Estou convencido de que a maior virtude da época natalícia é ser um espaço de reunião e convívio entre as pessoas.
Vou mesmo mais longe, se não existisse o Natal estávamos anos sem falar com familiares e amigos de quem gostamos, porque a "vida" está sempre a criar distâncias e barreiras entre nós, levando-nos, por vezes, para países diferentes e distantes...
Até mesmo um simples telefonema ou uma mensagem, é melhor que nada. E provavelmente, se não existisse o Natal, não seria feito...
É por isso que digo que um é sempre mais que zero, mesmo que a religião seja relegada para quarto ou quinto lugar, ou que o Menino Jesus e o Pai Natal não passem de meros figurantes de uma festa, que pode e deve ter os significados que quisermos.

Excelentes palavras, concordo.
ResponderEliminarUm abraço:)
Concordo contigo e concordo com o jcfrancisco.
ResponderEliminarSabemos uns dos outros, por uns e por outros que vamos encontrando, mas chega o 24 e é um corropio para falar com aqueles, e há sempre desses em todas as famílias, que estão longe da vista e às vezes do coração...
E dizemos sempre o mesmo...que a partir de agora vamos telefonar mais vezes ou mesmo combinar um almoço porque não está certo encontrarmo-nos só em casamentos e funerais.
Infelizmente mais em funerais.
Daí o Natal não ser fácil por tanto lugar vazio...
Subscrevo inteiramente o que o Luís escreveu...
ResponderEliminarA (des)propósito, lembra-se do que lhe disse sobre os "dias internacionais e mundiais de isto, d'aquilo e daquel'outro"?
Neste caso, tal como no Natal, alguma coisa (por muito pouca que seja...) é sempre melhor que nada....
Não tenho grande tradição natalícia no meu núcleo familiar, mas aproveitamos esta ocasião como mais uma oportunidade para nos reunirmos... para estarmos juntos, num convívio saudável e sem pretensiosimos...
É mesmo esta a única virtude do Natal, sob o meu ponto de vista...
Além do mais, repugno certas hipocrisias que no Natal parecem proliferar e o que me dá mesmo a volta ao estômago são os falsos cristãos, que se lembram dos valores cristãos no dia 24 e 25, marcam o ponto na missa do Galo e... já está. Para o ano há mais...
É verdade, Luís, no natal sempre se manda ou se recebe uma mensagem, tal como no fim de ano, e se calhar cada vez mais vai sendo assim pelas razões que apresentas...
ResponderEliminarÉ uma pena não podermos conviver mais com os nossos amigos... por falta de tempo ou pela distância...
Um abraço
Olá, é sempre uma boa surpresa encontrar um conterrâneo. 8)
ResponderEliminarMaria P.
ResponderEliminarNão deixa de ser curioso, que todas estas tecnologias que inventamos, nos tornem cada vez mais solitários e distantes...
Eu sei Zé do Carmo, o Natal além da alegria também trás a nostalgia e até a melancolia...
ResponderEliminarHavia tanto a dizer sobre estas coisas que afloramos sempre apenas pela "rama", Rosa dos Ventos...
ResponderEliminarHá medida que os anos passam, os dias, os meses e os anos, encurtam.
ResponderEliminarFicamos quase submersos por uma vida feita em "contra-relógio", muitas vezes sem espaço para nós próprios, quanto mais para os outros (sem egoismos...).
Eu por exemplo, adoro ler, e tenho lido tão pouco nos últimos anos, Maria...
Olá Mio.
ResponderEliminarAparece mais vezes.
Fui visitar-te e embora concordasse com Faulkner, não consegui "comentar"...
Tinhas e tens toda a razão Dulce, um é mais que zero...
ResponderEliminarTens toda a razão.
ResponderEliminarUm abraço
Bom ano de 2007 Nuno.
ResponderEliminarPuxa, rapaz, ha'tanto tempo q nao vinha cá... fiquei-me pelo Oeste, o teu, e o trabalho, o meu. E adorei essa obs q fazes sobre a época de efemérides. Vou ler com calma os outros posts, que me pareceram bastante apetitosos. beijinhos!
ResponderEliminarEsta época não é só de festas, férias e pontes... parece que ainda há quem trabalhe, Ida.
ResponderEliminarPelo menos no Porto, o Rui Rio deu mais uma razão aos "nortistas" para dizerem que no Norte trabalha-se e no Sul goza-se, ao cortar-lhes a tolerãncia de ponto de 26.
Espero é que esta atitude do Rio não leve os funcionários a "emigrarem" para Gaia... onde o senhor Meneses espera tudo o que venha da Capital do Norte de braços abertos (repara só no que me foste lembrar, com a história do trabalho, Ida...).