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quinta-feira, março 14, 2019

Encontro do Associativismo Almadense


Se há alguém que tem razão de queixa do actual executivo camarário de Almada são as Colectividades Populares, de cultura, de desporto e de recreio, almadenses.

Uma fonte fidedigna  disse-nos que em 2018, houve mais de 200 pedidos de apoio que não foram atendidos e que nem sequer mereceram qualquer resposta ou justificação válida por parte do Município.

A realidade diz-nos que o Movimento Associativo, apesar das dificuldades de sobrevivência (cada vez maiores...), ainda continua a substituir o Estado, na formação desportiva e cultural da maior dos portugueses, que continuam a encontrar nas Colectividades o seu espaço primordial de convívio e de desenvolvimento físico e intelectual. 

Pelo que faz todo o sentido que o Associativismo seja apoiado (o que não é sinónimo de se ser "subsídiodependente"...), pelo Poder Local.

E faz ainda mais sentido que as Colectividades Almadenses se encontrem, para debater os problemas que mais as afligem, e colocam mesmo em causa, a sua sobrevivência no futuro próximo.

A Associação das Colectividades do Concelho de Almada, sensível a todas estas questões, promove no próximo sábado, às 15 horas, no pavilhão da SFUAP, Cova da Piedade o "Encontro do Movimento Associativo Almadense", com um tema bastante abrangente:  "Almada, uma atitude colectiva, viva e com futuro, que caminho?"

Pensamos que esta é a altura certa para as Colectividades e os seus dirigentes se encontrarem e discutirem de uma forma aberta e honesta, os seus verdadeiros problemas, e se possível, encontrarem o tal caminho, tão necessário...

sexta-feira, fevereiro 08, 2019

As "Danças Políticas" da Dança em Almada...

A notícia da criação da Casa da Dança de Almada, em Cacilhas, num primeiro olhar, pareceu-me quase uma "brincadeira", por saber que já existe há bastantes anos na Cidade, a Companhia de Dança de Almada.

Mas vamos lá transcrever a notícia que li no "JN":

"A Companhia Paulo Ribeiro - Associação Cultural receberá 120 mil euros para a concretização, dinamização e programação deste projecto, a instalar no Ponto de Encontro, em Cacilhas", indica, em comunicado, o Município do distrito de Setúbal. Segundo a mesma fonte, a Casa da Dança de Almada será uma estrutura centrada na dança contemporânea, com dois objectivos principais: "garantir uma oferta de qualidade ao nível da programação de espectáculos de dança contemporânea e promover o ensino das diferentes modalidades de dança contemporânea e, sobretudo, junto da população mais jovem de lançar novos horizontes e de resgatar talentos."

Este episódio faz com que comece a acreditar que os "boatos" que ouço por aí têm alguma razão de ser, e que possa haver mesmo uma "guerra surda", socialista, que quer acabar com o que entende serem os "feudos comunistas" associativos e culturais.

Como sempre me manifestei contra o "compadrio" que existia entre a CDU e algumas associações, no passado, não posso aceitar, de maneira nenhuma, que também se façam "perseguições políticas", no presente...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, novembro 23, 2018

Uma Mensagem de Parede e a "Sexta Feira Preta"...

Não posso dizer que seja coisa que me incomode, ver tanta gente atrás da "sexta feira preta".

Só espero é que não tenham comprado muito "gato por lebre".

Mas os anarquistas "pintores de parede", têm razão. Capitalismo é "guerra", nem que seja às nossas carteiras...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, outubro 06, 2018

Os 170 Anos da Incrível Almadense, um Colosso Associativo e Cultural

A Sociedade Filarmónica Incrível Almadense comemora o seu 170.º aniversário durante todo este mês de Outubro, com dezenas de iniciativas culturais e recreativas.

A Colectividade possui uma história inigualável no panorama associativo português, tendo conseguido resistir de uma forma verdadeiramente "incrível" (os seus padrinhos sabiam o porquê de lhe oferecerem este nome...) a todas as contrariedades que foi forçada a enfrentar nos séculos XIX, XX e XXI.

E este século XXI, talvez seja o mais complicado de gerir, porque o associativismo já não é o que era, pela própria evolução da própria sociedade, e também pela forma como tem sido desprezado pelos poderes políticos (local e nacional) e económicos.

A Incrível embora se mantenha bastante activa, tem poucas receitas próprias e prepara-se para enfrentar uma "batalha jurídica", comum a muitas outras associações e a muitos portugueses, porque os novos senhorios (herdeiros) querem aumentar a renda da Sede para valores "impossíveis". 

