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quinta-feira, novembro 02, 2017

As Mulheres Conquistam o Poder em Almada

Embora as mulheres não estejam em maioria no conjunto da vereação (apenas por uma nesga...), estão no Governação da Cidade de Almada (eleitos com pelouros).

Dos quatro eleitos pelo PS três são mulheres. Inês Medeiros, a presidente eleita, Francisca Parreira (que conhece bem a realidade local, pois já foi presidente da Junta de Freguesia da Trafaria) e Teodolinda Silveira.

No conjunto de todos os vereadores contam ainda com a companhia de Amélia Pardal da CDU e Joana Mortágua do BE.

Embora isto por si só não seja significativo, é no mínimo curioso (e histórico...).

Esperamos que a tal falada "sensibilidade feminina" faça a diferença, na resolução dos problemas de Almada...

Fotografia de Tomasz Frakas)

terça-feira, outubro 31, 2017

A CDU e o Famoso "Pau de Dois Bicos"...

Fosse qual fosse a decisão da CDU, de apoiar ou não o PS na governação do Município, de ficar ou não com pelouros na vereação, seria sempre alvo de crítica. Não iriam faltar por aí os "gregos" e "troianos" do costume...

E de certa forma até percebo a sua opção, de não quererem ter uma participação activa na governação de Almada.

E espero que exerçam bem o seu papel na oposição, que sejam bem mais incisivos que as anteriores oposições, ao longo das últimas quatro décadas de governação comunista. 

A população Almadense agradece.

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, outubro 03, 2017

A Notícia do Hotel no Cais do Ginjal


No Expresso de sábado o suplemento de economia trazia na capa uma entrada sobre uma notícia aparentemente interessante sobre o Ginjal.

O título era: "Savoy quer hotel no Cais do Ginjal em Cacilhas". Na página da notícia o título mudava ligeiramente: "Savoy estuda hotel na margem sul do Tejo".

Acho que pode ser uma boa ideia, embora o Ginjal seja muito húmido durante quase meio ano (com as estações todas malucas, este microclima deve ter encurtado...).

A Quinta da Arealva aparece na fotografia do interior. É um lugar especial, que sim, poderia ser espaço de um hotel único à beira Tejo...

Vamos ver. Pode ser que com as mudanças políticas se olhe de forma diferente para o Rio. Embora também possa ser perigoso, porque como todos sabemos, o "bloco central" é o principal culpado de grande parte dos atentados que se têm feito ao património do nosso país e da sua venda quase a retalho nas últimas quatro décadas...

sexta-feira, setembro 22, 2017

Muitos Meses Depois...

Muitos meses depois gostei de voltar a descer as escadas que nos levam da Boca do Vento até ao Ginjal.

Como verifiquei que não se fez nenhuma obra de vulto neste espaço (apenas está colocada uma protecção metálica entre muros já na parte inferior das escadas...), ainda me questiono mais, sobre este fecho forçado, da passagem natural entre Almada e o Ginjal (desde o tempo das mulheres almadenses que desciam até à "Praia das Lavadeiras" - com nascentes de água doce no areal - para lavarem as suas roupas...), durante tanto tempo. 

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, setembro 19, 2017

Inês Medeiros, uma Boa Surpresa

De uma forma completamente inesperada acabei por conhecer e conversar com Inês Medeiros, a candidata do PS à presidência do Município de Almada.

Embora continue a pensar que ela chegou tarde à "corrida" eleitoral (já escrevi aqui sobre a sua candidatura e não fui muito meigo...), fiquei  bastante agradado, não só por ela demonstrar conhecer muitos dos problemas de Almada, mas também por não se furtar a um diálogo aberto e abrangente. Defendeu os seus pontos de vista, mas também aceitou algumas críticas, com um "fair-play" pouco habitual nos políticos.

(Fotografia de autor desconhecido)

sábado, setembro 09, 2017

O Caminho Mais Fácil de Resolver os Problemas...

O caminho mais fácil de resolver os problemas do Ginjal é sempre fechar, proibir, entaipar ou colocar sinais de perigo...

