Se não o tivessem feito, tinha acontecido agora mais uma desgraça, provavelmente com várias vítimas...
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
Nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
Se não o tivessem feito, tinha acontecido agora mais uma desgraça, provavelmente com várias vítimas...
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
Mesmo assim, eu pergunto: o que é fizeram aos "artistas" que andavam a pintar as estradas esburacadas, em verdadeiras "operações cosméticas"? Agora que eram necessários, é que se têm esquecido de fazer o seu trabalho e "pintar" as passadeiras da Praça Gil Vicente (essas mesmo, as duas mais próximas da Escola Cacilhas-Tejo), bastante movimentadas, por sinal.
Infelizmente, o que não faltam por aí, são condutores que se esquecem de olhar para o sinal e como não existem as "linhas brancas", fingem que não precisam de dar passagem aos peões...
Pois é, parece que afinal, Almada continua por realizar. Apesar dos cartazes que ainda andam espalhados por aí, com uma presidente sorridente, dizerem o contrário...
E entretanto estamos a chegar a Novembro...
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)
Nos incêndios é o que sabemos, a prevenção fica quase sempre a meio caminho. Agora que começam as primeira chuvas, era bom que os responsáveis do urbanismo e das limpezas das nossas autarquias, não estivessem à espera que as suas localidades começassem a ficar "entupidas", abrindo o caminho às primeira cheias...
Já os antigos diziam que "mais vale prevenir que remediar"... Mas esta gente é moderna demais e finge não perceber o que é bom senso (e senso comum), ao mesmo tempo que demonstra gostar pouco de se antecipar aos problemas...
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)
Se já existiam buracos, com a chuva, não só "alargaram" como "afundaram". Há várias ruas que já se podem considerar perigosas, com a da fotografia, que não mostra bem a "cratera", o buraco mais distante (e é difícil desviarmo-nos dela por causa dos carros estacionados...).
(Fotografia de Luís Eme - Almada)
Como choveu muito neste Inverno, pensava que era desta que o ditado ficava a descansar, à espera do próximo ano. Pensava...
A chuva veio com força nestes últimos dias, até trouxe uma pouco habitual "tromba de água" ao Tejo, que fez estragos por onde passou e foi notícia, como mini-tornado...
As chuvas e o mau tempo também deixaram marcas no Ginjal.
Como as arribas são arenosas, vão sempre caindo pedaços de terra que se transformam rapidamente em barro. Isto acontece com frequência nas escadas que fazem a ligação entre o final do Ginjal e a Boca do Vento, embora desta vez tenha sido mais que o habitual, ao ponto de obrigar os visitantes a fazerem alguma ginástica, pelo menos a subir, já que a meio as escadas, estas estão cobertas de lama, pedras e pequenos de troncos de árvores.
As novas estações do metro são muito bonitas, mas não nos protegem da chuva nem do vento. E do sol, quando ele apertar logo se vê...
São de tal maneira abertas, que entra água e vento por baixo e pelos lados, só se salva a protecção superior. Nos dias de chuva quem se quiser sentar nos bancos, fica com as calças ou saia molhadas...
A chuva é terrível, mostra as fragilidades das cidades, que não são apenas feitas de avenidas novas, onde passa o eléctrico...
Felizmente é ano de eleições, pelo que o mais provável é que os buracos que se transformam em poças de água e são a alegria da criançada, sejam remendados, lá mais para o Verão...
Este domingo, "gordo" em água, diz-nos tantas coisas...