Sede que é ocupada pela Incrível há mais de cem anos. E não menos importante, durante esta longa permanência na rua Capitão Leitão, todas as obras de beneficiação neste espaço foram realizadas e pagas pela Incrível Almadense (nos últimos anos com o apoio do Município...),  Algumas obras foram de tal forma avultadas (substituição do telhado, das portas e janelas, reforço das paredes, pinturas, etc), que até houve uma espécie de compromisso de cavalheiros, dos anteriores senhorios, de não aumentarem a renda à Instituição mais antiga de Almada.

Mas como "já não existem cavalheiros", todos os Incríveis sabem que a coisa poderá ficar complicada, se não existir bom senso e o apoio efectivo do Poder Local Almadense, para enfrentar mais este "obstáculo"...

É por tudo isto que hoje à tarde lá estarei no Salão de Festas da Incrível, para assistir a mais uma sessão solene.

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, setembro 18, 2018

O Ginjal com Barcas e Gentes ao Fim da Tarde...


Toda a gente quer ganhar dinheiro com os turistas.

Esta é a explicação óbvia para o encontro com tantas barcas a passearem Tejo abaixo, Tejo acima, povoadas de gente, cada vez mais rendida aos encantos do melhor rio do mundo...

E é também por isso que a gente de fora continua a encher as esplanadas e  os passeios rente às duas Margens.

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, outubro 06, 2017

A Incrível, 169 Anos Depois...


A Incrível Almadense está a festejar o seu 169.º aniversário, num tempo que podemos continuar a chamar de mudança, em que cada vez é mais difícil de se encontrar o equilíbrio financeiro necessário para se conseguir sobreviver, sem fugir da sua história, nesta nossa época, cada vez menos solidária e colectivista. 

Não é por acaso que possui a banda filarmónica do país com mais anos de actividade (nem mais nem menos que os seus 169 anos de vida, pois nunca deixou que lhe silenciassem a arte musical, mesmo que por momentos...) apesar de terem existido várias tentativas ao longo de todo o seu extraordinário e incrível percurso, Associativo e Cultural.

É preciso mais inteligência e união que o normal, o que nem sempre acontece em períodos complicados...

Escolhi esta fotografia pelo seu simbolismo, com a porta da entrada da sede, que continua aberta de par em par... 

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, outubro 03, 2017

A Notícia do Hotel no Cais do Ginjal


No Expresso de sábado o suplemento de economia trazia na capa uma entrada sobre uma notícia aparentemente interessante sobre o Ginjal.

O título era: "Savoy quer hotel no Cais do Ginjal em Cacilhas". Na página da notícia o título mudava ligeiramente: "Savoy estuda hotel na margem sul do Tejo".

Acho que pode ser uma boa ideia, embora o Ginjal seja muito húmido durante quase meio ano (com as estações todas malucas, este microclima deve ter encurtado...).

A Quinta da Arealva aparece na fotografia do interior. É um lugar especial, que sim, poderia ser espaço de um hotel único à beira Tejo...

Vamos ver. Pode ser que com as mudanças políticas se olhe de forma diferente para o Rio. Embora também possa ser perigoso, porque como todos sabemos, o "bloco central" é o principal culpado de grande parte dos atentados que se têm feito ao património do nosso país e da sua venda quase a retalho nas últimas quatro décadas...

quinta-feira, dezembro 31, 2015

Um Melhor 2016


Apesar dos presentes envenenados deixados pelos antigos governantes, como foi o BANIF, continuo a esperar que 2016 seja melhor para todos (excepto para os banqueiros...) que 2015.

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, março 27, 2015

Que o Teatro se Cumpra em Almada


Gosto pouco de obras de fachada, apenas para inglês ver.

Neste Dia Mundial do Teatro, gostava que o teatro se cumprisse em Almada, para lá dos "milhões" que são distribuídos anualmente para a Companhia de Teatro de Almada.

Gostava que o novo "Teatro António Assunção" fosse aberto a todas as companhias do Concelho e que funcionasse mesmo, que não passasse a maior parte do tempo fechado, como tem acontecido até aqui.

Gostava muito que Almada não fosse apenas a "Capital do Teatro" em Julho, quando fica bem aparecer na televisão, na fotografia do jornal ou dizer banalidades em qualquer entrevista de um dos jornais que são vendidos de Norte a Sul.

Que o Teatro se cumpra em Almada!

quarta-feira, junho 25, 2014

20 Anos Depois...


Quando ontem escrevi sobre o "buzinão", falava de um tempo que tinha acabado, assim com as suas prepotências.

Referia-me ao "Cavaquismo" de tão má memória, que além de nos ter roubado algum humanismo e dignidade, transformou completamente a sociedade portuguesa, com o objectivo claro de nos deixar "reféns" do dinheiro e dos bens materiais. Com os bonitos resultados que se conhecem...

Mas como nem sempre escrevemos com a leveza que devíamos, criamos por vezes alguma confusão.

