segunda-feira, maio 14, 2007

Quem foi que Disse que as Árvores Quando Caem, Caem de Pé?


Pensava que as árvores da Praça Gil Vicente iam acabar por ser baptizadas como as "sobreviventes", após a passagem do pesadelo (necessário claro...), que são as obras do Metro.
Mas não... hoje assisti à queda da primeira...
E não caiu de pé, como consta na frase que alguém popularizou...
Foi feita em pedaços...

20 comentários:

Repórter disse...

Há árvores que nem caem. São aniquiladas. E às postas.

Papoila disse...

Algumas das árvores que já foram abaixo com as obras do metro já foram plantadas no parque da paz. Ao menos isso.

Minda disse...

Luís, também eu pensei que essas fossem escapar à fúria do serrote que aniquilou todas as árvores da Av.ª Afonso Henriques (todas mesmo).
Infelizmente, daquelas nenhuma foi parar ao Parque da Paz como noticiei no meu blog (http://metoscano.com/2007/04/as-rvores-tambm-se-abatem.html e http://metoscano.com/2007/04/esclarecimento-adicional.html), tal como nenhuma destas vai.
Resta-nos esperar que, depois das obras, sejam plantadas algumas novas e não se deixe apenas o cimento a decorar as ruas e praças de Almada.

isabel victor disse...

Vim só deixar-te um beijo de boa vizinhança

B*

isabel

CAP CRÉUS disse...

Isso não passa de um mito urbano!
Caiem como os Homens lhes permitem!
Que miséria de País!

Debaixo do Bulcão disse...

Luís, como sabes eu não sou dos que alinho no coro anti-MST. No entanto, também me indigno por ver as histórias mal contadas que por aí andam. Essa da "transplantação das árvores para o Parque da Paz" é uma, mas há outras. É caso para dizer que, a prometer coisas dessas, mais valia ficarem calados.

Outro assunto que já comentei: quanto ao largo de Cacilhas ser uma concessão da APL à Transtejo, por tempo indeterminado, não sou eu quem o diz. Foram os responsáveis da TT (em 2002), numa peça que transcrevo no meu blog:

vitorinices.blogspot.com/2007/05/ateno-vou-opinar-sobre-o-metro-sul-do.html

Se há aí alguma falta de rigor, a responsabilidade não é minha. Eu transcrevi, literalmente, o que me disseram! E continuo com dúvidas. Mas, mais uma vez, não critico sem saber a quem devo dirigir as críticas. Por isso mesmo faço a(s) pergunta(s): é assim? já foi? continua a ser? Ou é outra coisa qualquer, e eles é que não se explicaram bem? Mas se é outra coisa qualquer, é o quê essa outra coisa?
Ou afinal, como parece, pelo que tenho lido em alguns blogs, se há atrasos e indefinição quanto ao que se vai fazer naquele local "a culpa é da Câmara", invariavelmente?
Alguém me explica?

António Vitorino

Rosa dos Ventos disse...

São plátanos?
Se forem plátanos ainda tenho mais pena!

Sara Gonçalves Brito disse...

:( para mim este é um malfadado assunto... nem sei que diga mais

Maria disse...

Não gosto de ver árvores assim, no chão, feitas lixo...
Não gosto.
As árvores, quando chegasse a altura delas, deveriam "morrer de pé", como alguém disse....

Beijo

Luis Eme disse...

Infelizmente é assim, Repórter...

Luis Eme disse...

As largas dezenas de árvores que "desapareceram" das avenidas Afonso Henriques, 25 de Abril e praça Gil Vicente, foram todas serradas, Papoila...

Luis Eme disse...

Deviam ser crescidinhas demais para terem a sorte de lhes darem uma segunda vida nos campos da paz, Minda...

Luis Eme disse...

Beijo para ti também Isabel.

Luis Eme disse...

Claro que é um mito urbano "Cap"...

Pelo menos estas árvores da Praça Gil Vicente, não sangram, como as da Av. Afonso Henriques...

Luis Eme disse...

O problema maior do Metro têm sido mesmo as histórias mal contadas Vitorino.

Em relação ao segundo ponto que focas, claro que todos sabemos que a culpa não é apenas da Autarquia. Mas é a ela que delegamos poder (através do voto) para defender os nossos interesses e não à APL. Por isso acaba por ser natural este "pedir contas", que raramente tem resposta... e é também por isso que existem tantas dúvidas...

Luis Eme disse...

Não são plátanos, penso que são choupos, mas não tenho a certeza, Rosa.

Mas isso nem é importante, são árvores, seres vivos que embelezam as ruas e oferecem tantas coisas, além da sombra..

Luis Eme disse...

Tens razão Sara, não nos restam muitas palavras... por isso é que não escrevi muito.

Luis Eme disse...

Penso como tu Maria, era bom que as árvores morressem de pé...

vague disse...

Deve ser moda agora arrancar as árvores do chão. No Cpo Pequeno é a mesma coisa...

Luis Eme disse...

Uma moda no mínimo estranha, Vague...