Mostrar mensagens com a etiqueta Gente de Almada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gente de Almada. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, outubro 21, 2019

Manuel Lima: a Excelência da Ciência para Todos


O professor Manuel Lima apresentou no sábado, em Corroios mais um livro da sua autoria ("À Descoberta dos Fósseis em Portugal"), onde volta a demonstrar a sua grande capacidade intelectual, como pedagogo, escritor e observador, sempre atento a tudo o que está relacionado com as ciências da natureza.

À qualidade literária a que Manuel Lima já nos habituou - com uma linguagem cientifica acessível a todos -, juntam-se as centenas de fotografias que ilustram a obra, também da sua autoria, que é do melhor que já se fez nesta área, no nosso país.

É uma maravilha este "À Descoberta dos Fósseis em Portugal".

sábado, agosto 03, 2019

A "Piscina" do Jardim Está Vazia...

Antes de ir de férias reparei que a fonte junto aos azulejos de Manuel Cargaleiro, num dos Jardins Públicos (que ficava bem com o nome do pintor...) de Almada estava vazia.

Já em Agosto, reparei que se mantinha sem água.

Sei que é "terrível" para a malta que fazia daquele tanque a sua piscina, neste Verão quente, mas é uma boa medida para a saúde pública. Pois a água, apesar de circular, estava longe de manter as condições de higiene desejadas, muitas vezes via-se com dificuldade o fundo, apesar da fonte ter menos de um metro de profundidade....

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, maio 10, 2019

O Poder Local nunca Olhou o Associativismo Almadense com "Olhos de Ver"...

A minha "coabitação" de 25 anos no Movimento Associativo Almadense, faz com que possa dizer, sem pestanejar, que o Poder Local nunca olhou o Associativismo Popular com "olhos de ver".

No longo reinado da CDU (e do vereador António Matos...) foi sempre mais fácil distribuir "caixas de peixe" que "canas de pesca" (contrariando o velho ditado chinês...) a uma boa parte de Colectividades do Concelho. 

Nunca houve qualquer preocupação em premiar quem trabalhava como devia ser, distante de uma postura associativa subsidiodependente. Ou seja, em vez de terem uma postura coerente e justa, passaram o tempo a "apagar fogos" e a alimentar velhos vícios (como se a "mama da teta da vaca do poder" desse sempre leite...) ao mesmo tempo que faziam concorrência desleal com muitas Colectividades (sem qualquer possibilidade de ombrear no quer que seja, com o poderio de um Município...), substituindo-as na sua função e ligação às comunidades.

Infelizmente o PS consegue fazer ainda pior, neste já mais de ano e meio que leva de mandato (sim, já não há espaço para desculpas...). Por um lado finge-se de "morto", por outro, faz de conta que o Movimento Associativo não existe, desrespeitando o passado e o presente das Colectividades e dos dirigentes voluntários, que apenas se movem pelo amor aos seus clubes.

Estou completamente à vontade para falar, porque as minhas colectividades (Incrível e SCALA) sempre trabalharam para o bem comum sem estar à espera de subsídios. Mas não existem milagres, e quem trabalha em prole da população almadense, tem de ser apoiado. 

Às vezes fico com a sensação que os governantes não percebem (acho que não querem é perceber...) que não estão a gerir o seu próprio dinheiro, mas sim o dinheiro de todos nós. Dinheiro esse que deve reverter para o bem comum de todos os cidadãos do Concelho e não para meros interesses pessoais...

(Fotografia de Luís Eme - que poderia ter como legenda: "basta termos o Cristo-Rei de costas voltadas para Almada"...)

quarta-feira, abril 24, 2019

Albino Moura Partiu na Primavera...


Quando chegámos a casa, na segunda-feira, fomos informados do desaparecimento de Albino Moura, um dos grandes pintores de Almada.

Embora Albino fosse reconhecido sobretudo como o "pintor das gordas" (dentro e fora do país), ele foi muito mais que isso, como facilmente se pode comprovar, se viajarmos no tempo com a sua obra.

Sabíamos que Albino Moura não usava a poesia apenas nas suas telas e no papel, também gostava das palavras...

Foi por isso que escolhemos o seu óleo, "A Mensageira da Primavera", para ilustrar esta pequena homenagem, e também  a quadra da sua autoria, "Primavera:

Cheira a vento, 
o sol cheira a Primavera.
Canta o vento,
sopra a Primavera.

segunda-feira, março 18, 2019

A Falta de Respeito Institucional (e a Incompetência) do Município de Almada para com as Associações Almadenses


Um dos aspectos que mais me surpreenderam pela negativa no "Encontro do Movimento Associativo Almadense" foi o testemunho de três dirigentes, que denunciaram a resposta "mentirosa" dos serviços do Município aos seus pedidos de apoio, feitos através da respectiva Plataforma.

