segunda-feira, abril 23, 2018

Para os Muitos Escritores Esquecidos (com excelentes livros carregados de pó...)



Porque hoje se comemoram os livros, recordo um escritor "esquecido", Manuel da Fonseca, um grande contador de histórias, que tive o prazer de conhecer na bonita baía do Seixal... A minha homenagem para ele e por todos os grandes escritores que escreveram livros memoráveis, que ganham pó nas bibliotecas e que gostavam muito de ter leitores...

(para o Manuel da Fonseca)

Pequeno Retrato

Mesmo no Tempo de Solidão
Nunca ficaste parado,
andaste sempre por aí,
disseste tantas vezes, não,
Com a cumplicidade da Rosa dos Ventos.
Solidário com a vida sofrida e dura
Das mulheres e homens da Seara de Vento,
Escreveste palavras sem qualquer candura.

Sofreste com a injustiça e desigualdade
Sentiste a dor e a fome da tua gente,
O Fogo e as Cinzas que sombrearam a Planície.
Felizmente, contaste todas estas histórias na Cidade.

Mesmo no Tempo de Solidão
Não desististe de nada
Nem mesmo de ser um Anjo no Trapézio,
Em Santiago, Lisboa ou Almada.

Nunca perdeste o sorriso de gaiato,
Nem a vontade de ir à Aldeia Nova
Ou a Cerromaior, visitar as tabernas,
Onde escutavas a sabedoria do povo
Que te aquecia a alma e o coração,
Com um copo de vinho quente e novo.

Mesmo no Tempo de Solidão
Que bom, Manuel,
Teres dito sempre, que não!

Luís [Alves] Milheiro

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, abril 20, 2018

Uma Bela Surpresa no Ginjal...


Hoje, antes do almoço, descobri um grupo de alunos da Capital (e as suas professoras...) a pintar o Tejo, no espaço ajardinado rente ao elevador da Boca do Vento, na fronteira entre o Ginjal e a Fonte da Pipa.

Foi uma bela surpresa. E como eles estavam animados e inspirados pela beleza da paisagem...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, abril 18, 2018

Aparentemente Almada ficou mais Próxima de Lisboa (e do Poder)...


Aparentemente Almada ficou mais próxima de Lisboa, onde continuam (e continuarão...) "sitiados" os senhores que mandam em coisas tão vulgares como o preço com que  se tabelam "as batatas e as galinhas", aqui e ali.

Isso acontece porque a Presidente é uma figura pública ligada à cultura, com um ar leve e simpático, e claro, não podemos esquecer o mais importante: pertence ao partido do poder.

E nós esperamos que Almada consiga ganhar alguma coisa com esta maior visibilidade de Inês Medeiros, além do "duelo criativo", proposto pela "Visão"...

sábado, abril 14, 2018

A "Ciclovia" do Ginjal...


O paredão do Ginjal (ou um longo cais...) presta-se a tudo, felizmente.

Se de segunda a sexta é parque de estacionamento para aqueles que se levantam cedo e não se assustam com as placas que ameaçam derrocadas há quase uma década, de domingo a domingo têm muitas mais funções:

É o espaço de entretém de múltiplos pescadores de água já pouco doce;
É lugar de passagem para os frequentadores dos dois restaurantes mais concorridos pelos turistas das europas;
É "passeio dos tristes", para muitos almadenses que gostam de passear à beira rio;
Mas não é tudo, é também uma ciclovia, para quem gosta de pedalar e fintar a gente que acredita que o "paraíso" fica lá para a frente, quando o rio abraça o mar...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, abril 08, 2018

O Ginjal ao Domingo...


Ao passearmos pelo Ginjal cruzamos-se com pessoas que estão ali com motivações completamente diferentes. Há os que passeiam, como eu, nas margens do rio, ou no seu interior, como os navegadores...


Há quem aproveite para fotografar as ruínas, o rio, as pessoas (foi o que fiz hoje)...


Sem esquecer os pescadores, os contempladores das margens do rio...


E os outros, que pescam de barco...

(Fotografias de Luís Eme)

segunda-feira, março 26, 2018

O Ginjal entre o Abandono e os Poderes...


Não sei quanto tempo mais o Ginjal irá continuar abandonado. Mas parece-me que está a atingir o seu "prazo de validade", cada vez há mais muros e telhados e ruir...

