Nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
sábado, agosto 31, 2013
terça-feira, agosto 27, 2013
Nunca lhes Seremos Suficientes Gratos
Os Bombeiros Voluntários de Almada comemoraram ontem o seu centenário, ao serviço da população Almadense.
Agosto é o mês em que os "Soldados da Paz" são mais solicitados, devido às centenas de incêndios que destroem as nossas matas, de Norte a Sul.
Combatem de uma forma heróica, quase sempre colocando em risco a própria vida (este ano já faleceram quatro, a defenderem a nossa natureza, tão maltratada por quase todos nós).
Vivam os Bombeiros Voluntários de Almada!
Vivam todos os Soldados da Paz do Mundo Inteiro!
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segunda-feira, agosto 19, 2013
domingo, agosto 18, 2013
Festa na Praça do Comércio
O espectáculo com projecções multimédia na Praça do Comércio, "Arco de Luz", termina hoje, às 23.30 horas.
Fomos ontem e foi giro, apesar da grande massa de gente em Cacilhas e depois no Cais de Sodré.
Deve ter sido um bom negócio para a "Transtejo", apesar de se estar borrifando para estas iniciativas e para as pessoas que utilizaram este transporte, que esperaram e esperaram nas filas para conseguirem o bilhete de barco.
Poderiam ter colocado mais alguém nas bilheteiras e também organizado travessias especiais de cacilheiro para o evento, mas...
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sábado, agosto 10, 2013
Madredeus no Ginjal
O Ginjal sempre foi (e continua a ser) um lugar atractivo para a fotografia.
Um bom exemplo é esta imagem promocional, dos primeiros tempos do grupo musical, "Madredeus" (ainda com o Rodrigo Leão...).
Está aqui o Cais e o Rio, não fosse a sina dos "Madredeus" destes tempos, partir...
Devem ter dado mais que uma volta ao mundo, na divulgação da música portuguesa.
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quarta-feira, agosto 07, 2013
Afinal Não Mudou Nada, até as Moscas são as Mesmas...
Foi feita uma remodelação quase "revolucionária", o "defensor" dos pensionistas foi promovido a "vice-rei", mas a fórmula de arranjar dinheiro continua igual: ir ao bolso dos funcionários públicos e pensionistas.
O governo continua igual a si próprio, não passa de uma caricatura do "xerife de Nottingham", que nos habituámos a ver nos filmes do Robin dos Bosques.
Só falta aparecer um "ladrão honesto", como o bom do Robin, para devolver o "saque" ao povo...
Como não estamos no tempo dos "milagres", penso que este assunto só se resolve quando todos decidirmos sair à rua e paralisar, de uma vez por todas, o país, para que esta gente (do presidente da república aos ministros) perceba que já chega de "bandalheira e roubalheira"!
Esta fotografia é um bom exemplo da mentalidade desta gente, que continua a fingir que os seus pecados se resolvem com uma dúzia de "avé-marias" e "pai-nossos".
terça-feira, agosto 06, 2013
sábado, agosto 03, 2013
As Memória de Almada do Manuel
Hoje apresentei o livro, "Algumas Memórias de Almada e de Outros Lugares", da autoria de Manuel Alves Pereira, um jovem que tem a bonita idade de 90 anos.
Normalmente estas coisas não são programadas para Agosto, mas aconteceu.
Foi muito bom sentir a alegria do Manuel e dos amigos que estiveram presentes, na sede do Clube Recreativo Piedense, na Cova da Piedade (a obra foi editada pela Junta de Freguesia da Cova da Piedade) para aplaudir este grande almadense, que tinha o sonho de deixar um livro seu para a posteridade. Felizmente conseguiu concretizá-lo.
Apenas mais uma curiosidade, a fotografia da capa do livro é da minha autoria.
segunda-feira, julho 15, 2013
Hoje está Sol
Hoje está Sol, mas nos últimos dias um manto de nuvens tem coberto o astro solar, que tanto nos ilumina...
Mas não foi nada desagradável esta frescura, depois de vários dias com temperaturas acima dos quarenta graus...
Na fotografia surgem os meus filhos, numa das esplanadas ribeirinhas da nossa Margem.
Foram eles que quiseram dar uma volta até ao Ginjal, na sexta feira...
sábado, julho 13, 2013
«O jardim fecha às 17.30 horas, por isso...»
Ontem fomos a esse sítio agradável, que é a Casa da Cerca.
