Olhaste para o lado de lá da janela e eu perguntei o que encontraste.
Respondeste-me:
«Vejo um jardim, vejo árvores, vejo o rio, vejo a ponte, vejo duas pessoas a passearem, vejo um barco, vejo uma parede branca, espera, e vejo uma pomba...
(Cenário: Casa da Cerca, Centro de Arte Contemporânea de Almada, janela da sala principal de exposições)
Eu também gostaria de ter uma sala com uma dessas janelas.. através da qual pudesse ver um rio, uma ponte, pessoas a passearem, um barco, e andorinhas... lindas andorinhas a esvoaçarem no céu azul... Da minha vejo apenas casas, grandes árvores, o meu pequenino jardim e poucas pessoas a passearem...
ResponderEliminarAs crianças vêem coisas que nós já não vemos, Luís...
ResponderEliminarBeijinho
E eu com ela vejo, também, tudo isso e ainda a vejo a ela e à janela.
ResponderEliminarFiquei a ganhar... :-))
Abraço
Que lindo... :)
ResponderEliminarBeijinhos, Luis
As janelas são mágicas e com o olhar das crianças ainda mais...
ResponderEliminarBeijinhos, Luís*
sim, Catarina, mas cada janela tem o seu encanto...
ResponderEliminarsim, não distraem tanto o olhar, Maria...
ResponderEliminarpois ficaste, Rosa...
ResponderEliminarsim, Cris...
ResponderEliminarpois são, pelo menos para mim, M. Maria Maio...
ResponderEliminarE vejo o Sol, a areia, o mar, as gaivotas...
ResponderEliminarUm beijo.
e vês muito bem, Filoxera...
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