
As Marchas Populares começam a ser sinónimo de qualidade em Almada.
Apesar de não ser uma tradição local, devemos sublinhar que as colectividades têm aderido a esta iniciativa de uma forma entusiástica, e de ano para ano, é notória a melhoria de qualidade, em quase todos os aspectos.
Claro que esta análise só a faço no Pavilhão dos Desportos do Feijó, porque o recinto ao ar livre, onde decorre a Primeira Apresentação é demasiado restrito (este ano existe desculpa, já que as obras do Metro obrigaram a que se escolhesse um outro lugar, para o desfile, junto à Lisnave), praticamente a exibição resume-se à passagem pela tribuna de honra.
Apesar de resultar numa sobrecarga de trabalhos, era bom que o Município de Almada pensasse seriamente em fazer o mesmo que é feito em Lisboa, colocando bancadas desmontáveis em toda a área onde decorre a apresentação da Marcha, possibilitando a visualização deste espectáculo a um maior número de pessoas, sem terem de estar quase encavalitadas em cima umas das outras.
A imagem que acompanha o texto é das Marchas do ano passado, da Marcha da Incrível e da Academia Almadense (este ano não tirei fotografias...).