Fala-se agora com mais insistência do seu "Plano de Pormenor", que é agora que vai avançar, por que somos governados pela mesma força política que ocupa o Poder Central.

É uma "teoria" que me causa algumas dúvidas. Se todo aquele espaço é privado, não sei porque razão estão à espera do Governo para avançarem com as respectivas obras...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, março 21, 2018

Porque Hoje se Abraçam os Poetas...


Não esqueço a Primavera e as queridas Árvores... Apenas lembro com um abraço os Poetas. E é por isso que vos ofereço a minha "Rima de Poetas", cheia de gente bonita:


Rima de Poetas

Camões começou a epopeia
Pessoa trouxe a complexidade
Natália quis ser sereia
Torga agarrou a realidade
Zé Gomes foi militante
Florbela a deusa do amor
Ary o poema cantante
Herberto pintou a dor
Rosário abraçou a saudade
Luísa a memória
Teresa a felicidade
Vasco a história
Adilia é a infância
O’Neill as frase certas
Alegre a errância
David as portas abertas
Zeca foi revolução
Sophia é tranquilidade
Belo a inquietação
E Sena a verdade.
   
Luís [Alves] Milheiro

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, março 17, 2018

Movimento Associativo Homenageia Alexandre Castanheira


Hoje à tarde, às 16 horas, uma boa parte do movimento associativo almadense homenageia Alexandre Castanheira, dando particular destaque à paixão poética, que sempre o acompanhou a vida inteira, como autor e como declamador.

A homenagem realiza-se no Salão de Festas da Incrível Almadense, a "casa" onde se iniciou nas culturas e no associativismo.

Por não me poder dividir em dois, não estarei lá no seu começo, mas espero conseguir passar por lá...

Acabei por escrever um poema em sua homenagem (que em princípio será declamado pelo meu amigo Francisco Gonçalves), que publico com a devida vénia, a uma das grandes figuras da cultura almadense, que nos deixou há um mês...

Alexandre

Alexandre é um nome inesquecível,
Que continua vivo e presente
Na história da nossa Incrível
E à qual ninguém fica indiferente

Cedo se encantou com o associativismo,
Os livros, o teatro eram a paixão
E ajudaram-no a descobrir o comunismo
A que se entregou de alma e coração.

Um dia foi obrigado a partir,
Vagueou de cidade em cidade
Porque sabia que era preciso resistir
E lutar todos os dias pela Liberdade

Num quase acidente da clandestinidade
Descobriu o amor, e logo em Paris,
A Capital das luzes e da fraternidade
Foi tão forte que o levou a abandonar o País

Felizmente aconteceu Abril
E o Alexandre voltou a Almada
A Terra dos seus sonhos mil
Que com o tempo ficara quase encantada

No meio de tanta alegria e amor
Voltou a ser o homem que sonhara
O Professor, o poeta e o escritor
Abril, felizmente, também o libertara
  
Luís [Alves] Milheiro

quarta-feira, março 14, 2018

A "(Na)Tureza" de Anabela Luís


É no sábado, às 16 horas, na Sede / Galeria da SCALA...

sábado, março 03, 2018

As Praias do Ginjal no Inverno...

Hoje esteve um dia bom para o combate à seca, para desespero de alguns empresários agrícolas que passam o tempo de "mão estendida".


Passeei pelo Ginjal na parte da manhã, com a companhia da chuva, embora fosse uma chuva suave. Reparei que as praias estavam mais visíveis que de costume, e até tinham algumas onditas...

(Fotografias de Luís Eme)

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

sábado, fevereiro 24, 2018

A Minha Participação na Festa das Artes da SCALA...

Esta é uma das três fotografias com que participo na Festa das Artes da SCALA, que é inaugurada hoje às 16 horas na Oficina de Cultura de Almada.

Tem como título "A Espera das Baleias".

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Festa das Artes da SCALA

Como de costume, vou participar na "Festa das Artes da SCALA", com três fotografias.

A exposição colectiva será inaugurada no próximo sábado, ás 16 horas, na Oficina de Cultura de Almada.

domingo, fevereiro 18, 2018

A Poesia Pode (e deve) ser Festiva...

Ontem tive mais uma boa experiência de que a poesia pode ser festiva, através do exemplo da leitura colectiva do meu caderno de poemas, "Praça Miguel Bombarda".