Depois de visitarmos as exposições perguntei aos meus filhos se queriam ir ao jardim, quando nos descolávamos para lá, a funcionária informou-nos com cara de caso (quase a tentar que guardássemos a visita para outro dia...), que o jardim fechava às 17.30 horas. Olhei o relógio, ainda tínhamos três minutos, tempo mais que suficiente para dizermos olá ao Tejo, que estava coberto por nuvens cinzentas.
Sei que os horários são para cumprir, mas este "funcionalismo público umbiguista" irrita-me. Ainda por cima, porque sei que são muito poucos os visitantes que aparecem nestes lugares.
E há ainda outro pormenor: não é anormal chegar a lugares públicos e encontrá-los fechados, ainda dentro do horário de funcionamento e ter de virar costas...
Na minha opinião não era necessário tanto zelo e "cara de caso", até porque não iríamos "acampar" no jardim...
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quarta-feira, julho 10, 2013
Escrever ao Sabor da Inspiração
Há palavras mais fortes que outras, que usamos ao sabor da inspiração e que muitas vezes têm de ser terceiros a chamarem-nos a atenção, como se fizéssemos mau uso delas ou fossemos injustos.
É então que nos "salta a tampa" e dissemos o que devemos e não devemos.
Depois de ter desabafado, de ter dito que sim, que eram um bando de gente que se servia do trabalho dos outros para ascender a cargos superiores e que muitas vezes nem sequer sabiam estar, ao ponto de deixarem cadeiras vazias, sem sequer justificar a ausência.
Mas ele lá conseguiu que eu apagasse a palavra "demagogia" no texto, em nome de "interesses superiores", neste tempo em que o que falta em coragem e honestidade, sobra em "conversa da treta".
Lembrei-me logo da minha Mãe, boa nestas coisas dos "paninhos quentes" e do meu Pai, claro, demasiado apaixonado pela liberdade para se deixar condicionar...
Nestes casos sei que sou muito mais "Pai", por isso é que às vezes preciso que me coloquem "travões", especialmente quando estão em causa interesses colectivos e não individuais.
O óleo é de David Adickes.
O óleo é de David Adickes.
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sexta-feira, julho 05, 2013
Quinta Real do Alfeite
Na passada terça-feira foi apresentada a obra, "Quinta Real do Alfeite - das Origens ao Advento da República", da autoria de Alexandre M. Flores e de António Neves Policarpo, editada pela Junta de Freguesia do Laranjeiro.
Ainda só folheei o livro, mas de certeza que se trata de mais um excelente contributo destes dois historiadores de Almada pela história do Concelho.
E deverá estar cheio de curiosidades relativas à "coroa", que se instalou no Alfeite desde o período Medieval...
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segunda-feira, julho 01, 2013
Fonte da Telha
Acabei de ler o romance, "Fonte da Telha", escrito em 1949, por Alexandre Cabral.
É uma obra que se baseia na corrente neo-realista, tão em voga nos anos quarenta e cinquenta do século passado.
Li-o sobretudo pela curiosidade que me despertou, quando o encontrei na Biblioteca da Incrível Almadense, pela proximidade geográfica.
Embora não seja um livro de excepção, lê-se bem. Relata a vida difícil e incerta dos pescadores da aldeia da Fonte da Telha, especialmente no Inverno, em que o mau tempo não permitia a ida ao mar e em que o peixe escasseava...
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sexta-feira, junho 28, 2013
Centro de Interpretação de Almada Velha
Amanhã, às 11 horas, é inaugurado o Centro de Interpretação de Almada Velha, na Antiga Ermida do Espírito Santo, que foi tantas coisas durante o século XX...
O nome pela qual é mais conhecida, é nada mais nada menos que, "Salão das Carochas". Não sei a origem deste nome, sei sim que foi palco de cultura, sede de mais que uma colectividades. Dançou-se, fez-se teatro, fez-se desporto, discutiu-se, e sei lá que mais...
Agora vai ser o Centro de Interpretação de Almada Velha, uma coisa mesmo virada para o século XXI.
Não sei se este é o seu melhor uso, sei apenas que se trata de um lugar que sempre o conheci fechado, pelo que a sua abertura, enquanto espaço de conhecimento e de cultura, tem de ser entendido sempre como uma mais valia para Almada.
Estarei lá, na sua inauguração.
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segunda-feira, junho 24, 2013
A Procissão de S. João Baptista
Embora more em Almada há vinte seis anos, só ontem é que assisti à primeira parte da procissão de S. João.
Sim, primeira parte. No fim da tarde de 23 de Junho S. João é levado da Igreja de Santiago para a Capela da Ramalha, onde pernoita e fica até ao fim da tarde seguinte, quando se assiste à segunda parte da procissão, com o seu regresso à Igreja de Santiago, no percurso inverso.
