Não me importa que possa ser considerada uma ideia ultrapassada, esta das "bibliotecas itinerantes", por este tempo que quer dar cada vez menos espaço aos livros de papel.
É uma boa ideia. Ponto final.
O importante é continuarmos na luta, andar por aí à procura de leitores, de todas idades e dizermos que o livro é o "avião" e o "barco" mais em conta que existe à nossa volta. Só ele nos leva de viagem, quando não temos euros na carteira, por este mundo, que parece estar cada vez mais perto.
E o Luís, tenho a certeza que se adequa bem a este papel, de bibliotecário itinerante.
(Fotografia de Luís Eme - Almada)
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