sábado, maio 12, 2018

Agenda Municipal Continua Fora de Horas


Não consigo compreender, por que razão é que a "Almada Agenda" (agenda cultural em papel...) continua a ser distribuída ao público, praticamente a meio do mês.

Não faz muito sentido que metade das notícias impressas na Agenda percam actualidade e só cheguem ao conhecimento dos almadenses depois de terem acontecido.

Já ouvi várias versões sobre  o facto (inclusive a mudança de fornecedores...), mas nenhuma me convence.

A única coisa que sei, é que já estamos em Maio, e ainda não se conseguiu resolver o problema, com prejuízo para os agentes, para as actividades culturais desenvolvidas e sobretudo para a população do Concelho.

5 comentários:

Larissa Santos disse...

Muito bem. Parabéns pela publicação:))

Hoje:- Sonhos vazios em desejos por cumprir

Bjos
Votos de Óptimo Sábado.

Gil António disse...

……….
Boa noite. Visitando e como sempre, ficando fascinado com a sua publicação. Simplesmente brilhante.
.
* Mulher = Ventre de Vida...( Poetizando) *

Elvira Carvalho disse...

Não tem lógica.
Abraço e uma boa semana

Graça Pires disse...

Isso é falta de sentido de responsabilidade...
Uma boa semana, Luís.
Um abraço.

almadalmada disse...

Caro Luís Milheiro
Tal não terá a ver com algum desleixo de quem está (entrou) e não tem em conta o terreno minado onde caíu, o contexto, ou com algumas insuficiências (incompreensíveis, digo eu)?
Ou com jogadas de contra poder interno e externo, interesses instalados ou com incapacidades congénitas?
Anteriormente estas incapacidade eram notórias.
A ditadora e os ditadores diziam que faziam o melhor por Almada.

Para mim a responsabilidade é de alguém (dos que estão, evidentemente), porque ainda não conseguiram arrumar a casa ou porque não estão fadados para isso ou porque não estão interessados por Almada e pela sua população, o que é lamentável!
Não quero dizer com isto que os anteriores eram bons ( ou seriam melhores)...longe disso! Nem quero fazer esses juízos. Entendo que foi bom para o concelho ter havido uma mudança, já que os de antes tinham Almada como uma coutada e não desistiram ainda de recuperar a coutada de tão bons proventos (próprios e partidários) para eles, mas mau para Almada.

Almada merece há muito uma gestão autárquica digna, responsável, sem demagogias, que vise o interesse colectivo e não meros interesses pessoais, partidários, eleitorais ou mesquinhos, dignos do culto da promoção de miséria, pobreza intelectual e subdesenvolvimento, como vimos até o último Outubro (2017).
Almada, o concelho e a sua população - independentemente das suas opções ideológicas e/ou partidárias - valem mais do que as pessoas que até aqui têm estado à frente do município e das freguesias, ou uniões de cujas e dos que estão.
Os autarcas têm o dever de trabalhar para servir condignamente as pessoas como seres humanos.
Almada e o concelho precisam ser reabilitados, porque este concelho tem condições e potencialidades ímpares e para isso é preciso determinação para servir a causa pública em vez de interesses partidários, pessoais ou mesquinhos.
Almada está uma desolação, um marasmo em vivência de espaço público e sociabilidade, devido às opções dos anteriores executivos.
É preciso dar um pontapé certeiro e enterrar o passado com decisões e opções certas e, isso só é possível com uma proximidade cirúrgica dos actuais autarcas,- a marcar terreno e distanciarem-se das burrices anteriores sem complexos de terem sido eleitos ou considerarem-se seres superiores - com a população,os munícipes.


Será que Almada e o concelho vão continuar abandonados?

Para mim, como almadense de há nuitos anos, Almada perdeu valores e atractivos sócio colectivos a partir do momento em que a sociedade almadense e o concelho começaram a ser minados por interesses ideológicos,pessoais ou partidários após 25 de Abril de 1974.
É preciso pensar nas pessoas, na sua liberdade como ser humano responsável e com identidade, sua responsabilidade social, sua liberdade de expressão e associação cívica, livre de opções políticas, respeito pela condição humana, respeito pelos direitos de cada um como pessoa, seja onde for, mas também cada um ter sentido dos seus deveres para com os outros quando, onde e sempre que fôr preciso.
Saber respeitar para ser respeitado.