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sábado, dezembro 12, 2015

Natal Associativo


A SCALA  a Incrível e a Universidade Sénior Dom Sancho promovem hoje um Espectáculo de Natal, com a participação de várias atracções musicais ligadas às Colectividades do Concelho, no Salão de Festas da Incrível Almadense, às 15.30 horas.

É uma boa oportunidade para se ver o que se faz em Almada no campo da chamada Cultura Popular (que ainda existe e resiste, nestes tempos austeros).

A entrada é gratuita.

sexta-feira, novembro 27, 2015

Almada Homenageia o Cante


Amanhã Almada festeja o 1º aniversário do Cante Alentejano, Património da Humanidade, com um colóquio (com vários painéis) e um espectáculo desta música tradicional alentejana, ao cair da noite.

Esta homenagem decorre na Academia Almadense e tem o dedo do meu amigo Eduardo.

segunda-feira, outubro 12, 2015

Os 167 Anos da Incrível


A Incrível Almadense está a comemorar o seu 167.º aniversário durante todo o mês de Outubro.

Ontem à tarde teve lugar a Sessão Solene, o momento mais simbólico da comemoração, pela presença das forças vivas de Almada e também por se homenagearem os sócios com 25 e 50 anos de vida associativa na colectividade, com os respectivos diplomas e emblemas de prata e ouro.

A Banda continua a abrir a sessão, por todas as razões: por ser a essência da fundação da Sociedade Filarmónica e por continuar a ser um dos motivos de maior orgulho da Incrível, muito graças à juventude dos seus músicos.

sexta-feira, agosto 07, 2015

Uma Dupla Festividade


Hoje dia 7 de Agosto, há dois grandes almadenses que comemoram o seu aniversário. 

António Henriques se estivesse entre nós comemorava hoje o seu centésiimo aniversário, pois nasceu em Cacilhas, a 7 de Agosto de 1915.

Orlando Laranjeiro comemorou hoje o seu 85º aniversário, numa festa partilhada com os seus principais amigos, ele que nasceu em Sesimbra a 7 de Agosto de 1930.

Publicamos a capa do CD comemorativo do centenário de António Henriques, porque as letras no seu interior cantadas por Luisa Basto e o poema declamado por Orlando Laranjeiro, são da autoria do próprio Orlando, um poeta almadense que oferece uma musicalidade especial às suas palavras rimadas.

segunda-feira, junho 22, 2015

O "Fado Incrível" do Orlando


No sábado Luísa Basto cantou pela primeira vez, ao vivo, no Salão de Festas da Incrível Almadense, o "Fado Incrível", com letra de Orlando Laranjeiro e música de João Fernando, no final da Cerimónia de Abertura das Comemorações do Centenário de António Henriques, que teve como ponto alto o lançamento da biografia de António Henriques, escrita por mim e pelo meu amigo Carlos Guilherme.


Fado Incrível

Mora na Rua Direita
Filha ilustre d’Almada
Nas virtudes é perfeita
Com história de vida feita
A amar e ser amada

Quando em Outubro nasceu
À mesa de uma taberna
Logo o povo se rendeu
Por amor lhe prometeu
Que teria vida eterna

Por julgarem impossível
Tão linda maternidade
Deram-lhe o nome de Incrível
Nesse dia inesquecível
Houve vivas à liberdade

Música, a inspiração
E cultura seu desígnio
Velha de cravo na mão
Ainda inspira paixão
Mantém o mesmo fascínio
  

terça-feira, março 03, 2015

Ainda os UHF


Só agora é que ouvi  "Uma História Secreta dos UHF" e foi óptimo reviver algumas das suas canções memoráveis.

E "Os Vampiros" do Zeca continuam especiais...

Nada melhor que ilustrar estas palavras com os UHF no Ginjal.

segunda-feira, março 02, 2015

Uma História Secreta



A revista "Blitz" deste mês oferece um cd dos UHF, a banda histórica de Almada de António Manuel Ribeiro, com o título: "Uma História Secreta dos UHF".

São dez temas, com alguns clássicos, como "Os Cavalos de Corrida", o "Modelo Fotográfico", "Sarajevo Verão 92" ou "Noite Dentro". Há também três inéditos, um deles, "Os Vampiros", do Zeca, promete...

quarta-feira, dezembro 17, 2014

O Adeus Discreto de Machado Soares


Fernando Machado Soares faleceu no passado dia 7 de Dezembro, com discrição, como aliás foram passados os seus últimos anos de vida.

