sábado, novembro 29, 2008

Palavras ao Tejo

Não é nada de novo, é apenas um caderno com poemas que foi escrevendo, aqui e ali, e que agora reuni...

como abertura, escrevi entre outras coisas:
«Como vocês sabem, de vez enquanto escrevo poemas. Não é uma coisa tão natural como escrever prosa, porque as palavras pedidas nem sempre aparecem. Provavelmente não é verdadeira poesia (se isso existe...), talvez seja mais prosa poética, talvez sejam apenas palavras mais espaçadas, mais calmas e mais sentidas...»

12 comentários:

Maria P. disse...

Claro que é algo de novo.
Parabéns...:)


Beijos, Luís M.

Maria disse...

Quando é o lançamento (se é que vai haver..)?
É evidente algo de novo. Pelo menos para mim. (e eu quero...)
Parabéns, Luis

Beijinho

OBSERVADOR disse...

Desconhecia essa tua faceta.

ivone disse...

palavras sentidas são sempre poesia seja em prosa diálogo monólogo chama_lhe o que tu quiseres. são sentidas.

ps: uma sugestão: poderia divulgar alguns por aqui?

Cris Caetano disse...

Parabéns!!! Já li alguma coisa tua por aqui, mas aproveitando..., acho que devias colocar mais poesias tuas por aqui.

Muito sucesso!!! Há de ser!!! :)

Beijinhos

Luis Eme disse...

é meio-novo, M. Maria Maio...

Luis Eme disse...

é apenas um caderno, Maria, sem lançamento...

Luis Eme disse...

estamos sempre a descobrir coisas novas, Observador...

Luis Eme disse...

prometo divulgar, ainda esta semana, Ivone...

Luis Eme disse...

mas eu não escrevo assim tanta poesia, Cris...

vague disse...

"Não é uma coisa tão natural como escrever prosa, porque as palavras pedidas nem sempre aparecem. Provavelmente não é verdadeira poesia (se isso existe...), talvez seja mais prosa poética, talvez sejam apenas palavras mais espaçadas, mais calmas e mais sentidas..."

Para mim isto é fazer poesia, ou se quisermos ser rigorosos___ prosa poética. Mas eu prefiro dizer poesia. A poesia está nos olhos, nos olhares, ns gestos, na bondade do coração, onde quer q se encontrem e mesmo q não seja vertida em palavras.

:)

Luis Eme disse...

sim, a poesia está em quase tudo, Vague...