Além de dirigente era um excelente músico (saxofonista) e o elemento mais antigo da Banda Filarmónica da SFIA, com mais de cinquenta anos de dedicação à razão da existência da nossa Colectividade.
Mas o Brás foi sempre mais que isso. Estava sempre disponível para a nossa Incrível, fazendo um pouco de tudo, fosse na banda, no teatro, na sede ou no salão de festas.
Além da amizade que ficou, o convívio com o Joaquim (e como outros grandes associativistas Incríveis) foi sobretudo uma grande lição de humanismo e companheirismo, num tempo memorável (para mim), quando ainda se privilegiavam os valores colectivos, quando o nós estava à frente do eu...
(Fotografia de Luis Eme - Almada - o Joaquim Brás aparece em primeiro plano na fotografia que ilustra este cartaz do Município)

