quarta-feira, dezembro 15, 2010

A Falar lá se Vamos Entendendo...


Houve alguém que durante o fim de semana resolveu transformar este banco numa lixeira.

E assim ficou até hoje. Ontem tirei a fotografia com lixo e nevoeiro, a pensar enviá-la a alguém com peso governativo...
Hoje pela manhã, quando fui levar o meu filho à escola, na viagem de regresso, encontrei uma "brigada de limpeza" do Município, composta por duas senhoras. Fiz-me um pouco de parvo e perguntei-lhes se a zona do polidesportivo também lhes pertencia, disseram-me que sim. Informei-as então que um dos bancos estava cheio de lixo. Uma delas disse que já sabia, mas que ainda não tinham conseguido chegar lá...
Achei estranho este "não chegar lá", por estar a uns duzentos metros delas.
Mas a meio da tarde (quando tirei a segunda fotografia), verifiquei que afinal tinham conseguido "chegar lá"...
Claro que a culpa é da malta que ainda não sabe viver em comunidade e faz lixo até em lugares para nos sentarmos...

12 comentários:

Catarina disse...

Tenho muita dificuldade em aceitar esse tipo de mentalidade. Parecem que certas pessoas não evoluem de maneira nenhuma...

Maria P. disse...

Há dias que nem a falar...

Beijinho, Luís M.

Rosa dos Ventos disse...

Vá lá, vá lá, sempre lá chegaram!
Eu não levei fotos embora as tenha, mas apresentei a situação oralmente junto de quem de direito e até hoje nada e já lá vão umas semanas...
Precisamente uma lixeira num terreno devoluto frente a um dos museus da cidade...
Se estas coisas nos incomodam por que razão não incomodam toda a gente?

Abraço

Observador disse...

A atitude animalesca de quem cria lixo e o deposita não importa onde, é de realçar.

Neste caso, os duzentos metros não foram obstáculo para as funcionárias dos serviços da limpeza urbana.

CAP CRÉUS disse...

Eu gosto é da malta do tacho que passa pelas coisas e pelos sitios e nada diz, nada faz!
Tenho um parque infantil à espera de uma alma caridosa. Já depois de avisos e emails...

Luis Eme disse...

também eu, Catarina.

Luis Eme disse...

eu sempre que posso falo, sem que nunca perca nada, M. Maria Maio.

Luis Eme disse...

estas pessoas têm "poucas velocidades", Rosa...

é devagar e devagarinho.

Luis Eme disse...

é o mais grave de tudo, Observador.

a falta de sentido comunitário e civico.

Luis Eme disse...

usam "talas", Cap.

é por isso que de vez em quanto recebem uns e-mails com anexos, para "olharem o mundo" cá de fora...

CAP CRÉUS disse...

Pois é! Talas bem convenientes :-)

Luis Eme disse...

e de que maneira, Cap...