Claro que hoje vivemos um outro tempo terrível, onde as prepotências são ainda maiores, com um governo que afronta constantemente o Tribunal Constitucional, na tentativa de reduzir a Constituição da República a um mero livro de consulta, para poder governar a seu belo prazer, como se vivêssemos num regime ditatorial, de partido único.

quarta-feira, abril 30, 2014

O Regresso do "Trafaria Praia"


O regresso do cacilheiro artístico, "Trafaria Praia", de Veneza está a ser bem aproveitado comercialmente pela empresa "Douro Azul" (e provavelmente pela Joana Vasconcelos...), que desceu do Porto para a Capital.

Não sei em que moldes foi efectuada a transferência da obra de arte navegável. Espero que tenha sido transparente.

E pelo preço dos bilhetes, parece que estas viagens são mesmo só para turista...

sexta-feira, fevereiro 21, 2014

Os Buracos da Cidade


Uma boa parte das ruas de Almada são um perigo para os carros, devido aos buracos (quase crateras...) que encontramos e muitas vezes não temos grandes hipóteses de nos desviarmos.

Já uma vez furei um pneu numa destas "crateras" (enviei fotografias, do local assim como o recibo do pneu novo para a Junta de Freguesia e para o Vereador respectivo e nunca obtive qualquer resposta...) e tive de arcar com as despesas...

Incomoda-me todo este abandono, até porque, se há coisa que o Município de Almada se regozija - e ainda bem -, é de ter boa "saúde financeira". 

Pergunto: se há dinheiro, porque razão as estradas de Almada estão neste estado miserável?

sábado, novembro 16, 2013

O Árabe que Quis "Comprar" a Trafaria


O Tejo continua a fazer "milagres" todos os dias.

Um dos futuros donos de um império petrolifero das arábias passou por Lisboa e ficou encantado com muito do que viu. Numa viagem que fez de iate, entre o Sado e o Tejo, cruzando o Cabo Espichel, já dentro do "rio da minha Aldeia", pediu para visitar a Terra que tinha muitos barcos pequenos ancorados (Trafaria...). 

Fizeram-lhe a vontade e o homem, temporariamente sem turbante, ficou maravilhado com aquele lugar. Não tanto com o que viu, mas sim com o que pensou: a possibilidade de fazer algo diferente, mais bonito e moderno.

Uma das primeiras coisas que quis saber, foi se havia alguma possibilidade de arrancar dali as torres circulares, que lhe explicaram que eram depósitos de cereais. Disseram-lhe que não e ainda acrescentaram a história dos "contentores"...

Soltou apenas duas palavras: «que pena.»

Nota: esta pequena história não passa de ficção. Mas é pena ver a Trafaria, irremediavelmente perdida, e provavelmente ainda mais abandonada, uma vez que deixou de ser Freguesia...

quinta-feira, outubro 17, 2013

A Cultura Popular e a das Elites em Almada


Embora a CDU continue no poder, há sempre a esperança de que se olhe de outra maneira para a Cultura em Almada.

Uma das coisas que me faz mais confusão, é ver que até aqui tem sido mais fácil dar um milhão de euros para o Festival de Teatro, que uns miseros mil euros para um Festival de Bandas Filarmónicas (os valores são apenas comparativos).

Mesmo sabendo que os jornais e as televisões não escrevem uma linha ou filmam um segundo sobre bandas filarmónicas, há a história e a tradição popular que é preciso preservar.

Posso mesmo dizer que é quase um milagre ainda existirem quatro bandas filarmónicas no concelho de Almada (todas centenárias...), se pensar na despesa que têm em fardamentos e instrumentos musicais (esquecendo o resto...).

Era bom que as coisas mudassem, até porque faz falta música na Cidade para animar os rostos cada vez "depressivos" de todos nós.

quarta-feira, maio 01, 2013

Um Primeiro de Maio com Muita Gente Presa ao Trabalho


Puxei pela memória e não encontrei um 1º Maio como este de 2013, com tantas lojas e cafés abertos em Almada.

Sei que é um dos sinais da crise e também do desemprego.

Abrem-se as portas porque é preciso fazer dinheiro, é preciso fintar a crise.

Muitos dos empregados são silenciados pelos números superiores a um milhão que enchem os telejornais, porque não querem engrossar esta lista.

Não consigo encontrar uma outra palavra, senão tristeza, para identificar este 1º de Maio de 2013, em Almada...

sexta-feira, dezembro 28, 2012

Histórias de Vergonha e Abandono


Os idosos continuam a ser as principais vitimas dos burlões e ladrões, especialmente na semana em que recebem as suas reformas.

A maioria nem sequer conta aos filhos o que lhes aconteceu, por vergonha...

Se as pessoas não se sentissem tão abandonadas neste país que não é para velhos, inclusive pelas próprias famílias, não dariam tanta conversa às pessoas que se fingem sempre simpáticas e agradáveis, numa primeira abordagem...