Repeti a "fórmula" que já tinha usado em outras apresentações, com sucesso, fui distribuindo a leitura dos poemas pelos amigos presentes (quase sempre voluntárias...).

E o resultado foi um excelente ambiente de alegria e camaradagem, numa boa jornada de propaganda da poesia, com poemas que também puxavam a alegria para os olhares de todos os amigos presentes.

(E a exposição de fotografia também foi muito elogiada...)

(Fotografia de Clara Mestre)

sábado, fevereiro 17, 2018

"Os Loucos de Almada" (e os "Meninos de Cacilhas")...


Hoje é mais um dia de repetições nos meus blogues e de oferta de poemas. Sim, o "Casario", o "Largo", as "Viagens" e a Carroça" vão ter uma postagem quase igual, mas com um poema diferente, da "Praça Miguel Bombarda", o caderno que vou apresentar logo em Almada, rodeado de alguns amigos, que entre outras coisas, também gostam de poesia.

A acompanhar o meu poema colocarei uma fotografia minha da exposição, que será inaugurada antes da conversa com poemas.

os loucos de almada
  
não sei como descobriram
a praça miguel bombarda
sei apenas que vêm
quase em excursão
e com as moedas
que encontram à mão
atravessam o rio de cacilheiro
e fazem uma festança
que vale para o mês inteiro

além do bilhete da barca
Trazem também
vários poemas nos bolsos
são coisas más, assim-assim
e uma ou outra coisa boa
mas tudo o que ele querem
mesmo, mesmo
é brincar aos poetas com os loucos de lisboa

(Fotografia de Luís Eme - "Os Meninos de Cacilhas")

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

"São Ronaldo" em Cacilhas...


Esta é uma das duas fotografias sobre Cacilhas da minha exposição de fotografia, que será inaugurada no sábado, em Almada, na sede da SCALA.

Em primeiro plano surge o monumento que honra a importância do burro em Cacilhas, da autoria do escultor Pé Curto, que foi vandalizado há mais de um ano, e continua igual... 

O "São Ronaldo" apareceu nas paredes depois da nossa vitória no Europeu de 2016, mas não conseguiu fazer qualquer "milagre" na limpeza do monumento cacilhense...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, fevereiro 12, 2018

Fotografia, História, Gentes...


A minha próxima exposição de fotografia individual será inaugurada no sábado, às 16 horas, em Almada (na sede da SCALA). Tem como título, "Arte com História e com Gente".

Dá espaço a uma das minhas "pancadas": fotografar estátuas (além de janelas, portas, candeeiros, também tenho uma colecção jeitosa da nossa estatuária)...

quinta-feira, fevereiro 01, 2018

O Pescador da Parede...

Um dos "bonecos" engraçados - das últimas "encomendas" pintadas nas paredes do paredão do Ginjal - é um pescador.

Não sei quem foi o "artista" que desenhou e homenageou os homens que passam todos os dias pela Margem Esquerda do Tejo, à procura de peixe e de qualquer coisa mais, que lhes é oferecida pelas águas do Rio (felizmente ainda não apareceu qualquer vestígio da "tentativa de assassinato" de Vila Velha de Rodão...). 

Sei apenas que foi uma boa ideia, já que eles, a par dos turistas, são os "habitantes de hoje do Ginjal...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, janeiro 30, 2018

Fuzileiros no Ginjal...

Próximo da hora do almoço, olhei o Tejo e descobri junto à Boca do Vento umas embarcações estranhas a navegarem muito próximo da Margem Esquerda. Pareceram-me logo veículos anfíbios, semelhantes aos velhos "lark's" dos fuzileiros.


A curiosidade fez com que descesse as escadas e assistisse ao seu desembarque na Praia das Lavadeiras, junto ao restaurante "Atira-te ao Rio".

Percebi que andavam em exercícios e aproveitaram para fazer uma pausa no Ginjal...

(Fotografias de Luís Eme)

sábado, janeiro 27, 2018

A Mania de Proibir, de Fechar, Continua...


Hoje de manhã fui dar a minha "volta" e quando me preparava para descer as escadas que nos levam do Morro para o Largo de Cacilhas, descubro uma vedação com o já famoso emblema da protecção civil.

Desta vez "infringi as regras" e desci as escadas (mais por curiosidade, para ver o que se passava...). A meio descobri que era possível descê-las sem qualquer risco, pois não descobri nada de anormal (nada que não existisse há anos...) e até havia uma passagem ao lado da vedação já nas proximidades do Largo...

