi o lugar que encontrei mais próximo, daquilo que se costuma chamar "paraíso"...
Além de todo aquele verde florido dos campos, e do azul tão vivo do mar, não esqueci a Ponta dos Capelinhos, por ser a antitese de toda a ilha, com o seu ar lunar...
Mas o que mais me impressionou naquele canto cinzento foi o Farol (reconstruído há pouco tempo), que se mantinha de pé, imponente, como o único sinal de resistência a toda a violência sísmica, que tomou conta da Ilha durante mais de um ano. O Farol resistiu aos tremores de terra, à lava e a sei lá que mais...
Estas palavras não surgem aqui por acaso. O Vulcão dos Capelinhos entrou em erupção há cinquenta anos...
terça-feira, agosto 07, 2007
O Verão Também é...

O Verão também é, por excelência, o mês das esplanadas, o mês das bebidas frescas...
A cerveja aparece quase em primeiro lugar (não posso esquecer a água, porque não há nada que nos sacie a sede como este belo nectar, puro e transparente...).
Apesar das grandes guerras de cerveja nacionais, com os festivais de Verão pelo meio, tive um feliz reencontro nas férias com a San Miguel.
Apesar de adorar ser português e de não querer pertencer à Ibéria do Saramago, sempre gostei desta cerveja espanhola...
domingo, julho 15, 2007
Os Dias de Verão

Os dias de verão vastos como um reino
Cintilantes de areia e maré lisa
Os quartos apuram seu fresco de penumbra
Irmão do lírio e da concha é nosso corpo
Tempo é de repouso e festa
O instante é completo como um fruto
Irmão do universo é nosso corpo
O destino torna-se próximo e legível
Enquanto no terraço fitamos o alto enigma familiar dos astros
Que em sua imóvel mobilidade nos conduzem
Como se em tudo aflorasse eternidade
Justa é a forma do nosso corpo
Cintilantes de areia e maré lisa
Os quartos apuram seu fresco de penumbra
Irmão do lírio e da concha é nosso corpo
Tempo é de repouso e festa
O instante é completo como um fruto
Irmão do universo é nosso corpo
O destino torna-se próximo e legível
Enquanto no terraço fitamos o alto enigma familiar dos astros
Que em sua imóvel mobilidade nos conduzem
Como se em tudo aflorasse eternidade
Justa é a forma do nosso corpo
Poema da grande senhora da poesia portuguesa, Sophia de Mello Breyner Andresen, óleo de Manuel Amado...
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