segunda-feira, abril 27, 2009

A Praia das Lavadeiras

Ontem, antes do almoço, fiz uma passeata um pouco mais longa pelo Ginjal, chegando mesmo até à Quinta da Arealva, cada vez mais destruída...
A maré estava baixa, era possível andar pela areia, cada vez mais clara, das praias do Rio nesta Margem Sul.
Esta é a melhor prova de que o Tejo está mais azul e mais vivo que há dez ou vinte anos atrás.
Não sei se será possível o regresso dos golfinhos ao Estuário, mas pelo menos fica a esperança...

12 comentários:

Maria P. disse...

Pela imagem a passeata foi agradável, interessante esse lugar...

Beijos, Luís M.

Rosa dos Ventos disse...

Haja esperança!
Até no regresso dos golfinhos...

Abraço

CAP CRÉUS disse...

Parece bem giro, o local!
Era bom demais, o regresso dos golfinhos!

Cris Caetano disse...

Lugar bonito. É boa essa época por aí, mais quentinha. :)

Beijinhs

Observador disse...

Aí está um espaço que deixou de fazer parte do meu itinerário.

Dói-me ver uma coisa que deveria estar bem cuidada assim, como que entregue à sua sorte.

Mas como o Tejo anda por lá, já "cheira" bem.

Luis Eme disse...

é sempre agradável passear á beira Tejo, M. Maria Maio.

Luis Eme disse...

claro, Rosa, embora seja melhor esperar sentadinho...

Luis Eme disse...

é giro, Cap, pena a degradação à volta (é a praizinha rente ao "Atira-te ao Rio).

Luis Eme disse...

sim, Cris, é um lugar muito agradável e solarento.

Luis Eme disse...

o Tejo consegue fazer milagres, Observador...

nocas verde disse...

E a recuperação daquele casario todo? Fui lá há pouco tempo com os meus filhos. O passeio é fantástico com o nosso Belo Tejo, como diz, cada vez mais agradável. Fiquei triste (mais uma vez) por ver aquelas casas cheias de potencialidades (digo eu que inculta sou) e pela sua "ocupação" pouco simpática.
Já agora, visito este canto. Obrigada por nos alertar para a terra que adoptei e à qual pertenço com muito prazer.

Luis Eme disse...

é uma pena "Nocas", mas há mais de duas décadas que o Município diz que a culpa é dos proprietários, etc, deixando naquele estado, um lugar que devia ser de todos, pelo menos rente ao rio...