terça-feira, fevereiro 10, 2009

Encontros Por Aí (1)

Reparei nela, por quase nada.

Não tinha um decote grande, não vestia mini-saia, não olhava com olhos gulosos nem possuia lábios carnudos. Nem tão pouco era a mulher mais atraente da sala.
Mas percebia-se à légua, que era a única que sabia sorrir.
Embora seja um lugar-comum, é autêntico. Muitas vezes um sorriso vale por mil palavras (e até por umas quantas curvas mais lineares)...
A fotografia é de Jean Dieuzaide, do "Portugal 1950".

14 comentários:

maré disse...

começo a conhecer mais do Ginjal

e a gostar mais e mais das histórias que lhes habitam as ruas.

um beijo

Maria P. disse...

É bom como ainda nos vamos surpreendendo por aí...

Beijos, Luís M.

Observador disse...

Um sorriso?
Sempre!

Rosa dos Ventos disse...

É linda a foto, a miúda e o gato também ajuda! :-))

Abraço

Cris Caetano disse...

Ela é linda... como não reparar?

Beijinhos

Lúcia disse...

Tão linda! faz-me lembrara as lavadeiras.
Sabes que aqui ainda há lavadeiras? Dessas mesmo, que vão pró rio e batem a roupa na pedra. Arrepia no Inverno.

Beijinhos, Luís

Luis Eme disse...

o Ginjal é um viveiro de histórias, Maré...

Luis Eme disse...

sim, M. Maria Maio...

Luis Eme disse...

sempre, Observador.

Luis Eme disse...

pois ajuda, Rosa.

Luis Eme disse...

sim, mesmo uma portuguesa dos anos cinquenta, Cris.

Luis Eme disse...

este país não é tão moderno como nos querem fazer crer, Lúcia...

felizmente.

Luis Eme disse...

Lúcia, esqueci-me de te dizer que não é roupa, é peixe que a jovem bonita e risonha, lava (em Vila Franca de Xira).

daí o gato...

PreDatado disse...

Um sorriso intemporal.