Por ser uma figura simpática, respeitada e querida dos almadenses, o quase silêncio em redor da sua morte, fez com que trocasse impressões com alguns amigos. Com o Carlos que me deu a triste notícia no passado sábado e também com duas pessoas ligadas ao movimento associativo e cultural de Almada, cuja opinião foi unânime: falta um jornal em Almada, para nos dar notícias da Cidade e dos seus habitantes. E falta mesmo.

Mas sem o apoio empresarial ou autárquico local é impossível manter um semanário. Os empresários não estão para ai virados e o poder autárquico ainda menos, pois prefere não ser questionado nas suas decisões (principalmente as mais polémicas) nem que alguns temas venham para a "praça pública".

Voltando a Machado Soares, que chegou ao topo da sua carreira enquanto magistrado como Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, foi também uma das vozes mais populares do fado de Coimbra. Ainda estudante fez parte do Orfeão Académico de Coimbra e da Tuna Académica, para de seguida ser uma das principais vozes do "Coimbra Quintet", do qual também fizeram parte Zeca Afonso e Luís Góis.

Curiosamente um dos fados de Coimbra mais conhecidos de todos nós é uma criação sua. Referimo-nos à "Balada da Despedida (Coimbra tem mais encanto/ na hora da despedida...)". Cuja referência acaba por ser uma boa forma de nos despedirmos e homenagearmos esta grande figura da nossa Cultura e Justiça.

segunda-feira, dezembro 01, 2014

Um Homem Perdido na Imensidão do Tejo


Podia ser um poema, mas não. 

É apenas a legenda de uma fotografia, tirada ontem, ao fim da tarde no Ginjal.

Sei que o domingo sempre foi um dia terrível para quem vive sozinho, mesmo que hoje já seja um dia tão familiar como noutros tempos.

É por isso que na "Floresta do Ginjal" se organizam matinés dançantes aos domingos à tarde, para namoriscar, reviver o passado e tentar apagar a solidão, que é quase como o frio, agarra-se mais à pele no Inverno...

segunda-feira, setembro 29, 2014

Os Sons de Almada Velha


Começou no dia 27 de Setembro e vai prolongar-se até ao dia 26 de Outubro, a 5ª edição de "Os Sons de Almada Velha , Música nas Igrejas".

Quero assistir a pelo menos um concerto, dos seis que visitam as igrejas de Almada Velha e também a de Cacilhas.

Um dos que gostava de assistir realiza-se no dia 11 de Outubro, um dia em que já tenho pelo menos duas coisas para fazer. 

Reconheço que último concerto (26 de Outubro) é dos mais atractivos, "Labirinto da Guitarra", com Pedro Caldeira Cabral.

quinta-feira, março 13, 2014

«Foi bom sim, Cris.»


A "Gala dos 20 Anos da SCALA" correu muito bem, e se pensarmos que foi organizada por uma pequena Colectividade Cultural, que comemorou o seu vigésimo aniversário no Auditório Lopes Graça, em Almada, a satisfação de todos os que contribuíram para a sua realização, não tem limites.

Todos os artistas e músicos que participaram no espectáculo, actuaram apenas por amor à Cultura.

Para todos eles deixo aqui o meu aplauso, especialmente para a Anabela, que fez toda a diferença, graças à sua excelente voz e que terminou a sua actuação com "A Cidade Até Ser Dia", a canção com que venceu o Festival RTP da Canção de 1993, quando tinha apenas dezassete anos.

«Foi bom sim, Cris.»

sexta-feira, janeiro 17, 2014

As "Canoas do Tejo" de Carlos do Carmo


Já conhecia uma boa parte das canções-fados do álbum, "Canoas do Tejo", mas não conhecia o seu todo, nem fazia ideia que era de 1972.

Imagino o quanto foi "revolucionário" fazer um disco de fados, acompanhado por uma banda e não pelo conjunto de guitarras e violas tradicionais, ainda nos tempos da ditadura...

Já ouvi o disco várias vezes e acho-o muito bom, com arranjos musicais bem conseguidos e belos poemas de Alexandre O'Neill, António Gedeão, Ary dos Santos, António Botto, Frederico de Brito, entre outros.

sábado, dezembro 21, 2013

A Banda da Incrível Voltou a Animar Almada


Como de costume a banda filarmónica da Incrível Almadense saiu à rua, neste sábado, pela manhã, para espalhar pelas ruas de Almada, músicas alusivas a esta época festiva.

O ponto alto voltou a ser o mercado municipal da rua Olivença, completamente invadido pelos músicos, para gáudio dos comerciantes e dos clientes.

quinta-feira, outubro 17, 2013

A Cultura Popular e a das Elites em Almada


Embora a CDU continue no poder, há sempre a esperança de que se olhe de outra maneira para a Cultura em Almada.

