Quem passa pelo Ginjal, encontra sempre pescadores a darem "banho à minhoca", na Primavera, no Verão, no Outono ou no Inverno.
Não sei se é apenas vicio, se é prazer de estar por ali na companhia do Tejo ou se existe mesmo muito peixe nas suas águas...
Eles sim, são os verdadeiros guardiões do Ginjal e do Tejo...
Nem que seja taínha a cheirar a petróleo...
ResponderEliminarExcelente fotografia!
Beijinho, Luís
Sempre que vejo pescadores desse tipo admiro-lhes a paciência, mas se calhar são poetas disfarçados! :-))
ResponderEliminarAbraço
Pois é Luis M. verdadeiros guardiões do Tejo, um desporto que, creio, deve ajudar a descontrair...
ResponderEliminarBeijos.
Mas tu não menos que eles. És o guardador virtual e ideológico e isso não é pouca coisa. Para além disso, o Ginjal nunca mais foi o mesmo depois q te conheci. Sabes que ele está em um filme sobre a Língua portuguesa, de um diretor moçambicano, radicado no Brasil? Lá está o Saramago a falar da nossa língua e de como dizer a uma mulher que a ama. Vês que o Ginjal bem merece os guardadore de valor que lhe couberam. COmo tu!
ResponderEliminarBeijinhos de cá
Pelo peixe, pelo prazer de estar junto destas águas tão bonitas, pela paisagem, vale a pena ir até ao Ginjal
ResponderEliminarBeijinhos
E ainda bem que há sempre Tejo.
ResponderEliminar...e assim se namora o Tejo :)
ResponderEliminar****
também Maria, mas agora menos...
ResponderEliminaré uma boa hipótese, Rosa...
ResponderEliminarsim, e a contemplar o mundo que nos rodeia, M. Maria Maio...
ResponderEliminarpois merece, assim como o Tejo, Lóri...
ResponderEliminarpois vale, Sophiamar...
ResponderEliminarsem dúvida, Observador...
ResponderEliminartambém é uma boa perspectiva, Parapeito, o namoro...
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