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segunda-feira, outubro 27, 2008

Mar com Ruinas

As obras do Polis lá vão avançando, lentamente, na Costa de Caparica, rente às praias, que ganharam bastante areia, neste Verão e Outono.

As novas instalações dos restaurantes e apoios de praia também têm bom aspecto. Claro que o que se ganha em modernidade perde-se em diversidade, de cores e modelos. Mas o saldo final é muito positivo.
Em contrapartida, o centro da cidade está cada vez mais feio e abandonado. Casas degradadas ou a precisarem de obras, abundam em quase todas as ruas...
Nunca percebi as razões da Costa de Caparica e da Trafaria, terem sido tão ignoradas nos últimos trinta anos, pelos poderes local e nacional. Não se conseguiu tirar qualquer partido das condições naturais destas localidades para o turismo. Porquê?

sábado, outubro 11, 2008

As Derrapagens do Costume...

Se há algo me faz confusão nas obras públicas, são as habituais derrapagens de muitos milhões. Não duvido que nesta "contabilidade" existem sempre grandes aproveitamentos, de todas as partes envolvidas, para ludibriar o Estado (ou seja, todos nós).
Mas há outro factor importante, que tomei conhecimento, por ser um espectador assíduo das obras
intermináveis do Metro de Superfície de Almada, ainda que de forma involuntária. Refiro-me ao desperdício de tempo, materiais, e claro, a mais que notória, incompetência da construtora e respectivos técnicos.
Há locais onde se abriram, fecharam e voltaram a abrir, buracos, três e quatro vezes no mesmo sitio, por se terem esquecido de qualquer coisa. Em alguns lugares já estava tudo pronto no exterior...
Não percebo porque razão não se chama ninguém à responsabilidade, neste caso particular de Almada, sabendo que a Câmara tem no terreno pessoal especializado a acompanhar as obras.
Será que os engenheiros da Autarquia não têm olhos para tanta incompetência?

quarta-feira, setembro 17, 2008

Louvor às Mulheres Corajosas

Começo por dizer que este texto não tem uma ponta de ironia.

É sim uma mostra da identidade feminina das algumas mulheres, que não dispensam o salto alto, mesmo em "tempos de guerra"...
Só mulheres com coragem, vaidade e bastante amor próprio, são capazes de desafiar os arruamentos do centro Almada, constantemente em mudanças e povoados de buracos para todos os gostos.
Provavelmente estas mulheres já deram cabo de alguns saltos, e até já torceram os pés, mas nem por isso desistem, de andar de salto alto, porque a beleza é fundamental nestes tempos que correm...

quarta-feira, abril 30, 2008

Os Sinais e as Riscas...

Ao fim da manhã assisti a uma discussão estúpida, e ao mesmo tempo, normal, pelo menos nesta Almada em constantes mudanças...
Uma senhora farta de esperar e ao ver que nenhum carro parava para a deixar passar, resolveu aproveitar uma aberta para atravessar a passadeira...
Num ápice apareceu um condutor apressado a apitar e a mandar a senhora atravessar a estrada na passadeira... a senhora respondeu-lhe à letra, perguntando-lhe se ele era céguinho, apontando para o sinal.
O homem ainda barafustou, até que percebeu que tinha feito asneira e arrancou apressado, sem abrir mais à boca, enquanto a senhora abanava a cabeça.
Eu que vinha atrás, sorri com aquele quadro.
Como condutor que sou, sei que muitas vezes esquecemos os sinais e olhamos apenas para a estrada, e como não vemos as riscas da passadeira, é sempre a andar.
Só que os sinais são soberanos.

quarta-feira, março 05, 2008

Basta de Agressões e Falta de Respeito!

Não queria escrever mais sobre as obras do "metro", mas é impossível passar ao lado de tanta "agressão" diária aos peões almadenses.

Hoje de manhã, descobri que, pura e simplesmente, tinham eliminado a passadeira provisória onde costumo passar com o meu filho, quando o levo à escola. A única solução que nos restou foi atravessar a estrada, mesmo no meio da rotunda, com a compreensão habitual dos condutores, que até aceleram, para que fiquemos quietinhos no nosso canto.
E nem vou falar dos buracos, que têm provocado tantas quedas, especialmente nas pessoas mais idosas (algumas tem sido mortais, conheço pelo menos três casos de pessoas idosas, que depois de hospitalizadas, acabaram por falecer, devido às lesões sofridas na cabeça, devido aos vários objectos perigosos que são deixados nos carreiros, sem qualquer segurança...).
Gostava que fosse feito um estudo independente (e divulgado, claro), sobre o desleixo com que é tratada a segurança, quer dos trabalhadores, quer dos transeuntes, em Almada.
Lastimo ainda mais o silêncio do Município, que continua a afirmar-se humanista e solidário para com os almadenses, sempre que lhe dá jeito...

segunda-feira, janeiro 14, 2008

E se Utilizassem os Lucros?

Na edição de sábado do semanário "Semmais", é atribuída a seguinte frase a Maria Emília de Sousa: «Os resultados não podem ser medidos só em números, mas também em qualidade de vida para as populações».

Como na dita reportagem o Município congratula-se com o saldo positivo de 9,5 milhões de euros (nós também...), com o pensamento na qualidade de vida dos almadenses, sugerimos que parte desse dinheiro (que não deixa de ser um bom "euromilhões"...), seja investido nas estradas do concelho, em péssimo estado, para evitar males maiores, pois os acidentes rodoviários não são provocados apenas pelos condutores...
Outra parte poderia muito bem ser utilizada para recuperar os edifícios de renda económica, que agora são da Autarquia e que tanta polémica têm causado, devido aos aumentos de rendas. Não basta colocar placares e escrever cartas aos municípes, para fazerem obras de oito em oito anos, nas suas casas. É bom que os exemplos venham de cima...