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terça-feira, agosto 16, 2016

Vandalismo em Cacilhas


Um dos monumentos de Cacilhas da autoria do escultor Jorge Pé Curto foi vandalizado por um bandalho qualquer, que até deixou rasto (as iniciais pintadas podem ser um bom ponto de partida para a sua identificação, por muito codificada que pareça a assinatura...).

Não vale a pena dizer o que quer que seja sobre um acto destes, muito menos falar de Património, num país que no Verão tem demasiada gente que continua a gostar de "brincar aos fogos"...

Arte? É outra coisa. Liberdade? Também é outra coisa...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, maio 09, 2016

A Magia do Vinil em Cacilhas


Na próxima quarta feira a sede da ARPIFC em Cacilhas recebe José António Santos, coleccionador e musicólogo,  que nos irá levar de viagem pela música dos anos 60 em mais uma das "tertúlias das quartas".

quarta-feira, fevereiro 24, 2016

A Beleza Indestrutível do Ginjal

O Ginjal vai caindo um pouco todos os dias.

Mas esta "erosão" natural (se esquecermos que tudo aquilo tem dono...), não se intromete na beleza natural deste lugar marginal do Tejo.

O Rio é o grande responsável pelo encanto que se descobre na parede pintada, por artistas à procura de espaço e de mais qualquer coisa (porque a arte não são apenas rabiscos...) ou no muro cheio de castanhos da areia que se misturava com o cimento, a que se junta a tonalidade quase encarnada do tijolo  ou o branco sujo da tinta que resta...

É por isso que muita gente atravessa o rio e transforma este lugar num "estúdio" fotográfico, como esta dupla que apanhei na Praia das Lavadeiras, numa paragem a discutir planos.

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, fevereiro 03, 2016

Os Meus Livros de Cacilhas





















Quando somos convidados para falar sobre os nossos livros, não só viajamos no tempo como  chegamos por vezes a conclusões, inesperadas... 

«Isto de escrever livros sobre história local, não é uma coisa linear. No meu caso pessoal aconteceram uma série de acasos que me levaram a escrever sobre o Concelho. E a existência de um protocolo literário entre a SCALA e a Junta de Freguesia de Cacilhas, presidida por Carlos Leal, foi fundamental para que eu me envolvesse tanto neste género literário.






















Fui autor e co-autor de cinco obras sobre Cacilhas.”Elias Garcia, Esboço Biográfico”, com Abrantes Raposo; “Eduardo Alves, Vida e Obra de um Bombeiro Exemplar”, com Alberto Afonso, “Cacilhas, a Gastronomia, a Pesca e as Tradições Locais”, com Fernando Barão, “Cacilhas, o Comércio, a Indústria, o Turismo e o Desenvolvimento Sociocultural e Político da Localidade Ribeirinha”, “Lisnave uma Viagem no Tempo”, com o João Soeiro.



E sei que sem a existência deste protocolo, provavelmente não teria escrito nenhum destes livros.»

Digo isto sem qualquer demagogia. Como no nosso país a parte mais complicada dos livros é a sua publicação, através deste protocolo - que terminou com a extinção da Junta de Freguesia de Cacilhas -, pelo menos a edição do livro estava à partida assegurada...




quinta-feira, janeiro 28, 2016

Bela Viagem pelo Ginjal, Porta a Porta

Todos aqueles que assistiram ontem à viagem proporcionada pelo Luís Bayó Veiga, "Ginjal de porta em porta", com o apoio de João Valente e Henrique Carvalho, em Cacilhas (sede da ARPIFC) ficaram deliciados pelo estudo pormenorizado feito, número a número, desde o um ao setenta e três, ou seja, do "Farol" ao "Ponto Final", dois bons restaurantes que não só resistem a  o tempo no Ginjal, como são um dos seus melhores cartões de visita no campo da gastronomia.

Eu que sei bastante sobre o Ginjal, fiquei a saber ainda mais coisas sobre este lugar único no nosso Concelho, graças ao Luís.

Foi uma bela viagem povoada de pessoas, de profissões e de empresas, que durante muitos anos deram vida a esta "rua marginal" do Tejo e de Cacilhas...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, janeiro 23, 2016

As Gentes da Minha Terra (4)


Abrantes Raposo sempre gostou de livros. O facto de ter nascido num lar humilde e ver-se obrigado a trabalhar logo que fez o exame da quarta classe, fez com que abraçasse, assim que lhe foi possível, uma profissão que lhe oferecesse a proximidade com os livros e a possibilidade de os afagar e tornar ainda mais bonitos.

Mas ser encadernador não lhe chegava.

Foi por isso que se deixou levar pelo gosto da leitura e das palavras e escreveu primeiros versos, que ficaram na gaveta algum tempo. Até ser descoberto por alguns amigos, que não só o incentivaram, como lhe deram a ajuda necessária para publicar a sua poesia.

