Os dias mais estranhos do Tejo, são quando ele parece parar, deixar de se mexer, deixar de respirar.Felizmente são raros os dias do "Tejo-chão"...
Gosto muito mais do Rio quando tem ondas, quando se olha para o Mar da Palha e se sente que o estuário podia ser um "oceano"...
Sem vida...
ResponderEliminarNada comparado com o antigamente, não é?
E sem vida, também não há ondas...:-)
O Tejo é sempre o Tejo, Luis.
ResponderEliminarEu gosto dele sempre!
ResponderEliminarTenho que ir vê-lo brevemente a Constância...é onde passa mais perto de mim e aí nunca está assim! :-))
Abraço
"O Tejo ... é o rio da minha aldeia!" (nasci em Algés...) e é liiiiiiiiiindo! Esteja rio, esteja mar.
ResponderEliminarBeijinho.
Rio é estrada que anda, é rumo, é bússola de qualquer povo. E o Tejo foi tão, tão, importante nas nossas vidas, nas de todos. Lisboa cresceu voltada para esse rio que tanta riqueza nos trouxe desde os primeiros tempos da nossa nacionalidade.
ResponderEliminarTambém gosto de lhe ver as águas em movimento.
Bem-hajas!
Beijinho
o rio está muito melhor que há dez, vinte, trinta anos, as águas estão muito menos poluídas, Cap.
ResponderEliminarlembro-me do Tejo ser uma massa de água (entre o castanho e o cinzento) sem qualquer transparência, junto às margens...
é mesmo o rio da tua "aldeia", Carol. e que rio...
ResponderEliminareu também, mas gosto dele mais vivo, Rosa.
ResponderEliminarsempre, Observador.
ResponderEliminaro Tejo é um mundo, bonito, Isamar.
ResponderEliminarDepende da minha "onda", também gosto de olhar pra calmaria. :)
ResponderEliminarBeijos, Luis e bom fim de semana.
tenho saudades do Tejo....
ResponderEliminarclaro, depende sempre da "onda", Cris.
ResponderEliminarele está em tantas cidades, Momo.
ResponderEliminarclaro que aqui é mais bonito, mais mar...