Pelo que percebemos foi enviado para todas as colectividades (ou para a sua maioria...) um ofício com o mesmo teor, informando que a não atribuição dos subsídios pedidos se devia à não entrega de toda a documentação obrigatória (os intervenientes afirmaram que os seus processos estavam completos...) e também ao facto de não terem a sua situação regularizada na Segurança Social e nas Finanças (algo que também foi negado pelos três...). Havia ainda uma alínea que dizia que já tinham pedido um apoio nos últimos três anos, mas um dos dirigentes que falou, referiu que o seu pedido, era o primeiro que a sua Associação fazia ao Município...

Já tínhamos conhecimento da situação, pois uma associação da qual somos associados, também recebeu o mesmo ofício. Mas não fazíamos ideia que a sua cópia tinha sido enviada para a generalidade das Colectividades que tinham pedido apoio, com os mesmos argumentos e pressupostos, errados, ou para sermos ainda mais claros, mentirosos.

Em 25 anos que já levo de prática associativa, nunca tinha ouvido algo semelhante. Revela uma falta de respeito, de seriedade e de responsabilidade, sem precedentes, do Município perante as Colectividades Almadenses e os seus dirigentes.

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, janeiro 24, 2019

«Almada não é Lisboa!»

Enquanto cidadão almadense, começo a ficar incomodado,com as mudanças que o Município está a fazer nas suas estruturas, algumas das quais começam a querer perturbar "o coração da cidade", mexendo inclusive com a sua história e as suas tradições.

Não digo isto apenas por algumas das pessoas escolhidas para cargos de responsabilidade, terem vindo da Capital. Embora sejam quase todos "para-quedistas", um termo que Fernando Gil, dirigente histórico da Incrível, gostava de usar quando aparecia gente de fora a querer "trepar paredes" nas colectividades. Ou seja, gente sem qualquer conhecimento ou identificação com Almada.

Ao contrário do que deve pensar a Senhora Presidente da Câmara, Almada não é Lisboa. A sua história é mais popular e menos cosmopolita. As suas gentes são mais simples, mas também mais solidárias. E talvez até tenham mais história e histórias para contar, de um passado operário de resistência, que  muito as orgulha.

É por isso que não aceito o que estão a querer fazer a algumas instituições museológicas municipais, tentando retirar-lhes a identidade, que foram construindo ao longo dos anos, e até a sua vocação etnográfica e antropológica.

O mais curioso, é que na vereação camarária, estão presentes vários almadenses, que ao que tudo indica, são coniventes com o que se está a passar na Cidade.

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, janeiro 21, 2019

Atentado ao Património Cultural Almadense

A Incrível Almadense, está mesmo em risco de ter de sair do prédio onde está instalada a sua sede social, porque os senhorios pedem uma renda de um valor absurdo (850 euros), para um simples andar, num prédio com mais de 120 anos.

O mais curioso de toda a história, é que a Incrível está ali há 118 anos. E o senhorio não gastou um tostão nas várias obras necessárias,  para que o edifício permanecesse habitável (foram milhares e milhares de euros pagos pela Incrível...), pelo menos nos últimos 70 anos.

Poderão fazer uma leitura mais completa no Largo da Memória, onde também escrevi sobre este atentado ao Património Cultural Almadense.

Espero que Almada não fique em silêncio, que as suas forças vivas tomem uma posição, não esqueçam a história e os valores culturais e associativos, que a Incrível Almadense defende há já mais de 170 anos.

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, novembro 02, 2018

Começa Hoje...


A "22.ª Mostra de Teatro de Almada" começa hoje e oferece dezenas de espectáculos aos almadenses, pelos grupos de teatro do Concelho (amadores e profissionais), até ao dia 18 de Novembro.

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, novembro 01, 2018

Dia da Senhora do Milagre


Hoje em Cacilhas é dia de procissão, dia de festa para a Senhora do Bom Sucesso, a padroeira da localidade ribeirinha.

A procissão realiza-se desde o século XVIII e recorda de uma forma simbólica o "milagre" que ocorreu durante o Terramoto de 1755, em que rezam as crónicas que foi um pescador, curiosamente também ele Pedro, que pegou na imagem da Santa e ao ergue-la aos céus e a pedir ajuda divina, foi atendido... as águas que ameaçavam destruir a então Aldeia de pescadores...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, outubro 19, 2018

As Formas e Volumes de António Júlio


Gostei muito de ter passado ontem pela Galeria Municipal de Almada, para ver a exposição "António Júlio, Formas e Volumes" (amanhá é o último dia...).

Os desenhos, as esculturas e as pinturas deste almadense (por adopção), que nos deixou em 2015, mereciam com toda a certeza, mais publicidade e mais público.