Deve ser por essa razão que as escadas da Boca do Vento de Almada estão fechadas há largos meses. Com toda a certeza que durante este período de tempo aumentaram os utilizadores do elevador panorâmico, mas não havia necessidade...

Eu sei que também é o meu lado "anarquista" a falar, mas estou farto da utilização de placas de proibição, como "solução" para os vários problemas do Ginjal.

Custa-me a acreditar que não exista qualquer forma legal de obrigar os proprietários a fazer as obras necessárias... 

Mas no caso particular das escadas da Boca do Vento, tenho quase a certeza de que elas estão debaixo da alçada no Município (ou da Junta de Freguesia)... 

Eu sei que se trata de uma zona sem moradores, ou seja, sem eleitores. Mas é uma tristeza a forma como os governantes, locais e nacionais, tratam o Ginjal. Até por ser um dos pontos do concelho mais procurados por turistas...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, agosto 24, 2017

Homens e Espelhos Quase Vazios...

Muitos anos depois da primeira eleição, eles continuam a ocupar o espaço que já devia ser há muito de rapazes e raparigas mais novos, mais inteligentes, mais cultos, e sobretudo, mais competentes.

Mas só o lugar de presidente do executivo é que foi limitado... vereadores e afins, podem continuar a caminhar, sorridentes, até à quase "eternidade".

Uma boa parte deles continua a pensar que basta assinar uns papeis que lhes surgem na secretária, impregnados do perfume das funcionárias, escolhidas a dedo. E depois é sorrir muito, dar umas larachas popularuchas aos homens e umas graças charmosas às mulheres, contar umas anedotas nas reuniões dos executivos e pronto, está o dia, o ano, e o mandato, ganho.

Podemos fingir que a culpa é de alguns dos espelhos onde eles se olham diariamente. Mas a questão é muito mais profunda, além de não fazerem "autocrítica" há muito tempo, tornaram-se "lapas" e fingem-se insubstituíveis nas listas dos seus "mais que tudo", por que não conseguem sobreviver sem aquele poder, por mais insignificante que seja, de vereador do lixo da câmara a vogal dos mercados da junta...

(Óleo de Ralph Hedley)

domingo, agosto 13, 2017

Não há Pés para Tantos Tiros...

A oposição em Almada usa "armas" que só parecem ser usadas por quem não conhece a cidade.

Esta série de cartazes foi capaz de dizer coisas, daquelas que até fazem pensar: «será que eles querem mesmo dizer isto?» Ou pior ainda: «eles não têm mais nada para nos dizer?»

Será que eles querem chamar às pessoas "lixo"? É que há bastante tempo que não notava as ruas de Almada tão limpas. Nem mesmo os contentores tem sido transformados em lixeiras a céu aberto como noutros tempos de má memória...

Será que a oposição só sabe falar aos almadenses de coisas pequeninas, ignorando os verdadeiros problemas da cidade?

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, julho 20, 2017

A "Habitual Táctica" Socialista (de Derrota)...

Desde que moro em Almada, tenho quase a certeza que só nas últimas eleições é que o PS apostou num candidato a presidente da Câmara, do Concelho, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Almada. Perdeu, como é hábito. Deve ter sido por isso voltou ao "antigamente", que também só lhe deu derrotas...

Desta vez a figura nacional escolhida tem um bom ar, mas isso é muito pouco para os almadenses. Como de costume, a actriz Inês Medeiros, pouco ou nada conhece do Concelho de Almada.

E o mais curioso, é que a poucos meses das eleições, ainda não encontrei qualquer rasto da Inês por Almada.

Só espero que ela não tenha a infelicidade de ofender a inteligência dos almadenses, como o fez outro candidato derrotado, Torres Couto, que disse que costumava ver Almada, quando regressava de avião de Bruxelas...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, junho 07, 2017

A Cultura Cansa?


Começo logo por responder à questão que dá título a este pequeno texto: claro que sim, a Cultura pode cansar, como tudo o que é  "usado" ou "aplicado" em doses exageradas.

E Almada usa e abusa da cultura, e nota-se que em vez de conseguir reduzir a sua "carga" cultural, aumenta-a...