A sua profissão e a "alma de coleccionador" proporcionaram-lhe a passagem de muitos documentos importantes pelas mãos. Foi tirando apontamentos e aos poucos foi-se interessando pela história local, tornando-se também historiador, quase sem dar por isso. E hoje tem uma obra importante sobre, Cacilhas, a Freguesia onde reside há mais de 50 anos.

Abrantes Raposo  que fez hoje 82 anos, surge nesta fotografia, em primeiro plano, com um dos seus livros na mão, com os seus três amigos que continuam a fazer parte da "Tertúlia do Repuxo", onde reinam os livros e a amizade, que já tem mais de duas décadas.

sábado, janeiro 16, 2016

As Gentes da Minha Terra (2)


O cacilhense Carlos Durão, além de ser um bom amigo, tem tido um papel bastante importante na pesquisa histórica que tenho feito sobre Cacilhas.

O facto do Carlos estar desde sempre ligado a Cacilhas e ser descendente de duas famílias importantes da Localidade Ribeirinha - a família Pinto Gonçalves ligada ao comércio (possuíram um dos mais importantes armazéns do distrito de Setúbal) e a família Durão (donos de uma das empresas que faziam a ligação entre Cacilhas e a Capital. com embarcações de carga e de passageiros) -, faz com que seja uma das pessoas que possui um conhecimento mais profundo e credível sobre os lugares  e as pessoas do nosso Concelho. Quando tenho alguma dúvida sobre algum trabalho que estou a realizar recorro à sua "memória de elefante" e normalmente fico sempre a saber mais qualquer coisa, para além daquilo que queria saber.

Felizmente também tive o grato prazer de ser seu companheiro no importante Movimento Associativo Almadense, que além de nos enriquecer culturalmente também tem a virtude de estreitar as relações humanas e esbater as diferenças sociais que existem entre nós. E se aprendi com a sua já longa experiência de vida, especialmente nos momentos mais conturbados, onde se revelou um autêntico "farol"...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, janeiro 07, 2016

Quando o Tejo se Transforma em Mar

Nestes dias de chuva e vento o Tejo fica com ondas e quase que se transforma num Mar.

Embora possa ser agradável para os olhos, quem não morre de amores por esta agitação das águas do rio, não esconde o receio durante a travessia, mesmo que os cacilheiros  demonstrem diariamente que são embarcações seguras e estáveis.

O que leva esta gente menos afoita com as águas mexidas de Janeiro a aventurar-se, é saber que a travessia faz-se em apenas dez minutos...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, novembro 26, 2015

A Lardosa em Almada


Amanhã vou apresentar o livro, "Imagens da Minha Terra, Lardosa (Castelo Branco)", da autoria do meu amigo Aníbal Sequeira, uma monografia histórica muito bem ilustrada com as suas bonitas fotografias, que já foi apresentada nesta bonita Aldeia da Beira Baixa.

Aníbal fez muito bem em fazer a história da Terra onde nasceu (algo que ainda ninguém tinha tido a coragem para fazer...), focando os seus lugares mais importantes, sem se esquecer das pessoas (tão bem fotografadas...)

A apresentação realiza-se na Biblioteca da Escola Cacilhas-Tejo, Praça Gil Vicente, Cacilhas, às 17 horas.

Estão desde já todos convidados.

Esta é uma das fotografias de Aníbal Sequeira, que está presente no livro, "Teimosia", que escolhi por o burro ser um ex-libris cacilhense e fazer parte da história da Localidade Ribeirinha.

sábado, novembro 07, 2015

Ilusão de Óptica ou de Outra Coisa...


Hoje tenho estado entretido a enviar fotografias para a "lixeira" e a libertar o disco do computador. 

Este é mais um dos problemas do mundo digital, a facilidade do "clique" faz com que se acumulem fotografias, por vezes quase iguais (quando damos por ela temos centenas de fotografias de pouco préstimo...).

Algumas delas têm algumas particularidades (distantes da beleza), como a que aqui publico, em que a Lisnave mudou de lugar e passou para trás dos primeiros prédios da avenida 25 de Abril, em Cacilhas...

domingo, novembro 01, 2015

Dia de Procissão e Devoção em Cacilhas


A Senhora do Bom Sucesso, Santa Padroeira de Cacilhas, cuja devoção remonta ao terramoto de 1 de Novembro de 1755, saiu mais uma vez à rua, na Procissão centenária que percorre as principais artérias da localidade e também visita o Tejo, que desta vez apenas a esperava com um patrulha da Marinha de Guerra, sem a presença de pescadores, sempre tão amigos da Santa (foram eles com as suas vigílias diárias que impediram que os republicanos depois do 5 de Outubro de 1910, destruíssem as imagens da Igreja, como fizeram noutros lugares religiosos do Concelho, como no Seminário de Almada ou na Quinta do Vale de Rosal, na Charneca de Caparica).

sábado, outubro 17, 2015

Filatelia e Coleccionismo na Oficina de Cultura em Almada


Foi inaugurada hoje na Oficina de Cultura a  "9.ª Mostra de Filatelia e Coleccionismo" organizada pela secção de Filatelia da ARPCA (Associação de Reformados de Almada).

