Nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
quinta-feira, julho 12, 2018
terça-feira, julho 10, 2018
Homenagem à Indústria Naval na Caparica
Um dos conjuntos artísticos mais curiosos do Concelho, encontra-se na rotunda que nos leva até ao Monte da Caparica, da autoria de José Aurélio.
Há ali um pouco de "escultura" e de "arquitectura" e, sobretudo, muito memória da Indústria Naval, que durante décadas foi um dos principais factores de desenvolvimento de Almada, através da criação de empregos e de serviços.
(Fotografia de Luís Eme)
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quarta-feira, julho 04, 2018
terça-feira, julho 03, 2018
sexta-feira, junho 29, 2018
A "Love Vintage" de Cacilhas
Esta é uma das lojas mais curiosas de Cacilhas (fica a meio na Avenida 25 de Abril...), onde abunda o bom gosto, na forma como se utilizam objectos de outros tempos, que muito boa gente gosta de voltar a trazer aos nossos dias, colocando-os na decoração das suas casas, lojas, bares ou ateliers.
Uma das suas últimas inovações foi a transformação da sua fachada numa "televisão dos anos setenta"...
(Fotografia de Luís Eme)
terça-feira, junho 19, 2018
"Almada em Festa" na SCALA
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quarta-feira, junho 13, 2018
Os Santos Populares em Almada
A Agenda de Almada, além de já ter chegado mais cedo às mãos dos almadenses, tem uma bonita capa (não consegui descobrir o nome do autor...), alusiva aos Santos Populares em Almada.
Gostei de ver a Incrível nos símbolos escolhidos...
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sábado, junho 09, 2018
O Bonito Dia (Internacional) do Arquivos
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sexta-feira, junho 08, 2018
Ecos da "Revolução" Política em Almada (2)
A parte que considero mais desagradável das mudanças políticas dos governos (locais e nacionais), são as exonerações, que muitas vezes não passam de saneamentos políticos. Se algumas são necessárias e outras razoáveis, há muitas completamente injustas.
Normalmente os visados são colocados em lugares pouco compatíveis com a sua experiência e competência. Em alguns casos há mesmo a tentativa de "humilhar" e de "destruir", todo um passado construído com anos de dedicação e conhecimento, colocando-os nas chamadas "prateleiras".
Ferreira Fernandes numa das suas crónicas do "DN" (29 de Dezembro de 2010) explica o fenómeno:
«Um profissional faz carreira, chega a um patamar e um dia sabe que já não o querem mais ali. Seja porque ele atingiu o seu patamar de Peter (não exerce bem o cargo) ou porque é vítima de injustiça - não interessa o facto e que quem de direito o quer demitir. O normal seria mandarem-no para cargo compatível com o que ele sabe fazer ou despedirem-no. Em Portugal há uma terceira via: a prateleira. A empresa ou a repartição poupa um pouco nos gastos, mas fica também com um peso absolutamente morto. O ex-chefe de qualquer coisa passa a ser o mais inútil dos empregados, não faz nada. Nem de conta. É o pegar de cernelha aplicado aos nossos recursos humanos.»
Se por um lado, compreendo perfeitamente as mudanças em lugares de chefia e de confiança política, já não percebo muito bem, outras, a nível intermédio. Mesmo sabendo que existem algumas pessoas capazes de "causar mais danos" com as suas "sindicâncias" e proliferação de boatos, no seio dos trabalhadores, que muitos chefes competentes e com brio profissional...
E há outros exemplos que não deixam qualquer dúvida, pelo menos na minha cabeça. Quando um funcionário municipal, que é também deputado, vai para as assembleias insultar a presidente da Câmara ou os vereadores, com meias verdade e meias mentiras, não tem condições para exercer qualquer cargo de responsabilidade no Município...
(Fotografia de Luís Eme)
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segunda-feira, junho 04, 2018
Ecos da "Revolução" Política em Almada (1)
Já andava há tempos para escrever que uma das coisas que mais me incomoda na vida política, são as mudanças absurdas levadas a cabo pelas novas forças partidárias, quando passam a governar uma cidade ou um país.
Normalmente, depois de se fazerem as contas, ficamos todos a perder.
Almada, depois de mais de 40 anos de governação comunista, também está a ser alvo de uma autêntica "revolução", que ainda não é muito visível no exterior, mas promete continuar a agitar as águas (até mesmo as do Tejo...), nos próximos tempos.
Nos meios culturais e associativos (os que mais frequento...), tenho escutado coisas quase do arco da velha (umas credíveis outras nem por isso...). Pessoas próximas da CDU dizem que "A nova presidente está a matar o Associativismo". Espero que sejam apenas desabafos de quem não aceita muito bem as mudanças, e ainda menos o fim de determinados privilégios...
Sim, porque sempre me fez confusão que um partido que defende a igualdade de oportunidades e a justiça social, tivesse uma política tão pouco transparente, na atribuição de subsídios e apoios às colectividades (sei do que falo, até por ter sentido na pele algumas dessas "injustiças"...). Mas a prática política dos socialistas nestas coisas de apoios está longe de ser linear... ou seja, os "benefícios" podem apenas mudar de "clube", assim como as "injustiças"...
Já em relação às instalações municipais (museus e galerias...), não entendo algumas das mudanças de que se fala (embora possam ser apenas "conversas de café"...), inclusive do fecho de alguns espaços.
Mas o melhor mesmo, é esperar para ver, pois a "revolução" ainda vai no adro...
(Fotografia de Luís Eme)
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sexta-feira, junho 01, 2018
O Olhar, Sempre o Olhar...
