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quinta-feira, janeiro 31, 2013

É Inverno lá Fora e Cá Dentro


A humidade já anda por aqui há uns dias.

As janelas estão embaciadas, com gotas de água a escorrerem.
As paredes estão mais frias que o costume.

É uma coisa terrível, consegue ser pior que a chuva, quase que se entranha dentro de nós...

quinta-feira, novembro 22, 2012

Os Segredos da Natureza do professor Manuel Lima


No próximo sábado, dia 24 de Novembro, às 15 horas, no Moinho de Maré de Corroios, será apresentado o novo livro do professor Manuel Lima.

O título diz quase tudo, "Segredos da Natureza, a dois passos de Lisboa".

Nesta obra encontramos textos e fotos do autor sobre os parques e reservas naturais da Área metropolitana de Lisboa (Arrábida, Espichel, Lagoa de Albufeira, Arriba Fóssil da Caparica, Estuário do Tejo, Sapal de Corroios e Sintra-Cascais).

Quem gosta da história natural da nossa região, nãi deve faltar.

quarta-feira, maio 18, 2011

Um Jardim e um Miradouro Único


Hoje, Dia Internacional dos Museus, deixo uma referência a um dos melhores cartões de visita deste lado do rio, a "Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea de Almada".


Além de ter sempre duas três exposições artísticas patentes nas suas salas, tem um magnífico miradouro do Tejo e de Lisboa, e ainda o jardim botânico, "Chão das Artes", que embora já tenha merecido mais cuidado, continua a ser um lugar extremamente agradável.

Se não conhecem, apareçam. Vão adorar o espaço e as vistas.

segunda-feira, março 21, 2011

Dia da Árvore

Embora a comemoração oficial seja "Dia Mundial da Floresta", desde os tempos de escola que me habituei que o começo da Primavera coincidisse com o Dia da Árvore (a poesia com o seu dia só me apareceu anos depois...).

Plantei várias árvores neste dia, quase sempre de uma forma simbólica. Algumas estão enormes mas ainda as reconheço quando as encontro...


De há dois anos a esta parte, no começo da Primavera passo sempre pelo sector do ambiente do Município de Almada (que oferece plantas à população) e trago uma planta, este ano foi o ano da Oliveira, uma árvore muito nossa, que nos oferece as azeitonas de onde se retira o azeite, elemento essencial para a dieta mediterrânea.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Flores do Ginjal

A esplanada ainda está deserta, a meio da manhã.
Mais lá para o meio-dia, deve chegar alguém para almoçar, rente ao rio.
Rio que já não é castanho. Felizmente vai adquirindo as suas cores e cheiros naturais...

quarta-feira, junho 09, 2010

A Cadeira, a Mesa e o Pavão

O pavão ainda me fez uma vénia com a cabeça, quase a convidar-me para me sentar à sua mesa, mas eu não estava com paciência para aturar pavões.
Tinha-me bastado o da véspera, capaz de contar mil vezes a mesma história, puxando dos galões e do penacho garboso, preso ao passado, que tem tanto de glorioso como de duvidoso, quando foi presidente disto e daquilo.
Curioso é nunca falar do que fez, das obras que deixou, do serviço que prestou à comunidade. Fala apenas de ter sido presidente, porque para ele, mais importante que a obra, são os cargos. É o que fica para a posteridade...
O país é muito isto. Gente que quer cargos, ser isto e aquilo, apenas para o currículo, não para ser útil aos outros ou para se realizar profissionalmente.

sábado, maio 15, 2010

A Margem do Rio Está Mais Colorida

Lisboa, rente ao Cais Sodré, está mais colorida, com a colocação de vários "bancos-canteiros" multicolores, com oliveiras, à beira Tejo.

É sempre bom verificarmos que se começa a olhar o Rio de frente, que se deixa de viver de costas voltadas para um dos aspectos mais bonitos e luminosos de qualquer cidade: o leito de água doce, neste caso particular já com o "saleiro" da foz (e claro com ar quase de mar)...

quinta-feira, abril 22, 2010

Dia da Terra

Comemora-se hoje o Dia da Terra, pela quadragéssima vez.

É um exemplo, mais um, das muitas festividades que surgiram por aí para serem comemoradas num só dia. Os outros trezentos e tal dias, é para deixar a Terra a circular, bem devagarinho, com os votos que não nos chateie.
O problema é que ela já não está pelos ajustes, e resolveu mesmo começar a chatear-nos. E faz muito bem, diz - com uma voz que até faz o chão tremer - que quem manda aqui, nesta coisa grande e redonda, é ela, e não o "bicho" homem.
Não tenho dúvidas que os terramotos, os marmotos, os tufões, os tornados, e até os vulcões, são a sua forma de nos dizer: «BASTA!»
Estúpidos como somos, fingimos que o aviso é para os macacos ou elefantes...
Para que nem tudo seja negativo, escolhi a fotografia de Aníbal Sequeira, "O Mar e o Céu", que nos mostra o lado bom da Terra...

sábado, março 20, 2010

Pequenos Gestos que Fazem Toda a Diferença

A Ecoteca da Câmara Municipal de Almada, por esta altura, oferece uma planta mediterrânea a cada munícipe que se dirija às suas instalações, além de dispensar informação sobre como plantar e cuidar correctamente da planta adoptada. O ano passado fui lá com o meu filho e trouxe um loureiro e um alecrim (não sei se chama apenas assim...), este ano trouxe um pinheirinho e um carvalho.