É uma procissão de quase duas horas e que exige alguma resistência física, apesar da maior parte dos participantes pertencerem à terceira idade. Parte da Igreja de Santiago, no Jardim do Castelo, percorre a rua Capitão Leitão até ao Cabo da Vila e depois segue na direcção do Pragal, descendo na direcção da Capela da Ramalha, na rotunda junto à estátua de Fernão Mendes Pinto.
Há duas lendas associadas a estes festejos, a primeira relata um caso de amor entre um soldado cristão das tropas do rei D. Afonso Henriques e uma bonita princesa moura, que acabaria por provocar uma batalha entre portugueses e mouros, na Ramalha, que teria contado com a ajuda de S. João, na vitória lusitana.
A segunda lenda fala também de uma batalha, mas já nos tempos de D. Sancho I, ocupado com a reconquista do território e que travou uma batalha contra MIramolim de Marrocos e vence, mais uma vez com as boas graças de S. João.
Associada a esta lenda e à procissão era organizado também um arraial, um desfile de carroças e galeras, e engalanadas com canas verdes e flores campestres, que transportavam pessoas e merendas, acompanhados por ranchos de folgazões, que se faziam acompanhar por músicos das bandas das colectividades de Almada e animavam a festa.
Estes festejos pagãos das colheitas realizaram-se até aos anos sessenta do século passado.
Segundo rezam algumas crónicas, o seu fim estará ligado aos desacatos provocados pelo consumo excessivo de vinho da região, que fazia com que algumas rivalidades locais viessem ao de cima e a festa acabasse da pior maneira.
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quinta-feira, junho 20, 2013
A Casa da Cerca Festeja Vinte Anos
A Casa da Cerca, um dos lugares mais bonitos de Almada, faz a bonita idade de vinte anos e no dia 22 de Junho está em festa das dez às duas horas da manhã, com um dia cheio de Arte e Diversão.
Quem ainda não conhece este espaço de artes, com jardins agradáveis e um dos melhores miradouros sobre o Tejo e Lisboa, não deve perder a oportunidade de visitar a Cerca em Festa.
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quarta-feira, junho 19, 2013
Cacilhas em Festa
Apesar da crise, é bom ver as pessoas a passearem na rua Cândido dos Reis e a frequentarem os restaurantes locais (apesar das contra indicações deste governo...).
Um dos aspectos curiosos, é que a decoração das ruas tenha sido feita pela Associação de Reformados de Cacilhas (ARPIFC), com materiais reciclados.
Infelizmente as fotos que tirei não lhe fazem justiça, pois as ruas estão muito bonitas.
É mais uma prova que todos somos importantes na sociedade, independentemente da idade, apesar dos "mutantes" que governam este país pensarem outras coisa (ou se calhar nem pensam quase nada, pelo menos de jeito)...
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quinta-feira, junho 13, 2013
O Tejo e o Fernando
Hoje é dia do António, Santo, casamenteiro e "partidor" de bilhas, mas também do Fernando, que foi muitas "pessoas", na nossa literatura.
Muitas vezes penso se o Fernando vinha ou não com alguma frequência a Cacilhas, se petiscou qualquer coisita nas tascas que antecederam os restaurantes do Ginjal ou se apenas se ficou pelos seus retiros lisboetas.
Se veio e ficou por ali, rente ao cais, à procura de golfinhos ou até de sereias, só ficou a ganhar, provavelmente até algum poema...
O óleo é de João Beja.
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terça-feira, junho 11, 2013
sexta-feira, junho 07, 2013
Tudo Pode Ser Cultura
Ontem realizou-se mais uma "Tertúlia do Dragão", organizada pela SCALA.
Para a gente da cultura o título poderia não ser o mais apetecível, "Alimentação para Séc. XXI".
Mero engano, pois foi uma excelente tertúlia, graças à capacidade de comunicação da nossa convidada, Ana Paula Marum, médica, que, através de uma linguagem bastante acessível, conseguiu transmitir-nos uma série de dados estatísticos (assustadores...) sobre os efeitos das alterações dos hábitos alimentares no nosso país, especialmente nas camadas mais jovens da nossa população.
Houve uma interacção muito boa entre todos, não só pelas questões que foram levantadas pela assitência, mas também através do preenchimento de um pequeno inquérito, que depois foi descodificado e analisado pela dra. Ana Paula, para satisfação de todos os presentes, que mais uma vez perceberam que tudo pode ser Cultura.
O óleo é de Ernesto Arrisueno.
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