quinta-feira, maio 22, 2008

Um Texto e uma Fotografia da Expo 98

Como comprei um bilhete de três dias, foi com agrado que passeei pela Expo 98.
Fiquei de tal forma bem impressionado, que até escrevi um texto no "O Scala", dedicado, a todos aqueles que não visitaram a Exposição Mundial, que revolucionou o Oriente de Lisboa.
Dez anos depois, reconheço tanta ingenuidade, neste texto...


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14 comentários:

jasmimdomeuquintal disse...

Apesar de tudo valeu a pena...
bom feriado.

Debaixo do Bulcão disse...

Eu não fui à Expo. Nada contra, mas não tive essa oportunidade.

No entanto, também escrevi sobre o assunto, no Jornal da Região, em 1998, pouco antes da inauguração do evento.

Fui tentar saber quais as expectativas de alguns agentes económicos do concelho (particularmente os ligados ao turismo). E eles estavam muito descrentes.

O artigo está no meu blogue pessoal:

http://vitorinices.blogspot.com

Vitorino

Maria disse...

Fiquei com um sorriso ao ler o teu texto no Scala...
Estamos todos mais velhos 10 anos, e vemos as coisas de outra maneira.... :)))

Beijo, Luís

alice disse...

lembro-me tão bem da minha visita à expo 98 que me parece impossível acreditar que já se passaram dez anos... oxalá em breve portugal seja novamente palco de uma iniciativa deste género. beijinhos!

OBSERVADOR disse...

As perspectivas da EXPO'98 entraram quase todas "pelo cano".

Dez anos depois, Luis, é tempo mais que suficiente para reconhecer a ingenuidade a que te referes.

Maria P. disse...

Também acreditei que seria algo mais...


Beijos Luís M.

Velas do Tejo disse...

Eu vou ter de comentar este artigo com tempo... enfim, com o pretexto do mar lá demos mais dez anos de betão à terra.

Luis Eme disse...

claro que valeu, Jasmim...

Luis Eme disse...

foi memorável, Vitorino...

Luis Eme disse...

sem qualquer dúvida, Maria...

Luis Eme disse...

o tempo é assim, Alice, sempre na "brasa"...

Luis Eme disse...

o capital que se desbaratou, Observador...

Luis Eme disse...

todos acreditámos, M. Maria Maio...

Luis Eme disse...

fico à espera, "Velas do (nosso) Tejo"...