É uma forma diferente de comemorar (bem) o Dia da Árvore, com o objectivo de colmatar erros do passado recente, em que enchemos tudo o que nos rodeava de cimento e alcatrão...
A foto é do Parque da Paz, o pulmão verde de Almada.

quinta-feira, outubro 01, 2009

Dia Nacional da Água

Hoje foi um dia cheio de comemorações.

Almada costuma dar um particular realce ao "Dia Nacional da Água".
Este ano apresentou a "Cronologia da História da Água e Saneamento em Almada", um pequeno livrinho, baseado no trabalho que está a ser feito pelos historiadores locais, Alexandre M. Flores e António Neves Policarpo, sobre a história da água no concelho, que deverá ser apresentado no próximo ano.

sábado, março 21, 2009

Começa a Primavera...


Começa a Primavera, é o Dia da Árvore e também o da Poesia...
Esta fotografia junta o Tejo, Cacilhas com o seu Casario, a grua gigante da Lisnave e os campos cultivados do começo da Quinta do Almaraz, ao qual não falta uma árvore e poesia, sem palavras...

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

As Ironias da Natureza...

Este domingo, "gordo" em água, diz-nos tantas coisas...

Pena que existam tantos ouvidos surdos, tantos sorrisos patetas, tantos gestos imbecis...
Esta semana foi notícia em vários jornais, "a maior seca dos últimos anos" (os repórteres esqueceram-se que ainda estamos em Fevereiro...).
Os agricultores do costume tinham começado o habitual "choradinho", de que as colheitas estavam em risco, tal como as terras de pasto para os animais, e claro, preparavam-se para esticar as mãos ao Estado.
Azar dos azares, no domingo desatou a chover (e a bom chover...) e lá foram os primeiros planos para a substituição do "roles-roice" e remodelação da "pischina" no monte...
Mais previdente foi a Maria Elisa, na estreia do programa "Depois do Adeus", na RTP, que falou das cheias (que sempre apareceram, de madrugada na área de Lisboa...), do ordenamento do território, das quintinhas, de todas as asneiras que se têm feito nos últimos trinta anos, com o avassalador e selvático crescimento urbano.
E para terminar, não posso deixar de referir que não era acordado há bastante tempo, por verdadeiros trovões, daqueles que parecem bombas...
O óleo é de Turner...

quinta-feira, outubro 25, 2007

A Qualidade do Chá

Gosto de chá.
Sempre gostei. Lembro-me de beber chá na casa da avó (não sei porquê, mas digo sempre a casa da avó e não dos avós...) e também dos meus pais.
Claro que era, e é, uma bebida mais de Inverno. Antes de dar confiança à cafeina, a minha bebida de café nos meses frescos era o chá, fosse no "Sovina" das Caldas ou no "Central" de Almada, acompanhado com as suas deliciosas torradas...
Hoje é mais fácil de gostar de chá, pois existem aromas para todos os gostos e sabores...
A fotografia que escolhi para vos dar "chá", é da Quinta da Gorreana, em São Miguel, Açores, que já tive o prazer de visitar. É o único lugar europeu onde existe uma plantação de chá, e de grande qualidade.

quinta-feira, setembro 27, 2007

Um Símbolo de Resistência


Quando visitei o Arquipélago dos Açores, em 1995, fiquei maravilhado com tanta beleza natural.
De todas as Ilhas que visitei, o Faial marcou-me de uma forma especial, ao ponto de ter escrito, que foi o lugar que encontrei mais próximo, daquilo que se costuma chamar "paraíso"...
Além de todo aquele verde florido dos campos, e do azul tão vivo do mar, não esqueci a Ponta dos Capelinhos, por ser a antitese de toda a ilha, com o seu ar lunar...
Mas o que mais me impressionou naquele canto cinzento foi o Farol (reconstruído há pouco tempo), que se mantinha de pé, imponente, como o único sinal de resistência a toda a violência sísmica, que tomou conta da Ilha durante mais de um ano. O Farol resistiu aos tremores de terra, à lava e a sei lá que mais...
Estas palavras não surgem aqui por acaso. O Vulcão dos Capelinhos entrou em erupção há cinquenta anos...

terça-feira, abril 17, 2007

A Árvore da Boa Sombra


Depois de visitar o Paul dos Patudos, achei que devia mostrar a "árvore da boa sombra" à Ana Paula, para que ela visse a beleza deste monumento, que foi arrancado à terra que o viu nascer, crescer e viver durante mais de dois séculos.

Não quero alimentar polémicas, até porque este tema foi debatido há pouco tempo no blogue Em Almada, com a minha participação. O que não me inibe de dizer, quase dois anos depois, que continua a ser um acto indesculpável e um atentado ao Património Almadense.

Na altura escrevi uma crónica no "Jornal de Almada", cujo texto teve o seguinte destaque na primeira página do semanário almadense: Era um ex-libris da cidade, um monumento que a natureza preservara, durante anos e anos, para alegria de todos os almadenses. Até que, pelos vistos, houve alguém que se achou com poder suficiente para decidir o futuro da árvore, que pertencia a todos nós, como se ela estivesse ali a mais e já fosse tempo de a transformar em lenha.