Sem que estes três amigos se apercebessem, fotografei-os, enquanto se movimentavam e olhavam para este "mural" colectivo, que está em exposição na Oficina de Cultura de Almada (na Exposição Colectiva dos Alunos da USALMA) e que pode ser visitada até ao dia 3 de Junho...
Depois aproximei-me e ouvi as explicações do "mestre" e as divagações dos outros artistas...
E pensei para os meus botões, «É tão importante saber olhar...»
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quarta-feira, maio 30, 2018
Mais um Exemplo da Nossa "Sociedade do Espectáculo"...
Ontem assisti à oitava edição dos "Talentos da António", uma espécie de "ídolos" escolar, com duas variantes, música e dança de um dos agrupamentos de escolas de Almada.
De uma forma geral gostei do que vi, especialmente da dança (com bastante qualidade e diversidade...).
Mas como considero que tenho gosto, achei a entrega dos prémios injusta. Ou seja, como costuma acontecer muito por aí, penso que os prémios não foram atribuídos aos melhores.
Por exemplo na dança, o que foi premiado foi o "número", a coreografia (os "efeitos especiais" feitos pela professora que encheu o palco de pó...), e não a qualidade da bailarina, que não executou um único exercício de dificuldade média... Quando houve três excelentes participantes a nível técnico, tanto na ginástica rítmica, no ballet ou simplesmente na conjugação feliz da música com a ginástica.
Na música aconteceu o mesmo. Foi premiada a diversidade (alguém que cantou - pessimamente - ao mesmo tempo que tocava dois instrumentos...) e não a qualidade vocal.
Só me resta lamentar que, mais uma vez, o "espectáculo" tenha suplantado a "qualidade individual", algo que começa a acontecer com frequência no nosso país.
Quem esteve bem foi o actor que fez parte do júri, que teve o cuidado de dizer aos participantes que não venceram, para não se preocuparem, porque os únicos culpados foram os elementos do júri...
(Fotografia de Luís Eme)
terça-feira, maio 22, 2018
Júlio Pomar, Cacilhas e o Tejo...
Júlio Pomar, um dos maiores artistas plásticos do nosso país, deixou-nos hoje.
Na meninice passou por Cacilhas várias vezes, para visitar a tia, a poetisa Emília Pomar. E deixou-nos o seu testemunho da localidade ribeirinha desse tempo:
«Viver em Lisboa quando era miúdo era perfeitamente infernal. Quando atravessava o rio para visitar uma tia com a minha mãe, o que era o desembarque em Cacilhas? Há um poema de António Nobre sobre os pobrezinhos nas procissões e nas romarias, pedem tanto, os coitadinhos.»
Na meninice passou por Cacilhas várias vezes, para visitar a tia, a poetisa Emília Pomar. E deixou-nos o seu testemunho da localidade ribeirinha desse tempo:
«Viver em Lisboa quando era miúdo era perfeitamente infernal. Quando atravessava o rio para visitar uma tia com a minha mãe, o que era o desembarque em Cacilhas? Há um poema de António Nobre sobre os pobrezinhos nas procissões e nas romarias, pedem tanto, os coitadinhos.»
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sexta-feira, maio 18, 2018
quinta-feira, maio 17, 2018
Romeu Correia, entre dedicatórias & aproximações
Um dos poemas do caderno, "romeu correia, entre dedicatórias & aproximasções", é a "visita guiada", num percurso familiar ao "Casario":
visita
guiada
a visita começou em
Cacilhas
a bonita terra dos
“orelhudos”
e de tantas outras
maravilhas
que não davam espaço a
sisudos
com a tua arte de contador
de histórias
falaste do Arrobas, do Elias
Garcia
e de tanta gente de
felizes memórias
utilizando alguns pós
de fantasia
depois vieram os
lugares mágicos
que não trouxeram
apenas encanto
focaste os
acontecimentos trágicos
salvos por um ou outro
“santo”
quando abriste a porta
dos restaurantes
sentimos o aroma das
belas caldeiradas
convocaste mais
personagens apaixonantes
que na tua voz se
tornaram encantadas
depois caminhámos em
direcção ao “Rio-Mar”
era ali que começava e
acabava o Ginjal
com tantas aventuras
para contar
e quase sem darmos por
isso,
estávamos no Ponto
Final
Luís [Alves] Milheiro
quarta-feira, maio 16, 2018
terça-feira, maio 15, 2018
sábado, maio 12, 2018
Agenda Municipal Continua Fora de Horas
Não consigo compreender, por que razão é que a "Almada Agenda" (agenda cultural em papel...) continua a ser distribuída ao público, praticamente a meio do mês.
Não faz muito sentido que metade das notícias impressas na Agenda percam actualidade e só cheguem ao conhecimento dos almadenses depois de terem acontecido.
Já ouvi várias versões sobre o facto (inclusive a mudança de fornecedores...), mas nenhuma me convence.
A única coisa que sei, é que já estamos em Maio, e ainda não se conseguiu resolver o problema, com prejuízo para os agentes, para as actividades culturais desenvolvidas e sobretudo para a população do Concelho.
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quarta-feira, maio 09, 2018
domingo, maio 06, 2018
Incêndio nos Antigos Armazéns em Ruinas...
Como todos sabemos, a maldade humana revela-se nas pequenas e grandes coisas.
Foi dessa forma que parte dos antigos armazéns e casas de habitação dos operários da Teotónio Pereira, no Ginjal, já em ruínas, foram alvo de um incêndio, que fez com que agora só fiquem a restar apenas as paredes, de cimento e pedra...
(Fotografia de Luís Eme)
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