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Joaquim Benite (1943 - 2012)


Joaquim Benite deixou-nos, hoje.

Embora não fosse muito próximo, falámos diversas vezes, sempre com cordialidade, inclusive em situações inesperadas, como aconteceu uma vez à porta de um restaurante, em que ambos estávamos à espera de pessoas diferentes, apenas unidas pela falta de pontualidade.

Joaquim Benite deixa uma obra notável em Almada, no campo teatral, que espero que não seja destruída com o seu desaparecimento físico e com a "crise". O seu "Festival de Teatro" era um dos mais importantes da Europa e trazia sempre muita gente de fora a Almada, no começo do Verão.

Apesar da sua grande capacidade como encenador e director teatral, estava longe de ser uma figura consensual nos meios teatrais almadenses. Isso acontecia mais por razões materiais que por outra coisa. Como a sua Companhia absorvia uma grande fatia do orçamento da Autarquia para a Cultura, isso sempre provocou algum mau estar no sector cultural local. 

Essa foi também uma das razões que me levou a afastar um pouco do seu teatro, pois como agente cultural de uma Cidade, que gosta de se afirmar pela justiça social e pela solidariedade, tenho de confessar que nunca achei muita piada que Almada fosse pouco democrática nos apoios dados à Cultura...

Adenda: Além de ter entrevistado o Joaquim Benite para o Record, também  lhe "desenhei" um perfil no Jornal de Almada, numa rubrica que assinava e tinha como titulo, "Almada no Centro do Mundo". Fica aqui o link.

sábado, outubro 20, 2012

O Associativismo e Ser Benfiquista


Já tinha ouvido falar, mas agora pude confirmar através do site oficial do Município de Almada.

A Autarquia cedeu um terreno de 800 metros quadrados à Casa do Benfica da Charneca de Caparica, na mesma localidade, para a construção da sua sede social.

Pessoalmente considero esta benesse ofensiva, até por estarmos a falar de uma colectividade que apenas foi fundada em 2005 e a quem eu não reconheço um trabalho relevante no campo desportivo, recreativo ou cultural, prestado ao Concelho.

Eu que estou ligado ao movimento associativo almadense desde a primeira metade dos anos noventa e sei das dificuldades que a maior parte das colectividades passam para conseguirem sobreviver, mesmo fazendo o pino, não compreendo esta atitude dos governantes da Cidade. 

Claro que nas relações entre a política e o futebol, o que existe mais por aí são coisas que escapam ao nosso entendimento.

O mais curioso e elucidativo sobre esta Associação, são as palavras escritas na mensagem  de boas vindas aos benfiquistas do seu site: «Estamos aqui para apoiar a nossa equipa desportiva favorita e organizar e aumentar a nossa plataforma de fãs [...]» Diz quase tudo.

Registo de interesses: sou benfiquista, mas não confundo nem misturo as coisas.

terça-feira, outubro 16, 2012

Encontros Incríveis de Cultura (2)


No dia 18 de Outubro, quinta feira, às 21 horas realiza-se mais um colóquio, inserido nas comemorações do 164º aniversário da Incrível Almadense, no Salão de Festas da Colectividade. Desta vez o tema é: "Bandas Filarmónicas Associativas, que Futuro?".

É um tema pertinente e terá a participação dos presidentes das quatro Colectividades do Concelho de Almada centenárias que têm bandas filarmónicas e escolas de música: José Luís Tavares (Incrível Almadense); Luís Gonçalves (S.F.U.A.Piedense); Domingos Torgal (Academia Almadense) e Helder Lopes (S.F. Trafariense).

As bandas filarmónicas são a génese da fundação destas quatro colectividades, daí que sejam acarinhadas de uma forma especial pelos seus dirigentes. Mas além das bandas possuem escolas de música, ou seja, substituem o Estado nesta função educativa sem receberem qualquer tipo de apoio. As únicas entidades que apoiam as bandas são as autarquias locais (Juntas de Freguesia e Município, com a oferta de instrumentos). Noutros tempos também havia algumas entidades particulares que davam o seu apoio, também através da oferta de instrumentos, mas na situação actual, de crise permanente, estes apoios são quase inexistentes.

De uma forma geral, as bandas e as suas escolas de música, mesmo bem geridas, não são actividades lucrativas. É cada vez mais difícil para as colectividades arranjarem meios financeiros para pagarem aos maestros e professores. 

Penso que são razões de sobra para falarmos do presente e do futuro das Bandas Filarmónicas.

O óleo é de Louro Artur.

sábado, setembro 15, 2012

Temos de Fazer Alguma Coisa


Temos de fazer alguma coisa, não podemos ficar em casa e deixar que esta gente que se governa, destrua o nosso país e as nossas vidas.

É uma questão de Dignidade, mas sobretudo de Democracia, que já começa a faltar, um pouco por todo o lado.