Talvez não exista solução para reduzir as actividades culturais "privadas" no Concelho, pelo menos as organizadas pelo movimento associativo (ou até por  pessoas singulares), que não tenham qualquer dependência com o chamado poder local. Embora exista a Associação das Colectividades do Concelho de Almada, esta continua longe de se afirmar como pólo de agregação e de comunicação no seio das associações concelhias...

Mas as organizadas pelo Município, poderiam (e deveriam...) ter um calendário adequado, sem que sejam programadas duas e três actividades interessantes, no mesmo dia e à mesma hora, deixando todos aqueles que gostam de cultura, sem saber o que fazer, qual a opção a tomar...

Eu pela minha parte, já fiz saber nas colectividades a que pertenço, que a aposta, tem de ser, cada vez mais, na qualidade. A prática diz-nos que não vale a pena fazer muitas coisas, se depois não se tem a aderência do público desejada...

Quem está no poder pode continuar a assobiar para o ar e a fazer "contas de multiplicação" na cultura, mas é péssimo percebermos que já há pessoas a deixarem de aparecer em exposições, lançamentos de livros, por causa do tal "cansaço"...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, março 10, 2017

Fregueses ao "Abandono" em Almada...

Há um pensamento generalizado de que foi uma estupidez ter-se acabado com algumas das juntas de freguesia em Almada, com o qual concordo plenamente.

Mas estou convencido de que este pensamento poderia ser facilmente ultrapassado se as pessoas que dirigem hoje a União de Juntas de Freguesia de Almada, Cova da Piedade, Cacilhas e Pragal, interiorizassem qual é o seu verdadeiro papel na sociedade local.

O fim da proximidade que existiu até às últimas eleições não pode ter apenas como desculpa a união de freguesias. Muito menos o comportamento dos autarcas de hoje, que de uma forma geral, primam pela ausência, tanto nas ruas das localidades como no acompanhamento das colectividades e outras instituições do concelho.

Muitas pessoas que conheço dizem isto à "boca fechada", por serem militantes ou simpatizantes da força política que venceu as últimas eleições (PCP versus CDU).

Sei também que os habituais leitores críticos do "Casario" vão fazer uma leitura transversal do que eu escrevi. Mas deviam encarar este problema de frente, e pensar em arranjar candidatos às próximas eleições, pelo menos com a qualidade do Carlos Leal, Fernando Mendes, ou do saudoso Renato Montalvo, que andava sempre por aí, atento e disponível, tentando resolver os problemas dos almadenses e da Cidade.

Continuo a pensar que quem é eleito para cargos públicos, tem como primeiro objectivo servir a população onde está inserido. Mas se calhar estou errado...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, dezembro 28, 2016

A Destruição e Banalização do Bem Público


Se há coisa que me incomoda nestes tempos quase de selvajaria, é a destruição e banalização do que é de todos, o que se entende por bem público.

A Margem Sul é pródiga em "bandidos" que se entretêm a riscar paredes, portas, muros, e até monumentos.

O "burro e as crianças", continua igual em Cacilhas. Igual não. Agora está protegido por São Ronaldo, que espreita (um bom exemplo do que se pode fazer com tintas...).

Mas mais que esta protecção "divina", já devia ter sido alvo de limpeza por quem de direito (a União de Juntas...), para oferecer uma outra imagem de Cacilhas, aos muitos turistas que passam pelas ruas Cândido dos Reis e António Feio.

De Agosto a Dezembro, passaram mais de quatro meses.

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, novembro 30, 2016

Duas Cidades (Aparentemente) com Ideias Trocadas...


Sei que posso não ter os dados todos, por estar afastado do desporto (pelo menos muito mais que há 20 anos em que fazia jornalismo desportivo...) e por não viver nas Caldas.

Mas quando vejo que Almada se candidatou a "Cidade Europeia do Desporto 2018" e as Caldas da Rainha a "Cidade Europeia da Criatividade 2020", ficou com a sensação que bem poderiam trocar de candidaturas.

Almada, embora possua muito melhores infraestruturas que em 1996 (para recuar apenas os tais 20 anos...), tem muito menos "vida desportiva", menos clubes e menos gente a praticar desporto. E se pensarmos na vocação e qualidade competitiva, ainda ficamos mais para trás.