Continuo sem perceber esta "sanha" de colocar placas  e "portas" em vez de resolver os problemas de segurança, nesta nossa Almada...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, janeiro 17, 2018

Alexandre Castanheira (1928 - 2018)

Alexandre Castanheira deixou-nos há poucas horas, aos noventa anos de idade.

Escritor, poeta, professor, resistente e associativista, foi uma das grandes figuras da cultura almadense do século XX. 

Sei que a amizade não se agradece, mas também não se esconde. É por isso que digo que foi um prazer muito grande conviver (e aprender tantas coisas...) com este excelente companheiro e amigo das "ruas da cultura" da nossa Cidade de Abril.

Em sua homenagem vou deixar aqui um dos poemas que lhe dediquei:

O Outono do Adeus
  
As árvores despiam-se
As folhas despediam-se

Tu estavas diferente,
Já não conseguias
Enganar o coração.
Muita coisa mudara
Com e sem distanciação

A tua vida soprava ao vento,
Sonhos, poemas e ilusões

No fundo de ti
O Partido deixara de estar
Acima da família

A tua filha, a tua companheira
Simbolizavam, cada vez mais,
A tua Liberdade

Querias sair da clandestinidade
Querias ser cidadão
A tempo inteiro
Em qualquer cidade...


Nota: Escrevi este poema quando ele fez 85 anos, a pensar na sua partida para o exílio em Paris, depois de ter dedicado 15 anos da sua vida à luta antifascista, na clandestinidade, ao serviço do PCP e da Liberdade...

(Fotografia de Fernando Viana - da última vez que estivemos juntos, num evento cultural, o colóquio, "A Incrível na História da Resistência em Almada", realizado a 6 de Maio de 2017, no Salão de Festas da nossa Incrível... Como se percebe estamos todos a ouvi-lo, embevecidos, eu o Carlos e o Alfredo, tal como a plateia...)

terça-feira, janeiro 09, 2018

Um Segundo Ginjal...


O Casario tem estado um bocado "às moscas" (mesmo que elas não sejam "fruta desta época...).

Hoje esteve um quase belo dia de Inverno, daqueles bons para fazer subir as águas das barragens mais alguns centímetros.

Mesmo sem "chover a cântaros", choveu o suficiente para chegar a casa com as calças molhadas.

Vim no São Jorge e quando estava quase a chegar à minha margem, tirei uma fotografia, que acaba por ser o segundo Ginjal de 2018 (com gaivota)...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, janeiro 02, 2018

Um Primeiro Ginjal...

As paredes do extenso Cais do Ginjal, povoadas de cor, também querem dizer coisas...

Sei que os "artistas" nem sempre as concretizam da melhor maneira. Mas esse é o dia a dia de quem cria (com mais ou menos talento), chegar à aproximação do tal sonho que quis ser uma história, um poema ou uma imagem...

Não tenho sonhos ou desejos para este lugar. Só o conheci decadente. E devo confessar, que tenho algum receio da sua transformação (tantas vezes prometida e adiada...).

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, dezembro 22, 2017

Boas Festas Para Todos


O "Casario do Ginjal" deseja Boas Festas e um excelente 2018 para todos os seus visitantes, com a concretização de muitos projectos e sonhos.

(Fotografia de Luís Eme - "Árvore de Natal" de Cacilhas)

domingo, dezembro 17, 2017

«E o burro sou eu?»

Houve um seleccionador nacional (Scolari) que em tempos que já lá vão tornou esta pergunta famosa, numa conferência de imprensa futebolística, pouco satisfeito com as perguntas que lhe faziam.

E agora surge um novo restaurante no Largo de Cacilhas, que se socorre de duas "estátuas" do animal mais popular da localidade ribeirinha...

No meu entender é uma forma inteligente de promover uma nova "casa de pasto", num local onde se mantém a fama da boa comida, especialmente do bom peixe e marisco.

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, dezembro 12, 2017

Afinal não Houve "Batalha Naval" no Tejo...

Não, não houve qualquer "batalha naval" no Tejo, comemoraram-se 700 anos da Marinha de Guerra Portuguesa...

Foi por isso que hoje andaram mais de uma dezena de navios de guerra da Marinha (de várias classes e tamanhos...) a navegar pelo Tejo. 

