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domingo, outubro 13, 2024

Uma Bela Surpresa para Todos os Familiares e Amigos de Fernando Barão


Ontem, durante a apresentação do livro da minha autoria, "Fernando Barão; (Quase) Tudo o que Vivi", as mais de cem pessoas que encheram a Sala Pablo Neruda, no Fórum Romeu Correia, em Almada, tiveram uma bela surpresa, durante a intervenção do vereador Filipe Pacheco, que fez parte da mesa de honra, em representação do Município de Almada.

O Vereador deu a todos a excelente notícia, que iria ser atribuído, brevemente, o nome de "Largo Fernando Barão", ao espaço que ainda continua a ser conhecido, popularmente, pelo "Largo da Bomba", onde em temos idos existiu uma bomba de água que abastecia os locais deste bem precioso. Ou seja o Largo junto ao Centro de Turismo de Almada, que foi durante quase todo o século XX, o quartel dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas.

Este lugar tem ainda outra particularidade, foi o lugar de "namoro à janela" de Fernando Barão com a jovem e bonita Isabel, que viria a ser a esposa e companheira da uma longa vida. Foi ainda a propósito deste namoro que o Fernando ganhou a alcunha do "Vai à Bomba"...

Em suma, uma escolha muito feliz do Município, que muito honra os familiares e amigos mais próximos do nosso "Barão de Cacilhas".

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)


quarta-feira, maio 11, 2022

Coisas da Toponímia Almadense (um)


Sei que não se trata de uma história virgem da toponímia almadense, esta placa de uma rua da freguesia da Sobreda de Caparica (próximo da piscina municipal), mas podia ser perfeitamente evitável, se as pessoas que escolhem os nomes das ruas, metem-se de uma vez por todas nas suas cabeçinhas, que há nomes que não podem ser abreviados ou reduzidos. 

E se se tratar de um artista ou literato, corre-se o risco de deixar as pessoas a pensarem que até poderá "ser outra pessoa"...

Pois é, não existe nenhum poeta chamado António Lisboa, nascido em 1928 e falecido em 1953. Existe sim António Maria Lisboa, poeta surrealista, que nos deixou com apenas 25 anos de idade e que foi considerado por Mário Cesariny e Luiz Pacheco, um dos nossos grandes poetas surrealistas, apesar de ter deixado uma obra reduzida (Mário Cesariny organizou "Poesia", uma antologia com os seus poemas, editada pela Assirio & Alvim).

(Fotografia de Luís Eme - Sobreda)