Nessa época os clubes mais representativos da Cidade estavam no auge (Ginásio Clube do Sul e Almada Atlético Clube), além de terem as suas equipas de andebol nas divisões principais, em praticamente todos os escalões, praticavam outras modalidades com sucesso. A Naide Gomes, por exemplo, fez atletismo no Ginásio. A SFUAP tinha uma das melhores equipas de natação do país. E também existiam mais competições populares (mais corridas de estrada por exemplo...) e os "desaparecidos" Jogos Desportivos de Almada (penso que era assim que se chamavam...), e como seria normal, mais clubes populares.

O desporto ainda não se tinha "burocratizado", dificultando a vida aos chamados "clubes pobres" (e também aos "ricos", o Almada e o Ginásio que o digam...), com uma série de obrigatoriedades, que embora fossem necessárias, a já habitual desresponsabilização do Estado, fez com que a factura final fosse endereçada aos clubes...

Mudando de Cidade, as Caldas é uma "terra onde quase não se passa nada" no campo cultural, e a única criatividade que salta à vista é a dos alunos da Escola Superior de Arte e Design, mas distante dos caldenses. Exactamente o contrário de Almada, onde há quase um "criativo" por lar...

Mas os "inteligentes" de cada uma destas duas cidades é que sabem com que linhas se cozem...

quarta-feira, fevereiro 03, 2016

Os Meus Livros de Cacilhas





















Quando somos convidados para falar sobre os nossos livros, não só viajamos no tempo como  chegamos por vezes a conclusões, inesperadas... 

«Isto de escrever livros sobre história local, não é uma coisa linear. No meu caso pessoal aconteceram uma série de acasos que me levaram a escrever sobre o Concelho. E a existência de um protocolo literário entre a SCALA e a Junta de Freguesia de Cacilhas, presidida por Carlos Leal, foi fundamental para que eu me envolvesse tanto neste género literário.






















Fui autor e co-autor de cinco obras sobre Cacilhas.”Elias Garcia, Esboço Biográfico”, com Abrantes Raposo; “Eduardo Alves, Vida e Obra de um Bombeiro Exemplar”, com Alberto Afonso, “Cacilhas, a Gastronomia, a Pesca e as Tradições Locais”, com Fernando Barão, “Cacilhas, o Comércio, a Indústria, o Turismo e o Desenvolvimento Sociocultural e Político da Localidade Ribeirinha”, “Lisnave uma Viagem no Tempo”, com o João Soeiro.



E sei que sem a existência deste protocolo, provavelmente não teria escrito nenhum destes livros.»

Digo isto sem qualquer demagogia. Como no nosso país a parte mais complicada dos livros é a sua publicação, através deste protocolo - que terminou com a extinção da Junta de Freguesia de Cacilhas -, pelo menos a edição do livro estava à partida assegurada...




terça-feira, setembro 22, 2015

«O poder chama sempre os oportunistas.»


Ainda a propósito da conversa de ontem, ela acabou por "resvalar" para a actualidade, para as eleições de 4 de Outubro.

Conhecedores da pacatez do nosso amigo resistente comunista (ninguém diz o que está ali, porque ele sempre gostou de usar os louros apenas na comida...), oferecemos-lhe algumas "farpas", com factos da governação comunista da nossa Cidade.

Em algumas coisas deu-nos razão, noutras nem tanto. Para depois nos dizer o que já todos sabíamos:
«Não tenham ilusões, o poder, seja ele qual for, chama sempre os oportunistas.»

E com esta nos calou...

quarta-feira, junho 17, 2015

Um Livro Especial


Dia 20 de Junho, sábado, às 16 horas, o Salão de Festas da Incrível vai acolher a apresentação da biografia, "António Henriques, o Associativista e o Historiador de Almada e das Suas Colectividades" escrita por mim e por Carlos Guilherme Sanches de Almeida.

É um livro especial, por várias razões. 

Por me ter aproximado da vida e obra de António Henriques, um grande Incrível e um grande Almadense, no ano do centenário do seu nascimento. Não tenho qualquer dúvida que se não me envolvesse neste trabalho biográfico não teria a noção de toda a sua grandeza humana e intelectual.