Passei por lá já ao fim da tarde porque esta é uma daquelas exposições que despertam sempre o interesse de quem gosta de coleccionismo (especialmente de selos e postais).

Um dos aspectos curiosos e não menos importantes, é os organizadores escolherem sempre um tema local (normalmente um monumento...) para ser  a imagem de marca de cada exposição, com direito a selo e tudo.

Este ano o laureado é o Farol de Cacilhas.

Já sabem, se quiserem visitar esta exposição em Almada, podem fazê-lo até ao dia 25 de Outubro.

sexta-feira, setembro 25, 2015

Bombeiros de Cacilhas em Festa na "Rua Direita"


Os Bombeiros Voluntários de Cacilhas estão a festejar o seu 125º aniversário na Rua Cândido dos Reis, com uma exposição dos seus carros mais emblemáticos e com mais história.

As viaturas de outros tempos, assim como outro material auxiliar, podem ser visitados até domingo, naquela que foi a Rua Direita de Cacilhas durante muitos anos.

É uma visita que vale a pena.

E parabéns à mais velha colectividade de Cacilhas, que continua a ser um dos orgulhos dos cacilhenses, assim como a todos os seus "Soldados da Paz".

quarta-feira, setembro 09, 2015

Revisitar Cacilhas Através da Pintura de Carlos Canhão


Esta é uma das obras da exposição, "Junto ao Tejo e Mais Além" (de Carlos Canhão, Maria de Lurdes Couto e a Tânia Franco), que pode (e deve) ser visitada na Oficina de Cultura de Almada, na Praça S. João Baptista, da autoria de Carlos Canhão. 

O pintor almadense pintou a praia da Margueira, com vista para o Largo de Cacilhas e também para a Lapa (que desapareceu com as obras da estrada que liga Cacilhas à Cova da Piedade).

Felizmente através da pintura é possível reconstruir o passado...

terça-feira, setembro 08, 2015

A Praia da Fonte da Pipa


O Sol felizmente ainda continua quente, para satisfação de quem está de férias.

A Margem Sul continua a ser uma atracção para muitos turistas, que talvez queiram fugir da Capital, onde quase se fala mais inglês que português.

Na Margem Sul, olha-se mais e fala-se menos...

Na fotografia as escadas que nos levam para a pequena praia da Fonte da Pipa, logo a seguir ao Ginjal e ao Elevador Panorâmico.

quarta-feira, agosto 19, 2015

Cacilhas e o Tejo ao Fim da Tarde


Uma legenda?

Campolide é já ali, entre S. Jorge e Seixal, com  Lisboa lá longe, do outro lado do Tejo...

sábado, agosto 15, 2015

Muito Tejo, Muito Tejo...


O Vento apareceu esta semana e tem oferecido ondas ao Tejo.

E os cacilheiros já fazem parte do Rio, e como diz Ary dos Santos no seu poema "O Cacilheiro" (final):

Se um dia o cacilheiro for embora
Fica mais triste o coração  da água
E o povo de Lisboa dirá, como quem chora,
Pouco Tejo, pouco Tejo, muita mágoa.

domingo, julho 12, 2015

O Fascínio da Cor


No jardim próximo do elevador da Boca do Vento, há várias pinturas urbanas (hoje chamo-lhe isto...) que são escolhidas como cenário da fotografias, provavelmente pela cor, pois não acredito que seja pelo "design"...

Hoje de manhã encontrei vários modelos femininos a fazerem poses nestes bancos.

quinta-feira, maio 28, 2015

Modesto em Cacilhas


Modesto Viegas apresenta o seu livro bonito de fotografia, "Contrastes, natureza vs urbano", em Cacilhas.

A apresentação será do fotógrafo Ruben Neves e realiza-se no próximo sábado, às 16.30 horas, na Biblioteca da Escola Cacilhas-Tejo.

terça-feira, maio 12, 2015

O Eduardo e o Urbano


O escritor almadense, Eduardo M. Raposo, vai fazer uma apresentação do seu livro, "Urbano, o Eterno Sedutor", na Biblioteca da Escola Cacilhas-Tejo, no próximo dia 14 de Maio, às 20 horas.

É uma boa oportunidade para os almadenses conhecerem um pouco melhor a vida e obra de Urbano Tavares Rodrigues.