segunda-feira, setembro 19, 2011

As Crónicas do Luís


Aqui está o livro, que foi apresentado na tarde de sábado, na Escola Cacilhas-Tejo, da autoria de Luís Bayó Veiga, editado pela Junta de Freguesia de Cacilhas.


É uma colectânea de crónicas que caminha para o ensaio histórico, já que cada um dos doze textos aborda temas da história de Cacilhas, focando os seus lugares mais importantes, algumas tradições e também as colectividades mais importantes da Freguesia no contexto histórico.

Mais uma obra que engrandece o património literário cacilhense, de leitura obrigatória para todos os amantes desta Localidade especial.



7 comentários:

elvira carvalho disse...

Oxalá tenha êxito amigo. Está tudo tão mau que nos restringimos de comprar coisas que de outro modo bem gostaríamos de comprar.
Um abraço

Maria disse...

Boa noite Luís :-) Já há muito tempo que não passo pelos blogs mas agora lembrei-me de aqui vir para lhe fazer uma pergunta. Talvez me saiba responder ... Há uns tempos vi na Livraria um pequeno livro sobre o Ginjal, com fotos antigas e algum texto. Na altura não o comprei e agora parece-me que a Livraria está fechada e não sei como o encontrar. Não sei o autor nem nada, mas como o Luís faz aqui referência a várias publicações, andei por aqui a ver também mas não o encontro. Será que me pode ajudar nesta minha pesquisa? Vi o livro há uns três meses talvez ... e gostaria de o oferecer a alguém que conhece Cacilhas desde menino.
Se me puder ajudar, fico muito grata! Obrigada.

Luis Eme disse...

sim, correu tudo bem, Elvira.

foi uma boa estreia do Luís.

Luis Eme disse...

Maria, penso que se está a referir a "Memórias do Ginjal", um livro de capa castanha, com uma imagem de uma embarcação dos Armazéns Teotónio Pereira, edição do Centro de Arqueologia de Almada.

se enviar um e-mail para eles, de certeza que lhe disponibilizando um livro.

o e-mail deles é: secretariado@caa.org.pt

Maria disse...

Muito obrigada Luís ... vou procurar :-)
Abraço

Isamar disse...

Um livro que deve ser muito interessante para quem, como eu, conheceu Cacilhas há mais de cinquenta anos e lembra a indústria aí existente, sobretudo a corticeira Margueira Nova), e os migrantes algarvios que partiam em busca de outro trabalho que não o das terras, duro e mal pago.

Bem-hajas!

Beijinho

Luis Eme disse...

é um livro que fala de tudo isso, Isamar.