domingo, novembro 14, 2010

Ainda o Ginjal de Paula Varona

Tentei retratar o local pintado pela Paula Varona, mas a manhã estava com demasiadas nuvens, próprias desta época outonal.

Por outro lado a criatividade artística pode sempre oferecer-nos uma "ficção" mais bonita que a realidade, seja com a caneta ou com o pincel. Neste caso a pintora espanhola resolveu alindar" (e fez muito bem) o armazém abandonado do Clube Náutico local...

O curioso da manhã de hoje é que me cruzei com os pescadores do costume e com bastantes fotógrafos, em busca da beleza do Ginjal...

12 comentários:

  1. Luís, a semana passada o tempo estava melhor, as cores mais abertas.

    Pode comprovar: http://ginjalelisboa.blogspot.com/

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  2. Leio tanto acerca do Ginjal que na primeira oportunidade que me encontre nessa região hei-de fazer o possível para visitar esse local e confirmar a sua beleza. : )

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  3. O Ginjal merece, por tudo, os mais rasgados elogios.
    Mas também é palco para recordações mais ou menos saudosistas.

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  4. Que capacidade têm os artistas em transfigurar o real quer com o pincel quer com a caneta!...
    Contudo um sol brilhante também traria outra cor à imagem.

    Abraço

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  5. Depois de ver as fotos aqui aqui coloca, vejo que ando mesmo a falhar no que toca ao Ginjal!

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  6. Já passei por aqui uma ou duas vezes, Luís, e, se me impressionou negativamente a decrepitude imobiliária (que presumo que se mantenha), gostei muito da proximidade do rio, de um estaminezinho que aí há ao fundo do caminho, antes do elevador, das vistas e da tranquilidade do percurso. E fiquei surpreendida com Almada «velha», lá em cima, que não conhecia. :-)

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  7. espero que não fiques desiludida, Catarina.

    gostar do Ginjal é quase um estado de alma...

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  8. claro, Observador.

    é um lugar que me transmite paz...

    onde é possível falar com as paredes gastas, com o rio, com as gaivotas, sem passarmos por loucos...

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  9. sem dúvida, Rosa, podem sempre dar um toque especial, aqui e ali...

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  10. pois andas, Cap.

    e o miradouro da Casa da Cerca, na Almada Velha, um dos melhores sobre Lisboa...

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  11. sim, Luisa, a tranquilidade é o melhor que se pode ter, de mão dada com o Tejo...

    até esquecemos as ruinas e o abandono...

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