Por ter sido escrito com  um daqueles amigos que dizem sempre presente, e que foi muito importante na concepção desta obra. 

Claro que nem tudo foram rosas. Tudo indica que este livro irá marcar o meu afastamento - pelo menos nos tempos mais próximos - da historiografia de Almada. 

Isso não acontecerá por falta de projectos, mas sim por falta de apoios  - e de respeito por autores com obra feita (este é o meu décimo primeiro livro sobre a história do Concelho...).

Provavelmente os responsáveis do Município e das Juntas de Freguesia estão à espera que além de todas as horas de trabalho em investigação e a aquisição de documentos (nunca contabilizados nos custos), ainda tenhamos de arcar com as despesas de impressão dos livros. 

Em relação à minha pessoa, podem esperar, mas levem um banquinho.

quarta-feira, junho 10, 2015

"Arte em Festa" na Cidade


A Imargem vai organizar de 15 a 30 de Junho, a "Arte em Festa", com um conjunto de iniciativas ligadas à Arte no Concelho de Almada.

Há várias associações culturais almadenses que se associaram a esta iniciativa, que não é mais vasta, porque o "poder local" pareceu assustado com a possibilidade da Cultura (que não controla...) sair para as ruas de Almada.

A apresentação desta iniciativa realiza-se amanhã, às 21 horas, na sede da Imargem.

quarta-feira, junho 03, 2015

Que União de Juntas é Esta em Almada?


Como já disse mais que uma vez, faço parte de uma Associação Cultural em Almada (SCALA - Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada), que tem dois defeitos - para quem governa a Cidade -, farta-se de fazer cultura e é apartidária.

Em Março descobrimos que tínhamos sido "apagados" da lista de Associações da União de Juntas de Freguesia de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas. Demos mostras da nossa indignação através de ofício (que para variar não mereceu qualquer resposta...) estranhando que uma Autarquia que se apelida de "União" seja divisionista em relação ao Movimento Associativo.

Hoje passei pelo seu site e verifiquei que a SCALA foi mesmo "banida" da lista de Associações, apesar de ser uma Colectividade de Utilidade Pública.

Mas gostei de ver por lá (sem qualquer desprimor para ambas...)  a Associação de Amizade Portugal-Cuba ou a Liga de Mulheres Moldavas em Portugal, e ainda meia-dúzia de clubes almadenses que só  existem de nome, já que estão praticamente inactivos.

Pelo menos não "apagaram" (ainda) nas respectivas listas de obras editadas os livros dos autores Scalanos. 

São estes comportamentos sem classificação possível que fazem com que tenhamos saudades da Junta de Freguesia de Cacilhas, da Junta de Freguesia de Almada e dos seus antigos presidentes.

quinta-feira, maio 21, 2015

Pensar o Futuro?


Eu sempre gostava se saber como é que governantes quer estão no poder há mais tempo que Salazar, cada vez com menos sentido autocrítico e capacidade de aceitar (e respeitar...) quem pensa de forma contrária, podem pensar o futuro em Almada...

sábado, fevereiro 28, 2015

O Poder Local e o Associativismo Almadense


Há cerca de vinte anos que estou ligado ao associativismo almadense.

Isso faz com que saiba muito bem como funcionam as coisas na esfera do poder local, como são atribuídos os subsídios (até por pertencer a uma Associação que não recebeu qualquer subsídio autárquico em 2013 e 2014, provavelmente por ser apartidária, já que é a Colectividade Cultural que desenvolve mais trabalho cultural em Almada...), como quase se tem de "esmolar" qualquer pedido de apoio, mesmo que seja para uma actividade relevante para o Concelho.

Há uma clara falta de respeito pelo trabalho voluntário e não remunerado das pessoas ligadas às colectividades almadenses, que se tem agravado nos últimos anos.

Apesar disso, penso continuar a colaborar nas Colectividades que gosto, embora cada vez me mantenha mais afastado dos cargos importantes, porque penso que a função do dirigente  associativo não é "pedir esmola", mas sim apresentar projectos e ser olhado como um parceiro, como alguém com quem se pode dialogar e trabalhar e não explorar (muitas vezes a pensar em dividendos eleitorais).