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, outubro 13, 2018

Lisnave Volta a ter Vida (por um só dia...)

A organização do "Almada Extreme Sprint" no território da antiga Lisnave teve no mínimo uma virtude, voltou a dar vida a este lugar, completamente abandonado há quase duas décadas.


A entrada livre possibilita ao público ver os carros de corrida a acelerarem pelas estradas largas e livres, mas também o espaço e os armazéns, completamente subaproveitados, e os  vestígios, a caminho da ruína, daquele que foi um dos grandes estaleiros navais europeus...

(Fotografias de Luís Eme - na primeira podem ver-se os carros do piloto almadense, Rui Madeira, que foi campeão do mundo de ralis na sua categoria, que apadrinhou e participa na prova)

domingo, agosto 05, 2018

Miguel Oliveira Lidera o Campeonato do Mundo


O piloto almadense, Miguel Oliveira, venceu hoje a prova de Moto 2 disputada na República Checa (Brno) e passou a liderar o Campeonato do Mundo da categoria.

Um excelente motivo para regressar ao "Casario" depois das férias...

(Fotografia retirada do site de "A Bola")

quarta-feira, julho 04, 2018

O "Olhar Intimo (1948 - 2018)" de Albino Moura...

Ontem visitámos no Museu da Cidade (Cova da Piedade) a exposição de artes plásticas, "Olhar Intímo (1948 - 2018), onde é possível percebermos o percurso de 70 anos pelo mundo das artes plásticas, de Albino Moura.

É uma bela exposição, que recomendamos a visita.

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, maio 30, 2018

Mais um Exemplo da Nossa "Sociedade do Espectáculo"...


Ontem assisti à oitava edição dos "Talentos da António", uma espécie de "ídolos" escolar, com duas variantes, música e dança de um dos agrupamentos de escolas de Almada.

De uma forma geral gostei do que vi, especialmente da dança (com bastante qualidade e diversidade...).

Mas como considero que tenho gosto, achei a entrega dos prémios injusta. Ou seja, como costuma acontecer muito por aí, penso que os prémios não foram atribuídos aos melhores.

Por exemplo na dança, o que foi premiado foi o "número", a coreografia (os "efeitos especiais" feitos pela professora que encheu o palco de pó...), e não a qualidade da bailarina, que não executou um único exercício de dificuldade média... Quando houve três excelentes participantes a nível técnico, tanto na ginástica rítmica, no ballet ou simplesmente na conjugação feliz da música com a ginástica.

Na música aconteceu o mesmo. Foi premiada a diversidade (alguém que cantou - pessimamente - ao mesmo tempo que tocava dois instrumentos...) e não a qualidade vocal.

Só me resta lamentar que, mais uma vez, o "espectáculo" tenha suplantado a "qualidade individual", algo que começa a acontecer com frequência no nosso país.

Quem esteve bem foi o actor que fez parte do júri, que teve o cuidado de dizer aos participantes que não venceram, para não se preocuparem, porque os únicos culpados foram os elementos do júri...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, março 17, 2018

Movimento Associativo Homenageia Alexandre Castanheira


Hoje à tarde, às 16 horas, uma boa parte do movimento associativo almadense homenageia Alexandre Castanheira, dando particular destaque à paixão poética, que sempre o acompanhou a vida inteira, como autor e como declamador.

A homenagem realiza-se no Salão de Festas da Incrível Almadense, a "casa" onde se iniciou nas culturas e no associativismo.

Por não me poder dividir em dois, não estarei lá no seu começo, mas espero conseguir passar por lá...

Acabei por escrever um poema em sua homenagem (que em princípio será declamado pelo meu amigo Francisco Gonçalves), que publico com a devida vénia, a uma das grandes figuras da cultura almadense, que nos deixou há um mês...

Alexandre

Alexandre é um nome inesquecível,
Que continua vivo e presente
Na história da nossa Incrível
E à qual ninguém fica indiferente

Cedo se encantou com o associativismo,
Os livros, o teatro eram a paixão
E ajudaram-no a descobrir o comunismo
A que se entregou de alma e coração.

Um dia foi obrigado a partir,
Vagueou de cidade em cidade
Porque sabia que era preciso resistir
E lutar todos os dias pela Liberdade

Num quase acidente da clandestinidade
Descobriu o amor, e logo em Paris,
A Capital das luzes e da fraternidade
Foi tão forte que o levou a abandonar o País

Felizmente aconteceu Abril
E o Alexandre voltou a Almada
A Terra dos seus sonhos mil
Que com o tempo ficara quase encantada

No meio de tanta alegria e amor
Voltou a ser o homem que sonhara
O Professor, o poeta e o escritor
Abril, felizmente, também o libertara
  
Luís [Alves] Milheiro

quarta-feira, janeiro 17, 2018

Alexandre Castanheira (1928 - 2018)

Alexandre Castanheira deixou-nos há poucas horas, aos noventa anos de idade.

