terça-feira, setembro 29, 2026

Mudar o sentido às coisas (e às estradas) em Almada...


Acho curioso que a semana da mobilidade em Almada, seja usada para alterar o sentido de algumas ruas, ou pintar as estradas (deve existir um "artista plástico" frustrado nos serviços do trânsito da Cidade...).

O que continua igual são os buracos, nos passeios e nas estradas. O tal "artista plástico" é tão "bom", que até consegue pintar por cima dos buracos, tratados como "achados arqueológicos"...

Claro que existe alguma criatividade e até mistura de materiais, como se pode observar em alguns lugares mais desnivelados do chamado eixo central de Almada, onde a tradicional calçada, já conta com a companhia do cimento e do alcatrão, para disfarçar os altos e baixos de uma Cidade muito especial (de corrida, claro)...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)


sábado, setembro 19, 2026

Uma boa ideia, com um traço azul contínuo, na Casa da Cerca...

 

Hoje a Casa da Cerca organiza uma iniciativa que tem tudo a ver com ela, um "Traço Contínuo" (azul) que percorre este bonito lugar e oferece uma série de oportunidades de "desenhar", durante 24 horas.

Quem gosta de arte, ou simplesmente de olhar o Tejo, do alto de um dos melhores miradouros de Almada, pode e deve aparecer...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)


segunda-feira, setembro 07, 2026

Cinquenta edições enchem-nos de história (e também de muitas estórias)...


Não fui. Não escrevi nada.

Não é que me tenha passado ao lado, mas não liguei tanto quando devia ao "número redondo".

O ano passado passei por lá (não visitava a Quinta da Atalaia há mais de uma década...), porque quis descobrir diferenças e também ver se encontrava um ou outro amigo, daqueles que vão antes e vêm depois (o que não aconteceu...).

Mas é impossível passar ao lado desta festa de massas, que entre outras coisas, é a pioneira dos festivais musicais, e sempre com preços em conta.

Passei por Loures, pelo Alto da Ajuda e talvez por um ou outro sítio, antes de aparecer esse achado, que foi a Quinta da Atalaia.  Sei que visitei a "Festa do Avante!" umas duas dezenas de vezes (mais ano menos ano...), com amigos, com namoradas e também com a família.

Sei que é um abuso dizer que "não há festa como esta", mas que é um marco histórico, em muitos sentidos, não devem existir grandes dúvidas. Até na cada vez mais ausente, solidariedade humana, que ainda vive dentro de todos aqueles que continuam a passar parte das suas férias a "construir a Festa".

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)