Uma das coisas que me faz mais confusão, é ver que até aqui tem sido mais fácil dar um milhão de euros para o Festival de Teatro, que uns miseros mil euros para um Festival de Bandas Filarmónicas (os valores são apenas comparativos).

Mesmo sabendo que os jornais e as televisões não escrevem uma linha ou filmam um segundo sobre bandas filarmónicas, há a história e a tradição popular que é preciso preservar.

Posso mesmo dizer que é quase um milagre ainda existirem quatro bandas filarmónicas no concelho de Almada (todas centenárias...), se pensar na despesa que têm em fardamentos e instrumentos musicais (esquecendo o resto...).

Era bom que as coisas mudassem, até porque faz falta música na Cidade para animar os rostos cada vez "depressivos" de todos nós.

domingo, outubro 06, 2013

A Festa do Orlando, com Teatro, Poesia, Música e Amizade


O lançamento do livro, "Deixem-me Ser Quem Sou!", foi um acto cultural e de amizade de grande significado, para as mais de duzentas pessoas que encheram a plateia e a primeira galeria do Salão de Festas da Incrível Almadense.


Isto só foi possível graças ao autor, Orlando Laranjeiro, cuja autenticidade, capacidade de fazer amigos e amor aos valores colectivos, faz como que seja uma das principais figuras do movimento associativo almadense.


Além destas qualidades pessoais, o Orlando tem um talento único para a poesia e para o teatro, oferecendo-lhe uma musicalidade e vida únicas, como foi possivel apreciar no quadro teatral, "Amigos Completos", sobre as Pazes entre a Incrível e a Academia, tal como nas canções interpretadas pela Luisa Basto, que encerraram a Festa do Orlando e deixaram toda a gente satisfeita por este belo serão, passado entre amigos que viveram tanto, juntos, como se percebe no livro de memórias, "Deixem-se Ser Quem Sou!".

sábado, agosto 10, 2013

Madredeus no Ginjal


O Ginjal sempre foi (e continua a ser) um lugar atractivo para a fotografia.

Um bom exemplo é esta imagem promocional, dos primeiros tempos do grupo musical, "Madredeus" (ainda com o Rodrigo Leão...).

Está aqui o Cais e o Rio, não fosse a sina dos "Madredeus" destes tempos, partir...

Devem ter dado mais que uma volta ao mundo, na divulgação da música portuguesa.

domingo, maio 26, 2013

A Poesia Vadia em Almada


Após a inauguração da minha exposição de fotografia, "Jardim com Artes", os "Doces da Mimi" (rua da Liberdade, nº 20) acolheram a habitual sessão de Poesia Vadia, que por ali acontece no último sábado de cada mês, à tarde.

Além do ambiente ser extremamente familiar, a Poesia Vadia funciona em roda viva, proporcionando a oportunidade de dizer poesia, a todos os presentes.

Gostei bastante de participar e disse vários poemas, meus e também do Manuel Delgado e de Suzana Rezende (que não conheço, mas como tinha um livro de poesia na estante...).

Também houve um momento musical, com a participação de Paulo Sanches, que cantou Fernando Pessoa.

Ou seja, uma forma agradável de passar o fim de tarde, depois de ter participado num almoço agradável e emotivo, de homenagem a dois amigos, Carlos Durão e Fernando Barão.

terça-feira, abril 30, 2013

Os Cantores de Intervenção e a Revolução em Almada


Se ainda não passou pela Oficina de Cultura de Almada, para ver a exposição "Os Cantores de Intervenção e a Revolução", organizada por Eduardo M. Raposo, onde se evoca o 25 de Abril de 1974, quando a canção era uma arma, não se esqueça, pois a exposição só pode ser visitada até ao próximo domingo, 5 de Maio.

Naturalmente o Zeca Afonso tem um destaque especial, nesta mostra que destaca as principais figuras e discos editados no calor da Revolução, não fosse ele o principal "mentor" de todos estes cantores que participaram activamente no chamado "Verão Quente". 

sábado, março 02, 2013

Nascemos para Amar


O professor Alexandre Castanheira apresentou ontem à noite, no auditório da Junta de Freguesia do Laranjeiro, "Nascemos para Amar", uma obra poética dedicada ao grande vate, Manuel Maria du Bocage, que foi apresentada por Domingos Rasteiro.

O momento alto da sessão foi a récita de Alexandre sobre a obra, acompanhado pela voz e guitarra de Francisco Naia, que também nos ofereceu no final um tema inédito de Zeca Afonso e uma canção do seu último trabalho discográfico.

Quem passou pelo Laranjeiro ontem à noite, passou um excelente serão, como foi o meu caso.