O Cacilheiro juntou-se à festa...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, dezembro 10, 2017

Ainda as Cores do Ginjal...


Vou voltar às pinturas recentes do Ginjal, apenas para não deixar o "casario" em pousio...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, dezembro 03, 2017

As Mudanças "Artísticas" no Ginjal...


Apesar do ar desolador das habitações que teimam em não cair no Ginjal (apesar das placas de "perigo de derrocada"...), há um aspecto exterior que de tempos a tempos sofre algumas modificações. 

Refiro-me às pinturas que querem ser mais que de guerra. Faziam novas variantes de cores e de desenhos, quase sempre agradáveis, como esta boneca quase recente chegada às paredes dos quase "murais do Ginjal"...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, dezembro 01, 2017

A Minha Quarta Edição de "Bonecos de Luz"...


Hoje fui surpreendido com a primeira edição do romance "Bonecos de Luz" de Romeu Correia, que não conhecia... Editado pela Arcádia em 1961.

Pensava que me iriam pedir uma "pequena fortuna", mas pediram-me apenas uma nota de cinco euros. 

Não ligaram muito às palavras escritas a lápis logo na primeira página do livro (1.ª Edição), muito menos teriam conhecimento de que neste ano de 2017 se comemora o centenário do seu nascimento...

E se quisesse levar o caso para o mundo da ficção até poderia "inventar" que o livro fora ali colocado, estrategicamente, só com um intuito: o de eu o trazer para casa.

terça-feira, novembro 28, 2017

Lições Vindas da Plateia...


É bom quando nos convidam para falar, para contar coisas sobre a história de Almada (neste caso particular da história do atletismo almadense e de Romeu Correia...) e no fim, quando fazemos contas, aprendemos uma série de coisas novas, contadas pelas pessoas que estavam na plateia...

Claro que não estou a falar de simples assistentes. A maior parte eram treinadores, atletas e dirigentes, gente que conhece como poucos a realidade dos clubes pequenos. Clubes que eles com o tempo foram tornando "grandes", através da soma de pequenas vitórias, que juntas, se transformaram em grandes vitórias...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, novembro 24, 2017

Há Horas de Sorte...

Hoje apareci na Sala Pablo Neruda do Forum Romeu Correia às 18 horas, para assistir a mais uma conversa sobre as facetas de Romeu Correia, com o professor Duarte Ivo Cruz (convidado para falar sobre o dramaturgo e o teatro de Romeu Correia) e com o jornalista Ribeiro Cardoso (convidado para falar do autor mais representado por amadores).

Infelizmente (para quem não compareceu) e felizmente para a meia-dúzia de pessoas que formaram uma mesa redonda (a Alexandra, a Edite, o Gabriel, a Maria João a Sónia e eu) com os dois excelentes interlocutores, passámos quase duas horas num ambiente de grande cumplicidade e camaradagem à volta do Romeu, do seu teatro, dos seus livros e também de outras curiosidades, bem vindas à conversa.

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, novembro 22, 2017

O Desporto na Vida de Romeu Correia...


No sábado vamos recordar o Romeu Desportista, no Complexo Municipal dos Desportos Cidade de Almada...

sexta-feira, novembro 17, 2017

Dia de Romeu Correia

Hoje é o dia em que se comemora o centenário do nascimento de Romeu Correia, que abriu os olhos pela primeira vez, em Cacilhas, a 17 de Novembro de 1917.

As homenagens vão suceder-se hoje, amanhã e depois (em alguns casos quase que se atropelam...).

Uma das mais significativas de hoje é a edição de uma das várias peças que nos deixou, inéditas. Falo de "A Comédia dos Maus Costumes", que será apresentada hoje ao fim da tarde, na Sala Pablo Neruda, do Fórum Romeu Correia e penso que editada pelo Município de Almada.

quarta-feira, novembro 15, 2017

"Olhar a Fotografia com Olhos de Ver"


A SCALA vai organizar o workshop, "Olhar a Fotografia com Olhos de Ver",  sobre conceitos e técnicas fotográficas, orientado por Modesto Viegas, um grande fotógrafo almadense que capta como poucos a beleza da natureza.

Este workshop está dividido em duas partes, que decorrerão entre as 15 e as 17 horas, dos dias 21 e 28 de Novembro, na sede da SCALA (rua Conde Ferreira, Almada).