Escritor, poeta, professor, resistente e associativista, foi uma das grandes figuras da cultura almadense do século XX. 

Sei que a amizade não se agradece, mas também não se esconde. É por isso que digo que foi um prazer muito grande conviver (e aprender tantas coisas...) com este excelente companheiro e amigo das "ruas da cultura" da nossa Cidade de Abril.

Em sua homenagem vou deixar aqui um dos poemas que lhe dediquei:

O Outono do Adeus
  
As árvores despiam-se
As folhas despediam-se

Tu estavas diferente,
Já não conseguias
Enganar o coração.
Muita coisa mudara
Com e sem distanciação

A tua vida soprava ao vento,
Sonhos, poemas e ilusões

No fundo de ti
O Partido deixara de estar
Acima da família

A tua filha, a tua companheira
Simbolizavam, cada vez mais,
A tua Liberdade

Querias sair da clandestinidade
Querias ser cidadão
A tempo inteiro
Em qualquer cidade...


Nota: Escrevi este poema quando ele fez 85 anos, a pensar na sua partida para o exílio em Paris, depois de ter dedicado 15 anos da sua vida à luta antifascista, na clandestinidade, ao serviço do PCP e da Liberdade...

(Fotografia de Fernando Viana - da última vez que estivemos juntos, num evento cultural, o colóquio, "A Incrível na História da Resistência em Almada", realizado a 6 de Maio de 2017, no Salão de Festas da nossa Incrível... Como se percebe estamos todos a ouvi-lo, embevecidos, eu o Carlos e o Alfredo, tal como a plateia...)

segunda-feira, outubro 23, 2017

Grande Miguel Oliveira!

Ontem um português ganhou pela primeira vez uma prova de um dos mais importantes campeonatos de motociclismo. Falo do almadense Miguel Oliveira, com 22 anos e muito futuro pela frente.

Embora possa ser discutível a opção dos seus pais, de lhe começarem a colocar o "bichinho" pelas motas, mal ele começar a andar, sabemos que esta é a única hipótese que existe de se triunfar ao mais alto nível em várias modalidades, que vivem tanto do trabalho diário como do talento...

E felizmente esta foi uma opção ganha. Parabéns ao Miguel e aos seus maiores apoiantes, pela sua vitória em Phillip Island (Austrália) e pela consolidação do 3º lugar, na "Moto2" (a segunda competição mais importante do circuíto mundial).

Agora é só esperarmos que tenha apoios para que possa competir com Marquez, Rossi ou Vinales, porque talento e qualidade não lhe faltam.

(Fotografia de Tracey Nearmy)

sábado, agosto 26, 2017

Alexandre Castanheira Festeja 90 Anos

Alexandre Castanheira faz hoje 90 anos (embora só tenha sido registado a 28 Fevereiro de 1927...). 

Resistente antifascista, poeta, ensaísta, professor e grande figura da cultura almadense, tem sido um bom companheiro nas inúmeras jornadas culturais em que participámos, e também em alguns encontros de café.

A última em que participámos juntos num evento foi a 6 Maio, na nossa Incrível, quando moderei o colóquio, "A Incrível na História da Resistência em Almada" (a fotografia de Fernando Viana que publicamos é deste encontro), em que foi um dos convidados.

Em sua homenagem publico um dos poemas que lhe dediquei:

O Outono do Adeus
  
As árvores despiam-se
As folhas despediam-se

Tu estavas diferente,
Já não conseguias
Enganar o coração.
Muita coisa mudara
Com e sem distanciação

A tua vida soprava ao vento,
Sonhos, poemas e ilusões

No fundo de ti
O Partido deixara de estar
Acima da família

A tua filha, a tua companheira
Simbolizavam, cada vez mais,
A tua Liberdade

Querias sair da clandestinidade
Querias ser cidadão
A tempo inteiro
Em qualquer cidade...

Luís [Alves] Milheiro


domingo, agosto 13, 2017

Não há Pés para Tantos Tiros...

A oposição em Almada usa "armas" que só parecem ser usadas por quem não conhece a cidade.

Esta série de cartazes foi capaz de dizer coisas, daquelas que até fazem pensar: «será que eles querem mesmo dizer isto?» Ou pior ainda: «eles não têm mais nada para nos dizer?»

Será que eles querem chamar às pessoas "lixo"? É que há bastante tempo que não notava as ruas de Almada tão limpas. Nem mesmo os contentores tem sido transformados em lixeiras a céu aberto como noutros tempos de má memória...

Será que a oposição só sabe falar aos almadenses de coisas pequeninas, ignorando os verdadeiros problemas da cidade?

(Fotografia de Luís Eme)